Terminei de ler durante o jogo de Grêmio X Flamengo, para o qual nem dei bola (e nem precisava, anyway). Ao acabar, fiquei burilando várias coisas: o quanto tenho (e não tenho) em comum com Carla; o quanto Murilo é chato, um mala mesmo, nunca me casaria com um cara assim (embora ele seja praticamente um coadjuvante, não dá pra conhecê-lo de verdade); que eu fiquei
com uma tremenda vontade de conhecer a Júlia melhor, acho que ela é uma injustiçada, uma incompreendida que precisa de análise urgente, terapia nela djá!; e que a Carla é paradoxal, porque o livro começa mostrando uma guria toda moderninha, tipo "à frente de seu tempo", e no decorrer da história ela se mostra bem conservadora e antiquada. E tão ou mais louca quanto Júlia.
Sonhei essa noite inteirinha com Mulher de um homem só. Não foi um sono tranquilo, não. Foi quase uma noite de insônia. Mexeu com a minha cabecinha de mulher de um homem só. Meu lado Carla e meu lado Julia ficaram ali se afrontando. Fazia muito, mas muito tempo que um livro não me tirava o sono assim.
Resenha de Fernanda Vier, originalmente publicada no blog "Elucubrações", 7 de dezembro de 2009. Texto completo aqui.
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