Motivos para Amar a Língua Inglesa

Notinha no jornal universitário local:

Domestic Dispute

An officer was dispatched to Mayer Residence Hall in regard to a dispute early Sunday morning. According to the report, the suspect attempted to awaken the victim and inquire what was going to be done about cell phones lost earlier in the evening. The suspect then became agitated and began arguing with the victim, before beating the victim's face and chest. Upon questioning, both the male victim and female suspect declined medical attention. The suspect was escorted to the Public Safety Office for domestic violence.

Será que foi de propósito?

* * *

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http://twitter.com/AlexCastroLLL

 

17.02.10


Categorias: Comportamento


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Comentários:


Comentário de: Thiago

Ah mas com certeza foi :P

PermalinkPermalink 17.02.10 @ 09:39



Comentário de: marcus · http://grandeabobora.com/

Concordo. Com certeza foi.

Uma coisa que me diverte aqui é explicar para os nativos de países com pronomes pessoais similares ao IT do inglês que, em português, mesa é SHE e livro é HE. Eles perguntam como saber isso, caso forem pro Brasil, e eu respondo que só com experiência. Não existe uma regra.

Um mais espertinho percebeu que eu só relatava como SHE palavras terminadas em A (mesa, banana, cortina), mas eu citei O mapa como contra-exemplo desta afirmação.

PermalinkPermalink 17.02.10 @ 10:09



Comentário de: Humberto

Se foi de propósito, haja mau gosto no final ...for domestic violence.

PermalinkPermalink 17.02.10 @ 11:51



Comentário de: Eric

Uma das razões pelas quais sou fã da língua inglesa é a ausência de artigos, que facilita a vida de quem aprende, além de permitir truques de narrativa, como esse.
Estou tendo o problema que o Marcus indicou acima, com o francês, especialmente em palavras que têm o "gênero" diferente do português.

Humberto: violência doméstica, mesmo aqui no Brasil, inclui pessoas que moram no mesmo lugar, mesmo sem relação de parentesco. A razão do tratamento especial é a facilidade para agredir e esconder a agressão.

PermalinkPermalink 17.02.10 @ 12:49



Comentário de: Eric

Ah, um adendo: há alguns casos (raros) na língua inglesa nos quais objetos recebem artigos, como no caso de navios (que são referidos por "she" e "her").

PermalinkPermalink 17.02.10 @ 12:51



Comentário de: Felipe Sartori · http://www.felphos.com

Eu ainda sinto muita falta de gênero em artigos e muitos substantivos, plurais e tempos verbais iguais. "Friend" and "You" talvez sejam os piores casos...
Mas claro que é interessante se utilizar disso quando se escreve em inglês.

PermalinkPermalink 17.02.10 @ 13:28



Comentário de: Teresa

Isso é que é liberdade de expressão: o jornal universitário dar notícia de barraco doméstico de membros da comunidade.

PermalinkPermalink 17.02.10 @ 21:43



Comentário de: Alex Castro Email

te,

por aqui, entende-se q a função social do jornal d univ é, entre outras coisas, noticiar isso

PermalinkPermalink 17.02.10 @ 21:44



Comentário de: Alex Castro Email

Uma das reportagens mais históricas e famosas do jornal da univ foi sobre a falta de maconha no campus!!

http://www.splicetoday.com/pop-culture/weed-shortage-in-the-big-easy

PermalinkPermalink 17.02.10 @ 21:46



Comentário de: Permafrost

A suspeita e o vítimo.

PermalinkPermalink 17.02.10 @ 22:32



Comentário de: rhistel

Hahaha, em inglês, de fato, esses contrastes são mais nítidos, mas acredito que, de uma maneira geral, isso tem a ver com associações erradas que fazemos em nível subconsciente. No caso de violência doméstica, automaticamente pensamos num homem batendo numa mulher.

Outro exemplo de associação errada:

"A man and his son are in a serious car accident. The father is killed, and the son rushed to the emergency room. Upon arrival, the attending doctor looks at the child and gasps, ‘This child is my son!’ Who is the doctor?”

É claro que o inglês ressalta isso, mas, mesmo em português, faríamos a associação errada se substituíssemos o artigo definido por um indefinido com algum cuidado. Por exemplo:

Um homem e seu filho sofrem um sério acidente de carro. O pai morre e o filho é levado às pressas para a sala de emergência. Ao chegar ao hospital, um dos médicos olha para a criança e fala em choque: “Esse garoto é meu filho!” Quem falou isso?

Tudo bem que, neste caso, estaríamos usando o artigo indefinido para citar um representante da classe (um médico entre os demais médicos), sem fazer distinção, dentro da classe “médico”, entre o masculino e feminino.

É claro que, seria mais usual empregar “um médico” ou “uma médica” (um médico ou uma médica existente entre os demais), mas o que eu acho relevante destacar é que, tal como no caso da violência doméstica, tendemos a associar a figura do profissional médico à figura masculina.



PermalinkPermalink 18.02.10 @ 18:26



Comentário de: RESIGNADO

de propósito o quê, porra! já cansei de alertá-lo que desconheço completamente a lingua alemã. o que domino mesmo é o inglês.

PermalinkPermalink 20.02.10 @ 20:25



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