O yôga é uma arte milenar que surgiu no oriente, mais precisamente na Índia, e passada de geração a geração até hoje. Tem como objetivo o "despertar" do homem - verbo muito usado pelos orientais para simbolizar o autoconhecimento e a busca do equilíbrio do indivíduo com a natureza.
A minha professora sempre menciona que o centro de tudo está na respiração. Ela deve ser abdominal, sempre pelas narinas, durante as aulas. Também ensinou-me a respiração purificadora, que implica numa expiração brusca, forçada em sopro - que eu uso muito também para relaxar quando estou prestes a me aborrecer. Ela diz que a expiração expulsa o mal que você tem de dentro pra fora.
Eu pratico o Ashtanga Yoga que consiste na respiração integrada à realização dos ásanas (posturas) pelo maior tempo possível dentro do limite do seu corpo. Você não deve sair dolorido de uma aula de yoga e sim, mais relaxado que antes. Também deve ser a última atividade do dia, se possível. O ideal seria ao pôr-do-sol, quando nos despedimos do dia e aguardamos a chegada da noite. Assim, podemos até dormir melhor!
Além de equilibrar a mente, é um exercício também para o corpo: aumenta a flexibilidade, acalma o coração, diminui a tensão e tonifica os músculos. Não emagrece, por si só, contudo pode ajudar frente à compulsão alimentar, agindo em nível central (mente) e não em nível periférico (corpo).
O iogue deve sair da aula e levar as posturas, a respiração e os aprendizados para a vida. Assim, sua saúde entra em harmonia consigo mesmo e seu indivíduo se sentirá perfeitamente integrado ao mundo.
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