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O Povo Quer Saber

Afinal, Jorge Nobre, chega de meias-palavras, chega de evasões: o que você acha sobre a política de cotas para universidades federais?

 

09.09.09


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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Eugenio, OFS · http://brasilfranciscano.blogspot.com

Paz e bem!

1 Sou favorável às cotas,
tanto raciais quanto sociais.

2 Com relação às cotas sociais
defendo que sejam permanentes.

PermalinkPermalink 09.09.09 @ 23:03



Comentário de: Breno Kümmel

Odeio essas pessoas que falam e falam sobre uma polêmica e você não consegue entender qual o posicionamento delas dentro da questão... tsc tsc

PermalinkPermalink 10.09.09 @ 00:56



Comentário de: Alex Castro Email

nao é? :)

PermalinkPermalink 10.09.09 @ 01:01



Comentário de: Ana

HAHAHAHAHAHAHAHAHA

Alex, me perdoe, mas acho que esse foi seu melhor post sobre o assunto até hj. Admiro essa sua capacidade de botar pingos nos i's nos assuntos tão claramente :p

PermalinkPermalink 10.09.09 @ 01:12



Comentário de: Marcos Vinícius Almeida · http://prosacom.blogspot.com/

Contra: é tapar o sol com a peneira. O problema é estrutural. E se levarmos essa questão de cotas às últimas consequências, teremos que estabelecer cotas aos indivíduos; aliás, será preciso uma máquina que mensure a taxa de direito de cada indivíduo, e outra máquina que fiscalize essa primeira, e outra que fiscalize essa outra... até o infinito.

...

PermalinkPermalink 10.09.09 @ 03:39



Comentário de: Cerize

kkkkk

Ótimo post...será que ele não vir colar o testinho sobre as cotas agora??? Acho que até já decorei aquilo rs

PermalinkPermalink 10.09.09 @ 04:58



Comentário de: Cerize

textinho, ops rs

PermalinkPermalink 10.09.09 @ 04:59



Comentário de: Te

Cadê ele que não aparece?


PermalinkPermalink 10.09.09 @ 10:23



Comentário de: Alex Castro Email

pois é, te, o problema do jorge é esse medo de colocar inequivocamente sua opinião mas já está mais que na hora dele se colocar nesse assunto! o povo quer saber!

PermalinkPermalink 10.09.09 @ 11:27



Comentário de: Alessandra · http://alessandrasouza.blogspot.com

Alex, ainda bem que você perguntou logo, assim na cara, porque já já eu mesma perguntava. O homem fica fugindo do debate, que coisa frustrante!

PermalinkPermalink 10.09.09 @ 23:14



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr

É o seguinte Alex: só um cego (pela ideologia) imagina que os militantes negros querem alunos negros na universidade para formar bons profissionais negros. Se há uma coisa que a esquerda e seus companheiros de viagem, gays, feministas, negros, etc., não querem é que as pessoas sejam bem sucedidas dentro do capitalismo. O movimento negro não quer que os negros sejam profissionais de sucesso no capitalismo. A luta para colocar negros despreparados (porque a maioria dos negros é pobre e a maioria dos pobres é despreparada, não por culpa deles, mas sim porque a educação pública para pobres é um lixo, por culpa da esquerda) nas universidades públicas, sem nada exigir para que os estudantes negros tenham uma boa educação de base, não faz sentido se você imagina que o movimento negro quer formar bons profissionais negros. Faz todo sentido se você imagina que o movimento negro quer fazer das universidades centro de militância racial.

Agora, Alex, pense só: a universidade pública já é centro de militância política, agora também será centro de militância racial, como ficará o ensino, nessa história? E será centro de militância racial pró e contra os negros – porque não pense que os brancos pobres vão achar isso bonito que não vão não! A classe “mérdia” branca pode se virar, pode ir para a universidade particular. Os brancos pobres não, eles que vão pagar a conta. E eles vão se organizar contra o movimento negro. E os que apesar das cotas entrarem na faculdade não terão nenhuma simpatia pelos militantes negros, que além de atrapalharem a vida do vestibulando branco e pobre, ainda vão atrapalhar os estudos do branco pobre, uma vez lá dentro, já que vão impor sua agenda militante aos reitores petistas com a maior facilidade. Então, além da militância negra, teremos com o tempo a militância branca pobre.

E ainda: como os negros não têm base, e como os negros serão controlados pelo movimento negro, isso quer dizer que a educação dentro da universidade terá que se rebaixar ao nível deles. Eles serão reprovados continuamente, a não ser que o currículo baixe de nível para facilitar seus estudos. Isso quer dizer que a universidade pública formará péssimos profissionais, não apenas negros mas de todas as cores.

Para o público externo, que hoje respeita a universidade pública como se fosse o santo sudário, restará uma imagem de agitação racial, ideológica, e formação de maus profissionais. Primeiro, um empresário não contratará um negro formado em universidade pública, por achar, com toda razão, que o negro formado tem menos capacidade que o branco formado. O empresário, branco ou negro, tem que pensar em sua empresa primeiro e em seus preconceitos pró ou anti negro depois, senão vai a falência. Mas isso é só o começo: logo depois, os empresários não contratarão quem se formar em universidade pública, qualquer que seja sua cor, porque a universidade pública será vista como um lugar de militantes e não de estudantes sérios.

Isso será a desmoralização da universidade pública.

Quem duvida disso é porque tem muita ideologia na cabeça.

E é por isso que eu sou a favor das cotas. As universidades públicas já fizeram muito mal ao Brasil. É preciso acabar com elas senão elas acabam com o Brasil. As cotas raciais vão ajudar a acabar com elas, Alex. Vamos, vamos lutar pelas cotas! Primeiro, desmoralizamos a universidade pública, depois será fácil se livrar dela. No final, o Brasil vai ganhar.

PermalinkPermalink 11.09.09 @ 08:40



Comentário de: Alessandra · http://alessandrasouza.blogspot.com

Morri.

PermalinkPermalink 11.09.09 @ 14:28



Comentário de: Alex Castro Email

jorge, como sempre, vc falou falou falou e nao disse nada. o momento politico eh grave, chega de ficar em cima do muro: afinal, vc eh contra ou a favor das cotas nas federais? seja claro! tenha coragem de se posicionar nesse debate, homem!

PermalinkPermalink 11.09.09 @ 14:33



Comentário de: Discordador do Nobre · http://naoconcordocomanobreza.unblog.fr

Eu discordo do Nobre. Ele diz que os militantes negros não querem formar bons profissionais, eu discordo.

Ele diz que o movimento negro quer colorar negros despreparados na universidade, eu discordo.

Ele diz que a educação pública para pobres é um lixo por culpa da esquerda, eu discordo.

Ele diz que o movimento negro quer fazer das universidades centro de militância racial, eu discordo.

Ele diz que a universidade pública é centro de militância política, eu discordo.

Ele diz que a universidade pública será também será centro de militância racial, eu discordo.

Ele diz que a universidade pública será também centro de militância racial pró e contra os negros, eu discordo.

Ele diz que os brancos pobres não vão achar isso bonito, eu discordo.

Ele diz que os brancos pobres vão pagar a conta pelas cotas, eu discordo.

Ele diz que os brancos pobres vão se organizar contra o movimento negro, eu discordo.

Ele diz que os brancos pobres que apesar das cotas entrarem na faculdade não terão nenhuma simpatia pelos militantes negros, eu discordo.

Ele diz que as cotas irão atrapalhar a vida do vestibulando branco e pobre, eu discordo.

Ele diz que o movimento negro ainda vai atrapalhar os estudos do branco pobre, eu discordo.

Ele diz que o movimento negro irá impor sua agenda militante aos reitores petistas com a maior facilidade, eu discordo.

Ele diz que além da militância negra, teremos com o tempo a militância branca pobre, eu discordo.

Ele diz que, como os negros não têm base, e como os negros serão controlados pelo movimento negro, isso quer dizer que a educação dentro da universidade terá que se rebaixar ao nível deles, eu discordo.

Ele diz que os militantes negros serão reprovados continuamente, a não ser que o currículo baixe de nível para facilitar seus estudos, eu discordo.

Ele diz que por causa disso a universidade pública formará péssimos profissionais, não apenas negros mas de todas as cores, eu discordo.

Ele diz que para o público externo, que hoje respeita a universidade pública como se fosse o santo sudário, restará uma imagem de agitação racial, ideológica, e formação de maus profissionais, eu discordo.

Ele diz que um empresário não contratará um negro formado em universidade pública, por achar, com toda razão, que o negro formado tem menos capacidade que o branco formado, eu discordo.

Ele diz que o empresário, branco ou negro, tem que pensar em sua empresa primeiro e em seus preconceitos pró ou anti negro depois, senão vai a falência, eu discordo.

Ele diz que logo depois, os empresários não contratarão quem se formar em universidade pública, qualquer que seja sua cor, porque a universidade pública será vista como um lugar de militantes e não de estudantes sérios, eu discordo.

Ele diz que isso será a desmoralização da universidade pública, eu discordo.

Ele diz que quem duvida disso é porque tem muita ideologia na cabeça, eu discordo.

Enfim, discordo de tudo o que o Nobre disso.

Mas, pensando bem, eu discordo, mas agora, pensando bem...

Agora que estou pensando nisso...

Agora eu vi uma coisa: não sei explicar porque eu discordo do Nobre não. Isso, eu também não sei...

Mas eu acho que também não precisa. Aqui nesse blog tem muita gente inteligente, esclarecida e progressista comentando. Eles vão conseguir explicar melhor do que eu porque eles discordam do Nobre. E eu vou esperar ansiosamente.

Um abração a todos, de quem discorda do Nobre.

PermalinkPermalink 12.09.09 @ 08:20



Comentário de: Ana

Ô Jorge Nobre, cadê vc? Eu vim aqui só pra te ver!

Esperamos esperando seu posicionamento claro sobre a questão das cotas, vc não fez isso de forma clara e vezes suficientes.

O povo quer te ouvir, homem!

(Alex, acho que vc precisa começar a usar aquelas tags [sarcasm] [/sarcasm], tem muito Sheldon do BigbangTheory por aqui... ;))

PermalinkPermalink 12.09.09 @ 15:56



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  • 101. Adorno, Theodor. Culture Industry. [EUA, c.1960] Dez.14
  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
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  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
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