Livro para colorir
28.01.07
Outro dia, ganhei uma caixa de lápis de cor. Como não fazia sentido deixar no trabalho, trouxe pra casa e, mais por decoração, tirei as doze unidades da embalagem e arrumei elas num porta-canetas de madeira, entre o telefone e o computador. Desde que saí do ensino fundamental, que ainda chamava primário e ginásio, passei a carregar só uma caneta preta ou azul na mochila. Minhas provas de matemática eram o resultado grifado entre um monte de rasuras. Tinha perdido o encanto por colorir desenhos, preencher contornos, fazer traços vermelhos entre anotações ou coisa do tipo.
Olhando agora os lápis dispostos, longos e bem apontados, com as pontas finas e afiadas, puxei uma folha branca de sulfite da pilha de papel. Fiz um desenho estranho, outro melhorzinho, misturei as cores e testei minha coordenação. Me lembrei que nessa mesma época, há uns bons vários anos, uma caixa Faber Castell de 36 cores era o suficiente para me deixar bem feliz.
posted by Simone Iwasso | 01:01 | 7 Comentários | #Link