Leituras Comentadas de 2010

Um daqueles posts que ficam guardados pra sair no feriadão, quando ninguém lê blogs.

Eu leio e folheio muita coisa. Os livros que entram nessa lista são os livros que considero que li o suficiente para poder escrever e falar sobre eles honestamente e de boa-fé. O critério é subjetivo. Faço a lista porque, senão, realmente esqueço tudo o que li.

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New Orleans

85. Sublette, Ned. The Year Before the Flood: A Story of New Orleans. [EUA, 2009] Set. (kindle)

84. Gehman, Mary. The Free People of Color of New Orleans: An Introduction. [EUA, 1994] Set. (kindle)

Dois livros simplesmente incríveis sobre Nova Orleans. É o segundo Sublette que leio esse ano, e os dois foram fora-de-escala fenomenais. Seu outro livro, The World That Made New Orleans: From Spanish Silver to Congo Square, é tudo que um livro de história tem de ser. Esse é uma crônica do seu dia-a-dia durante o último ano pré-Katrina de Nova Orleans. Ambos vão se tornar presentes meus para qualquer um que queira saber mais sobre Nova Orleans. Além de saber tudo de Nova Orleans, Sublette é um escritor de mão-cheia, perceptivo, insightful. Pra mim, a atração é outra: eu vivi esses anos pós-katrina, mas ainda muito ignorante, sem conhecer muito da cidade. Só agora, lendo mais, com a ajuda do Sublette, estou conseguindo resignificar e contextualizar grande parte das minhas memórias; pequenas coisas que tiveram algum impacto na minha vida mas que agora descubro que são parte de um contexto sociohistórico muito mais amplo. (Veja aqui os trechos que sublinhei desse livro.)

Além da dicotomia comum americana de brancos vs negros, Nova Orleans tem uma enorme população, digamos, intermediária, de negros livres creoles, de sangue mais misturado, pele clara, maior nível sociocultural e sobrenomes franceses. Essas pessoas não se identificavam nem com os brancos anglófonos e nem como os negros escravos ou libertos: à medida que SUA cidade foi sendo dominada por esses dois grupos, tiveram que começar a negociar sua identidade de maneira cada vez mais complexa. O livro de Gehman é uma excelente introdução ao tema e, assim, me direcionou a muitos outros livros interessantes que vou correr atrás. Já comprei outro dela, sobre mulheres em Nova Orleans: Women and New Orleans: A History.

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Religião e Império

83. Prothero, Stephen. God Is Not One: The Eight Rival Religions That Run the World--and Why Their Differences Matter [EUA, 2010] Ago. (kindle)

Um livro bem americano, no sentido de ser um intelectual claramente brilhante dumbing himself down pra ser entendido pelos mass audiences, mas não deixa de ser interessante. Leio muito sobre religião, não vi nenhum erro gritante sobre as religiões que conheço e ainda aprendi muito sobre as outras. O capítulo sobre as religões africanas é especialmente rico e corajoso - o autor não hesita em colocá-las no nível do cristianismo, islamismo, budismo, etc. (Para ver meus sublinhados, clique aqui e vá descendo: não tem como linkar direto.)

82. Grandin, Greg. Empire's Workshop: Latin America, the United States, and the Rise of the New Imperialism. [EUA, 2007] Ago. (kindle)

Vi na livraria da universidade (tenho que fazer um post sobre as livrarias universitárias americanas!), está sendo ensinado em mil cursos, e fiquei curioso. Li no kindle em uma tarde. Muito bom. O autor também acabou de escrever um livro interessantíssimo sobre o Brasil, Fordlandia: The Rise and Fall of Henry Ford's Forgotten Jungle City, lá perto da casa da minha ex-mulher. É um senhor intelectual que sabe tudo de América Latina. (Para ver meus sublinhados, clique aqui e vá descendo: não tem como linkar direto.)

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Poesia Épica Americana

81. Ercilla, Alonso de. La Araucana. [Espanha, 1540] Ago. (TulBib)

Lindo, enorme, sensacional, forte, potente poema épico chileno-espanhol do século XVI sobre a conquista dos povos araucanos, os guerreiros indígenas mais ferozes das Américas, liderados pelo bravo Caupolicán.

Hmm, dúvida: será que podemos chamar essa obra de chilena, ou somente de espanhola? Em uma nota relacionada, as obras de Anchieta são literatura brasileira ou portuguesa? Já existia o Brasil, enquanto idéia, enquanto estrutura, enquanto suporte, para poder originar algo que se chame "literatura brasileira" ou será que Anchieta somente escreveu literatura portuguesa enquanto morava em um outro lugar - assim como eu, certamente, escrevo literatura brasileira, apesar de morar em Nova Orleans, e com certeza não literatura new-orleaniana? Perguntas, perguntas.

Aliás, antes de sairmos desse assunto, deixa eu dizer que o poema épico De Gestis Mendi de Saa, do Anchieta, é simplesmente sensacional e deveria receber mais atenção da crítica, da academia e dos leitores, especialmente no Rio de Janeiro.

La Araucana De Gestis Mendi de Saa

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Zen

80. Olson, Carl. Zen and the Art of Postmodern Philosophy. [EUA, 2000] Ago.

Finalmente, alguém fez a ponte que eu não tinha a competência e o conhecimento pra fazer: como tudo que o meu mestre zen diz no templo é absurdamente parecido com tudo o que o meu outro mestre-orientador Idelber diz na sala de aula sobre teoria literária pos-moderna. Obrigado, Carl Olson. O troço é denso, ainda estou lendo e vou demorar muito pra ler, mas já deu pra ver que é o livro que eu estava buscando faz tempo.

79. Wetering, Janwillen van de. The Empty Mirror: Experiences in a Japanese Zen Monastery. [Holanda, 1971] Ago.

Wetering conta a história do ano que passou internado em um mosteiro zen no Japão, do ponto de vista de uma ocidental interessado mas crítico. Me identifiquei bastante. Já conhecia Wetering de criança, pois ele é autor de uma série de romances policiais holandeses que eu lia na década de 80, em edições da Brasiliense. Alguém lembra? Esses aqui ó.

78. Victoria, Brian Daizen. Zen at War. [EUA, 1997] Ago.

Interessante história do envolvimento institucional zen-budista nos esforços de guerra japoneses entre 1895 e 1945, desconstruindo algumas noções ocidentais do "zen pacífico" e "universal". O livro aparentemente teve um grande impacto na comunidade zen do Japão, e gerou uma continuação, que pretendo ler: Zen War Stories (Routledge Critical Studies in Buddhism).

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Zen

77. Deshimaru, Taisen, Master. The Way of True Zen. [Japão/França, c.1980] Ago.

Excelente coletânea de textos de Mestre Deshimaru, mestre do meu mestre, um dos maiores popularizadores do zen na Europa e um dos poucos mestres zen japoneses que se colocou contra o esforço de guerra imperial japonês na Segunda Guerra Mundial.

76. Suzuki, Shunryu. Zen Mind, Beginner's Mind. Informal Talks on Zen Meditation and Practice. [Japão/EUA, 1970] Jul.

75. Batchelor, Stephen. Buddhism without Beliefs. A Contemporary Guide to Awakening. [EUA, 1997] Ago.

Duas recomendações do amigo Gustavo Gitti, do excelente Não Dois, Não Um. O primeiro é ótimo, mas o segundo literalmente virou minha cabeça ao avesso. Estudo budismo há tempos e sempre tive dificuldade em ver ali uma religião, deus, metafísica, misticismo. Quando o budismo é "acusado" de ser "ateu" ou "niilista", a resposta normal é que budismo é uma religião sim, tem deus sim, "a gente só não fala muito nisso..." E fico cá achando que devo estar entendendo tudo errado!

Enfim, a melhor coisa de Buddhism without Beliefs foi justamente me tranquilizar de que existe sim toda uma tradição alternativa, budista e agnóstica, na qual eu já me filiava, mental e temperamentalmente, antes mesmo de saber que budismo existia.

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Sociologia do Turismo & Zumbis!

74. Gmelch, Sharon Bohn. Tourists and Tourism. A Reader. [EUA, 2004] Ago.

Graças ao artigo que estou escrevendo sobre o Timor-Leste, ando pensando um pouco em algumas questões da sociologia/antropoligia do turismo. É um tema fascinante.

73. Brooks, Max. World War Z: An Oral History of the Zombie War. [EUA, 2007] Ago. (kindle)

Uma excelente livro de ficção científica, em escala planetária, muito bem bolado, fechadinho em cada detalhe, apavorante, divertido.

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Zen

72. Shrobe, Richard. Elegant Failure: A Guide to Zen Koans. [EUA, 2010] Ago. (kindle)

Via de regra, koans não são explicáveis. Aliás, eles são feitos para não ser explicáveis. Quem tenta explicá-los, está só comprovando que não entendeu nada. Enfim, esse livro (bem recente, publicado esse ano) tenta e consegue tecer comentários muito interessantes a vários koans do Gateless Gate e do Blue Cliff Record.

71. Wumen Hui-k'ai. The Gateless Gate. Tradução de Nyogen Senzaki e Paul Reps. [China, c.1228] Jul. Releitura. (kindle)

70. Lao Tzu.. Tao Te Ching. Tradução de William Scott Wilson [China, séc.V AEC] Jul. Releitura.

Dois dos livros mais importantes da minha vida. Leio e releio e leio de novo. Há muito tempo, meus livros preferidos são A Bíblia, em primeiro lugar, Declínio e Queda do Império Romano, em segundo, e todo mundo embolado lá longe, mas, depois de várias leituras e releituras e desleituras, acho que serei o obrigado a incluir o Gateless Gate no meu Top3.

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All-Time Favorites

Bíblia de Jerusalém Declínio e Queda do Império Romano, por Edward Gibbon

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Zen

68. Peter Pauper Press, The. Zen Buddhism: an introduction to Zen with stories, parables and Koan riddles told by the Zen masters, with cuts from old Chinese ink-paintings. [EUA, 1959] Jul. Releitura.

Um livrinho de bolso coligindo algum dos melhores koans do Gateless Gate e do Blue Cliff Record. Garimpado no Strand, de Nova Iorque, durante a evacuação do Furacão Gustav, em 2008 - sem o qual eu jamais teria encontrado essa jóia. Um livrinho bem portátil e bem importante pra mim que eu carrego pra onde for. Foi pra Ásia comigo, por exemplo.

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Timor-Leste

69. Hull, Geoffrey. Timor-Leste. Identidade, Língua e Política Educacional. [Austrália, 2000] Jul.

68. Esperança, João Paulo Tavares. Estudos de Linguística Timorense. [Portugal, 2001] Jul.

Dois estudos, de um português e de um australiano, sobre as línguas do Timor-Leste.

67. Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa. Atlas de Timor Leste. [Portugal, 2002] Jul.

O país todo explicadinho.

66. Carrascalão, Mario Viegas. Timor. Antes do Futuro. [Timor, 2006] Jul.

Excelente auto-biografia por um dos líderes políticos do Timor-Leste.

65. Instituto Camões. Resistência Timorense. Arquivo & Museu. [Timor, s/d] Jul.

Catálogo do Museu. Um livro.

64. Instituto Camões. Timor Lorosa'e. Camões. Revista de Letras e Culturas Lusófonas. Número 14. Julho-setembro de 2002. [Portugal, 2001] Jul.

Indispensável. Uma edição especial do Instituto Camões com artigos cobrindo todos os aspectos do Timor-Leste: música, etnografia, história, poesia, etc.

* * *2666

Bolaño

63. Bolaño, Roberto. 2666. [Chile, 2004] Jun. (kindle)

Voei pra Ásia lendo Bolaño no kindle. Adorei, viajei, me perdi. Acabei parando para ler alguns livros sobre o Timor-Leste que eu só encontraria no Timor-Leste, e ainda não retomei. Mas pretendo.

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Cuba Noir

62. Lunar, Lorenzo. Usted Es La Culpable.. [Cuba, 2008] Jun.6. (ILL)

61. Lunar, Lorenzo. Dónde Estás, Corazón. [Cuba, 2009] Jun.4 (ILL)

Mais dois livros desse excelente autor noir cubano. Fiquei fascinado por esse homem e li praticamente todos seus livros em 2010. Aliás, acho que li todos sim.

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Jon Stewart Book Club

60. Sherwood, Ben. The Survivor's Club. The Secrets and Science that Could Save your Life.. [EUA, 2009] Jun.5 (kindle)

Mais um livro da série: "autor foi entrevistado pelo Jon Stewart no Daily Show, comprei o livro pelo Kindle e já estava lendo antes de acabar a entrevista". Jeff Bezos está certo. A facilidade do Kindle me faz ler livros que, antes, não compraria e não leria. Ainda não me arrependi.

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Um dos Livros Mais Importantes da Minha Vida

59. Turgenev, Ivan. A Sportsman's Sketches. Trad Garnett. [Rússia, 1852] Mai.21 3a Releitura. (Kindle)

Um dos livros mais marcantes da minha vida e mais importantes da história da Rússia. Por causa dele, o autor foi preso e, dizem, o Czar finalmente libertou os servos. Na Rússia, os servos eram (mais ou menos) como escravos. O livro é formado de contos curtos onde o narrador, sempre um alter-ego do autor, caçando pelas estepes e florestas russas, se encontra com algum servo pelo caminho e descreve sua vida e suas agruras. Ou seja, retratos de escravos. Muito triste nunca ter havido, que eu saiba, tradução para o português.

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Comunistas

58. Costa, Fernando Braga da. Moisés e Nilce: retratos biográficos de dois garis. Um estudo de psicologia social a partir de observação participante e entrevistas. Tese. [Brasil, 2008] Mai.21 (Kindle)

Tese de doutorado do autor de Homens Invisíveis: Retratos de Humilhação Social. Lindo, lindo.

57. Marx, Karl & Friedrich Engels. O Manifesto Comunista. [Alemanha, 1848] Mai.21 (Kindle)

Li por recomendação do Fernando acima e realmente é um dos documentos mais belos que já li. Anti monogamia, anti nacionalismo, incrivelmente lúcido, grande, generoso.

Homens Invisíveis: Relatos de uma Humilhação Social Manifesto do Partido Comunista

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56. McEwan, Ian. Solar. [Reino Unido, 2010] Mai.20 (Kindle)

Maravilhoso novo livro do McEwan. O autor é um físico que faz umas reflexões bem interessantes sobre o atual estado dos ciências humanas.

55. Garrandés, Alberto. Cibersade. [Cuba, 2003] Mai.19-abd. (Kindle)

Abandonado.

54. Chang, Ernesto. Fantasmas de Sade. [Cuba, 2002] Mai.19 (Kindle)

Excelente releitura cubana de Sade.

53. Chávez, Lydia, ed. Capitalism, God, and a Good Cigar. Cuba Enters the Twenty-First Century. [EUA, 2005] Mai.15 (TulBub)

Estou terminando o posfácio cubano do meu romance em andamento, Cria de Casa, e, por isso, muitos livros sobre Cuba, pra entrar no clima.

53. Ringgold, Faith. Aunt Harriet's Underground Railroad. [EUA, 1992] Mai.

Também estou lendo uns livros infantis americanos sobre a escravidão, para tentar fazer parecido no Brasil.

52. Boyd, Bentley. Slavery's Storm. [EUA, 1995] Mai.

51. Levine, Ellen. Henry's Freedom Box. A True Story from the Underground Railroad. [EUA, 2007] Mai.

50. Lester, Julius. From Slave Ship to Freedom Road. [EUA, 1998] Mai.

49. Kamma, Anne. If You Lived When There Was Slavery in America. [EUA, 2004] Mai.

48. Lovecraft, H.P. H. P. Lovecraft: The Ultimate Collection: 101 Stories, 45 Poems, Biography, and Bibliography in One Volume. [EUA, c.1920-1935] Mai. (Kindle)

Na pura pilha do Houellebecq, reli alguns dos melhores contos do Lovecraft.

47. Pérez Sarduy, Pedro. Las Criadas de la Habana. [Cuba, 2001] Mai. (TulBib)

46. Houellebecq, Michel. H.P.Lovecraft: Against the World, Against Life. [França, 1991] Mai.11

45. Warren, Frank. A Lifetime of Secrets. [EUA, 2007] Mai. (Emp.Camila)

44. Ponte, Antonio José. La Fiesta Vigilada. [Cuba, 2007] Mai.10

Simplesmente, disparado, o melhor romance cubano dos últimos vinte, trinta anos.

43. Hernandez-Reguant, Ariana. (ed) Cuba in the Special Period. Culture and Ideology in the 1990s. [EUA, 2009] Mai. (TulBib)

42. Whitfield, Esther. Cuban Currency. The Dollar and "Special Period" Fiction. [EUA, 2008]

41. Chaviano, Daína. El Hombre, la Hembra y el Hambre. [Cuba, 1998] Abr. (TulBib)

40. Nogueras, Luis Rogelio. Y Si Muero Mañana. [Cuba, 1978] Abr. (TulBib)

39. Hernandez-Reguant, Ariana. Cuba in the Special Period: culture and ideology in the 1990s. [EUA, 2009] Abr. (TulBib)

38. Ponte, Antonio José. Un Arte de Hacer Ruinas y Otros Cuentos. [Cuba, 2005] Abr. (TulBib)

Fraquinho.

37. Fromm, Erich. Zen-Budismo e Psicanálise. [EUA, 1960] Abr. (TulBib)

Delicioso.

36. Horwitz, Allan V. Creating Mental Illness . [EUA, 2003] Abr.

35. Healy, David. The Antidepressant Era . [EUA, 1997] Abr.

Sobre a crescente tendência de trasformar tudo em doença psiquiátrica. Post em breve.

34. Lunar Cardedo, Lorenzo. Que Polvo en el Viento. [Cuba, 2005] Abr.20 (TulBib)

33. Guilbeau, James. The Saint Charles Streetcar. or The History of the New Orleans and Carrollton Railroad. [EUA, 1975] Abr.

História do bonde que passa aqui na minha rua, mais antigo em operação nas Américas.

32. Bernardo, Gustavo. Lúcia. [Brasil, 1999] Mar.25 (TulBib)

31. Kaufmann, Tania. A Aventura de Ser Dona-de-Casa. (Dona-de-Casa X Empregada).. [Brasil, 1975] Mar.25 (releitura)

Assustador.

30. Freire, Roberto. Quarto de Empregada. [Brasil, 1958] Mar.25 (TulBib)

Bobinho, previsível, maniqueísta.

29. Lunar Cardedo, Lorenzo. Que La Vida Es un Tango. [Cuba, 2008] Mar.24

28. Lunar Cardedo, Lorenzo. Que En Vez de Infierno Encuentres Gloria. [Cuba, 2005] Mar.18

Excelente autor cubano noir, já fiquei viciado.

 

05.09.10


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