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Explicando a Arte Pós-Moderna

 Duchamp

O urinol de Duchamp era arte porque foi assinado e colocado no museu. O mesmo urinol, em qualquer outro lugar, seria só um urinol. Artístico não é o urinol em si, mas o ato de colocá-lo no museu. Entenderam?

(Você pode até discutir se o ato é artístico ou não mas tanta gente nem entende a lógica da coisa que fico pensando que só pode ser pirraça.)

Andy Warhol 1928-1987 Filosofia de Andy Warhol

 

22.06.09


Categorias: Artes

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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: João Paulo Cursino · http://sratoz.wordpress.com

Comentário 1:
Oquei -- mas, aí, o próprio Duchamp não pode dizer que *seu objeto* é arte. Tem que só expor o objeto.

Comentário 2:
É a meta-arte: o objeto não interessa; o que interessa é a referência ao objeto. É como eu escrever: "Eu escrevi isto". A frase só é verdade porque foi dita; se não for dita, não é verdade. Diferente da maioria das frases que dizemos, nas quais a verdade é verdade mesmo que não seja dita.

PermalinkPermalink 22.06.09 @ 14:00



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

Pensei q ele fosse arrotar.

PermalinkPermalink 22.06.09 @ 14:39



Comentário de: João Ricardo

Qual a graça disso?

PermalinkPermalink 22.06.09 @ 15:05



Comentário de: Alex Castro Email

joao paulo... sim... e daí? nao sei se entendi bem seu comentario...

PermalinkPermalink 22.06.09 @ 15:33



Comentário de: Alex Castro Email

joao ricardo...

hmmmm.. qual é a graca do que?

PermalinkPermalink 22.06.09 @ 15:35



Comentário de: Vanessa · http://www.vanprates.blogspot.com

Hahahaha...total identificação aqui!

Certa vez, eu e uma grupo de amigos fomos dar um rodopio no CCBB; eram tantas salas, tantas exposições, que uma delas que encontrava-se em obra nos levou a crer que só podia se tratar de algum tipo de exposição de arte pós-moderna. Ficamos observando e tentando entender o incompreensível ou o óbvio: a representação de uma construção. Consideramos a metáfora, mas para nossa decepção, viemos saber que se tratava somente de uma obra, mesmo!

O meu lápis quebrado sob a mesa também é arte! Ah, se é!

PermalinkPermalink 22.06.09 @ 18:12



Comentário de: João Paulo · http://sratoz.wordpress.com

Você entendeu meu comentário, ainda que o que entendeu não coincida com o que eu queria dizer.

Bem. O comentário 1 era uma condição. O cara sobe no pedestal e diz que é artista, mas só considero que isso é verdade se for espontâneo. Não pode forçar.

O comentário 2 pretende reforçar a tese de que qualquer objeto se presta a fazer meta-arte, porque, nela, o próprio objeto não tem importância, nem significado, nem conteúdo.

... Bem, você perguntou "entenderam?". Isso foi o que entendi. Mas toda leitura é válida.

PermalinkPermalink 22.06.09 @ 21:26



Comentário de: Alex Castro Email

"Bem. O comentário 1 era uma condição. O cara sobe no pedestal e diz que é artista, mas só considero que isso é verdade se for espontâneo. Não pode forçar."

hmm... nesse caso, eu diria q sua concepcao de arte é a mais bizarra q jah vi. a arte, quase q por definicao, nao eh espontanea. ninguem faz arte espontaneamente, sem querer. uma parte integral da producao da arte eh o cara se propor a fazer arte - ou seja, anti-espontaneamente...

o unico tipo de arte que vc pode, forcando a barra, chamar de espontanea era a arte feita antes de haver a definicao de arte, tipo um homem das cavernas pintando um boi na parede da caverna e, mesmo assim, eu diria que ele sabia q estava fazendo arte e se propos a isso, mesmo se nao houvesse palavra ou conceito pra isso....

hamlet, a mona lisa, ou o urinol de duchamp, nao foram criacoes espontaneas, mas criacoes de gente que se propos conscientemente a fazer arte, de gente q se considerava artista muito antes de fazer arte...

(alias, todo artista se considera artista, ou seja, já é artista, muito antes de produzir arte, senao nao produziria. o artista nao vira instantaneamente artista no momento q bota o ponto final no seu romance, ele jah foi artista a vida toda antes disso.)

PermalinkPermalink 22.06.09 @ 21:33



Comentário de: Alessandra · http://alessandrasouza.blogspot.com

Para mim, a merda da idéia de Duchamp é que desde então boa parte do que se chama arte é só um monte de gente colocando urinóis em museus. E já perdeu a graça.

PermalinkPermalink 22.06.09 @ 22:47



Comentário de: Alex Castro Email

sim, o desafio da arte hj é justamente esse: transcender duchamp sem ficar repetindo-o eternamente

PermalinkPermalink 22.06.09 @ 22:49



Comentário de: julio · http://umamentecheia.blogspot.com/

me ensina a usar o twiter

PermalinkPermalink 22.06.09 @ 22:50



Comentário de: Alex Castro Email

alias, o desafio eh justamente fazer a critica de duchamp, do mesmo modo q duchamp fez a critica da arte q era dominante em sua epoca

PermalinkPermalink 22.06.09 @ 22:51



Comentário de: Alex Castro Email

julio, vc tem qts anos? sua mae nao te ensinou como pedir as coisas, nao?

PermalinkPermalink 22.06.09 @ 22:54



Comentário de: João Ricardo

aí alex, pra voce curte racismo

http://colunistas.ig.com.br/sakamoto/2009/06/21/entao-e-verdade-no-brasil-e-duro-ser-negro/

PermalinkPermalink 22.06.09 @ 23:41



Comentário de: João Paulo · http://sratoz.wordpress.com

Tá certo. Ou me expressei muito mal, ou estava errado desde o princípio. Permita-me melhorar.

Se o sujeito tem uma idéia, lança a idéia e depois diz, "essa idéia [ou sua materialização] é arte", isso é uma coisa. É o que pretendi chamar de espontâneo: a idéia primeiro, depois alguma forma para ela.

Já se o sujeito decide que vai ser artista e cria algum objeto só para dizer "viu? sou artista", sem conteúdo, então ele não é artista coisa nenhuma. Não é porque subiu na caixa de sabão que pode se dizer artista. É como aquela celebridade que é celebridade porque saiu na revista, e saiu na revista porque é celebridade. "Sim, mas você FEZ O QUÊ para ser célebre?" "Nada não."

Se o urinol pretende significar, pretende dizer alguma coisa, então é arte. Se não, não.

Hmmmm... Acho que não. Isso é uma restrição supermesquinha, superlimitadora de arte. E isso vindo do filho de um pintor.

Raios. Alex, seu belogue diz ter o propósito de fazer questionar e que, se um leitor que seja sair com mais dúvidas do que entrou, então você ganhou o dia. Bem, então hoje você ganhou o dia. Valeu. :)

PermalinkPermalink 23.06.09 @ 02:12



Comentário de: Alex Castro Email

joao paulo,

eu diria que vc nao está vendo o conteudo revolucionario e destruidor de paradigmas do urinol de duchamp e, provavelmente, de toda a arte do século xx.

e obrigado. :)

PermalinkPermalink 23.06.09 @ 08:21



Comentário de: João Paulo Cursino · http://sratoz.wordpress.com

(Ou, talvez, minha definição de arte, toda enquadradinha, só tenha servido até o século XIX, meados. E, aí, na tentativa de esclarecer o que julgava estar pensando, reconheci que ela não se aplicava ao século XX, justamente porque havia conteúdos destruidores de paradigmas que continuavam sendo arte. Também reconheci que, na verdade, não pensava o que estava dizendo. Ou, como disse John Sheridan, "In fact, I'm not even thinking what I'm thinking."

Ou não.)

PermalinkPermalink 23.06.09 @ 10:40



Comentário de: lucas

o ferreira gullar tem uma boa expressão para isso "arte caninha 51". é só "uma boa idéia". o urinol do duchamp tem uma grande significação histórica, e um valor no campo da teoria da arte, mas como objeto de arte, objeto estético, é perfeitamente ignorável.
quanto a boa parte de seus "seguidores" nem a importância histórica tem, pois não adicionam nada à ruptura duchampiana. enfim, são só "caninha 51" mesmo.

PermalinkPermalink 23.06.09 @ 14:28



Comentário de: Alessandra · http://alessandrasouza.blogspot.com

"eu diria que vc nao está vendo o conteudo revolucionario e destruidor de paradigmas do urinol de duchamp e, provavelmente, de toda a arte do século xx."

Eu parei de ver porque não aguento mais olhar e tenho que virar o rosto para o outro lado para não ter dor de cabeça. Esse povo artístico já criticou e transcendeu e desconstruiu e citou Duchamp tantas vezes que a arte agora é um troço chato pra burro, repetitivo e careta. Sim, careta. Todo mundo fazendo arte para os colegas elogiarem.

Eu não vejo a hora do povo voltar lá para idade média e desembestar a fazer arte que seja bonita, decifrável por leigos e também significativa. Porque sério, de arte profunda e feia e hermética eu já estou por aqui.

PermalinkPermalink 23.06.09 @ 15:06



Comentário de: Igor

Acontece que em uma camada da arte atual reina o pseudo-intelectualismo (talvez porque tenha virado moda nas universidades juntamente com a "Escola Urbana", que o Alex já escreveu sobre e teve a liverdade de dar esse nome).

Hoje em dia há muito mais a vontade de ser artista do que de produzir arte. O Augusto Boal disse certa vez em uma entrevista na TV câmara (exibida dia 08/03/2009 +ou - às 5:47 da tarde):"Por que a arte existe? A arte existe porque a vida não é o bastante (...) mas eu passo nos museus e vejo uma arte vazia" as crianças vão à bienal para brincar nos escorregadores, os adultos, para cuidar das crianças e não para ver arte contemporânea de pseudo-intelectualóides associados.
A bienal tem que aceitar qualquer reflexo de arte vanguardista, contemporânea, essa é sua função atualmente. Veja que houve uma vez que um artista mandou uma obra: "Entrada gratuita para a Bienal"- a obra não passava de uma porta. Que teve que ser aceita, mas com um segurança ao lado. Ela perdeu o pouco significado que tinha.
Colocaram-na nos fundos da esposição durante alguns minutos.

Essa arte, tida como revolucionária e vanguardista é que já virou o conservadorismo. A pose acima de tudo. A arte riquinha e tosca que "se libertou das amarras do belo clássico" e até agora só conseguiu se mostrar ridícula.

PermalinkPermalink 23.06.09 @ 19:36



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  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
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  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
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  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
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  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
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  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
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