... Decidi, então, começar a ler o arquivo antes de receber o livro impresso. “Só um tantinho, pra ter uma ideia da história”, eu propus a mim mesma. E esse pouco transformou-se em um livro lido inteiro, pela tela de um computador, em dois dias. Lido não... Devorado. ...
Eu fiquei encantada com o estilo de Castro. Com a velocidade dos acontecimentos, com a narrativa onisciente – o escritor é corajoso, gente, escreve em primeira pessoa como mulher e ainda inova quando coloca a narradora em todos os lugares, uma semi-deusa – e com todo o desenrolar dos acontecimentos. Fiquei curiosa para saber o motivo de algumas lacunas, que certamente foram propositais, e até mesmo de descobrir o que acontece depois que o livro acaba. Porque, na boa, o livro acabou e deixou um gosto de que não podia ter acabado. Sacanagem.
Eu não conheço Castro, nunca o vi, só nos falamos pela internet profissionalmente, não era nem mesmo leitora do seu blog. Mas agora, leitores amigos, eu vou ser, sim. Você também deveria.
Resenha de Fernanda França, publicada no blog "Fernanda França" em 2 de agosto de 2009. Texto Completo aqui.
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