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Discurso de Obama sobre Religião, Estado Laico e Democracia

Só por esse discurso eu já votaria nesse homem pra qualquer coisa que ele quisesse. Com legendas em português.

* * *

 Futuro de uma Ilusão Deus , um Delírio
Nunca li Dawkins, que sempre me pareceu um ateu militante, algo que desprezo um pouco, mas Freud em O Futuro de uma Ilusão já falou tudo o que eu sempre quis dizer sobre religião.

 

03.11.09


Categorias: Comportamento, Política

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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Vanessa · http://www.vanprates.blogspot.com

Eu também.

Obama is the man!


PermalinkPermalink 03.11.09 @ 04:45



Comentário de: Vanessa · http://www.vanprates.blogspot.com

...e já catei o vídeo pra pôr no meu cafofo.

PermalinkPermalink 03.11.09 @ 04:47



Comentário de: aiaiai

Lindo, né? como o cara consegue falar tudo de forma tão transparente e tranquila...

não queria ser pessimista, mas fico com vontade de falar para o serviço secreto redobrar a vigilância. Nós votariamos nele para qq coisa, mas tem muita gente com ódio da sensatez do cara.
Valeu Alex!

PermalinkPermalink 03.11.09 @ 07:33



Comentário de: Manuel Carreiro · http://manuelcarreiro.com

O mais engraçado é que eu e um amigo que mora em Boston falávamos outro dia pelo MSN sobre o Obama, e o fim da conversa foi parecido com o que a aiaiai disse acima.

Triste e aterrador pensar que a sensatez dele esteja irritando muita gente. Kennedy morreu por menos.

E é horrível pensar que, tanto tempo depois, ainda tenhamos tanto medo...

PermalinkPermalink 03.11.09 @ 08:12



Comentário de: Indy · http://adapt-se.blogspot.com/

Pura nova ordem mundial.

Acho engraçado como as pessoas usam textos biblicos que serviriam para nos ensinar coisas boas,para simplismente desautorizar a mesma história.É deprimente ver como a palavra de Deus,como os ensinamentos dele,são tão facilmente ridicularizados por homens como o Obama.A culpa é de quem acredita no que os homens falam.Eu sei que existe um Deus,sei que tudo que esta na biblia é verdade.E embora eu nao obedeça Deus,eu nao o desautorizo,irei para o inferno com a conciencia do porque eu estou lá,e se fazer a minha vontade nessa vida,vale minha alma imortal que assim seja.Só que eu nao posso dizer ou pensar e até mesmo agir como se nao existisse um Deus.Porque todos nos sabemos,todo ser humano sem exceçao alguma,sabe que existe um Deus.Saber que ele existe nao influencia em nossas decisões.Obedece-lo sim.E entre acreditar em Deus e obedecer a Deus há uma enorme diferença.Muitos escolhem serem desobedientes,pois bem,e o que eles fazem para abrandar a dor de ser um filho rebelde? se fazer acreditar que o pai nao existe,nos tornamos orfãos por pura e simples conveniência.Vocês naosabem o que dizem,voces nao sabem como seria o mundo sem Deus!

PermalinkPermalink 03.11.09 @ 12:59



Comentário de: Haline · http://www.halinices.blogspot.com

Eu acho que todo mundo tinha que ler ao menos: Psicologia das Massas, O Futuro de uma Ilusão e O Mal Estar na Civilização. Daí rola uma conversa.

Penso a mesma coisa do Dawkins, deve escrever bem e tals. Mas não tenho a menor curiosidade. Acho bem mais difícil argumentar q existe um deus.

PermalinkPermalink 03.11.09 @ 13:13



Comentário de: Kitagawa

"A culpa é de quem acredita no que os homens falam"

Indy, as palavras da biblia são também palavras dos homens, foram homens que escreveram aquilo. Se vc acredita que são as palavras de deus é porque homens lhe convenceram disso.

PermalinkPermalink 03.11.09 @ 15:41



Comentário de: Eric

Sempre acho interessante o fato de uma discussão sobre a liberdade de crença (ou ausência dela) cai na discussão sobre de existe ou não um deus (o que, para esse fim, de reconhecimento da liberdade, é totalmente irrelevante).

Já li uns textos, além do livro "Deus, um delírio", do Dawkins. No geral, há uma ideia equivocada sobre ele. Sim, ele defende uma posição mais proativa dos ateus. Não nos termos de proselitismo, mas de "sair do armário", já que muitos deles, por medo de preconceito, escondem suas posições reais.
Dawkins também encara a religião em geral, mais especificamente a religião organizada (na qual existe, genericamente falando, um sacerdote que interpreta e cria normas de conduta) como um problema, que acaba, conforme vários exemplos históricos, levando pessoas a práticas pouco desejáveis em aspectos morais (no sentido não-religioso do termo), lógicos e científicos.
Muitas pessoas se revoltam com propagandas do ateismo, como as que surgiram na Inglaterra, mas elas são muito mais direcionadas a aceitação dos ateus do que para a "captação de fiéis", especialmente se comparadas com qualquer tipo de proselitismo que vemos por aí.

PermalinkPermalink 03.11.09 @ 17:09



Comentário de: Eric

Ah! Só complementando, para os que acham que discutir a liberdade de religião exige saber qual a religião "certa" (um oximoro?), deixo essa tirinha sensacional:
http://www.gocomics.com/nonsequitur/2009/10/29/

PermalinkPermalink 03.11.09 @ 17:13



Comentário de: João p.

Cara, vou mudar um pouco de assunto porque pensei no seu blog outro dia. A respeito da armadilha do aumento do padrão de vida. Acontece que comprei um laptop, conversei com meu pai e ele pagou uma parte, eu paguei a outra, pensei: isso vai facilitar minha vida. Com o tempo, me tornei um pouco dependente do aparelho. E, por um descuido meu em relação à lei da gravidade, ele caiu e quebrou. Agora o conserto sai caro, é uma prioridade, e vou me endividar. Quando comprei o aparelho, não me dei conta de que estava, sem saber, me arriscando e me comprometendo.

O automóvel, que parecia há pouco dar-me liberdade,
É agora uma coisa onde estou fechado

PermalinkPermalink 03.11.09 @ 17:25



Comentário de: Naiara

Indy,
Sem querer fazer ataques nem nada, o que eu acho engraçado é, entre outras coisas, como se pode pregar, por um lado, a liberdade de escolha, mesmo quando ela implica prejuízo pessoal - "escolher a desobediência" - e ao mesmo tempo ignorá-la por completo - "todo mundo sabe que Deus existe". Me fascina esse fenômeno da crença absoluta da própria verdade pessoal...

PermalinkPermalink 03.11.09 @ 17:53



Comentário de: aiaiai

Eric,
eu já tinha visto a tirinha e adorado, mas agora li alguns dos comentários e tem um ótimo:
Actually, it strikes me that the one thing all religions seem to agree on is that every other religion is the wrong one. That’s probably the only thing they all get right.
kkkkkkkkkkkkkkkkk é por ai.

Indy,
vou falar sério com vc, li seu coment 3 vezes e não entendi. Mas, é notória minha burrice, então, deixa prá lá...

PermalinkPermalink 03.11.09 @ 18:42



Comentário de: Fê

O legal da Indy é que nao soh ela acredita em deus, céu e inferno, como ela acha que o cara tah olhando pra ela e julgando tudo.

Olha, nao é por nada nao, mas se ele existir, ele tem coisas mais interessantes pra fazer hauahauahua.

PermalinkPermalink 03.11.09 @ 18:58



Comentário de: Paulo Sacramento · http://www.reator2.com.br

Esse discurso sintetiza grande parte dos pontos mais importantes da opção ocidental de separação entre Estado e Igreja.

PermalinkPermalink 03.11.09 @ 20:10



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com/

Muito bom, esse discurso. Obrigado, não conhecia. É bom pelo q ele fala de religião ("the art of the impossible" indeed!), mas é muito melhor pelo q ele fala da democracia. A democracia sempre foi e sempre será uma bosta, pq o HUMANO é uma bosta; mas o assunto "democracia" tem o mérito de desenvolver a inteligência.

PermalinkPermalink 03.11.09 @ 22:17



Comentário de: julio

um bom texto libertario
Liberdade é a liberdade de quem discorda da gente

Hoje todo mundo escreve, todo mundo fotografa, todo mundo faz vídeo. A tecnologia está aí para isso. Ótimo. Nem tão ótimo para quem vivia ou vive disso, como por exemplo, eu.

Mas uma coisa é produzir conteúdo. Outra é ser crítico. Aí já ouço o cara ali atrás: para que serve o crítico? É só um artista frustrado etc. etc.

A melhor resposta que eu leio em muito tempo é de ontem, do Inácio Araújo. Com quem muito aprendi, adolescente, lendo seus artigos sobre filmes, na Folha de S. Paulo.

E que tive o prazer de conhecer, anos depois, quando trabalhei por lá. Encontro raramente Inácio e é sempre um prazer. Acho que você vai gostar de ler este artigo dele também.

Crítico serve para isso.

Aproveitando o embalo e arrumando uma tretinha: teve em São Paulo uma coisa chamada Marcha Para Jesus, neste Dia de Finados.

Parece que juntou mais de um milhão de evangélicos. A imprensa caiu de pau.

Agora, esses dias aconteceu em Belém o Círio de Nazaré, a maior festa católica do Brasil. Tinha dois milhões de pessoas, disse a imprensa.

Todos os jornais, tevês, internet, todo mundo falando do “espetáculo da fé”, aquela emoção, aquela choradeira.

Eu estava em Belém. Eu vi o que é aquilo. É impressionante. É assustador. Quase morreram criancinhas esmagadas.

E uso político da religião, bem, Dilma Rousseff estava lá. Escuta aqui: eu sou a favor da liberdade.

E liberdade sempre é em primeiríssimo lugar a liberdade de quem discorda da gente.

Então sou a favor da liberdade de você ser religioso e marchar pela sua religião. Seja para Jesus, Virgem Maria, Alá, Exu ou Ganesh.

Por isso acho deselegante um veículo babar da maneira mais abjeta para festas católicas e pegar no pé dos crentes.

Dois pesos e duas medidas, não dá.

O principal argumento dos amigos jornalistas para detonar a tal Marcha para Jesus foi a presença do casal Hernandes, da Renascer, que foi condenado a pegar uma cana nos Estados Unidos por lavagem de dinheiro.
Foto: André Lessa/Agência Estado

Marcha para Jesus - SP

São criminosos? Pois que paguem. Longe de mim defender bandido, seja de que religião for.

Agora, você não vai encontrar maior coleção de crimes cometidos em nome de deus do que o currículo da Igreja Católica. Afinal, são 2009 anos de tradição.

E não estou falando da Idade Média não. Para ficar aqui na vizinhança, os ditadores mais sanguinários da América Latina sempre contaram com o apoio da Igreja (ainda que enfrentassem a oposição de muitos religiosos).

Augusto Pinochet comungava todo dia. Bandidagem por bandidagem, qualquer freirinha simpática trabalha para uma organização com muito mais sangue nas mãos do que você pode imaginar.

Por outro lado, e caramba, sempre tem outro lado, quem tem fé tem que aprender a respeitar quem não tem.

Liberdade é assim: tem que desagradar a gregos e troianos. E chover sobre justos e injustos.


PermalinkPermalink 03.11.09 @ 22:51



Comentário de: julio

esse texto dai de cima nao e meu e de http://blogs.r7.com/andre-forastieri/

PermalinkPermalink 03.11.09 @ 22:52



Comentário de: JCCyC · http://rsnda.blogspot.com

Estou com uma pulga atrás da orelha.

Você diz que não gosta do Dawkins, mas aparentemente concorda com ele em quase tudo. (E isso é bom!) Você admirou um post do Idelber em que os argumentos dele são basicamente os de Dawkins, por exemplo. Vide a "Out Campaign".

Você já leu este texto (curto) do Dawins? ( http://www.guardian.co.uk/world/2001/sep/15/september11.politicsphilosophyandsociety1 ) O que você acha?

PermalinkPermalink 04.11.09 @ 09:54



Comentário de: Winston

Ainda sobre o assunto Dawkins:

"Nunca li Dawkins, que sempre me pareceu um ateu militante, algo que desprezo um pouco."

Não é a primeira vez que vejo aqui essa frase, e nunca a entendi.

Por que vc despreza o fato de alguém defender entusiasticamente as ideias em que acredita? Ainda mais quando essas ideias são tão parecidas com as suas?

Parece coisa daqueles crentes que dizem que "se vc não quiser acreditar em deus, tudo bem, mas não precisa ficar falando sobre isso assim na frente da gente o tempo todo"..

PermalinkPermalink 04.11.09 @ 17:05



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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
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  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
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  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
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  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
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