Quer comprar no Submarino? Entre por aqui e eu ganho 8%.

Twitadas (XI)

- Um maluco continua blogando em meu nome e estou achando a maior graça: http://www.interney.net/blogs/lll/

- Confesso q já cheguei no ponto q ñ sei + quais dos meus melhores amigos de infância têm 1, 2 ou 3 filhos. simplesmente ñ consigo acompanhar.

- semestre q vem, ensino um curso chamado Introdução aos Estudos Brasileiros, em inglês. Vamos ler, em tradução:

- Casa-Grande & Senzala (2/3), Sertões (1/3), Dom Casmurro, Hora d Estrela, Quarto d Despejo, Verdade Tropical. O q acham?

- depois desse curso, ninguém vai poder dizer q meus moleques não foram introduzidos nos estudos brasileiros. :)

- limitações: #1: tem q estar traduzido p/inglês; #2 tem q estar em catálogo. aqui ñ rola essa cultura de xerox.

- em mulher bonita, vaidade é + sexy q a propria beleza. beleza é plástica e ñ necessariamente sexual. mas vaidade é atitude, puro sexo.

- É mais sexy a feia q se acha linda do que a linda q se acha feia. Ninguém pode ser sexy sem se amar e estar segura de si.

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- meu roommate francês está puto, brigando com alguém ao telefone. dá mt agonia ouvir uma briga e não entender nem uma palavra!

- Maria disse não. João disse sim. Maria disse sim. Amor.

- se esse país soubesse dar valor aos que trabalham duro, teríamos uma Lei Afonso Arinos ou Maria da Penha pra defender a classe média!

- gente empolgada quase sempre é chata (no sentido de mala). gente desempolgada quase sempre é chata (no sentido de tediosa).

- pergunta filosofica importante: 1) se gosto de mulheres más, 2) se acho racismo horrível e perverso, 3) é certo ter tesão p/mulher racista?

- já me perguntaram trocentas vezes pq não "brinquei" halloween... hmm... deve ser pq já ñ tenho mais 12 anos....

- o problema d jazz é q ficam a noite toda passando o som e nunca começam a tocar a música

* * *

Lá no meu twitter, tem mais: http://twitter.com/AlexCastroLLL

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06.11.09


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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Gigi

Tenho twitter, mas não uso. então agradeço a fotocópia aqui no blog. :o)

PermalinkPermalink 06.11.09 @ 04:41



Comentário de: Ulisses Adirt · http://incautosdoontem.opsblog.org/

Alex, p/ o seu curso. Já pensou no Raízes do Brasil, do Sérgio Buarque? (lembrei agora)

PermalinkPermalink 06.11.09 @ 09:05



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com/

"o problema d jazz é q..."

HAHAHAHAHA

Quem ouve muita música cantada pensa q jazz improvisado é só uma longa introdução: fica esperando o cantor entrar.

(Bom, alguns anos atrás vc avisou q tinha ouvido de lata...)

PermalinkPermalink 06.11.09 @ 11:26



Comentário de: Tiago Lorenzo

Essa é a parte sádica de Alex se divertindo enquanto os seus leitores ficam tentando adivinhar se é ele mesmo quem escreve ou não.

:P

PermalinkPermalink 06.11.09 @ 11:39



Comentário de: Vanessa · http://www.vanprates.blogspot.com

Se for historiografia bras., usa os 'básicos': Caio Prado, Sérgio Buarque, Gilberto Freire. Caso seja somente introdução aos estudos brasileiros, daí o leque vira um guarda-chuva. Dá pra usar literatura, música, artes...

Mas olha que enxerida eu. Falando isso logo procê!

Ah, sobre essa tuítada aqui, ó:
"Confesso q já cheguei no ponto q ñ sei + quais dos meus melhores amigos de infância têm 1, 2 ou 3 filhos. simplesmente ñ consigo acompanhar."

Sabe o que é?
Veieira.

Ô, dó.
;)

PermalinkPermalink 06.11.09 @ 12:37



Comentário de: JCCyC · http://rsnda.blogspot.com

O Max Mosley pode lhe dar mais informações sobre o antepenúltimo item:

http://en.wikipedia.org/wiki/Mosley_v_News_Group_Newspapers_Limited#The_.22Nazi.22_allegation

PermalinkPermalink 06.11.09 @ 13:51



Comentário de: JCCyC · http://rsnda.blogspot.com

Jazz e outros... como música de elevador, ou música de piano em restaurante. Eu chamo de "música sem começo nem meio nem fim".

PermalinkPermalink 06.11.09 @ 13:53



Comentário de: Alessandra · http://alessandrasouza.blogspot.com

Para mim, a pessoa exigir que uma música tenha começo, meio e fim, nessa ordem, e se recusar a realmente ouvir a que não tem é como exigir que um filme ou um livro tenha começo, meio e fim, nessa ordem e se recusar a ler ou ver qualquer coisa que saia do formato. Ou seja, é compreensível, e é como a maioria faz, mas ai! quanta oportunidade perdida de aproveitar algo diferente simplesmente pela necessidade de estar em terreno conhecido!

PermalinkPermalink 06.11.09 @ 14:09



Comentário de: Alessandra · http://alessandrasouza.blogspot.com

E vou dizer Alex, esse maluco está tão bem informado sobre a sua vida que, eu se fosse você me preocuparia um pouco. Deve ser um stalker. ;-)

PermalinkPermalink 06.11.09 @ 14:10



Comentário de: Alexandre de S Thiago Lemke · http://www.doisvintens.blogspot.com

Semestre passado, em Literatura Brasileira I, li Casa Grande e Senzala. Nesse, Lit Bras II, li Raízes do Brasil. Preferi o segundo.

PermalinkPermalink 06.11.09 @ 18:14



Comentário de: Adriana · http://anndixson.blogspot.com

Sérgio Buarque e Gilberto Freyre são imprescindíveis, adorei vc usar a Hora da Estrela!!!

PermalinkPermalink 06.11.09 @ 19:36



Comentário de: João Ricardo · http://berimbeat.wordpress.com

Os alunos aí nos EUA compram os livros ao invés de tirar xerox?

PermalinkPermalink 06.11.09 @ 20:17



Comentário de: Alex Castro Email

alem de ser proibido por lei (como no brasil) nao rola essa cultura de xerox. a maioria dos lugares nem aceita xerocar livros ou trechos de livros, por ser violação de copyright. por isso, o professor tem q dar livros que estejam em catalogo. ou q existam copias bastante na biblioteca. ou q seja facil de achar em sebo.

por exemplo, CG&S nao estah em catalogo, mas buscando na net, encontrei trocentas copias em lojas de livros usados. entao tah valendo.

PermalinkPermalink 06.11.09 @ 20:23



Comentário de: João Ricardo · http://berimbeat.wordpress.com

Jesus cristo!

PermalinkPermalink 06.11.09 @ 21:11



Comentário de: JCCyC · http://rsnda.blogspot.com

Por outro lado, acha-se PDF de tudo por aí online, fácil... ahem, foi o que ouvi dizer.

PermalinkPermalink 06.11.09 @ 21:48



Comentário de: gustavo

mas aí é foda. se tiver 5 livros na biblioteca, 30 pessoas na turma, e na livraria for muito caro? azar o do aluno?

PermalinkPermalink 06.11.09 @ 22:10



Comentário de: gustavo

e essa piada do jazz é meio como o cara que desdenha de sexo mas nunca trepou.

PermalinkPermalink 06.11.09 @ 22:11



Comentário de: Alex Castro Email

gustavo, a logica aqui é que se vc nao tem dinheiro pra comprar os livros, q nao faça o curso... mas tb, via de regra, os alunos mais pobres e muquiranas, q nao querem comprar os livros, pegam eles na biblioteca antes mesmo de comecar o semestre. em geral, em cursos basicos, soh tem UM textbook, mas no meu caso fica caro. jah fiz um curso de portugues na pos-graduacao onde lemos 12 livros. os 12 brasileiros, em portugues, ou seja, importados. o mais barato era 40 dolares, o mais caro 70. ou seja, foi uma aula bem cara pra fazer...

PermalinkPermalink 06.11.09 @ 22:50



Comentário de: Vanessa · http://www.vanprates.blogspot.com

Vixe mãe, se fosse depender de comprar livros pra estudar e cursar a disciplina...No máximo eu teria que contrabandear umas cópias, ou emprestar os livros dos amigos. E...no more leitura prévia. (mas não que eu tenha feito muitas. as cervejas nos eram mais divertidas, sem dúvidas)

Dinheiro era o que mais me faltava; livros na biblioteca também.
(Fiz Metodista, e os livros da área sempre nos foram escassos)

Já esses americanos criados a ovomaltine...

E isso sem dramas.
Vc já foi com R$2,50 pra universidade?
Pois é, essa era a minha condição. Mas de uma forma ou de outra, eu consegui...
E sim, me considero uma privilegiada.
Claro ;)))

PermalinkPermalink 07.11.09 @ 04:46



Comentário de: Marcio Goncalves

"Jesus cristo!"

Jesus Cristo, as pessoas seguem a lei nos EUA! Que pais louco, onde o mundo vai parar! :P

A cultura de xerox criou um problema secundario no Brasil alem da evidente quebra de copyright: criou-se uma geracao de universitarios que nunca leram um livro inteiro.

Ok, nunca leram eh exagero, mas 90% dos autores que os alunos conhecem, eles so leram um ou dois capitulos dos ditos. Noto que em geral so leem mesmo os livros que usam para a monografia (isso se for uma faculdade seria ainda).

O cara le um capitulo de Casa Grande e Senzala e diz, sincero, que ja leu o livro.

Eh foda.

PermalinkPermalink 07.11.09 @ 06:47



Comentário de: Julia · http://innuendoblues.blogspot.com/

Dois Irmãos do Milton Hatoum é uma opção? Aborda o crescimento de Manaus (ok, imagino que tu saiba), acho interessante.

PermalinkPermalink 07.11.09 @ 10:01



Comentário de: Vanessa · http://www.vanprates.blogspot.com

Marcio,

Sobre a 'prática da xeroxcização' ter criado uma geração de universitarios que nunca leram um livro inteiro...e, da maioria ter lido somente capítulos e nunca livros inteiros.

Bem, não acho isso necessariamente ruim. Numa perspectiva, acho até bom.

Alguns capítulos lidos durante o curso(e geralmente são os chaves) me despertaram uma vontade louca de devorá-lo todo, já outros, nem tanto. Aí entra a questão da subjetividade...

E isso não tem nada a ver com preguiça. Muitas vezes é até uma questão de tempo. Um cara que trabalha o dia todo e ainda estuda a noite não tem realmente tempo de ler todos os livros indicados...

Eu, por exemplo, li Casa-Grande&Senzala todinho, mas de capítulo em capítulo. A mesma coisa aconteceu com Sobrados&Mocambos...

PermalinkPermalink 07.11.09 @ 13:19



Comentário de: Arthur Golgo Lucas · http://www.arthur.bio.br

Postei comentários dirigidos ao Kitagawa e à Vanessa lá no artigo "Preconceito contra a Classe Média".

PermalinkPermalink 07.11.09 @ 14:41



Comentário de: Arthur Golgo Lucas · http://www.arthur.bio.br

Sobre fotocópias:

Um conhecido meu comprou uma fotocopiadora Nashua e um kit de encadernação quando entrou no curso de medicina.

As fotocópias da Nashua duram muito mais que as da Xerox e - segundo os cálculos dele - o investimento inicial dele se pagou bem antes da metade do curso quando comparado ao preço dos livros que ele teria que comprar.

As poucas imagens que ele precisava muito que fossem coloridas ele pagava uma fotocópia em cores e encadernava junto com as próprias cópias.


PermalinkPermalink 07.11.09 @ 14:50



Comentário de: Luiz

Alex, você é aquariano?

PermalinkPermalink 07.11.09 @ 16:39



Comentário de: Samara

Obrigada por me dizer de novo o quanto eu sou loucamente sexy. ^_^Beijos, saudades e uns dedões.

PermalinkPermalink 07.11.09 @ 18:33



Comentário de: JCCyC · http://rsnda.blogspot.com

Lamento, Samara, mas o elogio dele se aplica às FEIAS sexy. Não se aplica às bonitas sexy. Lamento.

PermalinkPermalink 07.11.09 @ 18:43



Comentário de: aiaiai

Essa vc não vai acreditar, alex...expulsaram a menina do vestido vermelho

PermalinkPermalink 07.11.09 @ 20:14



Comentário de: Marcio Goncalves

Vanessa, eh ruim principalmente em materias humanas como Historia (na qual me formei)

Porque um autor de Historia (pelo menos em um bom livro) desenvolve todo um raciocinio e argumentacao do inicio ao fim - se voce so le um capitulo tu nao pode realmente achar que leu tal livro.

Por exemplo, essa eh uma das razoes pela qual 99% dos universitarios e pessoas formadas falam a baboseira de que Casa Grande & Senzala glorifica e romantiza a escravidao.

Obviamente nao leram os capitulos sobre donas de casa queimando a orelha de escravas com o ferro de passar e outras violencias.

Sim, nao ha nada de errado ler um ou dois capitulos de tal livro quando somente eles sao relevantes, mas o problema eh que isso virou a regra.

Fiz uma pesquisa informal no meu curso de Historia na UFPR no meu ultimo ano 2007, e confirmei o que eu suspeitava: o pessoal so le livros inteiros para a Monografia ou em certas materias optativas.

Realmente nao eh uma questao de preguica, pelo menos nao na UFPR, um curso com uma quantidade de leitura por materias bastante alta.

Mas como eu disse, isso eh um problema secundario - melhor que leiam 10% de trocentos autores do que nao leiam nada (como ocorre em varias faculdade toscas)

O principal problema eh, obviamente, o lance do copyright, principalmente nas Universidades Federais.

O fato de haver um xerox dentro do meu ex-predio na UFPR, com pastas separadas de cada um dos professores para xerox mostra um absurdo desrespeito pelas leis do pais em uma instituicao Federal.

Nao eh coisa de pais serio.





PermalinkPermalink 07.11.09 @ 20:48



Comentário de: Lucélia

Sou totalmente a favor do xerox, como também da pirataria de cd's. O autor se fode? Claro! Isso é bacana, é legal? Claro que não! Mas não fosse o xerox e os cd's piratas a cultura não seria tão amplamente divulgada, como está sendo agora. Acho que a pirataria inclusive incita as editoras e gravadoras a baixarem os preços dos produtos e os tornarem mais populares. Que as editoras fiquem com seus livros encalhados até que percebam que o preço é caro. Mas é caro em relação a quê? Ao poder aquisitivo do brasileiro, às opções de mercado e às vezes até em relação ao próprio conteúdo que oferecem.

Esse desrespeito com a produção intelectual de escritores, cantores e artistas em geral é um reflexo do desrespeito geral que impera na nossa sociedade. Veja bem...você paga R$30,00 para a sua diarista, mesmo sabendo que o serviço dela vale R$70,00. Porque faz isso? Ora, porque sabe que se ela não quiser os R$30,00 outra vai querer. Então porque pagaria R$120,00 num livro se sabe que pode obtê-lo por R$35,00? Sejamos sinceros, a ética torna-se algo muito fluido quando se tem a oportunidade de burlá-la. No tempo do disco (LP), ninguém pirateava nada, simplesmente porque o tipo de mídia era incorrompível. Já com o cd, fizeram com essa "falha embutida" para que o próprio sistema pudesse ser corrompido. Existe uma indústria muito forte interessada em que as coisas sejam pirateadas. Se não querem livros piratas, então que criem páginas que não possam ser copiadas.

PermalinkPermalink 09.11.09 @ 14:30



Comentário de: Lucélia

Alex,

Quando seus livros forem xerocados sinta-se realizado como autor. Significa que alguém que não tinha condições de ler seu livro, foi contra a lei para poder lê-lo.Alguém que não tinha como obter, fez o diabo pra ter. Se bem que seus livros são bem baratinhos né, e você é um autor acessível em todos os aspectos...

Juro! Se alguém assaltar minha casa e levar os quadros que desenhei e pintei vou me sentir lisonjeada.

PermalinkPermalink 09.11.09 @ 14:34



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  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
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  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
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  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
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  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
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  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
  • 22. Castelnau, Francis de. Entrevistas com Escravos Africanos na Bahia Oitocentista. [Brasil, séc.XIX] Abr.
  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
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  • 16. Fanon, François. Black Skin, White Masks. [Martinica, 1952] Abr.
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  • 11. Ribeiro, João Ubaldo. Viva o Povo Brasileiro. [Brasil, 1984] Fev.
  • 10. Lispector, Clarice. Laços de Família. [Brasil, 1960] Fev.
  • 9. Veiga, José J. A Hora dos Ruminantes. [Brasil, 1966] Fev.
  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
  • 7. Pinto, Fernão Mendes. Peregrinações. [Portugal, séc.XVI] Fev.- (TulBib)
  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

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