ok, cedi. estou fazendo a transição para morar no rio de verdade. cancelei a assinatura de quase todas as revistas gringas (deixei só the nation, slate e london review of books) e finalmente assinei o globo. de papel. adoraria poder assinar o globo no kindle, mas a versão kindle vem sem a programação cultural. e esse, acho, é o maior valor de assinar o jornal diário local: ele te insere forçosamente na sua comunidade. te diz o que está acontecendo, que banda está tocando, que rua está esburacada. é isso que preciso. não gosto muito do globo, tenho saudades do velho jb, tenho saudades até do jb da última fase, mas enfim. depois de quase quarenta anos morando nas terras invisíveis (barra da tijuca das décadas de setenta, oitenta e noventa, depois, itanhangá e jacarepaguá), ainda não consegui me acostumar à emoção de finalmente morar em um bairro que o globo de fato cobre e sabe que existe. agora, vou dar uma folheada nas revistas recomendadas (piauí, caros amigos, carta capital, etc). só veja que não dá, gente, sinto muito. estômago fraco.
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