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13 Anos de Capas da Playboy

Racismo LLLEstá circulando pelos emails da vida um site com todas as capas da Playboy brasileira dos últimos 13 anos.

Rápido, antes de clicar, responda à seguinte pergunta: nesse nosso país mestiço e pretensamente não-racista, quantas dessas 196 mulheres, representando o mainstream da beleza nacional, são negras?

Na verdade, não precisamos nem ir tão longe: quantas você acha que serão não-brancas?

Sério, vai. Pensa um número. Acha que serão 10 negras em 196? 30? Quantas?

Pensou? Pensou mesmo?

Ok, então pode clicar.Racismo LLL

O Brasil é tão absurdamente, escancaradamente, acintosamente racista que basta folhear revistas masculinas pro racismo se esfregar em nossa cara.

* * *

Veja todos os posts sobre Raça do LLL e acompanhe a conversa, assinando o RSS dos comentários. Para divulgar toda a série, use esse link ou o botão ao lado.

* * *

 Discriminação Racial nas Escolas  Discriminação Racial: Como Combatê-la

 

14.07.09


Categorias: Raça

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Brancos Não Tem Raça
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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Hugo

Vamos la:
Em 2009: nulher melancia, michele costa, scheila carvalho e jessica maia sao claramente nao-brancas. A Francine eu ficaria na duvida.
Hum... 2009 ta com um espaco amostral nao-branco consideravel...

PermalinkPermalink 14.07.09 @ 14:43



Comentário de: rodrigot

Chutei 10 e encontrei 18 forçando um pouco a barra como amigo aih em cima, ou 11 sem forçar. :)

PermalinkPermalink 14.07.09 @ 15:19



Comentário de: Filipe

a única negra é a Rosiane Pinheiro, Junho de 1998.

PermalinkPermalink 14.07.09 @ 15:32



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

Só dá pra atribuir isso a racismo se vc esquecer todas as outras variáveis.

Se fosse assim, poder-se-ia dizer q até mesmo vc é racista: ¿;De qtas mulheres vc tirou fotos e publicou neste blogue? ¿Qtas delas vc diria q são negras? Se for menos de 50%, bingo: vc é racista.

PermalinkPermalink 14.07.09 @ 15:42



Comentário de: Dúvida Cruel

Agora, uma pergunta sincera, sem querer ser chato ou pagar de racista, uma vez me fizeram uma pergunta e eu não soube responder:

Por que inventam nºs como: 50% tem que ser negro, ou 30% das vagas são para cotistas, sendo que os negros são 7% da nossa população (sei sei, foi wikipedia)


Eu fiquei sem resposta! Ajudae Alex, clareia o meu pensamento!

PermalinkPermalink 14.07.09 @ 16:43



Comentário de: Rogério Santos · http://www.efemeridesbaianas.blogspot.com

Uma das prováveis desculpas para a ausência flagrante de mulheres negras nas capas da Playboy deve ser a mesma dada para a ausência de modelos negras na São Paulo Fashion Week: elas "não tem perfil", "não fotografam bem", ou qualquer outro argumento falacioso similar.

Pode ser também que o cachê oferecido às mulheres negras seja tão abaixo da média que muitas delas se recusaram a posar.

Se alguém acha que eu estou viajando, veja isso: http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u582389.shtml



PermalinkPermalink 14.07.09 @ 17:00



Comentário de: Lucas

A morena do Tchan, talvez...

A Taís Araújo posou?

Uma ou duas, acho...

Vou ver.

PermalinkPermalink 14.07.09 @ 17:25



Comentário de: Bruno · http://lembrancaeterna.wordpress.com

Não quis ler os comentários... e vou chutar 2 antes de ver as capas... em minutos posto minha opinião, já semi-formada e, claro, sabendo do absurdo que será o resultado do meu chute, mesmo que seja um número maior que 2...

PermalinkPermalink 14.07.09 @ 19:23



Comentário de: kelly

tédio tããão grande do machismo da playboy q não vou nem clicar. nojinho.

PermalinkPermalink 14.07.09 @ 19:29



Comentário de: Leonardo Schabbach · http://napontadoslapis.blogspot.com

Alex, comprei o livro hoje, consegui me resolver com o pagseguro. Mas eu queria perguntar algumas coisas para você sobre blogs, e também sobre este esquema que você fez de compra pela internet. Tem algum e-mail para que eu possa entrar em contato?

PermalinkPermalink 14.07.09 @ 19:36



Comentário de: Carolina · http://www.somemadeleines.blogspot.com

A única negra foi a Isabel Fillardis.

PermalinkPermalink 14.07.09 @ 19:39



Comentário de: Carolina · http://www.somemadeleines.blogspot.com

Opa, Rosiane Pinheiro?

PermalinkPermalink 14.07.09 @ 19:41



Comentário de: Bruno · http://lembrancaeterna.wordpress.com

Por mais que todas as revistas não tenham loadado direito aqui nessa suuuuuuper internet 3G da Claro, aparentemente existe uma capa por ano com mulheres não-caucasianas, vai... uma índia aqui, uma passista do Salgueiro acolá, alguém que pode ser visto como não-branquela praqui...

Ou seja, um absurdo sim. Mas nunca comprei Playboy. Então nunca soube.

PermalinkPermalink 14.07.09 @ 19:58



Comentário de: Mauro Jr.

Mas as brancas são mais bonitas mesmo. Se ninguém até hoje reclamou é pq quem compra a playboy gosta ué. E os ensaios são questão de gosto. E todo mundo sabe que gosto não se discute.

PermalinkPermalink 14.07.09 @ 20:13



Comentário de: zé

isso é PREFERÊNCIA, não racismo!

PermalinkPermalink 14.07.09 @ 20:27



Comentário de: Rodrigo Leme · http://rodrigomarillion.wordpress.com

Quer dizer q só não serei racista se eu achar mulheres negras bonitas? Não que o racismo não exista, mas quem quer achar em qualquer lugar acha.

E se o demográfico do leitor médio de Playboy preferir mulheres brancas? É racismo ou preferência? Se preferir asiáticas?

Se em uma escola de samba a mulata for escolhida madrinha da bateria ao invés da loira, seria racismo também? Óbvio que não; seria simplesmente atender a uma preferência, oras.

De novo: não se nega a existência do racismo. Mas é um exercício de futilidade procurá-lo em qualquer lugar só pra provar q existe.

PermalinkPermalink 14.07.09 @ 20:28



Comentário de: Renata

Não que o Brasil não seja obviamente racista, mas, nesse caso, Playboy vende padrão de beleza e fetiche do sul-sudeste, que é onde se concentra o dinheiro nesse país. Se alguma mulher é famosa nesse eixo, ela vira capa da playboy. Por razões que todo mundo estudou no colégio, as pessoas que vivem no sul-sudeste tendem a ser mais brancas que as das outras regiões do país. Daí, me parece óbvio que as capas da playboy contenham mais mulheres brancas. Vai ver quanto sobrenome italiano e alemão tem lá - típico dos imigrantes que vieram para essas regiões.


PermalinkPermalink 14.07.09 @ 20:29



Comentário de: julio

3

PermalinkPermalink 14.07.09 @ 21:04



Comentário de: Fredhy

Realmente mandou muito mal na postagem.

É evidente que a preferência da população brasileira não foca nas modelos negras.

A revista está inserida em um mercado puramente capitalista, sem apegos ideológicos. Caso fosse mais rentável publicar somente fotos de negras com certeza isso seria feito.

Não é uma única revista que conseguiria ditar o gosto sexual de toda uma nação.

Enfim, estou gastando tempo em discutir algo totalmente sem propósito e inútil. Vou dormir!

PermalinkPermalink 14.07.09 @ 21:17



Comentário de: Alessandra · http://alessandrasouza.blogspot.com

Você viu uma coleção de capas da Playboy e a primeira coisa que veio na sua cabeça foi a proporção de mulheres não-brancas? Tá falando sério, Alex?

PermalinkPermalink 14.07.09 @ 21:51



Comentário de: Diana

É triste observar que o Brasil continua negando o preconceito - mesmo por trás dos comentários de 'não que esteja negando o preconceito', 'é preferência' e etc - de maneira tão burra e superficial. O fato de não termos mais capas de mulheres negras na história da Playboy é só a ponta do iceberg de um racismo profundo e arraigado por centenas de anos.

Fato que pode ser observado não só nas capas da Playboy, mas na quantidade de negros que trabalham e se destacam em qualquer área privilegiada por fatores sociais, culturais, estéticos (e culturais!). Os negros têm, de fato, menos oportunidades em tudo – ok, ok, antes que alguém diga, menos no trinômio samba, futebol e música. São minoria nas melhores escolas, universidades, empregos de nível superior, na televisão, no cinema, nas passarelas... até como vendedores nas lojas no shopping.

O percentual baixíssimo de negras, mulatas e outras variantes do gênero nas capas da Playboy certamente não é fruto de um racismo direto e objetivo. Mas OBVIAMENTE é um reflexo do apartheid implícito que vive a nossa sociedade. Há menos negras nas capas, porque há menos negras na vitrine de selecionáveis.

Quanto a um dos posts acima que indaga se o leitor médio da Playboy prefere as brancas, acho que a resposta também é obvia. Qual vocês acham que é o perfil médio de leitores de uma revista que custa mais de 10 reais?

Enfim, assim como eu, que sou negra e tive uma vida repleta de oportunidades, sempre fui minoria. A única – ou uma das únicas – no clube, na turma da escola, na turma da faculdade, na empresa, nas férias. O negro no Brasil continuará nas posições subalternas enquanto todos – inclusive nós – continuarmos negando o preconceito e as suas conseqüências como se tudo fizesse parte de uma lógica deslocada onde o nexo nunca chega as razões de fato.

PermalinkPermalink 14.07.09 @ 22:28



Comentário de: Anderson

Acho que o Alex não acusou diretamente nem os leitores da Playboy nem a própria revista de racismo. Apenas constatou que o fato de não haver mulheres negras nas capas indica que elas não são consideradas bonitas por estas bandas(ou pelo menos desejáveis o suficiente para serem dignas de uma capa de Playboy). É preciso entender que o racismo não é, necessariamente, um ódio declarado seguido de violência física. Ele aparece assim, nos detalhes às vezes.

PermalinkPermalink 14.07.09 @ 22:32



Comentário de: Joao Odilo G. Pinto

Recebi especificamente esse link de um amigo. Gosto de discutir esse assunto de vez em quando mas essa de ficar dando esse tipo de exemplo eu jah considero punhetagem intelectual!

PermalinkPermalink 14.07.09 @ 22:50



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

Comentário de minha patroa: se nas capas da Playboy & afins houvesse mais tendentes a negra do q tendentes a branca, alguém diria q isso prova q o brasileiro é racista, pq qdo ele vê mulata/negra &c já vai pensando em sexo.

Aliás, já se disse algo exatamente nesse sentido aqui nos comentários mais ou menos um ano atrás.

PermalinkPermalink 15.07.09 @ 00:02



Comentário de: Marcus

Tem uns comentários inacreditáveis aqui... Pensei em refutá-los, mas se eles não entenderam vendo as capas, vão entender com palavras?

PermalinkPermalink 15.07.09 @ 00:46



Comentário de: Luis Pereira

Alex, racista é você que fica achando que tudo é racismo! Que mania de perseguição! Esses negros de hoje em dia são muito complexados, tudo reclamam!

http://www.youtube.com/watch?v=V45iBTSnv7A

PermalinkPermalink 15.07.09 @ 01:40



Comentário de: Rodrigo Leme · http://www.rodrigomarillion.wordpress.com

É mais questão de padrão de beleza que racismo, gente. Quantas dessas capas da Playboy são gordinhas?

Alguém falou de havermenos negras na vitrine, e existe uma certa razão nisso, mas não toda. Existem atrizes negras belíssimas (e gostosíssimas), mas a Playboy quer lucro, e talvez o perfil do leitor da Playboy não se sinta atraído por mulheres negras. Quantas orientais vocês já viram na Playboy?

"se nas capas da Playboy & afins houvesse mais tendentes a negra do q tendentes a branca, alguém diria q isso prova q o brasileiro é racista, pq qdo ele vê mulata/negra &c já vai pensando em sexo."

Comentário mais lúcido até agora. Enxergar racismo em todo lugar dá margem ao racista achar q não existe racismo em lugar nenhum.

PermalinkPermalink 15.07.09 @ 10:14



Comentário de: Talita

O comentário da Diana disse tudo que eu tava pensando.
Rodrigo Leme, vc afirma: "É mais questão de padrão de beleza que racismo, gente. Quantas dessas capas da Playboy são gordinhas?"
Isso quer dizer que pra vc o padrão de beleza vigente não reflete preconceitos?
Putz, pra mim é justo o contrário. O fato de existir um padrão para a beleza significa justamente a afirmação, não de um, mas de vários preconceitos: contra negros, gordos, narigudos, baixinhos, idosos, etc.

PermalinkPermalink 15.07.09 @ 11:08



Comentário de: Talita

Ah! Mais uma coisa que eu TENHO que dizer: Gosto se discute sim, pelamordedeus! ;) rsrsrs
Se não fosse assim todo mundo aceitava como "bom" qualquer negócio que nos empurrassem goela abaixo, sem questionar.
Sério galera, reflitam: nossos gostos não surgem do nada, eles refletem nossas experiências em sociedade. Se vc acha mulheres brancas mais bonitas é provável que isso tenha se dado pq vc se acostumou a ver em todo canto o endeusamento da mulher branca. Ou vão me dizer que essa preferência é inata?

PermalinkPermalink 15.07.09 @ 11:20



Comentário de: Rodrigo Leme · http://www.rodrigomarillion.wordpress.com

Talita, respondendo dois comentários seus:

Padrão de beleza reflete o que a maioria da sociedade acha bonito. Se eles são originados de preconceito ou não, é irrelevante, porque não há como se dizer categoricamente que o padrão de beleza vigente em qualquer epoca é produto de preconceito; houve um dia em que mulheres corpulentas eram mais apreciadas que magrelas.

Ajuda também o fato de que países como o Brasil sempre orbitam em termos de opinião - especialmente em beleza - países europeus, onde a maioria é branca e magérrima.

Você também não pode dizer que o gosto de qualquer um de nós surge do preconceito irraizado da sociedade. Dizer isso é a mesma coisa q dizer q seu gosto só está certo se for contra o padrão. E ir contra o padrão criaria outro padrão, rs.

Eu gosto de gordinhas, não me sinto atraído por mulheres negras. Nem por orientais. Prefiro as ruivas, não sou muito fã das morenas. Devo me achar um preconceituoso? Racista?

De novo: padrão de beleza apenas é. Se é fruto ou não de preconceito, não pode ser provado. A únic coisa que sei é q enxergar racismo a torto e a direito, sem parar para pensar, ridiculariza a luta.

PermalinkPermalink 15.07.09 @ 14:03



Comentário de: Talita

Rodrigo, eu não acho que seja irrelevante saber se os padrões se originam de preconceitos. É tão relevante que estamos aqui refletindo sobre isso neste momento ;)

E acho que podemos afirmar sim que alguns padrões de beleza vigentes em determinadas épocas são produto de preconceito. Sobre o padrão das mulheres corpulentas que vc citou, por exemplo, podemos afirmar que ele vigorou em tempos em que ser corpulento era sinônimo de ser bem alimentado (leia-se rico), tb eram tempos anteriores aos alertas da medicina em relação aos riscos da obesidade. Ou seja, pode-se dizer sem medo que havia um fator de preconceito social ali.

Mas eu tb não acho que o gosto de qualquer um de nós surge do preconceito irraizado da sociedade. Se foi isso que pareceu, eu me expressei mal. O que eu queria dizer é que sofremos múltiplas influências na construção de nossos gostos e preferências. E o preconceito é uma dessas influências.

Na verdade, penso que seja uma via de mão dupla: nossos gostos constroem atitudes preconceituosas, assim como atitudes preconceituosas podem construir nossos gostos.

Padrões sempre existirão. Tentar discordar do gosto da maioria só por discordar não leva a nada. Mas reconhecer os valores que os padrões pregam pra só depois construir suas preferências é sempre bom! Pra mim, os valores que o padrão de beleza da Playboy prega são os seguintes: mulher gostosa tem que ter cabelo liso, pele branca, peito siliconado e barriga chapada. Quem desvia desse padrão é feia.

PermalinkPermalink 15.07.09 @ 15:35



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

Desculpem a intromissão, mas vcs tão derivando. O quesito "beleza" não entra na discussão pra decidir as capas ou pôsteres da Playboy. Não é a questão. Há negras e mulatas belíssimas, voluptuosíssimas, talentosíssimas, talvez em maior número do q brancas. O motivo pq elas são geralmente preteridas nas capas ou pôsteres dessas revistas nada tem a ver com racismo, padrões de beleza, preferências estatísticas, ou qqer outro blablabla nesse sentido.

Há motivos objetivos.

Pensem: ¿por que as mulheres em geral se maqueiam? Respondo: pra esconder irregularidades, mas principalmente pra enfatizar as feições femininas: sobrancelhas, cílios, pestanas, lábios, cabelos etc; ou seja, pra melhorar a visibilidade das feições aumentando o contraste entre estas e a pele circundante.

Funciona muito bem nas mulheres de pele clara; não funciona tão facilmente nas de escura.

No caso das fotos de mulheres nuas, além das feições faciais, há tbm as feições corporais eróticas. São elas os seios com os mamilos no topo, e o púbis com o triângulo de pêlos. Não menos importante é a visibilidade dos volumes das nádegas, coxas, ombros e braços.

Tendo em mente q os CONTRASTES são fundamentais prà eroticidade de uma foto, as de negras e mulatas nuas têm problemas técnicos difíceis de resolver. Qto mais negra a pele, tanto menor o contraste entre pele e sobrancelhas, pele e cílios, pele e lábios, pele e mamilos, pele e púbis etc, e portanto, menor o impacto visual erótico da foto. Seria como se os cílios, olhos, lábios, mamilos e púbis de uma branca fossem de um cor-de-rosa clarinho difícil de distinguir da pele.

Além do problema das feições, há o da visibilidade dos volumes. Este é um problema q afeta tanto as negras qto as muito brancas. Os volumes são percebidos pelo contraste entre luz e sombra na superfície da pele. Pensem na imagem duma bunda. Há áreas de maior luminosidade (geralmente no topo) e de menor luminosidade (geralmente nas bordas, no sulco entre as nádegas e na região central entre as coxas). Se a mulher é muito branca, os contrastes ficam atenuados e a voluptuosidade (mesmo q existente) tem menor visibilidade e portanto menor impacto erótico. É por isso q as capas e pôsteres trazem poucas branquelas, daquelas cadavéricas. Por outro lado, se a mulher é negra, os contrastes numa foto ficam mais ocultos, pois nesse caso é mais difícil distinguir o q é pele do q é sombra.

Como contra-prova do exposto acima, vcs poderiam tentar mostrar fotos eroticíssimas de belíssimas e voluptuosíssimas negras, fotos em q as dificuldades técnicas foram em grande parte contornadas de alguma forma. Mas não tou falando q é uma questão de 8 ou 80. É uma questão de 79 ou 80. Pra uma empreitada comercial como é a Playboy, esse unzinho de diferença é um fator decisório suficiente. Se uma capa de branca mezzo-bronzeadas com contrastes óbvios vende 80 mil cópias, e uma de negra com contrastes não-tão-óbvios vende 79 mil cópias, esse é um motivo suficiente pra q 95% das capas (ou mais) sejam de brancas mezzo-bronzeadas.

Outra contra-prova q vcs poderiam tentar seria perguntar por que tbm há poucas orientais. Por dois motivos: primeiro, as orientais geralmente bombam no quesito "voluptuosidade"; há orientais belíssimas, mas a eroticidade delas reside em outros aspectos; segundo, e isso é uma percepção minha, os orientais no Brasil tem uma vida meio à parte do resto e não se misturam muito; eles têm suas próprias revistas, suas próprias lojas, suas próprias associações etc; conto nos dedos todas as vezes em q vi um nissei num programa de calouros ou num "show do milhão" etc.

E ¿querem saber? Acho ótimo q negras e mulatas estejam menos vulneráveis a cair nessa vida de mostrar a bunda. Qdo apareceu aqueja bandeirinha gostosa q posou nua prà Playboy, a MTV me convidou prum debate (aquele do Lobão) sobre fotos de mulheres nuas.
Não aceitei; não queria ofender a moça. Pra mim, mulher q aceita dinheiro pra mostrar a bunda tá dizendo ao mundo q desistiu de ter ambições de crescimento pessoal. E é isso q as negras e mulatas precisam enfatizar: suas ambições de crescimento pessoal.

PermalinkPermalink 15.07.09 @ 17:13



Comentário de: Gustavo B.

Nem acredito no que leio. Aos comentaristas sem noção aí de cima, vão ler primeiro a série sobre racismo e os comentários dela e depois voltem aqui para discutir. Começar tudo de novo do zero, rediscutindo tudo que já foi discutido é dose.
Óbvio que a Playboy não dita o gosto do país, nenhuma revista pode fazer isso. E é lógico que ela vai publicar o que o povo quer ver, se não fizer isso, no dia seguinte está fechando as portas. E justamente por isso, a questão é que ela é um espelho do que o brasileiro quer ver e é aí que está o xis da questão. O brasileiro quer ver isso porque foi "educado" dessa forma.
Extrapolando, o mesmo exercício pode ser feito com qualquer revista. É só ir no site da Veja e ver quantas capas há com não brancos. Nesse caso, não é devido ao padrão de beleza dominante, fruto, dentre outras coisas, do soft power, e sim de uma questão bem mais hard power: dinheiro. E não venham me desiludir e acabar com o resto de esperança que tenho nos seres humanos dizendo que isso aqui: http://www.youtube.com/watch?v=L5Qn3OJk_Z4 é porque os brancos são mais bonitos mesmo.

PermalinkPermalink 15.07.09 @ 20:30



Comentário de: Luis Pereira

O comentário do Plausivel encerra essa discussão. A playboy coloca mais brancas por uma questão cientifica. So ficou faltando o adendo sobre os cabelos lisos x crespos - como disse um nobre comentarista outra vez, é só uma questão de tato! liso é melhor que crespo oras!

nem mesmo com cotas e com a eleição de obama esse povo fica quieto! arre!

PermalinkPermalink 16.07.09 @ 22:05



Comentário de: Alex Castro Email

luis, podemos fazer uma camiseta:

"nao somos racistas, somos cientificos"

ou como disse a meg, na melhor sintese da discussao sobre racismo no LLL:

"Deixa ver se entendi a argumentação da galera: No Brasil, o negro não é discriminado por ser negro. É discriminado apenas por ser feio, pobre, ter cabelo ruim, ter pouca cultura, baixa escolaridade e se fazer de vítima. De onde se conclui que não há racismo no Brasil, cqd."

PermalinkPermalink 16.07.09 @ 22:32



Comentário de: Samuel

Até agora n vi ngm afirmando q o racismo n existe, só discutindo a intensidade dele.

Um dilema moral q abrange td, o limite do até onde é aceitavel e quando para de ser.

Discordo do "O Brasil é tão absurdamente, escancaradamente, acintosamente racista que basta folhear revistas masculinas pro racismo se esfregar em nossa cara.", o racismo é sorrateiro, nesse caso fomos conduzidos a gostar desse perfil, e por n ter cotas obrigando a publicações desse tipo a utilizar modelos negras (ou não brancas, ai vamo na concepção individual de qd dexa de ser branco) isso vai continuar por uma boa qtde de gerações antes de ser mudado.

PermalinkPermalink 17.07.09 @ 00:46



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

Luis Pereira,

Faz assim então:
1. arranja um fotômetro
2. compara as luminâncias entre as partes da pele de modelos variadas
3. arranja um máquina de eletroencefalograma
4. compara tua reação erótica às várias modelos em poses similares
5. compara as leituras das luminâncias com as dos eletroencefalogramas

A Playboy já fez um experimento similar: chama-se "vendas". Se as pin-ups negras obtivessem reações eróticas maiores, elas certamente venderiam mais revistas; portanto a Playboy colocaria mais pin-ups negras. E lembre-se: tou falando apenas de FOTOS. A reação erótica a uma foto tá diretamente ligada à visibilidade dos elementos eróticos nela. Além disso, todo o mundo sabe q, em se tratando de erotismo, a maioria dos homens não liga pra raça: caiu na rede, é peixe.

E tou escrevendo isso no blogue do consultor de usabilidade q já disse q o McDonald's tem todo direito vender gororoba se o público quer gororoba.

PermalinkPermalink 17.07.09 @ 11:13



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

LP,
Vi o documentário. Bem legal, muito bom.

PermalinkPermalink 17.07.09 @ 17:11



Comentário de: filipe · http://olhodemadeira.blogspot.com/

Todos os comentários dos posts sobre "raça", daria um ótimo estudo de caso sobre racismo no brasil atual

PermalinkPermalink 19.07.09 @ 12:32



Comentário de: Versiani

Que o Brasil é um país permeado por preconceito, não há como negar.

No entanto, na tentativa de remediar desvios de assunto, é necessário e primordial observar o que de fato é a Playboy: uma publicação/marca com fins lucrativos voltada para um público específico.

O fato de ser uma publicação nacional não significa que ela deva "representar" a sua nação - por ser de fins lucrativos ela observa, estuda e busca o interesse de seu público alvo.

Sobre "público alvo", afirmar que custo de publicação determina seu público é, no mínimo, cuspir asneira. Em época de inclusão digital, qualquer um pode dar umas espiadelas no conteúdo da revista no site da própria Playboy ou baixar “algo mais” de seu conteúdo em um sem número de outros sites. Sem falar das conhecidas vaquinhas pra comprar tal edição, revistas passando de mão e mão, além daquela “folheada roubada” em bancas e sebos são ou foram rotinas de boa parte da população heterossexual masculina. Este, no entanto, não é o público efetivo - mas influencia bastante os tipos de modelos que figurarão nas páginas da revista.

Observe que o fator determinante do público efetivo, aquele que compra/assina a publicação e outros produtos da marca "Playboy", se encontra no grosso da revista: matérias, artigos, contos, crônicas etc, além das famozérrimas, ao menos no meio jornalístico, entrevistas. E propagandas - em boa parte de produtos nada “baratos”.

Isso significa que o "público efetivo" é "abonado"? Não é bem assim que toca a banda. Assinatura de revistas, como qualquer um que mexa na área deva saber, é um meio recheado de descontos, bônus e outras estratégias, algumas até desesperadas, de fisgar um cliente regular - uma arrecadação “garantida”, segura. O preço de banca, em um país onde a grande maioria das publicações amarga tiragens cada vez menores, define o público “casual”, aquele que compra uma ou outra edição por quaisquer motivos que sejam. E este “público efetivo” pode ser qualquer um, pois é uma publicação mensal – o que se traduz em, no máximo, pouco mais de dez reais mensais para a edição atual embaladinha e direto da banca, ou bem menos em sebos e através de assinaturas.

Então, afinal de contas, que diabos define capa nesta publicação? Aquilo que tiver maior apelo e não fugir da linha editorial. Modelos, atrizes, esportistas e outras tantas personalidades famosas; “coelhinhas”, muitas vezes organizadas e apresentadas através de grupos temáticos; além de boazudas em seus tempinhos de fama, como ex-BBBs, as impagáveis “mulheres frutas”, dançarinas de axé, funk etc. Se há, principalmente no grupo de personalidades famosas, uma quantidade pequena de negras, este é um problema de nossa sociedade, não da publicação – pois não é ela quem dá fama a estas pessoas em particular.

Percebam que, em verdade, a revista é um tanto quanto “democrática”, na falta de palavra melhor. Ela procura não repetir o mesmo “tipo” de modelo em suas capas; demonstra grande diversidade quando falamos das outras modelos contidas nas edições, que em geral são capas ou “coelhinhas” das Playboys de outras nacionalidades; além de ensaios próprios com diversos “tipos” de modelos em diversos “tipos” de ambientes e situações diferentes. A revista busca, como qualquer outra publicação respeitável, renovar e diversificar como formas de melhorar a publicação e impedir que o leitor se entedie ou perca o interesse, mesmo que esta atitude signifique que um grupo ou outro não vai gostar de um ou outro conteúdo.

Mudando de assunto, como assim não contam nem dez capas da Playboy brasuca com “negras”? Quanto de melanina ou qual o padrão de cores restringem e definem como “negro”? Os citados e re-citados 49% da população declaram-se “negros” ou “pardos”. Scheila Carvalho, maior número de capas da Playboy, não poderia ser “categorizada” ou, preferencialmente, declarar-se “negra” ou “parda”? Como ficam outras tantas como ela? E se a antiga loira do “É o Tchan!”, Sheila Mello, declarar-se “parda” ou “negra”?

Por fim, e pessoalmente, o que me preocupa é esta necessidade de categorizar e dividir. Categorizar e dividir PESSOAS. Categorizar e dividir PESSOAS sem qualquer critério passível de clara definição e medição. O tratamento deve ser equitativo, deve ocorrer de acordo com prioridades e necessidades, mas sem ferir o conceito universal de igualdade. Há descriminação racial no Brasil? Há. Mas como se dá a descriminação no Brasil? Pelas oportunidades. Poucos possuem muitas oportunidades, enquanto muitos possuem pouca lutam simplesmente para sobreviver. Deveríamos não categorizar e dividir, mas sim democratizar as oportunidades, minimizar a desigualdade.

PermalinkPermalink 23.09.09 @ 11:35



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Diário de Leituras 2008

  • 104. Montero, Rosa. A Louca da Casa. [Espanha, 2003] Dez.31 (emp.Lulu)
  • 103. Landsburg, Steven E. More Sex Is Safer Sex. The Unconventional Wisdom of Economics. [EUA, 2007] Dez.19
  • 102. Rand, Ayn. The Fountainhead. [EUA, 1943] Dez.15-18 (releitura)
  • 101. Adorno, Theodor. Culture Industry. [EUA, c.1960] Dez.14
  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
  • 42. Graham, Sandra Lauderdale. Proteção e Obediência. Criadas e seus Patrões no Rio de Janeiro, 1860-1910. [EUA, 1988] Jul.
  • 41. Maio, Marcos Chor. Raça, Ciência e Sociedade. [Brasil, 1996] Jun.
  • 40. Almeida, Luana Chnaiderman de. Entremeios e Entretempos. Aproximações ao Filme Shoah de Claude Lanzmann. [Brasil, 2006] Jun.
  • 39. Levi, Primo. É Isto Um Homem? [Itália, 1946] Jun.
  • 38. Sartre, Jean-Paul. A Questão Judaica. [França, 1946] Jun.29
  • 37. Costa, Angela Marques da e Lilia Moritz Schwarcz. 1890-1914. No Tempo das Certezas. [Brasil, 2000] Jun.
  • 36. Holanda, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. [Brasil, 1934] Jun.9
  • 35. Villa, Marco Antonio. Canudos. O Povo da Terra. [Brasil, 1995] Jun.7
  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
  • 33. Moura, Clóvis. Introdução ao Pensamento de Euclides da Cunha. [Brasil, 1964] Jun.6
  • 32. Lima, Luiz Costa. Terra Ignota: a Construção de Os Sertões. [Brasil, 1997] Jun.5
  • 31. Bernucci, Leopoldo M. A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de Euclides da Cunha. [Brasil, 1995] Jun.4
  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
  • 28. Guilherme, Paulo. Goleiros: Heróis e Anti-Heróis da Camisa 1. [Brasil, 2006] Mai.
  • 27. Krakauer, Jon. Na Natureza Selvagem: a Dramática História de um Jovem Aventureiro. [EUA, 1996] Mai.
  • 26. Cunha, Euclides da. Os Sertões. Campanha de Canudos. [Brasil, 1902] Mai.
  • 25. Wilder, Thornton. Bridge of San Luis Rey. [EUA, 1927] Mai.
  • 24. João de Patmos. Apocalipse. [Grécia, c.séc.I] Abr.
  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
  • 22. Castelnau, Francis de. Entrevistas com Escravos Africanos na Bahia Oitocentista. [Brasil, séc.XIX] Abr.
  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
  • 20. Goethe, Johann Wolfgang Von. Faust. [Alemanha, 1832] Mai.
  • 19. Lisboa, Adriana. Rakushisha. [Brasil, 2007] Abr.
  • 18. Tezza, Cristovão. O Filho Eterno. [Brasil, 2007] Abr.
  • 17. Piñon, Nélida, A República dos Sonhos. [Brasil, 1984] Abr.
  • 16. Fanon, François. Black Skin, White Masks. [Martinica, 1952] Abr.
  • 15. Rheda, Regina. Pau de Arara Classe Turística. [Brasil, 1993] Abr.
  • 14. Guillory, John. Cultural Capital. The Problem of Literary Canon Formation. [EUA, 1993] Mar.7-10.
  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
  • 12. Butler, Octavia. Kindred. [Estados Unidos, 1979] Mar.7
  • 11. Ribeiro, João Ubaldo. Viva o Povo Brasileiro. [Brasil, 1984] Fev.
  • 10. Lispector, Clarice. Laços de Família. [Brasil, 1960] Fev.
  • 9. Veiga, José J. A Hora dos Ruminantes. [Brasil, 1966] Fev.
  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
  • 7. Pinto, Fernão Mendes. Peregrinações. [Portugal, séc.XVI] Fev.- (TulBib)
  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

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