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As Olimpíadas e a Classe Média

Eu teria muito a dizer sobre os comentários ridículos anti-Olimpíadas-no-Rio-e-anti-Lula que tenho ouvido, mas tem um novo blog na praça roubando os meus posts bem debaixo do meu teclado. A gente se esfalfa de trabalhar, dá tudo em imposto pra esse governo corrupto e populista, e ainda somos roubados assim na cara dura e ninguém faz nada! Não sei onde esse país vai parar, viu?

De qualquer modo, o post é esse aqui, falou tudo o que eu iria falar, e melhor:

Classe Média Way of Life: Colocar a Culpa no Lula

Recomendo enfaticamente que passeiem pelo resto do blog.

 Arquivos das Olimpíadas

 Promoção Submarino

 

05.10.09


Categorias: Política, Esportes, Links, Humor

Trackback:

http://www.interney.net/blogs/htsrv/trackback.php/38243

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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Gisele

Gostei do blog. Não conhecia! Não li todo. Será que tem também o "li na Veja", outro clássico do classe média way of life? Tem também aquele "quem é pobre é vagabundo, porque não trabalhou muito que nem eu"?

PermalinkPermalink 05.10.09 @ 19:32



Comentário de: Vanessa · http://www.vanprates.blogspot.com

Sabe o que é isso?
O fim do mundo!
;)

PermalinkPermalink 05.10.09 @ 22:21



Comentário de: Carol · http://logica-inversa.blogspot.com/

Alex, do pouco que li do seu blog e da "folheada" que dei no outro, acho que você consegue fazer melhor que pegar um monte de clichês de jornalistas da Carta Capital, hein?

Você parece um cara de bom senso. Não siga por esse caminho (pseudo)maniqueísta da "intelligentsia" dos diretórios acadêmicos brasileiros. Usando o exemplo do Lula: é claro que existem boas coisas no governo, mas nem por isso podemos deixar de criticar as coisas ruins.

PermalinkPermalink 05.10.09 @ 22:24



Comentário de: Alex Castro Email

carol, se vc buscar por lula e pt no LLL vai encontrar muito, muito mais críticas q elogios.

mas nao deixa de ser bizarro ouvir praticamente todos meus amiguinhos classe media do eixo morumbi leblon desprezando a conquista das olimpiadas, sem argumento nenhum q nao uma vontade de tb depreciar o lula.

eu ia até fazer um post sobre isso, mas minha amiga camila já fez melhor, ela coligiu varios comentarios que ouviu de amigos e parentes, no orkut, facebook, msn, etc, e fez um megapost. ficou tao bom q nem valeu a pena eu fazer o meu tb...

e o movimento mental (sic) descrito no post do classe media way of life tb é um que eu já vi acontecer ao vivo com muitos amigos e parentes....

quer vc admita quer nao, grande parte da classe media nao tem uma relacao com o governo lula de "vamos admitir que existem coisas boas e vamos criticar as más"...

o q eu vejo, pelo contrario, é um preconceito surdo, burro e raivoso - especialmente burro...

PermalinkPermalink 05.10.09 @ 22:31



Comentário de: Arthur Golgo Lucas · http://www.arthur.bio.br

HUAHUAHUAHUA!!!

Que show de clichês no blog indicado! :)

Só bateu uma curiosidade aqui: eu deveria me preocupar se alguém pensa que eu sou um "cidadão de classe média com mentalidade pequeno-burguesa"?

[mode ironia ON]

Se isso for muito importante, prometo ler cuidadosamente o "Classe Média Way Of Life" e faz todo o esforço possível para deixar de pensar assim.

Vou ter que me policiar. Oh, meu Deus, que preocupação!

[mode ironia OFF]

Aliás, usar um americanismo desnecessário e chamar o blog de "Classe Média Way Of Life" ao invés de "Estilo de Vida Classe Média" não é uma coisa meio mentalidade pequeno-burguesa?

Hmmmmm...

PermalinkPermalink 05.10.09 @ 23:42



Comentário de: Alex · http://logica-inversa.blogspot.com/

Entendo seu ponto de vista. Mas a "oposição" dos governos anteirores usava exatamente a mesma tática maniqueísta. Ou seja, "torcer" em política não é uma coisa que surgiu com o governo Lula.

E essa antiga oposição hoje ama odiar quem faz o que eles fizeram no passado (ou seja, criticar cegamente sem ver os pontos positivos).

Aliás, o único governo que não teve definitivamente nada bom foi o do Sarney. NADA bom.

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 00:04



Comentário de: Alex Castro Email

hahaha, o q eh isso, carol? andou comentando por aí com o nome "Alex", foi? :)

bem, eu nao sei vc, mas eu nunca torci nem por um governo nem pelo outro, nunca fui de oposicao nem a um nem a outro, nunca fui filiado a nenhum partido, e votei uma vez no Lula e uma vez no FHC, e NAO votei uma vez no lula e no FHC

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 00:11



Comentário de: Alex Castro Email

arthur,

vc é apavorante. serio mesmo. pq vc parece gente boa, é educado e cortês, e parece articulado, e parece até inteligente, mas as coisas que vc escreve demonstram que vc é de uma burrice inominável como poucas vezes eu vi.

e vc faz parte da nossa elite intelectual, e tem uma voz, e tem leitores, e tem blog.

é assustador.

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 00:14




O Classe Média Way of Life é ótimo, muito perspicaz. Só acho um pouquinho parecido demais com o Stuff White People Like (que não leio faz meses, nem sei se acabou). Só que o Classe Média está à esquerda, enquanto o Stuff fica bem à direita. Por mais que ambos ironizem as preferências da classe média branca, nas entrelinhas o que cada um critica é bem diferente.

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 00:42



Comentário de: Alex Castro Email

lola,

com todo meu amor, respeito e admiracao por vc... discordo e discordo.

nao é "um pouquinho parecido demais", é igual, ué. É a mesma premissa aplicada ao Brasil. Qual é o problema disso? Eu achei genial. Se tivesse pensado nisso antes, teria feito igual. (Hj passei de tarefa pra uma aluna ler os dois blogs e me escrever uma comparação... :))

e "bem à direita"?? sério, lê o "stuff white people like" de novo. não tem um grama de pensamento direitista ali - ainda mais direitista americano. o blog é produto tipico do "american liberal establishment". vc achar que o "stuff" é de direita seria como achar que o "colbert report" é de direita tb... se vc acha q sao de direita, é pq nao entendeu a piada... :) o "stuff" ironiza e sacaneia os liberals o tempo todo, mas sempre de uma perspectiva interna...

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 00:53



Comentário de: João Ricardo

Bom, eu já acho que as Olímpiadas no Brasil é um grande presente de grego, por motivos destacados nos dois links abaixo.

http://espnbrasil.terra.com.br/maurocezarpereira/post/77521_SIM+EU+TORCO+CONTRA+A+CANDIDATURA+DO+RIO+A+SEDE+DOS+JOGOS+OLIMPICOS+DE+2016

http://espnbrasil.terra.com.br/maurocezarpereira/post/77763_SUPERFATURAMENTO+ATE+DE+FURADEIRAS+NO+PAN+VOCE+QUER+RIO+2016+ASSIM+MESMO

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 00:54



Comentário de: João Ricardo

Merda de links

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 00:55



Comentário de: Kitagawa

Acho que a Lola até que tem um ponto: pelo que me lembro uma coisa bastante recorrente no "Stuff" era ironizar os cacoetes esquerdistas, ambientalistas e politicamente corretos da "gente branca". Não dá pra dizer que é de direita, claro, pois o blog atira pra todos os lados e em todos os detalhes, independente do espectro politico.
No caso do "Classe média" o retrato é declaradametne de uma gente reacionária, conservadora, intolerante. O blog é de esquerda ou nossa classe média é assim mesmo?


PermalinkPermalink 06.10.09 @ 02:03



Comentário de: Alex Castro Email

kita, é tudo uma questão de tom. o autor do Stuff é claramente um americano bem liberal e bem de esquerda, cuja crítica é sempre de dentro. por um lado, ele critica a si mesmo, e o ridículo de seus hábitos e costumes, e por outro critica os seus amigos e conhecidos que agem de um modo vazio sem compartilhar suas idéias. a crítica dele aos liberais americanos nunca chega NEM perto de esposar, apoiar ou sugerir simpatia pelas crenças e posições conversadoras americanas.

já o pierre me parece um membro da classe média brasileira que, como tantos aqui, tem posições politicas mais a esquerda e vê a classe média como algo ridículo, mas tb nao há duvida de que ele fala de dentro, que é um brasileiro urbano da classe média que vota na esquerda. favelado ou lavrador do centro oeste ele com certeza nao é.

por isso digo que os blogs sao tao parecidos....

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 02:14



Comentário de: Marcio E. Goncalves

"Já o pierre me parece um membro da classe média brasileira que, como tantos aqui, tem posições politicas mais a esquerda e vê a classe média como algo ridículo, mas tb nao há duvida de que ele fala de dentro, "

Sinceramente nao vi isso em nenhuma parte do blog eh exatamente onde ele perde feio p/ o "Stuff White Poeple Like".

O "Stuff..." tem um sinceridade fudida e rara de se autosacanear e mostrar as contradicoes dos "liberals" - algo que faz seu humor ficar ate acima de alguns esquerdinhas favoritos meus como o John Stewart.

Ja o "Classe Media.." nao possui nenhuma mea-culpa, nunhuma visao interna da coisa alem de que muitos dos posts nao sao bem humorados, sao simplesmente ataques e pronto.

Pode ter se inspirado no Stuff mas nao chegou nem perto.

P.S. Quanto a Classe Media ser sempre contra e preconceituosa ao Lula: balela. Foi a classe media que o elegeu em 2002 e 2006, tirando-o do seu historico de 30% dos votos em suas eleicoes passadas.

So que com tantos escandalos de corrupcao e aparelhagem da maquina mesmo quem passou 2002 defendendo o cara (como eu fiz) aguenta e mete o pau mesmo.

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 02:51



Comentário de: Alex Castro Email

marcio,

vou dizer q concordo. eu nao quis falar isso de preguica, mas ia acrescentar que a unica diferenca entre eles (e é grande) é que o autor do Stuff se inclui na satira e vc ve q ele está se auto-sacaneando, enquanto o Pierre, do classe media, claramente nao se inclui e sacaneia de uma posicao de fora, apesar de ele tb quase certamente ser oriundo da classe media... :)

mt bem observado. :)

mas sao dois excelentes blogs

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 02:56



Comentário de: Arthur Golgo Lucas · http://www.arthur.bio.br

Alex:

Juro que não é provocação, este comentário é 100% [mode ironia OFF]: encarei o que disseste como um grande elogio. E vou explicar o motivo, que é pra não parecer pegadinha mesmo.

As coisas positivas que comentaste dizem respeito a minha pessoa. Como nós não trocamos rasgação de seda ideológica, pelo contrário, eu me sinto pessoalmente elogiado de verdade. E agradeço.

As coisas negativas que comentaste dizem respeito a minhas ideologias. Lógico, nós divergimos em relação a racismo, sexismo, visão de relacionamentos, diversas posições políticas, etc. Eu defendo coisas que a teu ver provavelmente são retrógradas, preconceituosas, distorcidas, entre outros adjetivos desta natureza, acho que faz parte do pacote achar também que algumas dessas coisas sejam burras. Corrija-me se eu estiver muito equivocado, mas tenho a impressão que me chamar de burro neste contexto não tem como significar "cognitivamente limitado", é mais uma questão de desacreditar que minha visão de mundo seja produtiva. Ou seja, não chega a ser ofensivo.

E o fato de dizer que é assustador que eu divulgue meu modo de pensar de modo bem articulado parece indicar que na tua avaliação eu posso obter um bom efeito multiplicador. Ora, vindo de um bom escritor como és, isso é sem dúvida um elogio. Talvez não intencional, mas é. :)

Para tua tranqüilidade, o Pensar Não Dói tem um objetivo muito semelhante a um dos objetivos do LLL: fazer pensar. Isso significa que o contraditório é bem-vindo no PND. Se eu começar a bancar o reaça demais, não vai faltar quem divirja intensamente e ofereça aos demais leitores um contraponto estimulante que não poderei deletar sob pena de prejudicar meu próprio objetivo. Ou seja, não tenho como causar muito estrago. :)

Um grande abraço!

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 03:32



Comentário de: Kitagawa

Sim, sim, concordo também.
Mas a verdade é que se o tal Pierre incorporasse seu proprio perfil ao perfil da classe média tipica brasileira, simplesmente não ia colar. Intuitivametne diria que ele, ou nós, nao somos representativos.

Aliás, Marcio, acho que em relação a 2002 vc está certo. Mas em 2006 quem "elegeu" o Lula foi o povo pobre mesmo, que cagou pro mensalao, pois o fato preponderante foi que eles tinha melhorado de vida. Foi uma lição e tanto, apesar de óbvia: tem pobre pra caralho no Brasil e eles votam. Se quiser o voto deles e ganahr eleição, faça-os melhorar de vida. Até o Kassab aprendeu essa lição.

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 03:59



Comentário de: Kitagawa

Opa, eu concordo com o Alex e o Marcio em relação ao "classe Media", não com o Golgo ;)

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 04:02



Comentário de: Alex Castro Email

nao, golgo.... nao é por ideologia, nao... eu nao acho ninguem burro por discordar de mim.... o kamel é brilhante... tenho amigos racistas, comunistas, capitalistas... nao desamigo ninguem por suas ideias...

eu te acho inapelavelmente burro, entre outras coisas, por criticar o fato de o título do blog classe media way of life estar em ingles, por exemplo. coisas assim, q nao tem nada a ver com ideologia.

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 04:10



Comentário de: Lucélia

O Brasil está segurando a onda do 1º mundo nesses tempos de crise. Acho que essa eleição do Rio como cidade sede foi um jogo de cartas marcadas. Afinal,os outros países concorrentes estão afundados na merda e não tem real interesse em mais um gasto como este. Vocês acham que a população da Espanha ia aceitar que seu governo gastasse com Olimpíadas enquanto a crise afunda o país? Ainda mais essa crise, que não tem hora pra acabar.

O Brasil tá na crista da onda servindo de provedor para os países de 1º mundo. Basta ver os elogios rasgados do Obama ao Lula. Basta ver a França implorando para que o Brasil compre os aviões-sucata da Darfur.

Mais uma vez o Rio será maquiado. A polícia fará acordo com o tráfico, como houve no Pan. O povão não vai ter acesso aos estádios nem antes, nem depois. Ou vocês acham que as piscinas olímpicas serão usadas para treinos de crianças carentes? O máximo que o povo vai aproveitar é na venda de comes e bebes pra turista. A rede hoteleira sim, essa vai se acabar de tanto ganhar dinheiro. E os impostos vão aumentar pra "segurar" o evento.

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 08:12




Bom, como eu falei, faz muitos meses que não leio o Stuff White People Like, e nem sei explicar o porquê. Pra mim perdeu um pouquinho a graça. O clímax do Stuff foi quando eles falaram de fazer pós-graduação. Aquela doeu! Depois o autor publicou livro e parou de postar com tanta frequência, e eu parei de ler. Mas o que me lembro é que tinha uma vibe um tanto direitista. Claro que é tudo irônico no Stuff, mas quem é mais criticado é o liberal americano. Porque não é o pessoal da direita que idolatra o Michael Gondry ou usa sacolas de pano nos supermercados, certo? A crítica do Stuff não é contra a direita que faz passeata anti-Obama por não querer a universalização da saúde. A crítica é contra quem fica revoltado pelas passeatas anti-Obama. O alvo preferencial do Stuff são os liberais de classe média, nunca os conservadores.
No caso do Classe Média Way of Life, o vibe é beeeem de esquerda (ou seja, é dos meus), até porque a classe média que ele critica é de direita, leitora da Veja, eleitora do PSDB/DEM. Eu vejo uma diferença básica: no Stuff, eu e meus valores somos alvos da piada (ok, não eu, mas pessoas de classe média como eu). No CM, o alvo são pessoas que eu critico. Nos dois casos eu (não sei como traduzir isso) nod my head in agreement, mas concordo mais com o CM, claro.
Um exemplinho: no Stuff deve haver posts tirando sarro da "culpa da classe média". O "white people" criticado lá seria a favor das cotas nas universidades, do affirmative action. No CM, o alvo é a classe média que não sente culpa alguma e que acredita no racismo inverso das cotas.
Por isso eu não acho que os dois blogs são idênticos. E por enquanto estou gostando muito do CM. Mas não sei, talvez eu me sentisse melhor se o CM deixasse claro que sua inspiração inicial foi o Stuff.

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 11:11




E não vejo grandes semelhanças entre o Stuff e o Colbert Report. No Colbert Report o Colbert (que eu adorava, quando morava aí nos EUA) finge ser um radical de direita. Como faz meu amiguinho Nate, do blog That's Right Nate (http://thatsrightnate.com/). E aí sim ele atira pra todos os lados, mas partindo dessa premissa: "sou um ultraconservador que nunca está errado".
No Stuff o autor não diz ser nem conservador nem liberal. Mas o alvo de suas gozações é o liberal. E não tenho certeza se o autor se põe dentro do grupo que critica, não lembro.

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 11:31



Comentário de: Marco Gaverio · http://vomite.wordpress.com/

é a inveja elitista. Dá uma lida lá no manifesto do meu blog, Alex

Abraço

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 11:44



Comentário de: Carol

Alex.

Putz, isso que dá ficar postando com febre e sono.

Mals aeh.

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 14:02



Comentário de: Carol · http://logica-inversa.blogspot.com/

Continuo achando o blog ruim. Continuo achando que quando alguém critica o interlocutor e não o argumento (ou seja, criticar o quanto são absurdos certos chavões - e são mesmo), acaba caindo na mesma infantilidade que gostaria de acusar.

Aliás, eu percebo que em muitos casos, se a coisa tem um alinhamento dito de "esquerda" (sabe-se lá o que diabos isso representa), as piadinhas com os "opositores" são válidas. Já se a coisa tem um alinhamento a direita (vai saber também o que isso quer dizer hoje no Brasil), aí as piadinhas com os esteriótipos esquerdistas são todas "politicamente incorretas".


PermalinkPermalink 06.10.09 @ 14:19



Comentário de: Grampo

Sabe, seu Liberal, também sou libertpário, sempre fui libertino, não moro no Rio de Janeiro há 18 anos, desde que fui assaltado pela polícia e por um ladrão, com diferença de 5 minutos. Achei melhor vir morrer em S]ão Paulo. Faço meus esportes, isto é certo. Mas não vejo televisão. Não teria coragem de andar pelo Rio. omo não tenho, de andar por São Paulo, por isso mesmo agora moro no meio do mato, protegido por vários cães, cãs, e dois fuzis espetaculares, que usei na Guerra da Bósnia, onde fui lutar por ideologia. Não se pode deixar massacrar pessoas indefesas assim na boa. Mas , em Sarajevo, tinha menos bandido que no Rio. Então pude estourar várias cabeças de sérvios filhos da puta, mas, como a história seria longa, e o papo é Olímpico, por Zeus, fazer uma olimpíada no Rio de Janeiro, no Brasil, na América latrina, é uma coisa perigosa. Além da roubalheira que já foi o evento chamado Jogos Olímpicos, não dá pra acrdtar na atual administração, na futura administração, em praticamente nada. Por mim, acho que eles poderiam gastar apenas parte dessa grana e distribuir revólveres aos seresomanos que sobraram, pelo menos dá defesa. Além disso, não se pode dar o passo maior do que a perna. O Lula chama isso de investimento. Também acho que é um investimento. Irá se pagar da várias formas, ao longos de vários anos, calculados 17 após o retorno do Capital Integral. Então, qualquer babaca diria que é um bom negócio. Mas, como fica o povo? E as favelas, e a infra-estrutura, e o estudo, e a segurança, e o pronto socoro, o hospital, o médico, a massa salarial que pode gerar renda para a inclusão social disso tudo aí em cima. Estamos dizendo que eles consideram tudo isso como custeio !! Com essa mente assim tão farta, com tanto conhecimento matemático, Jogos Olímipicos viram um escárnio. É um escárnio com o carioca. Porque o resto entende poucoo dos outros esportes, à esceção do volei , um pouco do basquete. Mas, como diria Arnaldo jabor, e o resto? e o povo carioca que morre mais do que em Sarajevo , que morre sem ser atendido porque parece, apenas parece, que a vida é assim mesmo. Não é , seu Liberal. A gente nasce, cresce, tem um apogeu, decresce e morre e esse, sim é o ciclo da vida. Viver não é morrer num túnel, na praia, num baile. Então, Molusco octópode, o nosso Lula, se tivesse que fazer uma prova ,m um concurso público para poder se candidatar a presidente, acertaria apenas a marca do refrigerante mais vendido no mundo.: A tequila Japonesa.....O resto , fala r sobre o resto, seria muito libertário e eu teria que ser mais lib ertino . Mas estou com raiva, porque a roubalheira já começou. E tente descobrir os números verdadeiros. Apenas tente, dentro da transparência. E , claro, não se esqueça que o custo dos Jogos Olímipicos Cariocas foram 7 vezes o custo médio nas américas. Ou seja, 600% de superfaturamento, na média !

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 16:48



Comentário de: Marcio E. Goncalves

"No caso do Classe Média Way of Life, o vibe é beeeem de esquerda (ou seja, é dos meus), até porque a classe média que ele critica é de direita, leitora da Veja, eleitora do PSDB/DEM. "

Mas ai eh que esta o erro crucial da falta de humor e autocriticado blog - a maior parte do pessoal que faz o que ele diz no blog e boa parte dos leitores da Veja e dos eleitores do PSDB se consideram de Esquerda. Nao comunistas, nao bolivarianos, porem de "esquerda limpinha" (rs...).

O que nao espanta pq o PSDB eh um partido de esquerda (eh o que mais se aproxima da esquerda americana democrata por sinal) e o mesmo o DEM se posiciona hj em dia como "centro direita mas com consciencia social".


Falta no Blog ali a capacidade de rir de si mesmo Por exemplo, algo como a situacao absurda de funcionarios publicos que ganham mais de 10mil por mes e estudaram nas escolas de elite do pais bradarem contra a "elite". Estao xingando a si mesmo sem se ligarem.

Sua analise de achar o "Stuff..." direitista por nao cirticar rednecks nao faz sentido - o blog eh tematico, nao da p/ fazer tudo ao mesmo tempo.

Meter o pau na Esquerda conservadora eh algo comum aqui e ja eh feito de forma magistral pelo Daily Sow, Colbert Report e outros (alem de ser uma piada pronta com cara de "Direita" como Glenn Beck)

Ja o "Stuff" eh escrito de forma bem humorada simulando um manual de como alguem "non white" pode se enturmar com os "whites" fazendo o que eles "gostam" (isso ficava mais claro no comeco, onde sempre tinha frases do tipo "Fale que vc gosta de tal coisa p/ ganhar pontos com seus amigos brancos, etc..")

A escolha do "white" ao inves de "liberal" (no sentido de esquerda americano) eh proposital (como o autor ja colocou varias vezes) primeiro p/ criar um desconforto nos whites de serem estereotipados com algo que nao fazem (ele obviamente esta ciente que nem todos whites sao liberals nos EUA), algo que as minorias estao acostumadas nos EUA (ex: Asiaticos sao genios e vao p/ Harvard) mas nao os "whites".

Tal escolha tambem serve para tirar sarro do fato que em certas regioes dos EUA e em certos ambientes eh basicamente impossivel encontrar um "white" que nao seja da esquerda - os conservadores acabam sendo os latinos, asiaticos, negros, etc...

Aqui em San Francisco isso eh um exemplo clarissimo disso, talvez o maior exemplo em todo o pais. Eu NUNCA connheci um "white" nao liberal aqui, Basicamente nao ha "whites" conservadores aqui. Se ha, eles se escondem. Mesmo os libertarians como eu ficam meio quietinhos.

Mas pro outro lado, meus amigos indianos, "latinos" e chineses sao tao conservadores que fariam Olavo de Carvalho parecer comunista.

Dai vc cria aquela situacao surreal de "whites" privilegiados, com grana p/ pagar 10x mais por comida "organica" querendo falar sobre imperialismo e preconceito para um Porto RIquenho que esta mais preocupado em trabalhar, ficar rico e defende o "American Dream" (o conceito de rag to riches) como nenhum "white" ousa fazer hj em dia.

Essa sutileza e insight do Stuff eh que faz ele ser sensacional.
O Classe Media Way of Life carece da perene falta de senso de humor da Esquerda brasileira quando se trata dela mesma.





PermalinkPermalink 06.10.09 @ 17:53



Comentário de: Carol · http://logica-inversa.blogspot.com/

Olhei esse Stuff White People Like. É genial, muito engraçado!

Aliás, se a carapuça de um dos dois blogs tiver de servir em mim, fico com a do americano, afinal, eu sou louca por sushi, trato cachorro igual gente e não perco uma 80´s night!

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 19:27



Comentário de: Vanessa · http://www.vanprates.blogspot.com

Amigos, não se desesperem quanto aos clichês...
A classe média é um verdadeiro clichê ambulante!

Já conhecia o blog antes mesmo do Alex linkar. Fantástico!
Rio DEMAISS por lá. É o tipo de sátira/paródia que me agrada e me arranca gargalhadas aos litros.

Ah, inclusive deixa eu fazer uma observação, que acaba se tornando inevitável após ler alguns dos comentários acima...Tem uma pesquisadora estadunidense, de não sei qual universidade(como aqui não é academia, basta usar o google), que acompanha os telespectadores do Colbert...e acreditem ou não, mas boa parcela - exclusivamente conservadora/reacionária - acha que ele(Colbert) é sim um representante da direita. O povo simplesmente não consegue enxergar a personificação enquanto sátira.
E quanto mais conservador, queridos, pior é.

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 23:09



Comentário de: Alex Castro Email

Alguns links sobre o assustador estudo citado pela vanessa:

No Joke: Conservatives Believe Colbert
http://www.nbcnewyork.com/entertainment/celebrity/No-Joke-Conservatives-Believe-Colbert.html

The Truthiness of The Colbert Report ... Is in the eyes of the beholder, who, it turns out, sees what the beholder wants its eyes to see.
http://www.miller-mccune.com/politics/the-truthiness-of-the-colbert-report-1156

E o estudo original mencionado nas materias acima:

The Irony of Satire
Political Ideology and the Motivation to See What You Want to See in The Colbert Report
http://hij.sagepub.com/cgi/content/abstract/14/2/212

PermalinkPermalink 06.10.09 @ 23:52



Comentário de: Kitagawa

Lola:
"No Colbert Report o Colbert ... finge ser um radical de direita."

Fui averiguar esse tal do Colbert, hilário e tal, mas soube que muitos conservadores não entendem direito a piada e acham que ele realmente está alinhado ao conservadorismo. Bizarro, né? Como é possível? Isso me faz pensar se não cometemos o mesmo erro em relação ao Reinaldo Azevedo. Sim, vai ver o Reinaldo Azevedo é o nosso Colbert.

PermalinkPermalink 07.10.09 @ 00:22



Comentário de: Arthur Golgo Lucas · http://www.arthur.bio.br

Alex:

"eu te acho inapelavelmente burro, entre outras coisas, por criticar o fato de o título do blog classe media way of life estar em ingles, por exemplo. coisas assim, q nao tem nada a ver com ideologia" (Alex Castro)

Ah, isso me lembrou o Agente 86: "o velho truque de cometer o mesmo tipo de atitude do público que se critica e depois alegar que estava apenas arremedando... era ironia!" :)

Sim, sim, eu percebi a possibilidade desde o primeiro milissegundo, claro. Mas logo depois eu li esta falácia do espantalho:

"E afinal, por que esse pessoal, ao invés de pedir esmolas, não vai trabalhar e comprar seus prórpios iPods, Nikes, Lacostes e Diesels?? Diante disso, conclua que o Brasil não vai pra frente porque o povo não quer trabalhar!" (Postagem n° 1)

Generalizar dizendo que nossa classe média pensa assim para então atacá-la... HUAHUAHUA!!! Fala sério, Alex, o cara tem a mesma opinião que tu sobre racismo, cotas, admitir que é rico, etc., mas a profundidade de análise dele é um perigo para a coluna vertebral de quem resolver mergulhar nela.

PermalinkPermalink 07.10.09 @ 00:32



Comentário de: Kitagawa

hehe, sim, tinha acabado de ver esse viedo:
http://www.youtube.com/watch?v=m0VacVwpF2E

PermalinkPermalink 07.10.09 @ 00:35



Comentário de: Alex Castro Email

kita,

video sensacional, amei!

PermalinkPermalink 07.10.09 @ 00:45




É, eu já tinha ouvido falar nisso dos conservadores acreditarem que o Colbert fala sério. Não me surpreende tanto. Quer dizer, às vezes parece coisa de brain dead mesmo.
Kita, vez por outra me pergunto se o Tio Rei não é uma sátira, e a gente que não entendeu a piada. Mas não é, não: ele não é engraçado.

PermalinkPermalink 07.10.09 @ 10:41



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Livros Recomendados

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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
  • 42. Graham, Sandra Lauderdale. Proteção e Obediência. Criadas e seus Patrões no Rio de Janeiro, 1860-1910. [EUA, 1988] Jul.
  • 41. Maio, Marcos Chor. Raça, Ciência e Sociedade. [Brasil, 1996] Jun.
  • 40. Almeida, Luana Chnaiderman de. Entremeios e Entretempos. Aproximações ao Filme Shoah de Claude Lanzmann. [Brasil, 2006] Jun.
  • 39. Levi, Primo. É Isto Um Homem? [Itália, 1946] Jun.
  • 38. Sartre, Jean-Paul. A Questão Judaica. [França, 1946] Jun.29
  • 37. Costa, Angela Marques da e Lilia Moritz Schwarcz. 1890-1914. No Tempo das Certezas. [Brasil, 2000] Jun.
  • 36. Holanda, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. [Brasil, 1934] Jun.9
  • 35. Villa, Marco Antonio. Canudos. O Povo da Terra. [Brasil, 1995] Jun.7
  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
  • 33. Moura, Clóvis. Introdução ao Pensamento de Euclides da Cunha. [Brasil, 1964] Jun.6
  • 32. Lima, Luiz Costa. Terra Ignota: a Construção de Os Sertões. [Brasil, 1997] Jun.5
  • 31. Bernucci, Leopoldo M. A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de Euclides da Cunha. [Brasil, 1995] Jun.4
  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
  • 28. Guilherme, Paulo. Goleiros: Heróis e Anti-Heróis da Camisa 1. [Brasil, 2006] Mai.
  • 27. Krakauer, Jon. Na Natureza Selvagem: a Dramática História de um Jovem Aventureiro. [EUA, 1996] Mai.
  • 26. Cunha, Euclides da. Os Sertões. Campanha de Canudos. [Brasil, 1902] Mai.
  • 25. Wilder, Thornton. Bridge of San Luis Rey. [EUA, 1927] Mai.
  • 24. João de Patmos. Apocalipse. [Grécia, c.séc.I] Abr.
  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
  • 22. Castelnau, Francis de. Entrevistas com Escravos Africanos na Bahia Oitocentista. [Brasil, séc.XIX] Abr.
  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
  • 20. Goethe, Johann Wolfgang Von. Faust. [Alemanha, 1832] Mai.
  • 19. Lisboa, Adriana. Rakushisha. [Brasil, 2007] Abr.
  • 18. Tezza, Cristovão. O Filho Eterno. [Brasil, 2007] Abr.
  • 17. Piñon, Nélida, A República dos Sonhos. [Brasil, 1984] Abr.
  • 16. Fanon, François. Black Skin, White Masks. [Martinica, 1952] Abr.
  • 15. Rheda, Regina. Pau de Arara Classe Turística. [Brasil, 1993] Abr.
  • 14. Guillory, John. Cultural Capital. The Problem of Literary Canon Formation. [EUA, 1993] Mar.7-10.
  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
  • 12. Butler, Octavia. Kindred. [Estados Unidos, 1979] Mar.7
  • 11. Ribeiro, João Ubaldo. Viva o Povo Brasileiro. [Brasil, 1984] Fev.
  • 10. Lispector, Clarice. Laços de Família. [Brasil, 1960] Fev.
  • 9. Veiga, José J. A Hora dos Ruminantes. [Brasil, 1966] Fev.
  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
  • 7. Pinto, Fernão Mendes. Peregrinações. [Portugal, séc.XVI] Fev.- (TulBib)
  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

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