A Saga de Uma Volta ao Brasil

O apartamento já está alugado, ali na Rua do Lavradio com Resende, coração da Lapa. Os atuais inquilinos, meus amigos, vão deixar luz e gás ligados. Quando chegar, transfiro pro meu nome.

Dois amigos que vieram me visitar, amigões do coração, voltaram ao Brasil com 60kg de livros cada um. O resto das estantes volta comigo, em cinco malas - o máximo que posso trazer no avião. O que sobrar, pouca coisa, vão em uma ou duas caixas de transportadora. Só levo de volta livros e alguns papéis e documentos. Deixo até as roupas. Não gosto de andar pela vida carregando tralha. Já bastam os livros.

Um frila gigantesco de adaptação que fiz de janeiro a março foi finalmente pago e já bastaria, mesmo se eu não ganhasse nem um tostão, pra me sustentar por mais de um ano - vivendo como um monge, claro. É um alívio.

Já estou trabalhando, como editor, para dois sites: um, o incrível Papo de Homem, que acompanho desde sua criação e para o qual já colaborei muito, por convite dos amigos Gustavo Gitti e Guilherme Valadares; e o outro, De Olho em 2016, uma iniciativa do também amigo e colega Mauro Amaral, do Contém Conteúdo, para fiscalizar o que está e não está sendo feito em prepativo para a Copa de 2014 e para as Olímpiadas de 2016, no Brasil e, claro, especialmente no Rio.

Vou trabalhar para esses dois sites por uma média de cinco horas por dia, de casa - me deixando tempo para terminar minha tese de doutorado e, quem sabe, fechar também esse capítulo da minha vida.

Enquanto isso, tenho uma romance correndo por fora, em agosto lanço um livro de contos e, em breve, sai o Livro das Prisões.

Minha mãe se sente muito só. Minha irmã teve um segundo filho que ainda não conheço. Minha sobrinha já fez seis anos e está virando gente - chegou àquela idade em que dá pra interagir mais, em que o tio doido já pode começar a subverter tudo o que os pais lhe ensinam. Meu pai opera hoje um câncer, depois de meses de quimo. Existem amigos incontáveis e inumeráveis que quero rever, reencontrar - mais que tudo, reconviver. Além disso, existem as mulheres: lindas, sensuais, incríveis, instigantes, cheias de possibilidades.

Desde que terminei com Liloló, em janeiro de 2010, tenho estado bem mal. Quem me conhece, sabe que invisto muito nos meus relacionamentos. Sempre são a prioridade da minha vida. Foi um ano duro. A adaptação é difícil - tipo, ter que me des-automatizar de comprar as coisas que ela gosta quando as encontro. Tenho uma dificuldade crônica em ser solteiro. Gosto de ser casal - preciso desse outro na minha vida, preciso do contraponto, preciso ter alguém a quem me dedicar, alguém a quem comprar lingerie, a quem ligar de madrugada. Alguém que me segure quando eu caia, alguém que eu também levante do chão quando necessário. Sem uma companheira, é como se minha vida se desmontasse um pouco. Pra mim, encontrar um belo par de sapatos (e Nova Orleans é repleta de lojas maravilhosas de vestuário sacana) e não ter para quem comprar é uma dor quase física. Será pedir demais da vida encontrar uma namorada que goste de ganhar vários e vários pares de sapato? Veremos.

Enfim. Agora, tudo está bem. Ou melhor, se não bem, o jogo está armado. As peças estão postas. O apartamento está alugado. Tenho algumas economias, dois trabalhos remunerados e nenhuma dívida. O Rio de Janeiro continua lindo e está lá onde sempre esteve. Me esperando. Lapa, Paquetá, Grumari. Piratininga, Mauá, Parati. E com bem mais templos zen do que Nova Orleans.

Hora de voltar e começar tudo de novo. Diferente. Mais uma vez.

* * *

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18.05.11


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Comentários:


Comentário de: Arthur

Desde já, bem-vindo de volta.

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 01:12



Comentário de: João Paulo Cursino · http://sratoz.wordpress.com

Alex, estou presumindo que você conheça a biblioteca da UNIRIO, que tem uma coleção dedicada ao teatro. Pois estive lá hoje/ontem (é madrugada agora) e encontrei um livro americano, relativamente grosso, analisando o que é o humor, por que existe, de onde sai! Desculpe não ter anotado a referência, na hora não me ocorreu fazê-lo e foi só horas depois que me lembrei de seu interesse. Mas deve ser relativamente fácil de encontrar; e, se necessário, volto lá só para ver isso (não é difícil para mim).

Então tá então.

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 02:59



Comentário de: Jux · http://dolcinha.wordpress.com

pxiu!
SEMPRE leio seu blog e acho que comentei uma vez só (shame on me) - quando você escreveu sobre unhas compridas e comentei que minhas garras são aparadas...
Eu ADORO seu blog, e confesso: aprendi e aprendo muito muito muito com seus escritos! Em especial, abri minha mente em relação a questões como racismo, que é um tema com particular efeito para mim, dada minha negritude, hoje serenamente assumida, graças a textos como os que vc, tão generosamente divide com os malucos e os nem-tão-malucos :D

Anyway!
Quero desejar uma boa viagem de volta ao Brasil!
e...
Que lindo o que vc escreveu sobre ter uma namorada e a falta que uma parceira-companheira faz...
Sei de uma pessoa no Rio que talvez fôsse seu número... bão... escrevo pra vc sobre isso :D

Beijukkkkka!

(\_/)
='-'=

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 06:10



Comentário de: Lucas

Bem vindo de volta, alex. Ainda espero encontrar você por aí. :-)

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 07:06



Comentário de: Leonardo Xavier · http://discordando-do-mundo.blogspot.com

Eu acho que voltar para casa e reencontrar os amigos é sempre algo bacana.

E esse projeto do de olho em 2016 parece ser realmente bacana.

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 07:32



Comentário de: Sams

Correção de madrinha virginiana: sua sobrinha fez 5 anos, não 6.
Beijos (morrendo de inveja de não estar no Rio tb)!

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 07:41



Comentário de: jv

nesse tempo aí, acho q vc nunca falou das mulheres de Nova Orleans...

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 08:42



Comentário de: rafael · http://semiosespobres.blogspot.com

Bom Retorno!

Eu gostaria de saber a história desses livros. Porque eles são tão importantes? São objetos sentimentais ou apenas de uso prático. Lembro que quando vc teve que evacuar por causa do Katrina, levou sua Bíblia. É um livro difícil de se encontrar, ou a estimação falou mais alto?

Abração

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 09:08



Comentário de: Marcus Vinicius · http://twitter.com/deadhere

1- Gustavo Gitti e Alex Castro, taí uma bela parceria que a internet nos proporciona.

2- Sou do mesmo jeito que você Alex, em relação aos relacionamentos. Me entrego demais. Procuro mais do que namoradas, procuro parceiras, companheiras. Alguém que me segure e que, ao mesmo tempo, me deixe segurá-la. Procuro sempre alguém com quem possa haver cumplicidade, ou como diz o Milan Kundera na Insustentável Leveza do Ser, alguém pra sentir "compaixão".

"Nas línguas que formam a palavra compaixão não com a raiz 'passio: sofrimento', mas com o substantivo 'sentimento', a palavra é empregada mais ou menos no mesmo sentido, mas dificilmente se pode dizer que ela designa um sentimento mau ou medíocre. A força secreta de sua etimologia banha a palavra com outra luz e lhe dá um sentimento mais amplo: ter compaixão (co-sentimento) é poder viver com alguém sua infelicidade, mas é também sentir com alguém qualquer outra emoção: alegria, angústia, felicidade, dor. Essa compaixão designa, portanto, a mais alta capacidade de imaginação afetiva - a arte da telepatia das emoções. Na hierarquia dos sentimentos, é o sentimento supremo."

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 09:37



Comentário de: Luciana · http://borboletasnosolhos.blogspot.com/

Você me tocou de várias formas diferentes neste post...também eu me mudei recentemente e me lembro perfeitamente dos carregadores cochichando: "ela devia ler menos, né, não tem pra que estudar tanto". Não os condeno, as caixas eram realmente pesadas. Mas minha vida fica mais leve com eles. Essa mudança me deixou meio longe dos que gosto e eles trataram de me provocar em ações: duas novas sobrinhas (uma com um mês e outra com dez dias), amigos casando, mas o pior mesmo é não estar no passe o sal, na rotina do encontro no bar da esquina.
Por fim e que me deixou com olhos cheinhos de sal: eu também me prefiro a dois. Gosto de ser par.
Bom retorno.

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 10:07



Comentário de: guilherme

Bem vindo de volta, Alex. O Rio vive um momento curioso, como você talvez já antecipe. É certo que há mudanças positivas sensíveis, mas é difícil, como carioca naturalmente cínico em relação à atuação do poder público e da sociedade, se deixar empolgar completamente. E é mais difícil, ainda, se não impossível, ser feliz com um pé atrás.

Também fiquei um tempo egresso, trabalhando em outra cidade, mas voltando sempre ao Rio. É vom estar de volta no dia a dia daqui.

Sobre essas considerações que você fez em relação à perda de contato com amigos e familiares, sempre foi uma coisa que me angustiou quando pensava em morar fora. No frigir dos ovos, morar dois anos fora é ter dois anos a menos de convivência com que você ama. É claro que tem o outro lado, extremamente recompensador (sair do ninho é importante, etc), como você sabe.

Um abração

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 11:00



Comentário de: Ayran

Bem vindo de volta! =)

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 12:02



Comentário de: Harry

"Coisas são só coisas,
Servem só pra tropeçar
Têm um brilho no começo
Mas se viro pelo avesso
São fardo pra carregar!"

("De uns tempos pra cá, de Chico César)

Fora isso, o Brasil é lindo. Você vai colher o que plantou. Afinal nessa terra, em se plantando tudo dá.

A adaptação foi de livro pra roteiro? Algo assim? O povo quer saber.

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 12:08



Comentário de: Marcus · http://vidaoffline.wordpress.com

Boa sorte.

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 12:45



Comentário de: Vanessa Prates · http://www.vanprates.blogspot.com

Bem vindo!

Eu sempre chego chegando, sempre vinda de uma mudança. Quebrada de cansaço. Com dor física pelo acaso, pelo imprevisível. Mas revitaliza, viu

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 12:49



Comentário de: Deborah Leão · http://arealidadeelouca.wordpress.com

Bem-vindo de volta, Alex.

Não sei como estava o Rio quando você saiu, não sei se vai achar tudo pior agora, mas, da parte de quem se mudou para cá há menos de um ano, já não entendo como alguém possa dar conta de deixar essa cidade para trás.



PermalinkPermalink 18.05.11 @ 13:32



Comentário de: Alex Castro Email

Joao Paulo,

Nao, nao conheco, mas vou conhecer. Estou me candidatando pra uma bolsa de pesquisa em teatro da Unirio. Mas estudo mais o negro no teatro, e nao humor, entao, te agradeço, mas nao precisa, não. :)

Sams,

Pois é, sou um tio relapso, mas vou corrigir isso logo. :)

Rafael,

Os livros nao sao importantes em si, mas sou escritor e historiador e faço doutorado em literatura: eles sao meus instrumentos de trabalho. Quando evacuei do Katrina, eu levei Ulisses e Declinio e Queda do Imperio Romano - nao foi a Biblia nao, embora ela seja meu livro preferido. Mas já li, né? :)

Guilherme,

Eu fui mt cinico em relacao ao Pan, mas achei que as coisas se revolveram bem. E, sim, estou ficando muito velho pra perder tantos anos assim. :)

Harry,

A adaptacao, sobre a qual nao posso dar mais detalhes, foi de um texto em portugues de portugal para o portugues do brasil. Paga muito pq pouca gente tem os conhecimentos necessarios pra fazer isso - gracas a deus.

* * *

Muito obrigado por todos os votos de carinho.

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 13:55



Comentário de: Diogo

Boa sorte!

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 14:24



Comentário de: Marcos

Adaptação de A fúria dos reis?

(eu sei, eu sei. vc falou q não pode dar mais detalhes mas eu pergunto mesmo assim)

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 15:02



Comentário de: Alex Castro Email

marcos,

nao tem problema. eu respondo de novo que nao posso dar detalhes. :)

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 15:06



Comentário de: Cerize


Boa sorte na sua volta Alex!

Em alguns meses estarei fazendo a mesma coisa, empacotando os livros, procurando emprego no Brasil. Dá um frio na barriga desde já :P


PermalinkPermalink 18.05.11 @ 16:30



Comentário de: Renato

Repassando:

"Amigos praticantes,

Teremos a incrível oportunidade neste ano de contar com a presença de mestre Tokuda no Brasil e, o que é ainda mais impressionante, nos seus primeiros dias de sua estadia , dia 01/06 a 10/06, aqui ele ficará hospedado no Templo Zen Nonin quando poderemos beber um pouco de seu budismo vivvo.

Nos dias 02/06 e 09/06, às 20:30h, haverá prática de zazen seguida de teishô ministrado pelo mestre. No momento oportuno divulgaremos maiores informações a respeito da inscrição para esses eventos.

Informamos àqueles que quiserem aproveitar a estadia de mestre Tokuda no Rio de Janeiro neste período que o Templo Zen Nonin possui quartos vagos para os praticantes que ali quiserem pernoitar.

O valor cobrado pela diária será de R$ 20,00 (alimentação à combinar). Pede-se aos praticantes interessados que tragam suas respectivas roupas de cama. Eventualmente será necessário que a pessoa também traga colchonete, necessidade que será informada quando da confirmação da estadia.

A estadia deverá ser confirmada através do telefone (21) 2513-2907.

Diariamente, o Templo Zen Nonin possui sessões de zazen matinais seguidas pela realização da Chôka (Cerimônia matinal), obedecendo os horários abaixo informados, os quais pede-se que sejam seguidos pelos praticantes hospedados em nossas dependências:

05:00h - Acordar
05:30h - Zazen
06:10h / 07:00h - Chôka
07:30h - Desjejum

Obrigado,




Templo Zen Nonin

(Templo Zen de Copacabana)



R Saint Roman, 16 - Copacabana (Esquina com a Sá Ferreira)



Visite também nosso blog: www.templozennonin.blogspot.com"

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 16:35



Comentário de: Alex Castro Email

renato,

mt obrigado. quero mt conhecer esse templo.

cerize,

q delicia. vc volta tb? pra onde?

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 16:48



Comentário de: Ana Paula Medeiros · http://www.urbanamente.net

Bem-vindo, alex! Acho que vc vai ficar muito bem localizado. E eu confesso que morro de vontade de te conhecer pessoalmente.
Beijo grande, boa viagem, bom retorno!

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 17:26



Comentário de: Sal

Bem vindo de volta, Alex!

Espero poder conhecê-lo pessoalmente aqui no Rio. Vai ter chopp pra festejar o retorno?

ps. Também sou daqueles que não comenta mas é frequentador assíduo do blog.

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 17:26



Comentário de: Mari Biddle · http://www.corpoindisciplinado.blogspot.com/

Boa sorte! Boa viagem de volta!

Eu só trouxe 2 malas de livros e quero saber pq vc pode levar 5 malas e eu não! Hihihi!

Beijocas!

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 17:46



Comentário de: Teresa

Seu pai com câncer e você guardou isso com você, que barra.

Taí uma música do Moska pra esse momento de mudança:

Vamos começar
Colocando um ponto final
Pelo menos já é um sinal
De que tudo na vida tem fim

Vamos acordar
Hoje tem um sol diferente no céu
Gargalhando no seu carrossel
Gritando nada é tão triste assim

É tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos

Vamos celebrar
Nossa própria maneira de ser
Essa luz que acabou de nascer
Quando aquela de trás apagou

E vamos terminar
Inventando uma nova canção
Nem que seja uma outra versão
Pra tentar entender que acabou

Mas é tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 17:51



Comentário de: Flavia

Vc é lindo demais meu amigo. Morro de saudades todos os dias. Aliás desde que te conheci, rs... eu estava tão longe, lembra? Não vejo a hora de vc chegar e poder te dar um abraço sem hora pra acabar.
Amo vc!!!

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 18:00



Comentário de: Cerize

Volto assim que defender o mestrado, desisti do doc mesmo, resolvi defender mestrado com os resultados que já tinha, a tese tá quase pronta!!!!

E pra onde...nem eu sei ainda, mas vou procurar emprego em São Paulo, Rio e algumas outras capitais, já que meu marido consegue trabalho em qquer cidade maior.

Essa situação de indecisão assustaria mta gente, mas to sentindo uma liberdade incrível, por não saber o que vem pela frente, por deixar rolar... logo eu q sempre quis controlar tudo na vida rs

Quero te visitar no Rio Alex, que pena que não deu certo de vc vir pra Vancouver enquanto eu estava aqui.

Bjos!

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 20:14



Comentário de: Alex Castro Email

cerize,

a incerta é libertadora, pois é uma volta ao nosso estado natural, original.

a certeza é que é sempre uma ilusão. :)

venha sempre me visitar. :)

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 20:15



Comentário de: Jorge Santos · https://twitter.com/#!/jorsantos02

Precisando de uma xícara de açúcar, tamos as ordens logo alí na rua da lapa/glória. Abç

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 22:18



Comentário de: Liame

Ai, Alex, juro q quase chorei qdo vc escreveu sobre a readaptação à vida sem uma a pessoa. Qdo digo a amigos q sinto falta do ex é como se tivesse dito uma blasfêmia. Sei q vc falou de uma forma genérica, mas msm assim... calhou

De resto, seja bem-vindo à Lapa, vamos ser quase vizinhos. E q corra td bem na sua mudança.

PermalinkPermalink 18.05.11 @ 22:19



Comentário de: Gabriel Leite · http://www.amortemecaibem.blogspot.com

Você é um exemplo de desapego pra mim, Alex. Sei lá... Tenho só 20 anos e já me sinto um tanto idoso, sem conseguir viver longe do meu quarto, das minhas coisas, etc.

Seja bem-vindo!

PermalinkPermalink 19.05.11 @ 17:19



Comentário de: Tathiana

Bem vindo de volta, Alex.
E se gostar de bolo de cenoura com chocolate, eu faço um de boas vindas.

PermalinkPermalink 19.05.11 @ 17:33



Comentário de: kaísa

Seja bem vindo.

PermalinkPermalink 21.05.11 @ 10:35



Comentário de: Letícia

Casa comigo? Rá...=)

PermalinkPermalink 21.05.11 @ 14:10



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