Lista de Leituras 2009

2009 foi dos anos em que li menos na vida: 86 livros. Entre setembro e novembro, meio deprimido aqui em Nova Orleans, praticamente nada.

Além disso, foi um ano no qual me descuidei das lista de leituras, esqueci de atualizar e anotei tudo de memória. Já é 2010 e a lista de 2008 ainda está ali na coluna da direita.

O Daniel, do Amálgama, me perguntou qual tinha sido meu livro favorito de 2009 e percebi que ainda não tinha nem feito a lista de 2009. Porra, eu nem sabia que livros tinha lido em 2009!

Então, sentei, fiz a lista e, como sempre, parei para analisar os resultados e refletir sobre minhas leituras.

* * *

Em 2009, claramente meu maior interesse foi teatro: 38.

Continuei as leituras sobre Zen iniciadas em 2008: 7

Li várias teses, tanto de amigos, como o Doni, o Túlio e a Mariana, mas também para minha própria pesquisa: 5

A língua original da maioria da minhas leituras, como sempre, foi português (61) mas nunca em proporção tão grande quanto esse ano. As outras línguas ficaram muito distantes: inglês (8), francês (3), espanhol, japonês, chinês e grego (2 cada).

Infelizmente, as obras de ficção foram parte pequena do total: 30.

* * *

Os Melhores Livros de 2009

Três autoras mulheres, um homem. Um ficção, três não-ficção. Um livro de contos, uma história literária, uma história da escravidão, um livro de linguística. Dois em inglês, dois em português. Só um publicado em 2009. Um recomendado por leitora por ser parecido com Mulher de Um Homem Só, um achado por acaso na livraria do CCBB, um recomendado por metade da minha bibliografia, um encontrado na internet pesquisando pra um post. Um lido no Kindle, um comprado novo, um folheado na biblioteca e depois comprado usado, um lido por Interlibrary Loan e depois comprado usado.

Se quiserem, depois falo mais sobre esses livros.

July, Miranda. É Claro Que Você Sabe Do Que Estou Falando. ("No One Belongs Here More Than You") [EUA, 2007]

Albuquerque, Wlamyra R. de. O Jogo da Dissimulação. Abolição e Cidadania no Brasil. [Brasil, 2009]

Martins, Wilson. História da Inteligência Brasileira.[Brasil, c.1970]

Cameron, Deborah. Verbal Hygiene. [Reino Unido, 1995]

 É Claro Que Você Sabe Do Que Estou Falando Jogo da Dissimulação, O

* * *

Sobre as Listas de Leituras

Faço listas de leituras há quase quinze anos, basicamente porque sou esquecido - nunca tenho certeza exatamente de quais livros li e quais não. Como muitos leitores viviam me perguntando o que estava lendo, passei a colocar no blog.

Tem quem ache que é arrogância, esnobismo, que estou me gabando de quantos livros leio, etc. Naturalmente, a crítica desnuda as premissas do criticador. Com certeza, para eles, a leitura é um grande desafio e um grande valor.

Eu leio porque é a minha profissão. Muitas manhãs, eu acordo e meu trabalho para o dia é ler os livros X e Z. Me gabar de ler livros seria tão ridículo quanto uma faxineira se gabar de quantas casas varreu.

Se fosse me gabar de algo, seria das minhas realizações que exigiram esforço e dedicação, que foram difíceis e desafiadoras. Qualquer idiota pode ler um livro. E só um idiota se gabaria disso.

* * *

Lista de Leituras 2009

86. Razzini, Marcia de Paula Gregório. O Espelho da Nação: A Antologia Nacional e o Ensino de Português e de Literatura (1838-1971). [Brasil, 2000] Dez. (Kindle, Tese)

85. Sant'Anna, André. O Paraíso É Bem Bacana. [Brasil, 2006] Dez. (TulBib)

84. Almeida, Marcos Donizetti de e Eduardo Fraga de Almeida Prado. Desvendando o Segredo à Luz da Teoria Crítica. [Brasil, 2009] Dez. (Kindle, Tese)

83. Brito, Ronaldo Correia de. Galiléia. [Brasil, 2008] Dez. (Divulgação)

82. Saavedra, Carola. Flores Azuis. [Brasil, 2008] Dez. (Divulgação)

81. Mumonkan. The Gateless Gate [China, séc.XIII] Dez. (Kindle)

80. Azevedo, Artur e Urbano Duarte. O Escravocrata. [Brasil, 1884] Dez. (Kindle)

79. Kazantzakis, Nikos. The Saviours of God. Spiritual Exercises. [Grécia, 1927] Dez. (Kindle)

78. Shepard, Sam. Great Dream of Heaven. [EUA, 2002] Dez. (Kindle)

77. Wallace, David Foster. Oblivion. [EUA, 2004] Dez.- (Kindle)

76. Chaucer, Geoffrey. The Canterbury Tales. [Inglaterra, c.1390] Dez.- (Kindle)

75. July, Miranda. É Claro Que Você Sabe Do Que Estou Falando. ("No One Belongs Here More Than You") [EUA, 2007] Dez. (Kindle)

74. Silva, Hebe Cristina da. Imagens da Escravidão. Uma Leitura de Escritos Políticos e Ficcionais de José de Alencar. [Brasil, 2004] Dez.- (Kindle, Tese)

73. Sader, Emir e Frei Betto. Contraversões. Civilização ou Barbárie na Virada do Século. [Brasil, 2000] Out. (TulBib)

72. Sader, Emir. Cuba, Chile, Nicarágua. Socialismo na América Latina. [Brasil, 1992] Out. (TulBib)

71. Macedo, Joaquim Manoel de. Memórias da Rua do Ouvidor. [Brasil, 1878] Out.

70. Duguay-Trouin. Memórias do Senhor Duguay-Trouin. [França, séc 18] Ago.

69. Soares, Luiz Eduardo, André Batista e Rodrigo Pimentel. Elite da Tropa. [Brasil, 2006] Ago.

68. Coelho, Paulo. Ser Como o Rio que Flui. Pensamentos e Reflexões. [Brasil, 2009] Ago.

67. Coelho Neto. Inverno em Flor. [Brasil, 1928] Ago

66. Buarque, Chico. Budapeste. [Brasil, 2003] Jul

65. Calligaris, Contardo. O Conto do Amor. [Brasil, 2008] Jul. (Divulgação)

64. Hatoum, Milton. Órfãos do Eldorado. [Brasil, 2008] Jul. (Divulgação)

63. Coelho Neto. O Morto. Memórias de um Fuzilado. [Brasil, 1924] Jul

62. Santos, Joel Rufino dos. Na Rota dos Tubarões. O Tráfico Negreiro e Outras Viagens. [Brasil, 2008] Jul (Divulgação)

61. Alonso, Angela. Joaquim Nabuco. Os Salões e as Ruas. [Brasil, 2007] Mai.28-

60. Martins Pena, Luis Carlos. O Judas em Sábado de Aleluia. [Brasil, 1844] Jun.2

59. Martins, Wilson. História da Inteligência Brasileira. Volume V: 1896-1914. [Brasil, 1978] Jun.2

58. Martins, Wilson. História da Inteligência Brasileira. Volume IV: 1877-1896. [Brasil, 1977] Jun.1

57. Vianna, Tulio Lima. Transparência pública, opacidade privada: o Direito como instrumento de limitação do poder na sociedade de controle. [Brasil, 2006] Mai (tese)

56. Prado, Décio de Almeida. O Drama Romântico Brasileiro. [Brasil, 1996] Mai.17

55. Martins, Wilson. História da Inteligência Brasileira. Volume III: 1855-1877. [Brasil, 1977] Mai.20

54. Martins, Wilson. História da Inteligência Brasileira. Volume II: 1794-1855. [Brasil, 1977] Mai.19

53. Alencar, José. Cartas a Favor da Escravidão. [Brasil, 1867-1868] Mai.18

52. Martins Pena, Luis Carlos. Folhetins. A Semana Lírica. [Brasil, 1846-1847] Mai.18

51. Albuquerque, Wlamyra R. de. O Jogo da Dissimulação. Abolição e Cidadania no Brasil. [Brasil, 2009] Mai.16

50. Machado de Assis, Joaquim Maria. Machado de Assis. Do Teatro. Textos Críticos e Escritos Diversos. [Brasil, 1856-1908] Mai.10

49. Vicente, Gil. Farsa dos Almocreves. [Portugal, 1527] Mai.7

48. Callado, Antonio. Pedro Mico. [Brasil, 195?] Mai.7

47. Callado, Antonio. A Revolta da Cachaça. [Brasil, 1957] Mai.7

46. Strindberg, August. Senhorita Julie. [Suécia, 1888] Mai.5

45. Hessel, Lothar & George Raeders. O Teatro no Brasil sob D.Pedro II. 2a Parte. [Brasil, 1986] Mai.

44. Amorim, Mariana de Oliveira. Censura Teatral na Corte: O Conservatório Dramático Brasileiro (1843-1864). [Brasil, 2008] Mai. (Tese)

43. Souza, Silvia Cristina Martins de. As Noites no Ginásio. Teatro e Tensões Culturais na Corte. (1832-1868). [Brasil, 2002] Mai.

42. Lobo Antunes, Antonio. O Meu Nome É Legião. [Portugal, 2007] Abr.28

41. Rine Leal. Breve Historia del Teatro Cubano. [Cuba, 1980] Abr.

40. Manzano, Juan Francisco. Zafira. [Cuba, 1842] Abr.

39. Khéde, Sonia Salomão. Censores de Pincenê e Gravata. Dois Momentos da Censura Teatral no Brasil. [Brasil, 1981] Abr. (ILL)

38. Faria, João Roberto. O Teatro na Estante. Estudos sobre Dramaturgia Brasileira e Estrangeira. [Brasil, 1998] Abr. (ILL)

37. Qorpo-Santo. Teatro Completo. [Brasil, 1866] Abr. (TulBib)

36. Faria, João Roberto de. José de Alencar e o Teatro. [Brasil, 1987] Abr. (TulBib)

35. Roquette-Pinto, Edgar. Ensaios de Antropologia Brasiliana. [Brasil, 1933] Abr.

34. Gonçalves Dias, Antonio. Leonor de Mendonça. Drama Original em Três Atos e Cinco Quadros. [Brasil, 1846] Abr. (TulBib)

33. Eurípides. As Bacantes. [Grécia, séc.V AEC] Abr.

32. Guimarães, Pinheiro. Na esfera do pensamento brasileiro. (Folha de serviços prestados, pelo general Dr. Francisco Pinheiro Guimarães à literatura à imprensa e à política). [Brasil, 1937] (ILL)

31. Gonçalves de Magalhães, Domingos José de. Antonio José ou O Poeta e a Inquisição. [Brasil, 1838] (TulBib)

30. Rose, Chris. 1 Dead in the Attic. Post-Katrina Stories by Times-Picayune Columnist. [EUA, 2006] Mar.20

29. A Guide to New Orleans Architecture. [EUA, 1974] Mar.20

28. Chopin, Kate. The Awakening. [EUA, 1899] Mar.14

27. Kundera, Milan. The Curtain. An Essay in Seven Parts. [França, 2005] Mar.6

26. Paixão, Múcio da. O Theatro no Brasil. [Brasil, 1917] Mar.(TulBib)

25. Marinho, Henrique. O Theatro Brasileiro. Alguns Apontamentos para sua História. [Brasil, 1904] Mar. (TulBib)

24. Sousa, J. Galante de. O Teatro no Brasil. Tomo I. Evolução do Teatro no Brasil. [Brasil, 1960] Mar. (TulBib)

23. Faria, João Roberto de. Idéias Teatrais. O Século XIX no Brasil. [Brasil, 2001] Mar. (ILL)

22. Faria, João Roberto de. O Teatro Realista no Brasil. 1855-1865. [Brasil, 1993] Mar. (TulBib)

21. Saint-Pierre, Jacques-Henri Bernadin de. Paulo e Virgínia. [França, 1787] Fev.

20. Eiró, Paulo. Poesias. [Brasil, c.1860] Fev. (TulBib)

19. Schmidt, Afonso. A Vida de Paulo Eiró. [Brasil, 1940] Fev. (TulBib)

18. Alves, Henrique L. Paulo Eiró, o Precursor da Abolição. [Brasil, 1971] Fev. (ILL)

17. Carvalho, Hilário Veiga de. Paulo Eiró e os Direitos Humanos. [Brasil, 1978] Fev. (ILL)

16. Azevedo, Elizabeth R. Um Palco sob as Arcadas. O Teatro dos Estudantes de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo, no Século XIX. [Brasil, 2000] Fev. (ILL)

15. Cameron, Deborah. Verbal Hygiene. [Reino Unido, 1995] Fev. (ILL)

14. Cacciaglia, Mario. Pequena História do Teatro no Brasil. (Quatro Séculos de Teatro no Brasil). [Itália, 1980] Fev. (TulBib)

13. Macedo, Joaquim Manuel de. A Carteira de Meu Tio. [Brasil, 1855] Fev.

12. Mendes, Miriam Garcia. A Personagem Negra no Teatro Brasileiro. Entre 1838 e 1888. [Brasil, 1982] Fev.

11. Magaldi, Sábato. Panorama do Teatro Brasileiro. [Brasil, 1962] Fev. (TulBib)

10. Alencar, José. Teatro Completo 1. [Brasil, c.1850-1870] Fev. (TulBib)

9. Prado, Décio Almeida de. Teatro de Anchieta a Alencar. [Brasil, 1993] Fev. (TulBib)

8. Prado, Décio Almeida de. História Concisa do Teatro Brasileiro. [Brasil, 1999] Fev. (TulBib)

7. Cleary, Thomas & J. C. Cleary.The Blue Cliff Record. [China, Séc.XII] Jan.

6. Holder, John J. (ed) Early Buddhism Discourses. [Índia, c.II BCE] Jan.

5. Suzuki, Daisetz Teitaro & William Barrett. Zen Buddhism. Selected Writings. [Japão, 1949-55] Jan.

4. Dumoulin, Heinrich.Zen Enlightenment. Origins and Meaning. [Alemanha, 1976] Jan.

3. Thien-an, Thich.Zen Philosophy, Zen Practice. [Vietnã, 1975] Jan.

2. Suzuki, Daisetz Teitaro & William Barrett. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Jan.

1. Salinger, J. D. Nine Stories. [EUA, 1953] Jan.11

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* * *

http://twitter.com/AlexCastroLLL
 

02.01.10


Categorias: Livros


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Comentários:


Comentário de: Diogo

Perguntas:

1) O que vc achou do Nine Stories?

2) Vc tem interesse em outras escolas de budismo ou só em Zen?

3) Já leu o livro do Thomas Merton (Monge Cisterciense) sobre Zen (Zen and the Birds of Prey)? E a correspondência dele com o Suzuki? Se sim, o que achou?

4) Vc poderia explicar por que gostou da História da Inteligência Brasileira? Estava estudando Lima Barreto uns dez anos atrás e, ao ler o volume correspondente, me pareceu seco e desinteressante, uma colagem de nomes e datas. Mas, foi há muito tempo e minha amostragem não foi das melhores. Por isso a pergunta.

Abs
D.

PermalinkPermalink 02.01.10 @ 12:39



Comentário de: Alex Castro Email

Oi Diogo :)

1) eu já tinha lido, foi releitura de avião. gosto mt do primeiro conto, dos banana fish, e acho q os outros são bastante overrated.

2) por enquanto eu só tenho me identificado mesmo com o que leio sobre zen, especialmente rinzai. mas só por leitura mesmo, vivencia zero, nunca fui a um templo, etc

3) nao, nem conhecia. tb nao. mas adoro o suzuki.

4) cara, eu achei fascinante. mas veja, é livro pra ser lido como um romance.... lido assim, ele é uma verdadeira cronica da nossa cultura, vc ve todo mundo passar por ali, todas as polemicas, todas as fofocas, todos os lançamento, é realmente fascinante e delicioso. teve dias q eu passei literalmente o dia inteiro lendo e nao vi o tempo passar. alem disso, quando ele bate o pé e vai contra a corrente, quase sempre concordo. por exemplo, ele é dos poucos a tentar recuperar o macedo, ao inves de considera-lo o bobao "doutor macedinho" autor da moreninha....

PermalinkPermalink 02.01.10 @ 14:45



Comentário de: Diogo

1)De fato, o primeiro é muito bom mesmo. Junto com a parte "Franny" de Franny & Zoey, acho que é a única coisa minimente coerente na saga da família Glass. Mas eu gosto dos outros contos, principalmente de "For Esmée with Love and Squalor" e "The Laughing Man."

2) Só curiosidade mesmo. E quanto à questão da leitura vs. "vivência", acho que para entrar em um mundo tão estranho e diferente, só na base de muita leitura mesmo. Não acredito muito em "conversões" a religiões orientais.

3)Também não li "Zen and the Birds of Prey", mas as cartas são muito boas. TM era um monge que escrevia muito bem (Evelyn Waugh era fã dele como escritor, não como religioso), e as inquietações inter-faith dele eram interessantes. Não parece ser a tua praia, mas fica a dica.

4) Pois é, lembro dos teus posts entusiasmados na época da leitura... Tive a mesma impressão negativa quando li longos trechos de um exemplar de biblioteca da História da Crítica Literária no Brasil. Mas, vou dar mais uma chance ao velho Martins.

PermalinkPermalink 02.01.10 @ 16:51



Comentário de: Breno Kümmel

Fala mais do livro Miranda July e o que achou do Oblivion.

PermalinkPermalink 02.01.10 @ 20:04



Comentário de: Permafrost

Ei, ¿que vc achou do Paraíso é bem bacana?

Tou lendo o Confederacy of dunces, com teu colega de Tulane, o Ignatius. Imagino q vc consiga ler o livro ouvindo os sotaques. Já eu, leio tudo como se fosse o Terry Thomas tentando dar uma de euaense.

PermalinkPermalink 03.01.10 @ 12:13



Comentário de: jorge santos · http://www.osliriosdocampo.blogspot.com

cabe uma curiosidade, quando você poe um livro na lista significa que o leu completo ou um ou mais capítulos na entram na sua conta, bem como você bem sabe é comum se ler trechos, partes ou capitulos durante estudos e pesquisa, fiquei curioso se você inclue essas leituras não totais na sua contagem. Abc

PermalinkPermalink 03.01.10 @ 13:22



Comentário de: alex castro

Jorge,

é uma boa pergunta. de fato, eu leio mts artigos e capitulos pra minha pesquisa q e eles nao aparecem na lista.

tirando os livros q eu leio inteiro, eu tb coloco:

- os livros q comeco a ler com a intenção de ler inteiros, mesmo q nao termine (coloco a data como "Dez.-")

- livros q leio em grande parte, o bastante pra considerar que já sei do que o livro se trata, mesmo q nao pretenda voltar a eles

PermalinkPermalink 03.01.10 @ 14:11



Comentário de: Alex Castro Email

breno,

gostei tanto do livro da july q mal sei o q falar. sobre oblivion, estou lendo ainda, mas tirando o neon, é td mesmo meio chatim...

PermalinkPermalink 03.01.10 @ 14:50



Comentário de: Alex Castro Email

Plausivel

o paraiso é bem bacana é foda, escrevi um post sobre o livro, deve ir ao ar em breve.

confederacy é lendario aqui, tem tour pelos lugares citados no livro, tem uma estatua do ignatius em frente a loja onde está esperando a mae no comeco do livro, vc ve trechos do livro por toda cidade.

nao li ainda, tá na fila

olha esse link

http://ignatiusghost.blogspot.com/

PermalinkPermalink 03.01.10 @ 14:55



Comentário de: Alex Castro Email

Diogo,

Com certeza, eu nao vejo zen como religiao e sim como uma pratica.

alias, essa questao da religiao é interessante, pois gosto mt de estudar religiao, li a biblia 3 vezes, estudei cristianismo, judaismo, islamismo, etc

e, realmente, nao vejo nada em zen q indique q seja uma religiao. nada.

por isso, entre outras coisas, q eu gosto.

PermalinkPermalink 03.01.10 @ 15:00



Comentário de: Breno Kümmel

Acho oblivion muito obscuro, abstruso. Infelizmente provavelmente não vai te animar pra ler Infinite jest, que é o livro mais engraçado e insightful que já li (terminei a releitura há dias atrás).

PermalinkPermalink 03.01.10 @ 15:51



Comentário de: Permafrost

Obrigado, Alex. Tou lendo o Confederacy e rindo pacas, até pela semi-papalvice euaense ensanduichada entre os anos 50 e os 60. No blogue, achei a estátua magra demais pra ser o Ignatius. Pelas descrições do livro, ele parece mais gordo q o Jô Soares dos bons tempos. Mas o tour é muito legal. Vou usar pra continuar lendo (tou na metade).

PermalinkPermalink 03.01.10 @ 21:22



Comentário de: jorge santos · http://www.osliriosdocampo.blogspot.com


Vou me permitir abusar da sua gentileza em responder: os livros em outros idiomas, especialmente, chinês e gregro, você os leu em tradução (para o português ou inglês) ou leu na lingua original?

PermalinkPermalink 04.01.10 @ 01:15



Comentário de: Alex Castro Email

Pode perguntar, Jorge.

Como eu digo no texto, sao as linguas ORIGINAIS.

Via de regra, eu li o texto na lingua q está na lista. Por exemplo, o livro do Nikos K. está com o titulo em ingles e nao em portugues ("Ascese") pq eu li em ingles.

Eu só leio mesmo portugues, ingles e espanhol. E arranho ler fummetti, ou seja, gibi, em italiano.

PermalinkPermalink 04.01.10 @ 02:00



Comentário de: Célia Pereira

Poderias me informar onde conseguiste Hessel, Lothar & George Raeders. O Teatro no Brasil sob D.Pedro II. 2a Parte. [Brasil, 1986]?
Célia/RS

PermalinkPermalink 11.03.11 @ 19:18



Comentário de: Proform Treadmill Review · http://proformtreadmillblog.com

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