
Por essa creio que ninguém esperava. Sabe aqueles casais que se você é solteiro e consideram os ridículos por se tratarem com apelidinhos e imitarem vozes de crianças ao falarem um com outro? Então saiba amigo leitor do Luxo Básico, que essas pessoas estão em um tipo de relacionamento muito mais pleno.
Não acredita? Pois veja que este foi o resultado de uma pesquisa feita nos EUA, no qual 75% dos participantes assumiram usar o linguajar fofinho com o parceiro. E, segundo os profissionais que trabalharam neste estudo, os casais que falavam desta forma, demonstraram maior satisfação, intimidade e segurança no relacionamento, além de terem uma vida sexual mais movimentada.
A justificativa para isso é que, ao abandonar o papel de “adulto normal”, assumindo seu lado bobão e romântico, a pessoa se permite criar um nível de intimidade mais elevado com a cara-metade. E isso, é claro, favorece o relacionamento. Agora dando um pouco da minha opinião aqui: tudo tem seu momento, não é? Lembro-me bem quando foi a primeira vez que meu namorado ‘atacou’ de fofura comigo e eu fiquei meio sem reação.
Nunca alguém tinha sido ‘nhóin’ ao meu lado e isso foi meio surreal, mas depois é lógico que me acostumei. Porém, como disse acima, tudo tem seu limite e posso não ser uma das estudiosas dos Estados Unidos que fizeram essa pesquisa para concluir que usar esse tipo de fala entre quatro paredes é broxante.
Afinal, acho que nenhum cara ou mocinha quer ouvir falar de suas anatomias no diminutivo ou no ‘fofurismo’. ‘Oh, que peitinho mais lindo, de quem é esse peitinho, heim?’ ou ‘Otimeudeuso, que pintinho mais fofinho, coisa linda mais linda da sua tchutchuca’. Não dá, né? E vocês? São adeptos (as) das falas melosas? Ou acham isso uó? Falem nos comentários.
Beijos da Alê.
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