1. Passear de carro pelas montanhas. Curtir a queda súbita de temperatura. Dirigir por entre a mata. Babar na vista. Evitar ser morto. Descobrir corpos desovados. Subir na Glória e descer em São Conrado. Subir no Alto e descer na Estácio. Descobrir que o Rio inteiro está interconectado por essa rede de estradinhas. Sair de lá antes do sol se pôr.
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2. Paquetá. Pra não fazer nada. Pelo passeio de balsa pela baía. Pra ver o Rio e Niterói. Pra morgar nos parques.
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3. Visitar as praias nos dois extremos: Grumari e Prainha pra um lado, e Piratininga e Itacoatiara do outro. Aproveitar bem o passeio. Dirigir pela ponte. Curtir a vista, as ilhas, o mar. Relaxar.
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4. Noite na Lapa. Perambular pela multidão. Comer churrasquinho de gato. Proteger a carteira. Ouvir chorinho ao vivo. Curtir os prédios históricos dilapidados. Ficar ao ar livre e não entrar em lugar nenhum.
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5. Flanar pelo centro. Sentir o pulso da cidade como em nenhum outro lugar. Caminhar pela história do Brasil, da varanda de onde D.Pedro disse que ficava ao gramado onde Deodoro proclamou a República, passando pelo porto onde desembarcou Dom João VI. Visitar dez sebos, um atrás do outro. Comprar tabaco aromatizado na Africana, a loja mais antiga em funcionamento na cidade - desde 1846. Curtir o pôr-do-sol na Cinelândia, vendo se acenderem as luzes do Municipal, do Museu de Belas Artes, da Biblioteca Nacional, do Odeon.
E olha que nem falei de Paraty, minha cidade preferida no mundo.
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