12.Agosto.09

Suspense na Na Pali Coast

Na-Pali-3

Eis que estreiou uns dias atrás aqui nos EUA um filme de suspense/terror chamado "A Perfect Getaway" (não faço a menor idéia de como será chamado em português). É basicamente a história de um casal em lua-de-mel que resolve fazer uma trilha no Hawaii. Durante a trilha, descobrem que assassinatos misteriosos vêm ocorrendo ali e começam a desconfiar de tudo e todos. E claro, cabecas rolam.

Não assisti ao filme ainda - e provavelmente não assistirei, já que esse tipo de suspense não é a minha praia. Mas tenho que dizer que quando li a sinopse, foi inevitável: lembrei da minha aventura de lua-de-mel.

A trilha suposta é a de Hanakapiai, no Kauai, que é a forma de se ver a Na Pali Coast por dentro. A Na Pali é, sem dúvida alguma, um dos costões mais belos, dramáticos e impressionantes do planeta.

Minha lua-de-mel também foi no Kauai. E, assim como no filme, também decidimos nos aventurar à pé na trilha de Hanakapiai, é claro. A trilha começa na praia de Ke'e, onde deixamos o carro. É uma trilha íngreme e complicadinha, porque beira o despenhadeiro praticamente o tempo todo, sem nenhum tipo de segurança. É basicamente o paredão de montanha, você naquela estradinha estreita e o mar lá embaixo, com as ondas batendo. Senti um quê de "Vertigo" enquanto andava por ali. Como no Kauai chove bastante, a lama prevalece em boa parte do caminho, tornando alguns trechos deveras escorregadios, o que só aumenta a tensão - num dia mais seco, acho que dá pra relaxar mais.

Fato é que nós havíamos passado o dia inteiro passeando pelo Kauai, visitando outros pontos turísticos, e decidimos começar a fazer a trilha às 3:30 da tarde. São 2 milhas até o fim, numa praia na metade da Na Pali Coast, e mais 2 milhas até a cachoeira de Hanakapiai. (Dá pra ir além dessas 2 milhas e chegar até o vale de Kalalau, na outra extremidade da Na Pali, mas aí é uma caminhada que as pessoas fazem em média em 3 dias. Não tínhamos esse tempo.)

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Cachoeira de Hanakapiai.

Fomos andando, fotografando, e lá pelas 5:00 da tarde, eu obviamente cheguei a conclusão de que não conseguiríamos ir e voltar antes do escurecer. Sem lanternas, andar naquele despenhadeiro escorregadio seria uma tarefa mais complicada ainda. Mas, decidimos continuar.

Eram quase 6:00 quando chegamos na tal prainha do fim da trilha. Muito bonita, mas a maré estava alta, e a extensão de areia desaparecida embaixo da água do mar. Preocupada com a perda da luminosidade iminente, decidimos não andar até a cachoeira - ficou pro futuro. Mas é claro, se gastamos 2 horas pra ir, iríamos provavelmente gastar 2 horas pra voltar. Bye bye luz do dia. Na volta, menos aproveitamento da paisagem e mais velocidade, tentando bater o sol que se punha.

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O costão da Na Pali visto da trilha, ao entardecer.

Bom, o sol se foi, a noite caiu e faltava ainda pelo menos 1 milha de caminhada em terreno escorregadio e cheio de galhos e vegetação densa. O barulho das ondas batendo nas rochas láááá embaixo somado ao piar dos passarinhos voltando para seus ninhos para dormir davam o clima hitchcockiano, mistura de "Um Corpo que cai" com "Os Pássaros". Aquele medo irracional de um acidente começou a rondar minha cabeça. André tentava me acalmar - e conseguiu. Afinal, era lua-de-mel, e tudo é festa, né? ;)

Eram 8 da noite quando chegamos de volta ao nosso carro. Ufa, que alívio. Uma aventura que prendeu minha respiração, registrada que está no filme da minha vida. Para ser contada pessoalmente num almoço de domingo aos meus descendentes que um dia virão. Quem precisa de Hollywood, ora pois? ;)

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Tudo de bom sempre.

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- Esse post é praticamente uma não-resenha de filme... Mais off-track que isso, só a não-resenha de um livro enganação que o Atila publicou em julho. :D

25.Abril.09

Sharkwater na China

Barbatanas secando
Barbatanas de tubarão secando em embarcação brasileira.

Rob Stewart, o autor-diretor-produtor-faztudo de "Sharkwater", documentário-denúncia sobre as causas, complexidades e consequências do comércio de barbatanas de tubarão no planeta, divulgou semana passada em seu blog uma campanha para tentar levantar fundos e levar seu filme para os cinemas na China.

Pode parecer um "nada", mas é na verdade uma atitude preciosa quando falamos de comércio de barbatanas de tubarão. Veja bem, a China é o maior mercado consumidor de barbatanas do planeta. Estima-se que 80% das barbatanas coletadas no mundo vão parar no porto de Hong Kong, de onde são distribuídas para o resto do país (e vizinhos da Ásia) e servidas em bufês de casamento, jantares de negócios e outras situações de status dentro da sociedade chinesa. Mas o mais gritante - e que o post de Stewart cita - é que na China, a tradução de "sopa de barbatana de tubarão" é "sopa de asa de peixe". Ou seja, o chinês médio pode não saber que está depletando um animal topo de cadeia alimentar do ecossistema. Junte-se a isso a história que ouvi de um divemaster nas Filipinas: os chineses que iam mergulhar diziam que "não tinha problema retirar a barbatana do tubarão, porque ela regenera" (!!!!). O que, obviamente, não é verdade: uma vez retirada a barbatana, o animal não consegue mais nadar e morre de fome (não consegue caçar) e afogado (a maioria dos tubarões atuais precisa nadar para "ventilar" a brânquia e respirar). Mas aparentemente, é essa lenda que é passada pelos chineses aos mais jovens.

No documentário "Sharkwater", Rob Stewart tenta explicar porque o hábito de comer sopa de barbatana está dizimando todo um grupo de animais do planeta - veja bem, não é uma espécie, é um grupo. Além disso, mostra o quão intricada é a rede de intrigas que envolve esse comércio - e no documentário rola até um certo drama, como se só a história do massacre aos tubarões já não fosse drama suficiente. Então mostrar essa realidade crua aos chineses, que são a maioria populacional que consome a tal sopa, é um passo muito significativo para a conscientização. Se considerarmos que menos de 10% das pessoas que virem o filme serão impactadas por ele, ainda assim, na super-populosa China, isso pode ser um número significativo de pessoas. Pode fazer a diferença. Eu espero imensamente que faça. Fingers crossed.

Rob Stewart e a ONG Save The Blue se uniram então nesse levantamento de fundos para tentar levar o filme à China. Se você acha que pode doar, doe; se não pode, ajude a divulgar. Os tubarões agradecem a preocupação. :)

Barbatanas em HK
Barbatanas à venda em loja de Hong Kong, na Des Voeux street.

Tudo de bom sempre.

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- Se intencionamos parar com a matança desenfreada de tubarões, é preciso haver melhores estratégias de educação/informação do consumidor, principalmente mais direcionadas ao público-alvo que mais consome (no caso, os países asiáticos). Por isso, meu post. Nessa semana, o DPG postou uma propaganda contra o consumo de sopa de barbatana de tubarão. O vídeo "Not on our menu" encontra-se aqui e no DivePhotoGuide o Jason Heller pincela mais detalhes. É um passo, uma atitude; tomara que inspire outras mais.

- Publicado também no Faça a sua parte.

08.Setembro.08

Construindo uma estrela

Hollywood Walk of Fame

...em Hollywood, entenda-se bem - afinal, estrelas do céu "nascem", não são "construídas" no sentido humano da coisa. E meu ínfimo conhecimento de astrofísica não me permite aventurar pelas avenidas confusas de como nascem as estrelas do céu. Já pelas avenidas de Hollywood...

Mas enfim, eis que na semana passada, li no caderno de Turismo do Jornal da Tarde (versão de papel sem link online) que a Calçada da Fama em Hollywood estava em reforma. Eles estavam reconstruindo algumas estrelas, limpando outras, dando lustro nas mais apagadinhas. Achei a notinha interessante, porque quando estive em Los Angeles no ano passado, vimos algumas delas sendo construídas e/ou reformadas. É um processo curioso.

A Calçada da Fama em Hollywood é uma das maiores atrações da Grande Los Angeles. Fica em frente ao Chinese Theater, onde também estão as impressões de mãos e pés de diversos artistas. Mas, diferente desse pedaço de cimento, a Calçada da Fama se estende por alguns quarteirões do Hollywood Boulevard, e é habitada por uma "fauna" de artistas de rua hilária, como vocês podem ver nas 2 fotos abaixo, onde a Mulher-Gato e Homer Simpson passeiam e se oferecem para fotografia a turistas incautos. Por causa da maior amplitude da calçada, um número muito maior de famosos é contemplado com uma estrelinha ali do que com as mãos e pés na frente do Chinese Theater.

Calçada da Fama - Mulher-gatoCalçada da fama - Simpsons

A Calçada da Fama foi criada em 1955 e foi uma maneira criativa que uma empresa de construção civil achou de homenagear as personalidades que fazem Hollywood ser o que é - e aumentar seus lucros. Essa empresa de construção vendia "terrazzo", o material do qual as estrelas são feitas, e viu na idéia uma oportunidade de clientela d boa qualidade. Na época, foi um investimento de risco, porque a região do Hollywood Boulevard era muito degradada, uma espécie de cracolândia de Los Angeles. Mas, pelo que vemos hoje, o risco valeu a pena.

Cada estrela da Calçada tem o nome do artista e um símbolo que indica de onde veio seu sucesso,. A estrela da foto abaixo, por exemplo, tem o símbolo do cinema, que é obviamente onde esse moço fez a sua fama. As outras categorias são: Televisão, Rádio, Música e Teatro/Performance. No site oficial da Calçada da Fama, você pode procurar por seu ídolo e saber exatamente onde a estrelinha dele está. E na Wikipedia, há uma lista completa de todos os estrelados até o ano corrente.

A estrela de Harrison Ford na Calçada da Fama

Para construir uma estrela dessas, usa-se um tipo de mármore chamado "terrazzo" (com um pouco de granito "misturado") nas cores rosa e preta, e uma mistura metálica de cobre e zinco, que forma a bordinha dourada da estrela. Como vemos nas fotos abaixo, os construtores de estrela (que nome legal para colocar na carteira de trabalho, não?) pegam a calçada no cimento grosso, colocam a forma metálica estelar dourada com nome e categoria já delineados e marcados com fita vermelha (para depois serem polidas e brilharem douradamente), e preenchem o resto com os terrazzos. Primeiro o preto ao redor, depois o róseo de dentro. Depois de pronta, a nova estrela é inaugurada em cerimônia oficial com a presença do homenageado.

Construção de estrelaConstrução de uma estrela

Para ter seu nome na Calçada da Fama, o artista precisa ser indicado. Sua indicação é então avaliada pelo Comitê da Calçada da Fama, parte da Câmara de Comércio de Hollywood, e, se aceito, o artista é obrigado a comparecer na cerimônia de inauguração da estrela - a não ser, é claro, que já tenha morrido e seja uma homenagem póstuma.

E para os reles mortais que não são artistas, dá para construir a sua própria Calçada da Fama onde quiser. Nesse post aqui do Mavromatic (que é na realidade a introdução de uma série de 4 posts), há a descrição passo a passo da estrela que ele fez na casa dele. Diversão certa para cinéfilos hardcore, não?

Tudo de bom sempre.

29.Abril.08

Semana do Coral: Procurando (e encontrando) Nemo

Procurando Nemo

Hoje em dia, quando falamos de recife de coral - ou de mar em geral - para boa parte das crianças e até alguns adultos, a primeira imagem que vem à cabeça é uma unanimidade: o peixe-palhaço Nemo. Nemo é provavelmente o personagem animado mais facilmente reconhecido pelas crianças do mundo, seja Coréia, EUA, Brasil ou África do Sul: pelo menos, para qualquer criança que até hoje eu mostrei uma foto de um peixe-palhaço de verdade, imediatamente o pequerrucho respondeu "Nemo!". (Já até vislumbro o dia em que trocarão o nome científico desse peixe para algo como "Amphiprion nemus" ou algo do gênero...)

Não sei se a Pixar tinha idéia do tamanho do sucesso que seu filme "Procurando Nemo" teria, mas fato é que a figura do peixe-palhaço Marlin, habitante de um recife da Grande Barreira de Corais, procurando pelo filho rebelde Nemo oceano afora e encontrando-o em Sydney, se transformou na identificação mais conhecida da fauna dos recifes de corais para o público geral.

E com razão. A animação é muito bem-feita e não à toa, ganhou o Oscar de melhor animação de 2004. Mas o melhor para mim no filme "Procurando Nemo" nem é o roteiro ou a animação em si (que são geniais, eu sei), mas a rendição biológica do recife de coral. Simplesmente perfeita, inclusive nas interações entre os animais. O produtor executivo John Lasseter obrigou os responsáveis pela animação a se cadastrarem num curso de mergulho autônomo e efetivamente mergulharem na Grande Barreira Australiana. Assim, puderam ver na vida real como é o "cotidiano" num recife de coral, e com essa atitude, os desenhos fluiram bem mais próximos da realidade. Além do aconselhamento de biólogos marinhos, oceanógrafos e afins durante todas as etapas de criação.

A inspiração para o filme "Procurando Nemo" veio do escritor Andrew Stanton, durante uma visita a um aquário, que serviu de ponto de partida para uma série de lembranças de sua infância - como o aquário do consultório de seu dentista. Daí para o filme foi um pequeno passo.

Na animação, além dos peixes-palhaço Marlin (pai) e Nemo (filho), há outros personagens do mundo submarino que desfilam pela tela. E os cartunistas foram bastante fiéis aos animais que existem no mundo real dos recifes. Mr. Ray é uma arraia-pintada (Aetobatus narinari) que passeia lentamente pelo recife acompanhada por peixinhos; Dory é um peixe-cirurgião (Paracanthus hepatus) que, na vida real, é muito esquivo e difícil de ser fotografado - "ela" realmente desaparece e reaparece num piscar de olhos. Bruce, o tubarão branco (Carcharodon carcharias), e seus amigos Anchor (o tubarão-martelo, Sphyrna zygaena) e Chum (que parece um mako, Isurus oxyrinchus) tentam ser vegetarianos, mas o chamado do comportamento natural fala mais alto e eles terminam por ir atrás de seu alimento natural, os peixes. Há ainda Jacques, o camarão-limpador (Lysmata amboinensis), que normalmente vemos limpando outros pequenos animais nos recifes; há as lindas anêmonas, as esponjas coloridas, os corais, as estrelas-do-mar, todos os exemplares sésseis em rendições cheias de vida e luz. O recife de coral brilha e tudo na animação (levando-se em consideração o público-alvo principal, as crianças) está em sintonia com a realidade biológica.

Nemos reaisPeixe ídolo mourisco
Dois peixes-palhaço em sua anêmona e ao lado, o peixe ídolo-mourisco (Zanclus cornutus), que também aparece no filme como Gill, membro da população do aquário.

Eu particularmente tenho "Procurando Nemo" na minha lista de top-5 filmes de todos os tempos. Porque é um filme que fala de um ambiente que me é muito querido. Além disso, é uma animação extremamente bem feita, bem desenhada, bem roteirizada, bem executada, com uma mensagem construtiva e emocionante. E mais importante, com uma mensagem de preservação, de educação e informação sobre o ecossistema marinho imensas, de incrível disseminação. As crianças podem sair da sala de cinema achando tranquilamente que o Nemo mora numa anêmona porque é verdade - peixes-palhaços vivem em anêmonas. Inúmeras exposições em aquários e zoológicos do mundo hoje usam os personagens de "Procurando Nemo" para trazerem a informação sobre o mar para próximo do público leigo, e são felizes na comparação, porque o filme é claro. Não há espaço para a desinformação, muito menos para a destruição dos recifes de corais. A mensagem é positiva, facilmente digerida pelo público que é o futuro desse planeta: as crianças.

Nemo é hoje o habitante mais famoso dos recifes de coral do planeta. Que continue assim por muito tempo e que as crianças que hoje assistem ao seu filme, amanhã sejam protetoras da sobrevivência de sua espécie pelo mundo. Que elas sempre encontrem o Nemo ao mergulharem pelos recifes do Pacífico.

A anêmona do Nemo

Tudo de nemo sempre.

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- Os cartoons que ilustram esse post foram retirados do site oficial do filme "Procurando Nemo", via Pixar ou via Disney. Já as fotos, são nossas mesmo. :D

- Para mais fotos de nemos na vida real, clique aqui.

- Esse post faz parte da Semana Blogosférica dos Recifes de Corais, organizada pelo blog Deep Sea News. Além desse post, já publiquei até agora um apanhado geral sobre corais, e a história dos recifes no atol de Bikini.

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Lista completa dos posts da Semana do Recife de Corais no blog da Malla:

- Semana de Recifes de Corais 2008
- Os corais de Bikini
- Procurando (e encontrando) Nemo
- Mar de cores
- O trabalho no recife
- Sherman's Lagoon

24.Fevereiro.08

Mundo de Cidades - Explicando melhor

No post passado, sugeri o início de um "blog carnival" sobre cidades em versão língua portuguesa - uma idéia descaradamente copiada do "Carnival of the Cities" que acontece semanalmente na blogosfera de língua inglesa. Conversei com o Bender sobre isso, ele achou interessante e decidimos deixar aqui a todos o convite:

Dia 29/fevereiro, sexta agora: Primeira edição do "Mundo de Cidades", blog carnival em língua portuguesa sobre cidades. O primeiro blog hospedeiro será o Goitacá.

Os interessados em participar por favor submetam o link de seus posts escritos durante o mês de fevereiro sobre uma cidade para o email do blog (mallablog ARROBA gmail PONTO com) ou para o "Fale conosco" do Goitacá, não esquecendo de colocar no campo assunto "Mundo de cidades" e na mensagem o link pro seu post de cidades. A gente vai agregar tudo em um post único no dia 29/fevereiro lá no Goitacá. Vale qualquer assunto sobre qualquer cidade de pelo menos 50,000 habitantes - na realidade o número não importa muito, o que vale é ser uma cidade propriamente dita, e não um vilarejo. O "Mundo de Cidades" pretende ser mensal, publicado no último dia de cada mês com os posts de cidades do mês que passou; portanto em qualquer momento que você escreva algo que ache interessante submeter, fique à vontade para fazê-lo, porque vai ter sempre uma edição "a caminho".

Fiquem à vontade também para divulgar o "Mundo de Cidades" e conto com a participação de todos!!! :)

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O Daniel Hiroshi também convida quem quiser participar da 10a edição do Carnaval de Quadrinhos, que acontecerá nessa quarta-feira dia 27 no blog dele. Interessados em participar, entrem em contato com o Hiroshi em seu blog. Vale falar de qualquer personagem ou quadrinho.

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E hoje tem...

Estatueta do Oscar

Ano passado, eu estava em LA nessa época, e pude segurar a estatueta famosa nas mãos. Esse ano, eu vou acompanhar pela TV a festa - e os comentários nada-sérios do blog da Denise, que promete diversão aos que por lá passarem com uma blogagem ao vivo engraçadíssima durante a noite de gala de Hollywood. Imperdível! :D

Tudo de bom sempre.

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- O meu blog está com problemas de formatação para quem usa Internet Explorer. Peço desculpas e paciência dos que estão vendo os posts lááá no final da página, depois do blogroll. Espero que isso se resolva nessa segunda, quando o super-CSSman virá tentar salvá-lo das garras dos códigos da MicroSoft.

:: Próxima página >>

As aventuras de Lucia Malla pelos 5 cantos do planeta: um blog de viagens...

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Uêba - Os Melhores Links

As fotos deste blog são de uso exclusivo de Lucia Malla e André Seale. Caso queira utilizar as imagens contidas aqui para fins diversos, por favor contacte a Lucia: mallablog ARROBA gmail PONTO com. A gente precisa saber pra que "viagem" ela vai antes de liberar...

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