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Essa Tal Supervalorização do Negro

Racismo LLLNa comunidade História, do Orkut, alguém perguntava porque essa tal "supervalorização do negro". E veio a resposta:

Também me incomoda essa supervalorização. Já não basta todos os presidentes do país terem sido negros, já não basta que 87% do Congresso brasileiro é de negros, já não basta que o governo só escuta religiões afro-brasileiras e não dá a mínima bola para bispos católicos brancos em greve de fome, já não basta a maioria dos universitários serem negros, os negros viverem mais do que os brancos e serem menos vítimas de violência e quase toda propaganda ser estrelada por modelos negros e mais, eles controlam 72% do PIB brasileiro. Não agüento mais os negros controlando a FIESP em Sp e que tenhamos que estudar só História da África na escola e nada de Europa branca. Não agüento estes feriados por Oxalá, Ogum e Iemanjá.

Chega! Vamos nos unir e lutar pelos brancos neste país de exclusão dos brancos! Chega da polícia só bater nos brancos! Chega de negros reitores, governadores, delegados, bispos e papas! Basta do Imperialismo de Gana, Senegal e Angola! Todo poder aos excluídos!!!

O governo Lula deveria indicar ao menos um branco para seu governo! Abaixo a discriminação. Vamos levantar a moral dos brancos humilhados e explorados por este domínio de 500 anos! Os brancos devem ter direito a morar nos Jardins, no Leblon e em outros bairros de elite também!

Racismo LLL

Via twitter das Fridas, via Utopia Dilucular

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* * *

 Discriminação Racial nas Escolas  Discriminação Racial: Como Combatê-la

 

10.07.09


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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Glauber K

essa ironia foi muito superficial, ironia racial mesmo é dessa música:

http://www.youtube.com/watch?v=uqMIW9cnc-4

PermalinkPermalink 10.07.09 @ 04:13



Comentário de: Glauber K

quem quiser pode procurar a música no youtube "DOSCHT - Branco"

PermalinkPermalink 10.07.09 @ 04:14



Comentário de: Rafael Cesar

Porra, sensacional. Eu, hoje em dia, respondo à maioria das discussões dessa forma. Tem certos momentos que é realmente a única forma de valer a pena gastar saliva.

PermalinkPermalink 10.07.09 @ 10:58



Comentário de: Talita

To morrendo de rir aqui, imaginando a cara de quem fez a pergunta ao ler a resposta.

PermalinkPermalink 10.07.09 @ 11:02



Comentário de: Lucas

kkk

Tá vendo o que não dá ler direito? Passei correndo o comentário do Alex e comecei a ler o post, não entendia nada.

O cara escrevia tão corretamente e com aquelas ideias. Pensei que estava desatualizado XD

PermalinkPermalink 10.07.09 @ 11:22



Comentário de: Lucas

Digo... "Tá vendo o que dá não ler direito?"

Ah... e pensei que EU estava desatualizado.

PermalinkPermalink 10.07.09 @ 11:38



Comentário de: Daniel · http://www.verbeat.org/blogs/razbliuto

Valorizando o humor nacional, né Alex?

PermalinkPermalink 10.07.09 @ 13:16



Comentário de: Anna May

Du -k!!!! Excelente pinçada!!!

PermalinkPermalink 10.07.09 @ 16:31



Comentário de: João Ricardo · http://disparada.wordpress.com

leiam O Mulato

PermalinkPermalink 10.07.09 @ 16:38



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

Excelente, a resposta. Mas a última frase tem q cair fora, ou mudar pro meio do texto. Vem num crescendo... crescendo... crescendo... e dá numa frase meia-boca terminando com "outros ... também"... maior anti-clímax.

Não gosto dessa palavra "exclusão", qdo na verdade o problema é uma "inclusão forçada".

PermalinkPermalink 10.07.09 @ 20:32



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

Teressante:

http://www.youtube.com/watch?v=kt68nyHtvbQ

PermalinkPermalink 10.07.09 @ 21:51



Comentário de: Teilor · http://withoutbrain.blogspot.com

Realmente, porque tentar entender uma pergunta simples quando é mais divertido responder com uma ironia mal colocada mas muito bem escrita, usando de generalizações que despertam a simpatia dos mais medíocres?


PermalinkPermalink 10.07.09 @ 22:18



Comentário de: Marcelo

Mas qual história da áfrica devemos estudar?

A versão original, em que os próprios africanos cuidavam de parte significativa da estrutura do tráfico negreiro e lucrava com isso, ou a história da áfrica da turminha do "otromundoehpossivel", que vai colocar toda a culpa no colonizador branco europeu malvado?

PermalinkPermalink 10.07.09 @ 23:25



Comentário de: Alex Castro Email

Oi Marcelo

nao sei se entendi bem sua pergunta. como assim qual historia da africa? seria como perguntar "qual historia do brasil". e eu responderia: ué, existe uma só? Existe as histórias dos historiadores marxistas, as históris dos historiares conservadores, etc

e, em segundo lugar, vc pode dar algum exemplo de livro de historia da africa q "toda a culpa no colonizador branco europeu malvado?" fico curioso de conhecer pq realmente nao lembro de já ter lido nenhum livro recentes de historia da africa q diga isso...

abracos

PermalinkPermalink 11.07.09 @ 03:27



Comentário de: Bear

Muito útil o post. Visualizar os dois extremos é essencial, se você quer achar o (e andar pelo) meio.

PermalinkPermalink 11.07.09 @ 14:04



Comentário de: Jefferson

O negro embebecido pela rebeldia marxista e gramsciana tem essa cabeça mesmo. Ele acha que matar galinha na esquina é religião, a bárbarie africana é cultura, os países da selva deveriam ser potências mundiais, ele devia entrar na faculdade sem estudar e pretende impor a sua beleza de ébano na televisão, sendo que ele próprio prefere as revistas de Silvia Saint... E, quando pode, ele belisca uma Heidi Klum, uma Sheila Mello, uma Simony (é gorda, mas bonitinha)...

Detalhe: eu sou negro. Então, guardem os seus "preconceito", "homofobia" et caterva...

PermalinkPermalink 12.07.09 @ 19:06



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr

Uma das poucas coisas boas no mundo, Alex, é que ainda não há Estado mundial. Daí, não dá para culpar o racismo da sociedade mundial nem o controle do Estado mundial por alguns grupos egoistas o fato dos negros do mundo estarem em situação inferior aos brancos do mundo, em média. Será por causa da "supervalorização dos brancos" do mundo que a Nigéria está pior que a Inglaterra? Será por causa da "supervalorização dos brancos" que a Uganda está pior que a Suécia?

Eu acho mais razoável acreditar que franceses estão melhores que angolanos porque merecem está melhores que angolanos.

E eu não vejo razão para não acreditar que a maioria dos brancos do Brasil está melhor que a maioria dos negros do Brasil porque a maioira dos brancos do Brasil merece está melhor que a maioria dos negros do Brasil. Já reparou que ninguém contesta isso, Alex? Ninguém, ninguém mesmo, ninguém diz que os brancos não têm mais méritos que os negros! Você mesmo nunca disse que os negros são tão eficientes quanto os brancos. E nunca disse que as mulheres são tão eficientes quanto os homens. Se disse, me desculpe: eu não devo ter prestado atenção, acontece...

PermalinkPermalink 13.07.09 @ 09:16



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr

Mas eu sou a favor das cotas nas universidades públicas. As cotas raciais irão desmoralizar a universidade pública. E para o Brasil começa a dar certo é preciso acabar com a universidade pública. A universidade pública é a saúva moderna: ou o Brasíl acaba com a universidade pública ou a universidade pública acaba com o Brasil. Temos que acabar com essas saúvas. E as cotas raciais serão nosso tamanduá! Vamos defender as cotas, Alex, eu te apoio nessa!

PermalinkPermalink 13.07.09 @ 09:20



Comentário de: Andre · http://acimadedeus.blogspot.com

Bom, toda a parte subjetiva não dá nem pra comentar né.
Mas queria comentar a parte objetiva do texto, que fala que 87% do Congresso e de 72% do PIB. Bom, considerando a ironia, entendi que "apenas" 13% do Congresso é de negros, e que "apenas" 28% do PIB é controlado por negros, não é isso?

Então tá até acima da média. Segundo o Censo 2002 (que é o penúltimo, pois o último não continha, ou pelo menos eu não encontrei a informação), 5% das pessoas são negras. 5% das pessoas com 13% do Congresso. Das duas, uma: ou eles estão mais do que bem representados, ou a cor da pele não é critério para quem vota.

Att,
André

PermalinkPermalink 13.07.09 @ 11:40



Comentário de: Andre · http://acimadedeus.blogspot.com

Jorge,

"Você mesmo nunca disse que os negros são tão eficientes quanto os brancos. E nunca disse que as mulheres são tão eficientes quanto os homens."

Você acha que um negro não é tão eficiente (se vc puder definir melhor o que é "ser eficiente" seria bom) quanto um branco? Ou que uma mulher não é tão eficiente quanto um homem?

PermalinkPermalink 13.07.09 @ 11:45



Comentário de: Arthur Golgo Lucas · http://www.arthur.bio.br

O que eu acho divertido nesse tipo de argumento - além da ironia e do texto bem escrito - é a pressuposição de que se os percentuais de representação de uma cor de pele ou de outra em uma deteminada instituição, atividade ou região geográfica são diferentes da média nacional, então automaticamente deve ser criada uma "discriminação positiva" para fazer o filho do Fulano ter vantagens em relação ao filho do Sicrano em função da cor de sua pele, mesmo que Fulano e Sicrano sejam vizinhos de porta, trabalhem na mesma empresa, ganhem o mesmo salário e seus filhos estudem na mesma escola, como se isso não fosse uma violência contra Sicrano. E mais hilária ainda é a justificativa: "no século XIX homens da mesma cor de Sicrano exploraram homens da mesma cor de Fulano, então nada mais justo que hoje o Estado tire de Sicrano para dar a Fulano, é reparação de opressão histórica".

PermalinkPermalink 12.09.09 @ 15:25



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  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
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  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
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  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
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