A briga de galos é legal no Timor Leste. Eu nunca fui nem na Louisiana (único estado dos EUA onde é legal), nem em Cuba (onde é uma mania que Revolução nunca conseguiu reprimir). Finalmente, aqui, matei a vontade.
A entrada é franca, as apostas são liberadas. Tinha dois carros da polícia na porta. Aparentemente pra apostar. Do lado de fora da rinha, os donos esquentam os galos, atiçando-os um contra o outro. Depois, amarram facas, canivetes, estiletes em suas patas. Dentro da rinha, atiçam os galos de novo. Caso eles percam o gás durante a luta, atiçam de novo. O vencedor é quem sai vivo.
É bárbaro e nojento? Claro. Mas a indústria da carne também é. Se você é cúmplice da matança de porcos e vacas (entre outros), não tem autoridade moral pra reclamar da briga de galo. Caso você tenha o impulso de protestar, e não seja vegano, recomendo o filme Meet your Meat.
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Armando o galo.
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Aquecimento fora da rinha.
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Aquecimento dentro da rinha, cada um na mão do seu dono.
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A luta.
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O campeão, pingando sangue.
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E um vídeo, filmado por mim:
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http://twitter.com/AlexCastroLLL
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