Racismo: Ponto e Contra-Ponto

Racismo LLLSem tempo de escrever, eu cito:

Comentário da leitora e blogueira Indy, de 19 anos, no post Negritude e Cabelo, Estética e Escravidão, explicando porque esse assunto de racismo "já deus" e que "próprios negros são racistas". E termina pedindo: "enquanto darmos atenção a esse assunto,mais ele se tornará uma realidade.Não podemos simplismente esquecer,começar de novo? sem essa história de racismo,seja lá o que for"! O comentário é representativo de uma mentalidade bem comum no Brasil e literalmente antológico de frases e exemplos que todos ouvimos todos os dias. A luta contra o racismo é a luta pra educar essa menina mas, antes, é preciso ouvi-la e saber o que ela pensa.

Link para o comentário completo.

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Invenção das RaçasHumanidade Sem Raças?

Not every bad encounter with a white person constitutes racism
(But as they add up, run-ins become harder to see past.)

Do Christian Science Monitor, meu jornal americano favorito e uma das vítimas mais injustas da hecatombe jornalística - deixou de sair em edição impressa e agora existe só na web. Ao chegar nos EUA, um professor universitário nigeriano teve uma primeira impressão desagradável dos negros americanos: "puxa, como são paranóicos, vêem racismo em qualquer lugar!". Depois de trinta anos vivendo e ensinado aqui, experimentando sucessivos "encontros desagradáveis com brancos que não eram necessariamente racismo", o professor finalmente entendeu o efeito cumulativo que eles têm nas perspectivas e expectivas de todo um povo - e, hoje, dele mesmo. Simplesmente indispensável. É um case-study de uma pessoa só, mas extrapolável para todo um país, de como o racismo se auto-engendra e se perpetua.

Link para a matéria completa.Racismo LLL

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 Discriminação Racial nas Escolas  Discriminação Racial: Como Combatê-la
 Obras Completas Sigmund Freud: Edição Standard - 24 volumes
Obras completas de Freud, de R$960, por R$299

 

04.09.09


Categorias: Raça


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Comentários:


Comentário de: Fernando Torres · http://arlequinal.com.br

Alex,

Essa mocinha, a tal da Indy, me fez lembrar uma frase de uma amiga que sempre carrego: "Todo mundo que é acusado de racismo tem um amigo negro para tirar do bolso".


PermalinkPermalink 04.09.09 @ 16:27



Comentário de: everton maciel · http://www.oblogdocapeta.blogspot.com

contraponto não em hífen

PermalinkPermalink 04.09.09 @ 19:02



Comentário de: Adam · http://suspensaodejuizo.wordpress.com

Uè, não é uma *professora* nigeriana?

PermalinkPermalink 04.09.09 @ 19:19



Comentário de: Monix · http://duasfridas.wordpress.com

Alex, a Helê publicou hoje um post sobre o tema, acho que você vai gostar. beijos

PermalinkPermalink 04.09.09 @ 19:42



Comentário de: Alex Castro Email

adam,

vc esta coberto de razão

PermalinkPermalink 04.09.09 @ 22:16



Comentário de: Arthur Golgo Lucas · http://www.arthur.bio.br

Deus me livre alguém estragar a cabeça dessa menina tentando colocar aquele papo de "dívida histórica", de "compensação pela escravidão", de "cotas raciais", de "100% negro é orgulho, 100% branco é racismo", etc. Essa menina é que deveria estar educando nossa juventude.

A Indy compreende claramente que pessoas são apenas pessoas e que se insistimos em dividir as pessoas em "brancos", "negros", "pardos", "amarelos", "vermelhos" e outras divisões, cristalizando a discriminação em normas legais, prejudicando os inocentes de uma cor hoje porque os inocentes de outra cor foram prejudicados ontem, só pode vir daí mais ressentimento, mais conflito, mais acirramento de ódio racial.

Ou será que ninguém percebe que o que ela relata é que ela foi vítima de preconceito racial na infância, sentindo-se abusada e reprimida em função de uma discriminação clara de ordem racial? Ninguém percebe que aos nove anos ela era uma criança inocente com raiva de um colega inconveniente e não uma "representante da classe historicamente opressora" com "intolerância racial" contra um "representante da classe historicamente oprimida"?

Se o sentimento dela quando criança não importava porque ela era branca e ela era impedida de "dizer umas poucas e boas" ao colega porque ele era negro, isso só tem um nome: racismo. E ela foi a vítima. Tanto é que dez anos depois ainda se sente ultrajada e injustiçada pelo abuso sofrido. E fica furiosa por sempre ser acusada de sabe-lá-o-quê apenas por ser branca, com toda a razão.

Ela é ingênua na sua colocação sobre "simplesmente esquecer"? Sim, claro. Mas ela é extremamente lúcida ao apontar o que deveríamos fazer daqui em diante para superar a questão racial: temos que "começar de novo, sem essa história de racismo". Ou seja: se queremos igualdade, temos que educar para a igualdade e tratar a todos com igualdade, exatamente o contrário do que tem sido proposto politicamente no Brasil.

Estamos aprofundando o conflito racial no Brasil, plantando ressentimentos, cometendo novas injustiças que não compensam as do passado, e o que é pior: fazendo isso depois de o país em que as medidas que estão sendo propostas para o Brasil já foram abandonadas por terem sido declaradas inconstitucionais, racistas e multiplicadoras de segregação racial e conflito.

PermalinkPermalink 04.09.09 @ 22:31



Comentário de: Luis

Arthur, não existe conflito racial no Brasil. Existe exploração racial no Brasil. E para o Brasil superar isso, só com muito conflito.

Já perdi as contas de quantas vezes eu ouvi frases do tipo, "ai, daí eu tava andando a noite na rua, daí veio um negão, eu comecei a suar frio, etc". O certo seria deixar pra lá e evitar o conflito, já que este planta ressentimentos e comete novas injustiças? Ou melhor seria bater de frente e fazer essa pessoa enxergar o seu próprio racismo?

PermalinkPermalink 04.09.09 @ 23:16



Comentário de: Fabiano

Li, faz dois anos, em um blog português, "A natureza do mal" [http://anaturezadomal.blogspot.com/], uma frase lapidar, que sintetiza a posição da Indy. A frase feita "enquanto darmos atenção a esse assunto, mais ele se tornará uma realidade" é uma variação do clichê "existem assuntos mais importantes, mais urgentes", reproduzido, infelizmente inclusive por pessoas da esquerda. Ian Hamilton, autor do referido blog, comentou sarcasticamente, em um post, um dos argumentos brandidos contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo - ou contra o sexismo, o racismo, o antissemitismo, a xenofobia -, utilizado, no caso, por Alexandra Teté, presidenta da associação portuguesa Mulheres em Acção, o de que a atenção, os esforços e as verbas públicas deveriam ser dirigidos contra os verdadeiros problemas, as verdadeiras desigualdades, as verdadeiras injustiças: "Acho este tipo de argumentação inqualificável. Quando passo pelos discriminados nunca encontro a senhora. Mas agora as senhoras aprenderam o discurso da igualdade para melhor combater a luta contra a desigualdade".

Como, de acordo com Indy, o racismo é um problema que não existe - "uma coisa que botaram na sua cabeça", como diz um amigo meu, com ironia -, um falso problema, deveríamos nos preocupar com e lutar contra os problemas reais, não imaginários.

PS: O link para o post de Ian Hamilton, - "Dona Alexandra Tété e o casamento. O Casamento.", é o seguinte: http://anaturezadomal.blogspot.com/2007/07/dona-alexandra-tt-e-o-casamento-o.html.

PermalinkPermalink 04.09.09 @ 23:32



Comentário de: jc

ate que enfim voltou a rotina.
nao aguentava mais publicidade.

PermalinkPermalink 05.09.09 @ 19:03



Comentário de: Arthur Golgo Lucas · http://www.arthur.bio.br

"Arthur, não existe conflito racial no Brasil. Existe exploração racial no Brasil. E para o Brasil superar isso, só com muito conflito." (Luis)

Isso é apagar fogo com gasolina. Funciona... depois de consumir tudo que podia pegar fogo.

"A frase feita "enquanto darmos atenção a esse assunto, mais ele se tornará uma realidade" é uma variação do clichê "existem assuntos mais importantes, mais urgentes", reproduzido, infelizmente inclusive por pessoas da esquerda." (Fabiano)

Não vejo uma coisa como mera expressão variante da outra, acho que são duas coisas bem diferentes. O primeiro estabelece um método, o segundo estabelece prioridades. O racismo existe e combatê-lo tem alta prioridade, mas os métodos que hoje estão sendo propostos no Brasil são vergohosamente contraproducentes.

--//--

Não sei se o Alex vai gostar dessa discussão aqui, então não vou discursar - até porque eu discordo dele - mas se ele der um "ok" nos próximos dias então eu posto mais. Caso contrário podemos transferir o barraco para o meu blog.

Yessss, pescaria de leitores... :-P

PermalinkPermalink 05.09.09 @ 19:45



Comentário de: Alex Castro Email

arthur, vc e qualquer outro leitor do LLL podem e devem falar o que quiserem nos comenterios. :)

PermalinkPermalink 05.09.09 @ 19:57



Comentário de: Arthur Golgo Lucas · http://www.arthur.bio.br

"arthur, vc e qualquer outro leitor do LLL podem e devem falar o que quiserem nos comenterios" (Alex Castro)

Oba! :-)

Baia liberada, vamos chamar a galera! :-)

(Valeu, Alex.)

PermalinkPermalink 05.09.09 @ 20:19



Comentário de: Arthur Golgo Lucas · http://www.arthur.bio.br

Tá, voltando ao tema:

Se a gente entender o "esquece e começa de novo" da Indy como um "passa a borracha e finge que não aconteceu", é lógico que não funciona. Aliás, não somente não funciona como ainda piora a situação, porque uma tentativa desse tipo, qualquer que fosse o modo que fosse operacionalizada, geraria a seguinte imediata reação: "estão querendo negar a nossa história". Ou seja, geraria mais conflito por motivos raciais. MAS...

Se a gente entender o "esquece e começa de novo" como uma mudança de método, aí estaremos no caminho certo. E a principal mudança de método que precisamos fazer é deixar de incentivar o conflito racial através das medidas malucas que estão sendo propostas.

Putzgrila, os EUA declararam a inconstitucionalidade das cotas porque reconheceram que esse é um tipo de ação racista e nós vamos copiar a idéia depois que ela foi abandonada na origem? (Que cheiro de ANGRA no ar.)

Os indivíduos brancos de hoje são totalmente inocentes das ações que foram praticadas no passado. Perder uma vaga no vestibular ou numa empresa para um cotista menos preparado por causa da cor de pele é uma afronta e causa um dano real. Não é difícil imaginar o que a vítima dessa injustiça vai dizer do discurso da reparação histórica.

Essa injustiça toda resolve algum problema real? Não: despe um santo para vestir o outro. E ainda gera ódio ressentimento racial. Daí para assistirmos o surgimento de grupos racistas organizados não demora muito tempo. Sendo que a repressão a tais grupos organizados geraria maior violência ainda.

Tá, mas qual é a solução?

De modo geral, a solução é esvaziar as fontes de conflito e modificar o enfoque com que se educará as próximas gerações.

Se há falta de vagas, a solução não é inventar uma discriminação racista para preencher estas vagas de modo a "melhor representar" a distribuição de raças no país. Isso é claramente uma política racista e vai cristalizar o conflito racial mesmo que seja 100% bem sucedida, pois colocará os grupos em conflito, questionando critérios de definição racial, questionando os resultados dos censos, monitorando cada vaga em cada instituição, etc. A solução óóóóóbvia é criar mais vagas, oras!

(Fico me perguntando se isso é tão difícil de assimilar: "criar melhores condições para todos ao invés de melhores critérios para quem vai se dar bem e quem vai se dar mal na vida".)

Cada momento e cada recurso destinado a uma dessas metas rouba tempo e recursos para construir a outra. Temos que assumir uma escolha: ou trabalhamos pelo bem de todos ou assumimos que o mundo tem que ser injusto e ficamos brincando de discutir quem vai se dar bem e quem vai se ferrar.

No plano educacional a coisa é até mais fácil. Temos que eliminar o estilo "vejam como o branco malvado tiranizava o negro inocente" de ensinar história e passar a adotar o estilo "vejam como a humanidade era atrasada, a ponto de as raças serem critério para dividir as pessoas". Será tão difícil assim?

PermalinkPermalink 05.09.09 @ 21:07



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

Alex,
Racismo é coisa "feia", e esperar q ele acabe é como esperar q acabem outras coisas "feias" tais como o adultério, a prostituição e a pedofilia. O adultério vai acabar qdo acabar o acasalamento; a prostituição, qdo acabar a vagina; a pedofilia, qdo acabar a doença mental. Já o racismo, vai acabar qdo acabar a racicização, qdo todos os seres humanos forem da mesma raça – todos meio mulatos, de olhos meio puxados e cabelo castanho meio encaracolado. As pessoas vão se distinguir pelo formato do nariz. Aí então vai surgir o herdeiro direto do Nazismo, q será o Narizismo: os de nariz grande vão escravizar os de nariz pequeno alegando a superioridade da raça Nariana.

Claro está, acho q só ingênuos acreditam q é possível exterminar o racismo. O q se quer é leis de proteção e estímulo, "políticas públicas"; ou seja, o se quer é hipocrisia. Sou – sem sarcasmo – um grande defensor da hipocrisia. A hipocrisia é o q mantém a sociedade unida, o q permite q convivam pacífica e construtivamente pessoas q se odeiam mutuamente.

Em vez de atacar o racismo, defenda a hipocrisia, q dá mais certo.

PermalinkPermalink 06.09.09 @ 00:37



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr

"Comentário da leitora e blogueira Indy, de 19 anos, no post Negritude e Cabelo, Estética e Escravidão, explicando porque esse assunto de racismo "já deus" e que "próprios negros são racistas". E termina pedindo: "enquanto darmos atenção a esse assunto,mais ele se tornará uma realidade.Não podemos simplismente esquecer,começar de novo? sem essa história de racismo,seja lá o que for"! O comentário é representativo de uma mentalidade bem comum no Brasil e literalmente antológico de frases e exemplos que todos ouvimos todos os dias. A luta contra o racismo é a luta pra educar essa menina mas, antes, é preciso ouvi-la e saber o que ela pensa."

Você bem faria, Alex, se explicasse qual é o problema com a mentalidade da menina. Que tipo de dano aos negros ou a qualquer pessoa gente como a Indy faz? Não sei não, Alex, mas acho melhor você olhara para si mesmo e se analisar, antes de se meter a analisar os outros. Você está começando a achar que quem não está nem aí para sua ideologia é tão ruim quanto seus inimigos ideológicos. Isso é fanatização.

Enfim, todo ideologo tem o seu Foro de São Paulo. O Foro de São Paulo do Alex Castro é o racismo.

PermalinkPermalink 06.09.09 @ 04:41



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr

Mas eu sou a favor das cotas nas universidades públicas. As cotas raciais irão desmoralizar a universidade pública. E para o Brasil começa a dar certo é preciso acabar com a universidade pública. A universidade pública é a saúva moderna: ou o Brasíl acaba com a universidade pública ou a universidade pública acaba com o Brasil. Temos que acabar com essas saúvas. E as cotas raciais serão nosso tamanduá! Vamos defender as cotas, Alex, eu te apoio nessa!

PermalinkPermalink 06.09.09 @ 04:45




Putz, Alex, depois de ler esses comentários, tenho que admitir que sim, talvez vc tenha mesmo os piores comentaristas da internet brasileira, como vc disse uma vez. Minha solidariedade.
Ah, li o seu livro e vou escrever sobre ele, prometo! Só preciso de um tempinho.

PermalinkPermalink 06.09.09 @ 11:51



Comentário de: Alex Castro Email

Jorge

Eu nao acho que a menina é ruim, má, fanática, racista, nada disso. Pensando como professor, acho que é uma menina de 19 anos que precisa ser educada. Aliás, 19 anos é a idade média dos meus alunos, eu passo boa parte do meu tempo educando pessoas ignorantes e bem-intencionadas de 19 anos, sei exatamente como é.

PermalinkPermalink 06.09.09 @ 14:19



Comentário de: Alex Castro Email

Arthur

Talvez a diferença entre nós é que vc vê conflito como sendo algo negativo.

PermalinkPermalink 06.09.09 @ 14:21



Comentário de: Arthur Golgo Lucas · http://www.arthur.bio.br

Alex:

E neste caso não é?

Sem parar para fazer uma análise do tipo "da natureza do conflito" eu não me arriscaria a opinar se todo conflito é positivo, se é negativo ou se varia caso a caso. Mas o conflito racial me parece claramente negativo.

Se existe algo positivo na imensa série de injustiças e barbaridades que pessoas cometeram contra pessoas ao longo da história porque umas são chamadas de "nós" e outras de "eles" em função da aparência, por favor, me explica, porque eu não consigo ver. (Sério, não é ironia nem provocação.)

Tipo... até entendo que alguém possa fazer uma analogia entre o conflito racial e o conflito entre tese e antítese, achando que seria positivo surgir uma "nova síntese" e que isso seria positivo. Não sei se é por aí a tua análise, mas esse tipo de analogia:

1) Parte do princípio que "nova síntese" é algo positivo, um tipo de valoração moral que não está presente na fundamentação teórica do método de análise empregado.

2) Equipara de modo impróprio idéias a pessoas, como se fossem categorias intercambiáveis.

3) Gera um paradoxo, pois elimina a moralidade do quadro de análise e isso torna de igual valor qualquer nova síntese.

Ou eu viajei e não era por aí o teu raciocínio?

PermalinkPermalink 06.09.09 @ 19:19



Comentário de: Arthur Golgo Lucas · http://www.arthur.bio.br

Errata:

Onde se lê: achando que seria positivo surgir uma "nova síntese" e que isso seria positivo.

Leia-se: achando que seria positivo surgir uma "nova síntese".

Lapsozinho básico de revisão. :(

PermalinkPermalink 06.09.09 @ 19:26



Comentário de: Arthur Golgo Lucas · http://www.arthur.bio.br

Alex:

Qual tua proposta para educar quem pensa como a Indy?

O que eu propus preliminarmente foi:

Temos que eliminar o estilo "vejam como o branco malvado tiranizava o negro inocente" de ensinar história e passar a adotar o estilo "vejam como a humanidade era atrasada, a ponto de as raças serem critério para dividir as pessoas".

Seria diferente?

PermalinkPermalink 06.09.09 @ 19:30



Comentário de: Alex Castro Email

Arthur,

Sugiro que vc leia os textos da série sobre racismo. Minha "proposta", se ela existe, está lá:

http://www.interney.net/blogs/lll?cat=2280

PermalinkPermalink 06.09.09 @ 19:35



Comentário de: Alex Castro Email

Ah, e como eu estou vendo que vc quer um debate de ideias, eu te peco tb pra dar uma olhada nos Termos de Uso do LLL, que incluem nossa Politica de Debates:

http://www.interney.net/blogs/lll/2009/04/04/termos_de_uso_do_blog_liberal_libertario/

PermalinkPermalink 06.09.09 @ 19:38



Comentário de: Arthur Golgo Lucas · http://www.arthur.bio.br

Pééééé no freio! :)

Alex:

1) Obrigado pelo link, vou ler com atenção.

2) Eu conheço os "termos de uso do lll", exatamente por isso eu perguntei se poderia debater com outros leitores nos comentários deste artigo. Eu leio o lll há tempo suficiente para saber que "quando um não quer, dois não debatem". :)

3) Não sei se me expressei adequadamente - três anos e meio moderando a comunidade "Direitos Humanos" no Orkut cobram seu preço - mas minhas intervenções dirigidas a ti foram apenas para tentar compreender teu pensamento. Pode conferir: inicialmente eu postei minha opinião, que é discordante da tua, mas nas duas vezes que me dirigi diretamente a ti foi para buscar esclarecimentos.

4) A maior parte de minhas opiniões é divergente das tuas. Minha jornada pessoal é totalmente diferente da tua. Eu e tu somos provavelmente como água e óleo. Justamente por isso é divertido acompanhar o lll e estimulante tentar compreender teu modo de pensar. :)

Grande abraço!

PermalinkPermalink 07.09.09 @ 01:22



Comentário de: Arthur Golgo Lucas · http://www.arthur.bio.br

Nossa, eu tenho que parar com essa mania de colocar tantos emotícones...

PermalinkPermalink 07.09.09 @ 01:25



Comentário de: Angelo Sátyro

Viva as cotas para osnegors, que agora é pra alunos de scolas publicas e indios.

A DIVIDA VAI CONTINUAR SENDO HISTÕRICA. Mas os judeus foran indenizados.

PermalinkPermalink 18.08.11 @ 00:43



Comentário de: rozliczenie roczne · http://www.uvu.blogostrefa.org/?p=57015

I'm planning to write a literature blog, and I want to get as much readers as possible, even those who don't like books much, to be able to encourage them to read. Suggestions? No bashing please!.

PermalinkPermalink 29.10.11 @ 08:32



Comentário de: free cell phone directory assistance · http://www.cellphonelookuped.com/

Then again I see that the original post was published more than two years ago. Was there have been any other update for this elsewhere on the page?

PermalinkPermalink 20.04.12 @ 23:56



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