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Tê, Mulher de Um Homem Só e Praia de Ipanema

Te e Mulher de Um Homem Só na Praia de Ipanema

Te e Mulher de Um Homem Só na Praia de Ipanema Te e Mulher de Um Homem Só na Praia de Ipanema

Te e Mulher de Um Homem Só na Praia de Ipanema Te e Mulher de Um Homem Só na Praia de Ipanema

Mulher de Um Homem Só
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21.08.09

Mulheres de Um Livro Só

No lançamento carioca, 7 de agosto de 2009:

Renata e Mulher de Um Homem Só
Renata

Helena Lê Mulher de Um Homem Só
Helena

Cris Lê Mulher de Um Homem Só
Cris

Maffalda e Mulher de Um Homem Só Maffalda e Mulher de Um Homem Só
Maffalda

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17.08.09

Renata na Sofá

renata 086

renata 177

Acabei de postar mais de cem fotos da Renata no meu Flickr. A maioria, restrita somente a amigos, com algumas canjas.

 

24.06.09


Categorias: Fotografia, Pés

Lavando Havaianas - Updated!

Na mesa do bar, um amigo comentou casualmente que peidava debaixo das cobertas e depois enfiava a cabeça embaixo pra cheirar.

Diante da primeira sobrancelha timidamente levantada, ele riu e disse que duvidava que alguém não fizesse isso.

A mesa, então, como não poderia deixar de ser, veio abaixo.

Depois, ele tentou consertar, disse que estava brincando, mas era tarde.

Todo mundo tem alguma coisa que faz, acha que todo mundo também faz e um dia, numa revelação quase religiosa, descobre que era mesmo só você.

 promoção submarino

* * *

Pensei nisso hoje, no contexto das dicas de economia doméstica, enquanto lavava minhas havaianas no chuveiro. Sim, eu sou da época que havaianas era chinelo de peão, não deformava, não soltava as tiras.... e era lavável.

De repente, me ocorreu: será que mais alguém ainda lava havaianas? Será que lavar havaianas não é o cúmulo da pobreza?

* * *

E vocês? Lavam havaianas? O que mais vocês fazem que ninguém mais faz?

* * *

Dicas de Economia Doméstica de um Ex-Rico:
I - As Dicas Básicas
II - Viva a Vida à Vista
III - Não Pague por Nada que Possa Ter de Graça
IV - Não Pague por Nada que Possa Ter de Graça: Livros, CDs, DVDs
V - Reconsidere o seu Carro

* * *

Já que estamos falando de Havaianas, algumas imagens na nova campanha psicodélica:

Havaianas Psicodélicas

Havaianas Psicodélicas

Havaianas Psicodélicas

Havaianas Psicodélicas

Havaianas Psicodélicas

Loja das Havaianas no Submarino

* * *

UPDATED

Caramba, parece que é o contrário. Antes mesmo de sair o post, os amigos me inundaram de recados no Facebook e no MSN. TODO MUNDO lava havaianas. Então, eu faço outra pergunta:

Tem alguma coisa que vocês acham qeu só vocês faziam e que depois calhou de descobrirem que todo mundo faz? Tipo lavar havaianas?

* * *

Minha belíssima amiga Anon, dona de um dos mais perfeitos corpos do Flickr, posou pra uma sensual série de fotos com as havaianas que dei pra ela quando veio me visitar em Nova Orleans. As fotos, infelizmente, só podem ser visualizadas por quem for "amigo" dela no Flickr - mas, se pedirem amizade, ela dá.

* * *
How to Seduce Me
Adoro dar melissinhas de presente pra Liloló. Mas ela é esperta e nunca lava. Pelo contrário, quando sabe que vai me encontrar à noite, já vai trabalhar com a melissinha e passa o dia todo com ela. Eu sou facinho, facinho.

 

25.03.09


Categorias: Comportamento, Pés

Cris

No meio de uma turbulenta crise amorosa, minha amiga Cris me levou pra passear na belíssima praia de Itacoatiara, em Niterói, e ainda me deixou fotografar seus também belíssimos pés. Obrigado, linda.

Cris

Cris Cris Cris

Todas as fotos.

 

06.07.08


Categorias: Rio de Janeiro, Pés

Livros & Pés

 compre dois livros e ganhe um par de havaianas

Promoção LLL no Submarino: compre dois livros e ganhe um par de havaianas pra dar pra sua mãe, seu muquirana. Livros e pezinhos, o que poderia ser melhor?

 

30.04.08


Categorias: Livros, Pés

Os Pés da Noiva de Frankenstein

Eu sabia que essa porra iria bater em mim. O Rafael colocou a voz da Peta Wilson; o Idelber, os cabelos da Maria Betânia da década de 70; o Bia, a bunda da Paula Braun.

Alessandra Negrini
Matando duas saudades

E eu, bem, eu coloco os pés da Alessandra Negrini.

Alessandra Negrini Alessandra Negrini
Repara a cara de nojo do Falabella

Vejam só, não porque são especialmente bonitos (porque pés de mulher, a não ser quando deformados por algum problema específico, são todos lindos), mas porque eles são irrequietos, atrevidos, chamam atenção para si. Como falei no post anterior, foto é uma coisa paradona, quase sem graça. Uma foto não tem como capturar a beleza dos pés da Negrini porque sua beleza está no seu movimento: em todas as cenas que em que a vi descalça, seus belíssimos pés estavam se retesando e se flexionando, seus dedos abrindo e fechando, uma delícia.

Além do que, claro, quando ela é má, não tem quem seja pior.

* * *

Como eu não gosto de brincar com homem, passo a bola pra Laila: os peitinhos de quem você colocaria na nossa noiva de Frankenstein?

 

29.02.08


Categorias: Fotografia, Sexo, Malvadas, Pés

Fotografando Pés (II)

De vez em quando, me perguntam se eu me masturbo com essas fotos de pés. As pessoas me perguntam as coisas mais pessoais, não é? Deve ser porque eu respondo.

Enfim, sinceramente, esse negócio de se excitar só com uma imagem é coisa de homem e eu, quem me conhece sabe, sou a maior mulherzinha. Até hoje, com uma exceção, só beijei mulheres com quem transei depois, e sempre apaixonado. Não sei fazer sexo assim a seco. Tem que me pagar um jantar e jurar eterno amor.

Sim, me excito com muita coisa estranha. Já me masturbei relendo conversas maravilhosas que tive no MSN com mulheres mais maravilhosas ainda. Já me masturbei até ouvindo wavs que algumas dessas maravilhosas mulheres gravaram pra mim, falando coisas literalmente indizíveis.

Mas uma foto? Assim, a seco? Sem contexto? É muito pouco. Não tem graça.

* * *

Uma vez, nos Estados Unidos, eu estava saindo com uma menina que visitou meu Flickr e disse que era “creepy” eu ficar fotografando pés. Foi nosso último encontro. Aliás, foi essa a única mulher que beijei e não transei depois. (Alguém me traduza “creepy”, por favor!)

Não tenho nada contra a opinião dela, mas claramente não é mulher pra mim. Estava na cara que não daríamos certo. Fotografar pés talvez seja a coisa mais tranqüila, pura e inocente que eu faço. Tanto que eu inclusive divulgo publicamente no blog.

Alguém que ache fotografar pés uma coisa “creepy” tem uma mente, ao mesmo tempo, muito mais suja e muito mais pudica do que a minha.

Suja porque, convenhamos, tirar fotos de pés, por si só, não tem nada de mais. Não é tarado, sujo, underground. Não é nem mesmo sexual. Os pés são uma parte do corpo como outra qualquer, e das mais públicas.

Um pé pode ser sexy, como qualquer parte do corpo, se usada direito, mas, a princípio, como diria Freud, um pé é só um pé. Quando estou na cama com minha Liloló, seus pés são puro sexo. Quando fotografo o pé de uma estranha na rua, ou de alguma das minhas melhores amigas, bem, um pé lindo é só um pé lindo.

Esse negócio de querer comer toda e qualquer mulher é uma compulsão doentia que eu não
compartilho. Às vezes, tenho a sincera impressão que os homens falam isso só porque pensam que é isso que se espera de “um homem de verdade”.

Pudica porque, se ela acha fotografar pés “creepy”, é porque está pensando em sexo e, convenhamos, em termos de sexo, fotografar pés, ou mesmo beijar pés, é a coisa mais purinha do mundo. Chega a ser singelo.

Praticamente tudo o que se pode fazer em uma cama é mais sujo, pervertido, degradado, imundo e, claro, divertido do que fotografar ou beijar pés. Se isso já é demais pra cabeça dela, tenho até medo de imaginar qual seria sua opinião sobre o resto da minha vida sexual. Melhor nem saber.

Naturalmente, ela não é a única. Em pouco tempo, termino meu doutorado e vou ter que procurar emprego. Se alguém não quiser me contratar pelas minhas opiniões políticas ou literárias, que se fodam.

Mas não quero perder um emprego porque algum idiota acha que fotografar pés é doentio. Em janeiro de 2009, vence minha conta no Flickr e não vou renovar. No mesmo mês, vou fazer uma faxina em todas as fotos sensuais que já apareceram no LLL, deixar esse blog limpinho, ao gosto de qualquer comitê de contratação do Bible Belt.

Depois, não digam que não avisei.

 

28.02.08

Fotografando Pés (I)

Sempre que publico fotos de pés, alguém me faz a mesma pergunta: “Puxa, como é que você consegue convencer as mulheres, hein?”

A pergunta me incomoda por dois motivos. Em primeiro lugar, pelo machismo implícito, como se as mulheres fossem umas tontas que eu precisasse convencer com minha lábia a fazer algo que, deus me livre!, nunca fariam.

Em segundo lugar, pela canalhice implícita, como se fosse algo malicioso ou matreiro, como se eu as estivesse enganando ou roubando ou me aproveitando delas. O tom seria o mesmo se me perguntassem: “Puxa, como é você conseguiu bater a carteira dela, hein?”

Eu sou um homem simples. Se eu vejo algo que eu quero, vou e peço. Peço para tirar fotos com a mesma simplicidade e honestidade com que peço aos meus leitores para me mandarem livros de presente ou para comprarem no Submarino.

Dá quem quer. Aceito os nãos, agradeço os sins e digo sempre a verdade.

* * *

Funciona assim. Eu vou andando pela rua, vejo uma mulher linda e fico bestificado. A beleza feminina ainda é uma coisa que me maravilha, fascina, confunde. Uma mulher autenticamente linda é um milagre da criação, é o ápice do humano, é o mais perto que podemos chegar do divino.

(Liloló gosta de lembrar que, depois da primeira vez que transamos, eu levantei da cama, dei um passo atrás e fiquei simplesmente contemplando-a em silêncio por longos minutos, como quem contempla uma maravilhosa e perfeita obra de arte - o que ela, naturalmente, é.)

Enfim, quando a situação é propícia, quando ela não está com um homem, quando não parece estar com pressa para nada, eu ando até ela e pergunto: “Oi. Você me deixaria tirar uma foto sua?”

Se ela diz não, ou se demonstra qualquer sinal de impaciência, medo, susto, hesitação, se olha em volta procurando um policial, etc, eu agradeço, me desculpo e vou embora. Não olho pra trás, pra ela não achar que estou vigiando-a, mas também não saio correndo, pra não parecer que estou fugindo da cena do crime. Não é não, e fim de conversa.

Em Nova Orleans, 1 em 50 dizem sim. No Rio, 1 em 10. Em Havana, 1 em 5.

* * *

Quando a resposta é sim, eu tiro a foto, agradeço e digo: “Eu gosto de tirar fotos de pés e você tem os pés lindos. Você me deixaria tirar umas fotos deles?” (reparem que é tudo sempre rigorosamente verdade, sem meias-verdades ou omissões ou truques)

Muitas perguntam: “Pra quê?”

E eu respondo: “Pra mim. Pra eu guardar. Pra eu colocar no meu site, se você deixar.” (mais uma vez, tudo verdade)

Algumas vezes, perguntam: “Por que meus pés?”

E eu respondo: “Porque são lindos.” (sempre verdade)

São raras as mulheres que dizem sim à primeira foto, mas não me deixam fotografar seus pés. Quanto mais adornos têm nos pés, quanto melhor é a pedicure, melhores as chances.

Pronto. Não é mais complicado ou mais sujo ou mais canalha que isso. Nunca tento convencer ninguém. Seria uma invasão e um desrespeito. Cada mulher é um adulto inteligente e independente que pode tomar suas próprias decisões. Não é não, e fim de conversa.
Enquanto ela parece que está gostando e se divertindo, eu vou tirando mais e mais fotos. Quando percebo que está cansando ou olhando pro relógio, eu agradeço, pergunto se posso colocar na internet e, se a resposta é sim, pergunto que nome querem que eu use, para não usar seus nomes verdadeiros. Algumas me deixam colocar só os pés, sem seus rostos.

Em Cuba, como a pobreza é maior, eu pergunto também se posso lhes dar algum dinheiro em agradecimento, mas a resposta quase sempre é não.

E vou-me embora.

* * *

Com o tempo, a reputação ajuda.

Algumas vezes, eu chego num grupo e alguém fala: “o Alexandre gosta de tirar foto de pé” ou então “semana passada o Alexandre tirou foto do meu pé”.

Ao ouvir isso, alguma mulher inevitavelmente diz uma de duas coisas:

“Puxa, eu tenho o pé super feio!” e eu respondo, quando é o caso: “quem foi que te disse um absurdo desses?” (Por que tanta mulher acha que tem o pé feio, meu deus?)

Ou então dizem: “já disseram que eu tenho o pé lindo,” e eu respondo, quando é o caso: “pois são lindos mesmo”.

E daí por diante.

Já aconteceu algumas coisas de eu sair com mulheres e elas depois reclamarem: “Puxa, passei a tarde inteira com você aquele dia, e você nem quis fotografar/beijar/etc meus pés! Me senti rejeitada!” Faz a fama e deita na cama.

Clarice, a primeira mulher com quem transei, nunca mais me deixou ver seus pés depois que terminamos. Disse que se sentiria nua. Mas, um belo dia, seis anos depois, me chamou pra ir à sua casa e pediu uma massagem nos pés. Adivinhem o que aconteceu pelo resto da noite?

Continua amanhã...

 

26.02.08

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Mulher de Um Homem Só

 Obras Completas Sigmund Freud: Edição Standard - 24 volumesObras completas de Freud, de R$960, por R$399

Um blog sobre rebeldia, contemplação e sacanagem, regado a muita literatura e humor. Nosso assunto são as várias prisões que acorrentam o homem, como ambição, verdade e medo. Dê sua opinião!


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Meus Livros à Venda:

  • Radical Rebelde Revolucionário
  • Onde Perdemos Tudo, por Alex Castro

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Livros Recomendados

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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
  • 42. Graham, Sandra Lauderdale. Proteção e Obediência. Criadas e seus Patrões no Rio de Janeiro, 1860-1910. [EUA, 1988] Jul.
  • 41. Maio, Marcos Chor. Raça, Ciência e Sociedade. [Brasil, 1996] Jun.
  • 40. Almeida, Luana Chnaiderman de. Entremeios e Entretempos. Aproximações ao Filme Shoah de Claude Lanzmann. [Brasil, 2006] Jun.
  • 39. Levi, Primo. É Isto Um Homem? [Itália, 1946] Jun.
  • 38. Sartre, Jean-Paul. A Questão Judaica. [França, 1946] Jun.29
  • 37. Costa, Angela Marques da e Lilia Moritz Schwarcz. 1890-1914. No Tempo das Certezas. [Brasil, 2000] Jun.
  • 36. Holanda, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. [Brasil, 1934] Jun.9
  • 35. Villa, Marco Antonio. Canudos. O Povo da Terra. [Brasil, 1995] Jun.7
  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
  • 33. Moura, Clóvis. Introdução ao Pensamento de Euclides da Cunha. [Brasil, 1964] Jun.6
  • 32. Lima, Luiz Costa. Terra Ignota: a Construção de Os Sertões. [Brasil, 1997] Jun.5
  • 31. Bernucci, Leopoldo M. A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de Euclides da Cunha. [Brasil, 1995] Jun.4
  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
  • 28. Guilherme, Paulo. Goleiros: Heróis e Anti-Heróis da Camisa 1. [Brasil, 2006] Mai.
  • 27. Krakauer, Jon. Na Natureza Selvagem: a Dramática História de um Jovem Aventureiro. [EUA, 1996] Mai.
  • 26. Cunha, Euclides da. Os Sertões. Campanha de Canudos. [Brasil, 1902] Mai.
  • 25. Wilder, Thornton. Bridge of San Luis Rey. [EUA, 1927] Mai.
  • 24. João de Patmos. Apocalipse. [Grécia, c.séc.I] Abr.
  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
  • 22. Castelnau, Francis de. Entrevistas com Escravos Africanos na Bahia Oitocentista. [Brasil, séc.XIX] Abr.
  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
  • 20. Goethe, Johann Wolfgang Von. Faust. [Alemanha, 1832] Mai.
  • 19. Lisboa, Adriana. Rakushisha. [Brasil, 2007] Abr.
  • 18. Tezza, Cristovão. O Filho Eterno. [Brasil, 2007] Abr.
  • 17. Piñon, Nélida, A República dos Sonhos. [Brasil, 1984] Abr.
  • 16. Fanon, François. Black Skin, White Masks. [Martinica, 1952] Abr.
  • 15. Rheda, Regina. Pau de Arara Classe Turística. [Brasil, 1993] Abr.
  • 14. Guillory, John. Cultural Capital. The Problem of Literary Canon Formation. [EUA, 1993] Mar.7-10.
  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
  • 12. Butler, Octavia. Kindred. [Estados Unidos, 1979] Mar.7
  • 11. Ribeiro, João Ubaldo. Viva o Povo Brasileiro. [Brasil, 1984] Fev.
  • 10. Lispector, Clarice. Laços de Família. [Brasil, 1960] Fev.
  • 9. Veiga, José J. A Hora dos Ruminantes. [Brasil, 1966] Fev.
  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
  • 7. Pinto, Fernão Mendes. Peregrinações. [Portugal, séc.XVI] Fev.- (TulBib)
  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

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