O que resta depois de um dia inteiro

19.01.11



O mais familiar não era a casa em si - o sofá, as paredes, uma ou outra foto, cama, edredon. O mais familiar era a luz - a luminária de canto que deixava o banheiro com uma cor laranja, que se refletia nos azulejos. Engraçado como por mais pensadas e bacanas que sejam as decorações, a casa mesmo são os detalhes, e não necessariamente aqueles planejados. No caso dela, era quando chegava, tirava os sapatos e acendia a luz do banheiro para lavar o rosto, que o sentimento de estar em casa a invadia. E que o mundo todo deixava de importar.

* A ilustração é do meu irmão, Vitor

posted by Simone Iwasso | 11:01 | 4 Comentários | #Link

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Comentários, Pingbacks:

Nome:
Simone
Comentário:
Puxa, muito legal isso, Simone. E a ilustração é belíssima. Parabéns para vc e para o seu irmão.
Abraço.
Simone Pallone (DPCT)
#Link 19.01.11 @ 12:51
Nome:
Amarílis
Comentário:
Não sei se gosto mais do texto ou da ilustração.
Empate.
Lindo tudo.
:)
bj!
#Link 19.01.11 @ 13:27
Nome:
Afonso
Comentário:
Muito louco isso! Gostei Muito
#Link 28.01.11 @ 11:05
Nome:
Tiago
Comentário:
Como tudo na vida. Há quem tenha mil penduricos nas orelhas e luz nada.
É um apagão. Luzes, flores, cheiros de algum lugar, é isso que move.
Beijos Iwasso. Saudade daqui.
#Link 23.02.11 @ 16:47

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