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Brasil tem Pior Desigualdade Salarial da América Latina

Tanto entre homens e mulheres quanto entre brancos e negros/índios. Do meu jornal preferido:

Latin America's worst wage gap for women and minorities? Powerhouse Brazil.

Men earn 30 percent more than women in Brazil, according to a new report from the Inter-American Development Bank. That gap is almost zero in Guatemala and Bolivia.

Andrew Downie e Sara Miller Llana, The Christian Science Monitor, 13 de outubro de 2009

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14.10.09


Categorias: Economia, Política, Raça

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Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr

Aí a gente dia para o homem negro: "você, homem negro, tem que ser legal com as mulheres, não importa a cor". E depois dizemos para a mulher branca: "você, mulher branca, tem que ser legal com os negros, não importa o sexo". Como será que eles vão reagir? Será que vão ser legais com mulheres e negros, em vez de chorar que o homem branco não é legal com eles? Perguntar não ofende...

E, é claro, negros e mulheres "oprimidos" detestam homossexuais. Isso não falha, Alex: quanto maior o grau de "opressão", maior a homofobia.

PermalinkPermalink 14.10.09 @ 10:39



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr

Mas eu sou a favor das cotas nas universidades públicas. As cotas raciais irão desmoralizar a universidade pública. E para o Brasil começa a dar certo é preciso acabar com a universidade pública. A universidade pública é a saúva moderna: ou o Brasíl acaba com a universidade pública ou a universidade pública acaba com o Brasil. Temos que acabar com essas saúvas. E as cotas raciais serão nosso tamanduá! Vamos defender as cotas, Alex, eu te apoio nessa!

Por que acho isso? Ah, eu já expliquei porque aqui: http://www.interney.net/blogs/lll/2009/09/09/o_povo_quer_saber_1

PermalinkPermalink 14.10.09 @ 10:41



Comentário de: Luis

andaram lendo seus textos por aqui.. http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI97868-15230,00-AS+MADAMES+E+SUAS+MUCAMAS.html

PermalinkPermalink 14.10.09 @ 12:05



Comentário de: Arthur

Jorge Nobre....E dai?

PermalinkPermalink 14.10.09 @ 14:32



Comentário de: lucas

deve ser resultado da super política do lula também! ele fica cada vez mais o meu herói!


PermalinkPermalink 14.10.09 @ 15:58



Comentário de: aiaiai

Alex,

li um post e lembrei de vc:
http://brasiliaeuvi.wordpress.com/2009/10/13/os-novos-negros/
O leandro tá cada vez mais afiado.

Agora, é sério que esse é seu jornal preferido?

PermalinkPermalink 14.10.09 @ 16:13



Comentário de: Alex Castro Email

aiaiaia

o criterio é eliminatorio. nao estou dizendo que seja perfeito, mas é dos poucos jornais que leio regularmente e onde nunca li nada q me deixasse envergonhado.

no brasil, nenhum jornal passa por esse teste. e, no exterior, alguns passam perto, tipo El Pais, NYT, Guardian.

Navega um pouco por lá e vc vai ver.

PermalinkPermalink 14.10.09 @ 16:33



Comentário de: Arthur Golgo Lucas · http://arthur.bio.br/

Eu nunca conheci uma única pessoa que me contasse: "sabe, lá onde eu trabalho pagam valores diferenciados para homens e mulheres que exercem a mesma função (ou realizam a mesma tarefa)". Nunca.

E eu fiz meu mestrado perguntando isso às pessoas (entre outras coisas).

Mas sempre vejo este dado da terrível discriminação salarial entre homens e mulheres. E nunca vi os dados originais também, é outra coisa que ninguém publica.


PermalinkPermalink 15.10.09 @ 00:23



Comentário de: Adam · http://suspensaodejuizo.wordpress.com

Golgo, o que você fala não faz muit sentido. Você diz que fez seu mestrado perguntando sobre diferenças salariais... mas nunca procurou os dados! Como assim? Você escreveu uma dissertação de mestrado que toca no assunto sem procurar os dados?! Aliás, o que você quer dizer com "dados originais"?

Ou sua dissertação foi mal referenciada ou você deu uma distorcida para dar a entender que fez uma pesquisa "séria" sobre o assunto...

Sobre o fato de você não conhecer ninguém que falasse "onde eu trabalho pagam valores diferenciados para homens e mulheres", isso prova que você está viajando. Como assim você não conhece NINGUÉM? se você fosse no país mais igualitário do mundo iria conhecer alguém que relatasse um caso incidental desses; como é possível não encontrar nem uma oscilaçãozinha? Como você conseguiu, no Brasil, não encontrar essa pessoa em lugar nenhum?! Fez sua pesquisa só com servidor público?

Quanto aos dados, eu suspeito que seja esse o artigo: http://idbdocs.iadb.org/wsdocs/getdocument.aspx?docnum=2019004 Não estou certo: este é de junho, e a reportagem fala de um artigo publicado em outubro. De qualquer forma, já são "dados originais". Agora, dá um tempo com essa desculpa porque com uma googlada se encontra o artigo. É tosco insinuar que não existe a diferença salarial relevante porque VOCÊ NÃO QUIS ir procurar a referência.

PermalinkPermalink 15.10.09 @ 04:21



Comentário de: Arthur Golgo Lucas · http://arthur.bio.br/

Adam:

O chutômetro foi forte aí. Quem disse que eu nunca procurei os dados originais? Eu inúmeras vezes procurei os dados originais, mas este tipo de dado simplesmente quase nunca está disponível.

Ou o pesquisador não registra os dados primários, ou não libera os registros, ou informa somente as estatísticas básicas, que é o mais comum.

O que são "dados originais"? Ora, são as informações que o pesquisador buscou em campo, com o registro adequado de como as obteve, onde, quando, com quem, etc. É em cima destes dados que se faz tudo em termos de estatística. Se não for a partir destes dados, das duas, uma: ou é meta-análise, ou não é nada.

E quando eu disse ninguém o que na verdade eu quis dizer foi ninguém mesmo. Nem uma única pessoa. Nem uma única alma, encarnada ou desencarnada. Nunca. Jamais. Isso non ecziste.

Se é o país mais igualitário do mundo eu não sei, mas que em muitos anos de pesquisa eu nunca encontrei esse problema na prática, nem em dados primários confirmáveis, isso é fato.


===


Olhei o artigo citado. Estas são estatísticas básicas, não são dados primários checáveis. É só pensar: tenho como visitar algum lugar, entrevistar alguém, consultar algum documento, checar de alguma forma estes números? Se não houver como, então estes não são os dados primários, são as estatísticas básicas.

Um exemplo: se tu me dizes que na firma "X" as mulheres ganham 10% a menos que os homens, isso é a informação estatística. Se tu dizes que as mulheres ganham R$ 90,00 e os homens ganham 100,00 isso é um dado primário, porque eu posso recuperar o contracheque de uma mulher e o contracheque de um homem e conferir este dado.

Agora, se os salários são desiguais em média, havendo mulheres que ganham diversos valores e homens que ganham diversos valores, então a informação estatística pode estar equivocada mesmo que esteja matemáticamente correta, porque depende de delineamento amostral adequado para que possamos nos certificar de que todos os dados relevantes foram realmente incluídos na interpretação dos dados originais.

Um exemplo de erro comum de delineamento amostral tendencioso para provar que as mulheres ganham menos que os homens é não considerar adequadamente os dados etários ou de permanência no emprego. Muitas empresas que não contratavam mulheres hoje contratam normalmente homens e mulheres, ganhando o mesmo salário, mas se um levantamento incluir todos os homens e todas as mulheres sem categorizar por idade ou antigüidade, as estatísticas ganham um falso viés porque refletem a realidade de uma época que não existe mais. É um erro de delineamento amostral que gera uma informação equivocada.

Só o Alex acha que eu sou burro. Não aconselho apostar no time dele. :)

PermalinkPermalink 16.10.09 @ 01:57



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

Golgo,
Vc tá correto aí, mas esses problemas q vc apontou são só a ponta do iceberg. A publicação de estatísticas pós-análise é talvez o maior produtor de factóides na imprensa. O artigo nào fala de controle das inúmeras variáveis – pra começar, nem mesmo de onde o BID tirou os dados de cada país diferente.

E faço essas objeções até mesmo achando q a disparidade de renda no espectro social-econômico é realmente o MAIOR indício de q o Brasil faz muita coisa errada. A concentração de riqueza nas mãos de poucos e a exploração acintosa dos mais pobres é o maior gerador e propagador de imbecilidades. Andando pelo Brasil e conversando com o povo, vc fica sabendo de barbarismos explorativos impensáveis na Zoropa.

É q o brasileiro em geral é tããão ingênuo. A "malandragem" e a criminalidade brasileiras são apenas dois aspectos menores dessa ingenuidade.

PermalinkPermalink 16.10.09 @ 15:35



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  • 102. Rand, Ayn. The Fountainhead. [EUA, 1943] Dez.15-18 (releitura)
  • 101. Adorno, Theodor. Culture Industry. [EUA, c.1960] Dez.14
  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
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  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
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  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
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  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
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  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
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  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
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