Renovação de Promessa: Não Criticar Autores Vivos

Há muito tempo atrás, antes de existir o LLL, na época dos dinossauros e das máquinas de fax, o Polzonoff já blogava. O pobre Paulo exercia seu direito básico humano: ele lia livros e, depois, dava sua opinião sincera sobre eles. E, por isso, era rotineiramente linchado. Quem lê o Polzonoff desde aquela época sabe como ele sofria com essas pancadas, os dramas pessoais, as decisões de largar a crítica e de largar a internet, as recaídas, as novas recaídas, o horror!, o horror!, etc. Acompanhei tudo com muito interesse pois sabia que poderia facilmente estar no lugar dele.

A lição que tirei dos linchamentos contínuos que sofreu Paulo Polzonoff é que não dá pra falar de Franz Kafka como se fala de Daniel Galera. Não porque um é intrinsicamente melhor que outro, mas porque um vai ler a sua crítica e o outro, não. O Polzonoff estava simplesmente exercendo seu direito, e exercendo muito bem, de opinar sobre o que bem entendesse mas, ao mesmo tempo, tinha um autor de carne e osso sofrendo do outro lado. Na verdade, a lição que tirei foi que mesmo as besteiras que escrevemos em blogs têm consequências concretas.

Face Oculta de Nova York Cordilheira

Além disso, existe a questão da cortesia profissional mínima: eu não sou nem quero ser crítico literário, sou romancista e escritor. Não faz sentido me desgastar à toa, criar inimizades em troca de nada, com os meus colegas de ofício, com os pobres-coitados que dividem comigo a mesma trincheira, que também estão arriscando a vida e a prosperidade em nome de uma literatura quase sempre ingrata.

Então, decidi, desde os primórdios do LLL, que jamais criticaria um autor vivo - especialmente se fosse iniciante ou local. Criticar o Houellebecq é diferente de criticar a Carola Saavedra: o Houellebecq está bem vivo, mas nunca vai me ler; a Carola talvez.

Narrativas do Espolio, Kafka O Desaparecido ou Amerika FRANZ KAFKA

* * *

Em meados de 2009, ao escrever sobre teatro, percebi que tinha incorrido no mesmo erro que evitei em 2003. Estava metendo o malho em uma série de peças como se elas tivessem sido encenadas em um vácuo, como se os membros da equipe não fossem aparecer aqui, ler minhas palavras e se magoar de verdade.

Possibilidade de uma IlhaFlores Azuis

No meu post sobre a peça Apocalipse, de Domingos de Oliveira, um ator da peça comentou:

"O problema da internet é que qualquer pessoa escreve qualquer barbaridade e publica."

E fui obrigado a responder:

"Puxa, e eu que achei que essa era justamente a grande vantagem da internet!"

Sim, é uma crítica meio primária, mas a moral da história é que não quero essa energia negativa em cima de mim.

 Separações Melhor Teatro de Domingos Oliveira

Em 2008 e 2009, abri conscientemente duas exceções em minha promessa, para participar como jurado da Copa de Literatura Brasileira, tanto porque apóio o projeto quanto porque gosto do organizador, Lucas Murtinho - que ainda vai ser um dos grandes editores e agitadores da nossa literatura. Ganhar quatro livros de graça também pesou.

Mas, de fato, como tantos disseram nos comentários das minhas pessimamente-recebidas resenhas, não sou crítico nem quero ser. Quero escrever romances, não escrever sobre romances.

Ser detonado pela minha ficção, tudo bem. Ser detonado pelas minhas opiniões políticas, faz parte de ser um cidadão ativo em uma arena democrática - embora vou tentar suprimi-las publicamente, para não causar interferência na minha literatura.

(Massacraram meu livro sobre Cuba no Orkut - sem ler, só pelos trechos no blog - por eu ser um reacionário fazendo o jogo da CIA. Desprezaram meu romance por eu ser um esquerdinha racialista. Houve até quem se decepcionasse com Mulher de Um Homem Só, escrito muitos anos antes de eu ter blog, pois não encontrou neles temas importantes do LLL como liberdade individual e casamento aberto.)

Radical Rebelde Revolucionario - Cronicas Cubanas, por Alex Castro Mulher de Um Homem Só

Estou acostumado a ser regularmente linhchado aqui no LLL, mas a virulência dos comentaristas da Copa espantou até a mim: em 2008, por exemplo, o ponto mais comentado da minha resenha foi eu ter mencionado que terminei de ler o livro em um Starbucks. Não estou, em momento algum, tirando a validade ou o mérito das pedradas, mas ser detonado por uma resenha que eu não queria nem mesmo escrever e na qual não tenho investimento emocional algum (ao contrário da minha ficção e das minhas opiniões políticas) me parece vão demais. A vida é curta, precisamos saber escolher nossas batalhas.

Estou finalmente sentindo na pele e introjetando algo que muitos escritores sempre falaram, de Milan Kundera à minha amiga Ana Paula Maia: escritor tem mais é que ficar calado, não ser pessoa pública, não se envolver em política, sumir atrás dos seus livros e deixá-los falar sem interferência.

Obrigado ao Lucas e a todos os participantes da Copa de Literatura. Ano que vem, quem sabe, participo da Copa como concorrente, com meu romance Mulher de Um Homem Só, lançado esse ano.

 Guerra dos Bastardos, A Arte do Romance

* * *

Estou velho. Sim, tenho o direito de opinar sobre qualquer coisa, mas não tenho a obrigação. Para que vou falar algo, que não ganho nada falando, que não tenho obrigação alguma de falar, se sei que podem magoar de verdade outras pessoas?

(Essa mesma distinção entre direito e obrigação é um dos pontos mais incompreendidos do pacto do casamento aberto: ter o direito de sair com outras pessoas não significa ter obrigação de ficar galinhando por aí, até que porque cada terceiro traz consigo sentimentos e expectativas, sempre gera alguma crise na relação, e nada disso deve ser feito levianamente. Durante meus três anos de casamento aberto, por exemplo, eu saí com UMA outra mulher, durante oito meses.)

De agora em diante, sem exceções, está em vigor a velha política: elogio quem eu gosto, não comento quem não gosto.

Não sou crítico, sou escritor. Não sou pedra, sou vidraça.

* * *

Pré-FAQ dos Comentários

huahahahuaa vc se acha famosao ne falando de pessoa publica e de nego se magoar com o que tu escreve. tu acha mesmo que alguem vai se magoar com suas criticas?! se enxerga ae mane

Hoje em dia, pra ser pessoa pública, não é necessário ser famoso, basta escrever qualquer coisa na internet. Artistas, esses bichos vaidosos, eu incluído, vivem googlando seus próprios nomes. Quase tudo que escrevi sobre arte contemporânea brasileira no blog me gerou algum contato ou feedback por parte do artista, do Jorge Furtado ao Diogo Mainardi, do Moacyr Scliar à Tracy Segall.

Para que escrever por vontade própria algo que eu sei que vai causar algum desconforto que seja a um artista que está ali honestamente (às vezes, inabilmente) dando o melhor de si?

* * *

E um comentário verdadeiro que já ouvi algumas vezes:

Mas Alex, quer dizer então que você vai se auto-censurar? Cadê aquele Alex libertário que eu conhecia e gostava? E você não acha que tem uma obrigação com o seu público? Como vamos saber quais são os livros bons e ruins se pessoas como você não manifestarem suas opiniões?

Sempre me auto-censurei. Eu e todo mundo que vive em sociedade. O blog nunca falou de quantas eu dei sem sair de cima, dos barracos da minha família, do que comi no almoço, da música eu estava ouvindo, dos problemas que levaram ao meu divórcio, dos meus clientes corporativos em usabilidade. Sempre existiu uma clivagem clara entre o Alexandre privado e o Alex Castro público. Se você acha que não, então provavelmente acredita que Capitu traiu mesmo Bentinho e já está preparando a transferência bancária praquele seu amigo na Nigéria.

 Dom Casmurro MACHADO DE ASSIS   Otelo Brasileiro de Machado de Assis, O

E, não, sinceramente, não acho que tenha obrigação com meu público - o que quer que isso seja. Não acho que eu tenha obrigação de potencialmente machucar os sentimentos ou criar inimizades com meus colegas escritores para que uma multidão anônima e abstrata saiba quais livros são legais e quais não - como se minhas opiniões valessem alguma coisa, aliás. Não valem.

Sinceramente? Além de uma lealdade primordial e tribal aos meus amigos, não me acho obrigado a nada, nem mesmo a falar a verdade, ser ético, cumprir a lei, ser um bom cidadão, essas divindades seculares que até os mais ateus idolatram. Mas isso é assunto pra um post que estou pra escrever há anos e sempre auto-censuro, porque não é coisa que meus alunos possam ler.

Quer saber minha opinião sobre qualquer coisa? Me paga um jantar. Eu sou facinho, facinho. No segundo chope, já estou liberando tudo. Difícil é me fazer beber o primeiro.

* * *

Liberdade É Escolher os Seus Limites

Meus textos nunca vão ao ar assim que os escrevo: sempre circulam antes pelos amigos, que opinam, aconselham, criticam. Disse o Fserb:

a coisa bacana disso que voce escreveu é a questão do posicionamento... você tem uma idéia do que voce quer ser e de que papel voce quer ter na sua relação artistica/social/cultural/blogueira/etc... Ser livre não é não ter limitações. É entender elas e manipula-las de um jeito que atenda as suas vontades. A discussão bacana pra mim é a do posicionamento em si. Porque não atacar escritores faz sentido hoje? O que te levou a essa conclusão? O que faria você mudar de opinião? Não acho que seja só o "não quero essa energia negativa pra cima de mim". Tem uma questão da situação também, não?

Em nenhuma profissão é socialmente aceito falar mal dos colegas. De fato, você não vê escritores se manifestando publicamente pra dizer que outro escritor é ruim, fraco, idiota. Nem os grandes, nem os pequenos que não são ninguém - como eu. É uma questao de simples convivência. Você pode fugir de tudo, menos dos seus contemporâneos.

 Promoção Submarino

* * *

http://twitter.com/AlexCastroLLL

 

05.01.10


Categorias: Egotrip, Livros


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Comentários:


Comentário de: Alex Castro Email

"vc é sim 'critíco', porque também é leitor."

claro q sim. a questão é que minha opinião crítica de leitor pertence a mim, ela não precisa ser pública. não estou abdicando de minhas opiniões em momento algum...

sua opinião/sugestão me é importante, uma vez que confio no que você lê e classifica como 'bom'

eu te agradeço, mas meu msn e meu email estão aqui na coluna da direita, vc pode me perguntar o q vc quiser. :)

PermalinkPermalink 06.01.10 @ 00:03



Comentário de: Rafael Rodrigues · http://www.entretantos.com.br

O José Castello passou por poucas e boas por causa de escritores reclamões (aqui http://www.entretantos.com.br/2007/12/a-cada-ano-mais-azedo/ e aqui http://www.revistabrasileiros.com.br/secoes/o-lado-b-da-noticia/noticias/1064/). E o Michel Laub comentou num post o perigo de listar livros de autores brasileiros vivos (http://michellaub.wordpress.com/2009/01/11/retrospectiva-tardia-de-2008/). Essa "falta de paciência" de alguns acaba impedindo que muitas pessoas que teriam muito o que dizer, como você, Castello e Laub, não se sintam à vontade para comentar livros de autores novos, que deveriam, em vez de reclamar das críticas, aprender com elas. E isso é uma pena. Não apenas para os autores novos, mas também para os leitores. Até porque às vezes uma crítica desfavorável faz o efeito contrário e deixa o leitor interessado no livro. Enfim, só um pitaco.

PermalinkPermalink 06.01.10 @ 01:54



Comentário de: Diogo

Alex,

Entendo, concordo e respeito. Faz todo sentido e eu faria o mesmo. Mas é uma pena. Vc é um ótimo crítico. Uma vez, back in '04, vc escreveu algo como "adoro ler crítica literária: pessoas inteligentes falando sobre os livros que leram". Acho que era num post sobre a Camille Paglia. Nesse espírito, você sempre foi muito bom. Teus posts sobre Sábato, Lobo Antunes, Crime e Castigo, são antológicos. A resenha de "O Filho Eterno" na CLB foi decisiva para eu comprar o livro. Aliás, acompanhei a polêmica sobre o Starbucks na época e aquilo me marcou como a coisa mais mesquinha que já li na vida, ever.

Enfim, como eu disse, entendo e respeito, mas lamento. Pergunto, no entanto: e sobre autores mortos vc vai continuar escrevendo?

Abs
Diogo

PermalinkPermalink 06.01.10 @ 13:01



Comentário de: Rafa · http://estadodearte.wordpress.com/

Pra mim esse é o unico argumento plausível pra justificar a existência da figura do crítico diletante (seja de livro, cinema, música e o caralho a quatro). É alguem neutro que não sofre represália por abrir a boca.

PermalinkPermalink 06.01.10 @ 13:32



Comentário de: Moda feminina · http://www.modaemulher.com.br

Adorei o blog, está farto de post interessante.

Parabens

PermalinkPermalink 06.01.10 @ 13:37



Comentário de: lucas

alex,

claro, todo pudor do mundo ao criticar a obra de um escritor vivo. não podemos escapar dos contemporaneos e tal.

agora falar mal de: classe média, elite, brancos, gente que não gosta do lula, gente que não entende o que você diz, gente que não concorda com vc em geral. isso não tem nenhum problema.

desses contemporaneos não tem problema?


PermalinkPermalink 06.01.10 @ 14:29



Comentário de: Diogo

Deveria estar no post abaixo, mas vc viu isso?

http://www.nybooks.com/articles/article-preview?article_id=23514

PermalinkPermalink 06.01.10 @ 15:40



Comentário de: Indy · http://adapt-se.blogspot.com/

Porque vc ainda insiste em dizer que a Capitu nao traio o Bentinho?É claro que ela traio,da mesma forma que a primeira vez do senhor Murilo nao foi com uma quenga e sim com a julia,é isso mesmo Alex,pode parar de conversinha e dizer que a Julia deu pro Murilo sim,como ela sabia dos fetiches por pés que ele tinha,hem?.

PermalinkPermalink 06.01.10 @ 16:53



Comentário de: Chapolim Colorado

alguém aí sabe onde eu posso alcançar a esmola de esbofetear uma prostituta anêmica?

PermalinkPermalink 06.01.10 @ 17:15



Comentário de: Indy · http://adapt-se.blogspot.com/

Ah

Eh

Não!

PermalinkPermalink 06.01.10 @ 19:10



Comentário de: Teresa

Tá certo. Deixa isso de críticar pro José Castello, pra Bárbara Heliodora, que se arriscam a levar bordoadas de todos os lados mas ao menos ganham pra isso. Que resposta mais boboca a do ator à sua crítica. Parece o autor teatral que anos atrás deixou ordens na bilheteria do teatro que encenava sua peça pra barrarem a Bárbara Heliodora.

"Como vamos saber quais são os livros bons e ruins se pessoas como você não manifestarem suas opiniões?"

Ué, já não bastam os cadernos de literatura dos jornais e as revistas de cultura? As pessoas não tem livre arbítrio pra decidir o que ler, precisam da aprovação dos outros? Na pior das hipóteses, se largar o livro sem terminar de ler vende ou troca na Estante Virtual.

PermalinkPermalink 06.01.10 @ 20:22



Comentário de: Jorge · http://www.osliriosdocampo.blogspot.com


Nao sei se cabe a pergunta, mas va la, sua atividade intelectual nos States nao eh de ser tambem critico literario? Vc diz q nao quer ser critico literario (isso nao eh uma critica), mas sua atividade e formacao atual, mesmo q no meio academico nao passa pela critica literaria contemporanea? ou nao? ou vc se refere apenas ao blog. Ao estudar a tecnica literaria deste ou aquele autor, ou simplesmente, estabelecer relacoes entre literatura e historia, nao estaria exercendo a atividade de critica literaria, no sentido digamos mais academico?
Abc

PermalinkPermalink 06.01.10 @ 23:37



Comentário de: Alex Castro Email

jorge,

é, mas eu só trabalho século XIX.

PermalinkPermalink 06.01.10 @ 23:40



Comentário de: Alexandre S.

Eu sei que foi só um exemplo, mas o Daniel Galera me parece uma das pessoas mais incapazes de reagir mesquinhamente a uma crítica negativa.

E bom ano novo.

PermalinkPermalink 07.01.10 @ 00:17



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

Alex,

Disso eu discordo de vc. Mas sou EU, não outra pessoa, discordando. E sou eu DISCORDANDO, não prescrevendo a vc minha opinião. A crítica nunca é imparcial; é sempre parcial: é UM crítico dizendo por que a obra (livro, cd, filme) não funcionou pra ELE, e não q a obra deveria ser jogada numa fogueira. MESMO q o crítico diga q a obra deveria ser jogada, é só uma opinião abstrata, não uma condenação.

O difícil é conviver com a pluralidade, é aceitar q it takes all sorts to make a world. Um grande problema da sociedade é q toda opinião se reveste falaciosamente – tanto por quem a emite qto por quem a ouve – de uma prescritividade q NINGUÉM tem. E fico um tanto surpreso q vc, of all people, não queira lidar com os possíveis arranhões da pluralidade.

A coisa do Polzonoff daquela época não era q ele criticava abertamente autores vivos; era justamente q ele (ah, os jovens...) partia de uma prescrição q era a priori intransigente, e fazia isso num tom ríspido e conturbado, ainda por cima numa cultura inacostumada à sinceridade. Mas um autor tinha q ser um pouco imaturo pra se ferir com as mãos-de-tesoura dele. Pra aproveitar o q ele dizia, bastava o autor criticado ler as críticas num contexto de pluralidade, com a mente aberta à pluralidade.

Se vc é uma pessoa inteligente com idéias e interpretações coerentes, então censurá-las por receio de ferir é uma falta maior do q expô-las. E o motivo disso tá aí mesmo em teu texto: a obra, enquanto produto público, TEM q ser avaliada; o autor, enquanto figura pública, TEM q ser criticado. E o crítico tbm, claro.

PermalinkPermalink 07.01.10 @ 00:19



Comentário de: Alex Castro Email

Alexandre,

CLAAAAARO, todos os exemplos sao 100% hipoteticos, pelamordeus.

O Galera, inclusive, foi uma das poucas pessoas q eu critiquei, antes de tomar essa resolucao em 2003, e continuamos nos correspondendo até hj. ele é grande e vai longe. meu cordilheira chegou ontem e estou com mt vontade de ler logo.

Agora estou esperando o SEU proximo, alias.

E feliz ano-novo. :)

PermalinkPermalink 07.01.10 @ 00:24



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

Aliás, é sempre bom lembrar q, ao ser censurado por ter feito críticas ferinas, vc sempre pode responder com isto:

http://tripaforra.blogspot.com/2009/07/estagios.html

PermalinkPermalink 07.01.10 @ 00:25



Comentário de: Alex Castro Email

plausivel,

o problema é q nao é assim q as coisas sao lidas.

lá na copa, nosso unico trabalho é dar nossa opiniao e justificar. aí eu faço isso e vem um cara, tacar pedras: "li a resenha inteira e continuo sem saber nada sobre o livro"

e eu pergunto: "e daí, amigo? eu tinha alguma obrigacao de te informar de algum coisa? eu hein!"

prefiro manifestar minhas opinioes assim em privado

PermalinkPermalink 07.01.10 @ 00:26



Comentário de: Alex Castro Email

plausivel

o unico problema é q, ao contrario do q mt gente parece achar, e nao entendo pq, pq nunca me envolvi em flame wars, brigas e debates, eu nao gosto de nada disso e fujo sempre q posso....

PermalinkPermalink 07.01.10 @ 00:28



Comentário de: Bear

Alex, conheci um viado deveras engraçado, que costumava dizer: Bunda? pra quê bunda, se não for para dar pros outros? ;O)

Parafraseando o dito cujo, eu diria: Opinião? pra quê opinião, se não for para dar pros outros.

Não deixe de nos oferecer a sua...

Abraços,
Bear

PermalinkPermalink 07.01.10 @ 05:37



Comentário de: Michel

Não achei as críticas virulentas. A resenha era ruim. As pessoas disseram isso. Você assumiu seu tom superior "crianças crianças", completamente phony, que cola aqui, mas lá o público é outro. Lá era preciso fundamentar. Você falhou miseravelmente. E agora vincula o texto aqui, onde vc tem boa acolhida não importa a barbaridade que diga. Posar de ofendido não convencerá, o ideal seria assumir os óbvios erros de sua argumentação e sair com alguma dignidade.

PermalinkPermalink 08.01.10 @ 09:32



Comentário de: Alex Castro Email

michel, a resenha é ruim dependendo do seu ponto de vista. os leitores da copa tem uma expectativa bem errada. eu nao tenho q fundamentar nada, tenho apenas que escolher o livro. achar ruim todo mundo pode. eu tb achei. mas as pessoas surtaram.

veja: qualquer coisa que vc escreva na internet, mas vc nao teria coragem de dizer em alto e bom som, na cara da outra pessoa, é grosseria.

PermalinkPermalink 08.01.10 @ 13:40



Comentário de: Deyse · http://www.homopensantis.blogspot.com

A última frase matou a pau! E achei muito nobre o seu posicionamento.

PermalinkPermalink 11.01.10 @ 14:21



Comentário de: Redes de Proteção · http://www.companhiadasredes.com.br/

Adorei o blog parabens

PermalinkPermalink 14.11.10 @ 01:39



Comentário de: Telas de proteção · http://www.telasdeprotecao.com

Adorei o blog, está farto de post interessante.

como sempre
Parabens


PermalinkPermalink 10.08.11 @ 19:56



Comentário de: erre

adorei o blog

PermalinkPermalink 10.08.11 @ 19:57



Comentário de: HTC Sync Download · http://htcsync.org/

Have you ever thought about creating an e-book or guest authoring on other blogs? I have a blog centered on the same ideas you discuss and would love to have you share some stories/information. I know my readers would appreciate your work. If you are even remotely interested, feel free to send me an email.

PermalinkPermalink 29.11.11 @ 23:27



Comentário de: lembranças · http://www.estrelo.com.br

É sempre bom falarmos com conclusões verdadeiras. e nunca usar hipoteses, ótimio post.

PermalinkPermalink 29.04.12 @ 22:11



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