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Quem Quer Ser Normal?

Telma é linda, inteligente, swingueira. Uma de minhas grandes amigas. Já foi casada mas agora está solteira. Gosta de sexo, não quer saber de namoro. Veio falar comigo no MSN, em crise:

Alex says:
e aí, saiu com o cara?

Telma says:
saí sim... mas sei la, acho que.... a gente foi tomar café e depois ele me perguntou onde eu queria ir... e eu nao sabia mesmo... eram 6 da tarde... tava garoando...

e...

levei ele pro motel!

hahahhahahaa

:S

e nao foi bom? que cara é essa?

foi legal, mas sei la o q ta acontecendo comigo ale. juro. eu to cheia de julgamentos na minha cabeça sabe? uma coisa sem sentido...

ai meu deus, q julgamentos?

as vezes eu fico carente de ter um companheiro, mas eu adoro sair e ficar com varios caras, acabar na cama sabe? mas dai eu fico pensando oq tem de errado comigo? td mundo quer namorar, espera pra dar pro cara... eu pareço homem!

mas qual eh o problema, meu deus?

o problema é que as vezes eu acho que nao sou normal, sei la, q o q eu faço é feio

e vc acha q ser normal eh bom? q bom é ser igual a esse povo todo q tem aí? vc ve a multidao de gente feia, careta, conservadora, brocha, frigida na rua e vc pensa, puxa, é como eles q eu quero ser?? eh isso mesmo?

ter liberdade é pesado sabia? fazer as proprias regras

claro, obvio, nao foi a toa q sartre disse que estavamos condenados a ser livre, ser livre eh um peso, e por isso é tao facil deixar de ser

mas vc nao sente esse peso

claro q sinto, o tempo todo, mas é melhor do que a alternativa

mas vc nunca fala disso

sabe quantas vezes já tive que abrir mão de relacionamentos pq a outra pessoa queria me encoleirar, queria um relacionamento fechado? se vc acha q isso nao me pesa, está mt enganada

é pesado mesmo...

se nao tah aguentando, vai ser a namoradinha baunilhinha monogamica de um desses cara que abre a porta do carro pra mulher mas fica querendo decidir o que ela vai vestir....

eu nao vou fazer isso

entao aguenta! soh vc pode decidir quem vc quer ser.

* * *

Livros que me fazem querer ser GRANDE:

Sem Tesão Não Há Solução ROBERTO FREIRETropico de Câncer HENRY MILLERFolhas das Folhas de Relva, de Walt WhitmanWalden ou a Vida nos Bosques e a Desobediência Civil, por Henry David Thoreau

 

19.06.09


Categorias: Comportamento

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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Marcos Vinícius · http://prosacom.blogspot.com/

Alguém disse por aí: "Liberdade é não ter que pedir perdão"...

Bom, eu acho que esse negócio de pensar a própria liberdade uma coisa complicada. Não sei quando estou realizando aquilo que é genuíno, ou só compensando frustrações e sendo levado por coisas que são impostas... E, mais difícel ainda, do que pensar a liberdade, é sentir esse peso. Escrever um tratrado filosófico que 600 páginas é uma coisa... Agora, dizer "não" pros nossos sonhos, e "construir as próprias regras", ser responsável por elas, não é pra qualquer um, e não podemos escapar disso... Mas lá no fundo, a gente escava sempre uma boa desculpa, tira uma carta na manga. O próprio fato de pensar sobre a vida pode ser uma boa desculpa pra não viver de maneira viceral.


PermalinkPermalink 19.06.09 @ 03:38



Comentário de: GladiadorBR

e vc acha q ser normal eh bom? q bom é ser igual a esse povo todo q tem aí? vc ve a multidao de gente feia, careta, conservadora, brocha, frigida na rua e vc pensa, puxa, é como eles q eu quero ser?? eh isso mesmo?


Uma coisa que eu disse antes, ruim eh esse sentimento de superioridade. É como muitos ateus que eu conheço. O sentimento de superioridade os faz tão desprezíveis quanto os mais religiosos.

PermalinkPermalink 19.06.09 @ 05:31



Comentário de: GladiadorBR

Só para complementar: Eu sou ateu

PermalinkPermalink 19.06.09 @ 05:33



Comentário de: leodip · http://twitter.com/leodip

Fazer as próprias regras é difícil mesmo, porque querendo ou não a gente vive no mundo, e lutar contra o mundo é coisa desgastante. Ficar nos moldes por comodismo quando no íntimo se deseja ser diferente também é ruim. Ao mesmo tempo dá medo ser tão bravo e diferente, porque é como se estivéssemos ignorando uma grande experiência coletiva, os erros e acertos de milhares de outras pessoas (o que acaba se tornando o senso comum). Essa posição de pequena minoria, "anormal" não deixa de ser mais solitária e mais difícil do que a alternativa. Pode valer a pena, mas é caminho ainda não desbravado, onde você acaba virando cobaia das suas próprias teorias.

PermalinkPermalink 19.06.09 @ 08:22



Comentário de: aiaiai

Acho que dá trabalho, mas também dá trabalho seguir as regras dos "normais".
Quanto ao sentimento de superioridade, levantado pelo gradiador, acho que é bastante lógico que exista, assim como para os ateus. Uma vez que vc consegue ver algo que a maioria parece não ver, ou finge que não vê,você se sente um pouco à frente (não sei se acima) e, ao mesmo tempo, bastante sozinho.
A telma tem o alex para se abrir, mas não é tão fácil assim achar pessoas livres que consigam ao menos tentar entender o que vc está sentindo, sem julgar você um louco total!

PermalinkPermalink 19.06.09 @ 08:58



Comentário de: cris · http://quitanda2008.wordpress.com

no final das contas, tudo é uma questão de escolhas e, não importa qual delas você faça, sempre vai ser difícil. viver encoleirado é ruim, mas ser livre também tem seu preço. pra mim, então, o que conduz mihas escolhas é o que me dá mais prazer. viver encoleirado, num relacionamento monogâmico ou experimentar a liberdade? eu fico com a segunda opção [até porque, depois de dois casamentos, tenho PhD no assunto], mas a maioria das pessoas sente um tesão fdp em viver pra infernizar a vida do outro. aí é aquilo: achou alguém tão neurótico quanto você e que aceita jogar o joguinho? então vai ser feliz pra lá e me deixa viver em paz. bjs

PermalinkPermalink 19.06.09 @ 09:26



Comentário de: DdR · http://discipulodarazao.com

O negócio é nos livrarmos da culpa.
Ser sem temer.

PermalinkPermalink 19.06.09 @ 10:36



Comentário de: Te

"Uma vez que vc consegue ver algo que a maioria parece não ver, ou finge que não vê, você se sente um pouco à frente (não sei se acima) e, ao mesmo tempo, bastante sozinho."
Você não quer ser mais um animal seguindo a manada mas com isso acaba se isolando. Escolha difícil e não é pra qualquer um. O negócio mesmo é escolher a que te faz mais feliz. Ou menos infeliz.

PermalinkPermalink 19.06.09 @ 11:57



Comentário de: João Ricardo

e tem gente que acredita que essa conversa não é fake

PermalinkPermalink 19.06.09 @ 13:47



Comentário de: Alex Castro Email

joao ricardo,

a conversa nao eh fake, mas se fosse nao faria A MENOR diferenca.

alias, minha amiga queria q eu colocasse nome dela e link, mas preferi nao, pelo conteudo da conversa, pq esse ainda eh um pais machistamente escroto.

mas enfim, se quiser, considere tudo inventado e pronto. a moral da historia é a mesma.

PermalinkPermalink 19.06.09 @ 14:22



Comentário de: Luiz

achava que passava por essas coisas sozinho...

PermalinkPermalink 19.06.09 @ 15:46



Comentário de: Alessandra · http://alessandrasouza.blogspot.com

" foi legal, mas sei la o q ta acontecendo comigo ale. juro. eu to cheia de julgamentos na minha cabeça sabe? uma coisa sem sentido...

ai meu deus, q julgamentos?

as vezes eu fico carente de ter um companheiro, mas eu adoro sair e ficar com varios caras, acabar na cama sabe? mas dai eu fico pensando oq tem de errado comigo? td mundo quer namorar, espera pra dar pro cara... eu pareço homem!

mas qual eh o problema, meu deus?"

E se houver um problema? Nossa Alex, logo você, basicamente dizendo para uma pessoa "não se examina não, faz tudo como sempre fez, não pára pensar sobre porque você está se sentindo assim, vai que você acaba querendo fazer alguma coisa como a maioria". Que no fundo é o mesmo conselho que o pastor daria para alguém que chegasse perguntando se esse negócio de casar virgem é bom mesmo.

Pode ser que a sua amiga esteja mesmo só noiada por conta do peso da moral alheia, mas e se não? E se esse desconforto vier de alguma outra coisa?

Vai com calma nessas de chamar qualquer relacionamento tradicional de coleira, de chamar toda pessoa normal de careta, covarde e reprimida. Não é uma coisa ou outra, você sabe muito bem. Você refuta os tais julgamentos da cabeça dela com os seus próprios julgamentos sem nem hesitar. A pessoa que vive se esforçando para fazer o que ninguém faz é tão prisioneira quanto aquela que só segue o rebanho.

PermalinkPermalink 19.06.09 @ 17:07




Que xaveco furado! O pior é que elas caem...

PermalinkPermalink 19.06.09 @ 18:57



Comentário de: FlaviaQ

Alex, Sobre racismo no Brasil:

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI78162-15228,00-ENTAO+E+VERDADE+NO+BRASIL+E+DURO+SER+NEGRO.html

Beijos

PermalinkPermalink 19.06.09 @ 21:43



Comentário de: Oliveira · http://rapazessempreconceitos.com.br

Puxa, Alex, que legal essa sua amiga Telma. Que bacana o jeito que ela pensa, que ela age...
Queria ser amigo dela, irmos ao cinema, sei lá. Dá pra mandar o endereço, telefone, msn?

PermalinkPermalink 20.06.09 @ 18:08



Comentário de: julio · http://umamentecheia.blogspot.com/

po ler o seu blog e legal, mas ele me faz sentir uma sensaçao muito ruim , porque ele me faz me pergunta onde estava minha vida ate agora, mas tudo bem vou pra outro site e depois volto para a labuta

PermalinkPermalink 20.06.09 @ 21:18



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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
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  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
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  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
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  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
  • 42. Graham, Sandra Lauderdale. Proteção e Obediência. Criadas e seus Patrões no Rio de Janeiro, 1860-1910. [EUA, 1988] Jul.
  • 41. Maio, Marcos Chor. Raça, Ciência e Sociedade. [Brasil, 1996] Jun.
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  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
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