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11.11.09


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PermalinkPermalink 11.11.09 @ 13:48



Comentário de: Mordechai

Vão dizer que não se tratava de racismo, o problema é que o negro estava mal vestido, parecia um "mano", tinha que mostrar um negro tentando entrar de terno e gravata para ver se paravam ele...

PermalinkPermalink 11.11.09 @ 15:38



Comentário de: Lauren · http://acordeiquesonhava.blogspot.com

Mordechai, o branco estava bem vestido, na sua opinião?

PermalinkPermalink 11.11.09 @ 16:26



Comentário de: Mordechai

Lauren, os dois estavam vestidos da mesma maneira. Só que na sociedade racista brasileira, um branco vestido desta forma é um sujeito "despojado", já um negro é um "mano", uma "ameaça"...

Eu mesmo, já cansei de ir ao banco com a roupa que acordei e nunca me aconteceu nada, imagina se eu fosse negro...

PermalinkPermalink 11.11.09 @ 17:13



Comentário de: rogerio

Eu acho muito bom. Mas não agrega nada a uma discussão séria. Um ponto não gera tendência. Falta metodologia científica. Como sempre.

PermalinkPermalink 11.11.09 @ 19:06



Comentário de: Lauren · http://acordeiquesonhava.blogspot.com

Mordechai do céu... sorry! não li o "não" da sua primeira frase. interpretei totalmente diferente.

PermalinkPermalink 11.11.09 @ 20:34



Comentário de: Vanessa · http://www.vanprates.blogspot.com

Ahhhh, pois eu ainda encontrarei o motherfucker que me barrou uma vez!

Meu caso não tem nada a ver com racismo, pois não sou negra, mas sou mulher, e não deixou de ser humilhação em público.

Há alguns anos fui barrada - era Santander, se não me engano. Fiquei pelo menos um minuto - pra mais- tentando entrar, e nada.

Detalhe: Estava toda bronzeada e tinha acabado de sair do clube, ou seja, micro-saia, blusinha e tamanquinho

Uma fila horrorosa foi se formando atrás de mim, e do final dela eu escutava, a cada nova tentativa: Pi-pi-pi-pi-pi(por causa de um tal quadro que tinha no zorra total, acho)

Depois de várias portadas-na-cara acabei entrando; e com bolsa, celular, chaves, pulseiras e o caralho à quatro...

Mas isso só depois da humilhação, dos risos por todos os lados, e do coro masculino ter aumentado.

Não fiz nada na época; só me lembro de ter mandado o segurança à merda.
- É que eu era tãããão bobinha...

PermalinkPermalink 12.11.09 @ 03:11



Comentário de: Pedro Fraga · http://www.pedrofraga.com

Não sei se me assusta mais ver uma exibição clara de racismo ou se são os comentários bizarros do vídeo, dizendo que na verdade isso é "profiling" e por aí vai...


PermalinkPermalink 12.11.09 @ 09:21



Comentário de: Hugo

Que tem racismo no BR é fato.
Mas, nao se pode esquecer o fator social, e a sociedade ridicula em que vivemos...
Depois de viver na zoropa e eua por um tempo, eu tinha me esquecido da babacao de ovo ridicula pra quem parece ter grana e da falta de respeito com pobre em geral.

Eu indo pra uma reuniao na universidade, full suite,junto com minha gerente, tbm em bizz mode, paro o carro em frente a cancela, o cara abre sem nada perguntar, vou pra minha reuniao sossegado, so notando depois que eu tinha acabado de estacionar no estacionamento reservado para funcionarios. Pro cara da guarita, se eu tava te terno, era melhor me deixar entrar logo e nao me incomodar.

Poucos dias depois, com carro popular, roupa casual e carta formal de convite; levei 20 minutos pra conseguir entrar, com o cara checando todas as credenciais.

No fim, acho que nao levar em conta o fator social no questao racial, ou ainda, nao priorizar o fator social nos casos de discriminacao por raca quando ele existir, faz mais mal que bem.

O problema de no BR nao haver o minimo respeito pelos direitos invididuais e asa regras é pra mim algo ainda mais grave que o racismo. Atacando o primeiro, provavelmente como efeito colateral se resolveria muito do segundo.

O interessante e que o proprio pessoal do disco voador apontou que VARIAS outras pessoas tinham sido paradas, e que o caso do cara barrado ser negro foi escolhido apenas por ter a melhor imagem.

Mas nem eu contesto que sim, pareceu um caso ridiculo de racismo.



PermalinkPermalink 12.11.09 @ 11:18



Comentário de: cottonboy · http://www.fotolog.com/cottonet86

Ahhhhhh que nada... o negro foi barrado não foi por racismo, foi porque ele era MC e todo mundo sabe que MC geralmente ganha pouco, e por ser pobre ele tem mais chances de cometer um crime.

Me admira voce, Alex, nao saber disso.

PermalinkPermalink 12.11.09 @ 11:26



Comentário de: mônica

Itau, feito pra VOCÊ.
(vc não, neguinho)

PermalinkPermalink 12.11.09 @ 14:35



Comentário de: Lucas · http://lucasteixeira.com

rogerio, é o que eu ia falar...

um espaço amostral de duas pessoas não é algo muito considerável...

alguém tinha que pegar mais gente pra fazer isso, e documentar...

PermalinkPermalink 12.11.09 @ 21:07



Comentário de: Rogério Santos · http://www.efemeridesbaianas.blogspot.com

E depois ainda há quem acredite que a porta dos bancos barra as pessoas aleatoriamente.

Eu me vi nessa situação. Sou preto e já fui barrado algumas vezes na porta da agência bancária da faculdade por "estar portando objetos metálicos". O segurança veio, fuçou a minha sacola, e depois de ter certeza de que eu não estava carregando uma arma ele me deixou entrar.

O mais "engraçado" dessa história foi que entrou uma loiraça na agência falando ao telefone celular logo depois de mim, e o desgraçado do vigilante que estava na frente do biombo metálico disse para o que estava atrás: "passa! passa! pode deixar essa passar!!"

Eu só não desejei que aquela loiraça fosse uma assaltante e metesse um tiro bem no meio da cara dos dois desgraçados porque eu estava dentro da agência, e portanto ela poderia pensar em fazer a mesma coisa comigo também.


PermalinkPermalink 13.11.09 @ 02:05



Comentário de: Carol · http://logica-inversa.blogspot.com/

Isso foi foda mesmo.

Mas o que eu acho estranho, e muito estranho mesmo é que onde eu moro (interior de SP, onde há menos negros, proporcionalmente, que no Rio), nunca vi isso acontecer.

Pelo contrário: quem sempre é barrada sou eu. E por um motivo simples, eu não sobrevivo sem uma bolsa cheia de 1000 coisas, como celular, chaves, estojo de maquiagem e caixas de óculos de grau e de sol. E todos apitam. E toda vez é a mesma ladainha quando vou a bancos com portas giratórias.

Detalhe: sou branca, bem branca, aliás e geralmente estou vestida com roupas estilo social.

Detalhe 2: Eu fui frequentadora assídua de bancos porque trabalhei como responsável financeira de duas pequenas empresas.

Mas fazerem alguém tirar camisa? TIRAR CAMISA? Nunca vi. Nem nunca vi pararem alguém por ser negro.

Até porque acho que sou a recordista nessa modalidade: ser parada em portas de banco (em especial BB).

PermalinkPermalink 13.11.09 @ 19:48



Comentário de: Carol · http://logica-inversa.blogspot.com/

B + ) sempre dá essa carinha de óculos escuros.

Mas enfim: será que o Rio de Janeiro (universo do autor do blog) é mais racista e preconceituoso que minha cidadezinha (nem tanto assim, meio milhão de habitantes)"provinciana" e permeada por costumes italianos do sul?

É de se pensar se não existem vários "brasis" quando falamos de racismo.

PermalinkPermalink 13.11.09 @ 19:51



Comentário de: Alex Castro Email

É de se pensar se não existem vários "brasis" quando falamos de racismo.

poxa, num pais diverso e gigantesco como o nosso vc diz q isso é de se pensar? eu imaginava q fosse automaticamente auto-evidente....

PermalinkPermalink 13.11.09 @ 20:57



Comentário de: Carol · http://logica-inversa.blogspot.com/

Se é auto-evidente, por que a discussão das ações afirmativas quase não passa por essa discussão?

Se é auto-evidente (aliás, expressão estranha, mas enfim) por que quem geralmente escreve sobre o assunto não ressalta esse fato?

E você não escapa da crítica. Eu leio seu blog já faz alguns meses e chego sempre à conclusão que moramos em países diferentes.

Como você costuma fazer do Rio de Janeiro seu universo para o país (e não é só você;), não imaginei que para você fosse auto-evidente.

PermalinkPermalink 14.11.09 @ 15:05



Comentário de: Alex Castro Email

carol,

tb é auto-evidente que raças nao existem cientificamente, e por isso mesmo eu não fico dizendo isso o tempo todo.

quando falo da minha experiencia pessoal, deixo claro q estou falando do rio, e, mais ainda, da zona sul do rio. e nao, nao faço nem da minha cidade nem da minha experiencia a medida do brasil e dos brasileiros.

quando falo do brasil é pq estou falando do brasil. se a sua cidade em especifico, seja ela qual for, nao se encaixa numa afirmativa geral do brasil, e daí? não existe a cidade brasileira média assim como não existe o brasileiro médio, e nada disso impede a gente de fazer afirmativas gerais.

quando falo de empregadas domésticas, vem muita gente dizer que não tem, q nunca viu, q isso não existe, que só quem tem são meus amigos ricos, e eu respondo q nao estou falando dos meus amigos ricos, estou falando do brasil como um todo, e aí vem o ibge e confirma que, de fato, ser empregada doméstica é uma das principais atividades profissionais da mulher brasileira...

alias, eu já escrevi exatamente esse comentario pra vc não faz muito tempo, talvez duas semanas, e ainda linkei não só o texto do alexandre soares silva sobre as pessoas de inteligência mediana que adoram procurar as exceções em toda afirmativa geral, como tb linkei uns dois textos meus onde deixo bem clara a diferença entre as coisas que falo da minha experiência pessoal, do meu circulo de amigo e da minha cidade, com minhas afirmativas sobre o brasil.

e aqui estou eu, num sabado de manha, repetindo tudo de novo, pq ainda estou achando que vc comenta de boa fé.

eu tb comecei assim com o golgo mas qd percebi que ele só falava sempre as mesmas coisas, e q as minhas respostas a ele portanto teriam q ser sempre iguais, eu desisti de ficar me repetindo e simplesmente parei de prestar atenção nele.

vc já fez esse comentário, eu já respondi, vc fez de novo, eu respondi de novo a mesma resposta. se vc não está satisfeita, paciencia.

eu já sei das suas posições politicas e economicas, q para mim são francamente conservadoras e reacionárias, e todos nos sabemos que vc não vai encontrar nada pra concordar aqui no LLL. Talvez devesse parar de ler pra não se incomodar.

PermalinkPermalink 14.11.09 @ 16:54



Comentário de: vicente moraes

pessoau estou com um problemaço minha sogra tem 69 anos cabessa boa itudo, e ela mautrata eu minha esposa e meus 2 filhos como; estou dezimpregado minha esposa tambem e ela pisa mesmo esculhamba as vezes fica querendo bater nos meninos fica usando a idade disendo eu fasso tudo isso e vcs nao pode falar nada demim seus miseraveis por que eu sou idosa. asvezes fico penssando em colocar cameras pela casa toda para apresentar na promotoria mas kd dinheiro. ki castigo e essi!

PermalinkPermalink 24.11.09 @ 14:40



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  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
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  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
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  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
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  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
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