Quer comprar no Submarino? Entre por aqui e eu ganho 8%.

A Imagem que as Pessoas Passam

Alex Castro says:
vc diria q sou uma pessoa obssessed?

Camila says:
Não... De onde você tirou isso?

Alex Castro says:

o carlos viu um button dizendo "obssessed", lembrou de mim, comprou e me deu. eu achei graça. eu devo ser um cara muito estranho. tem gente que me acha obssessed, ansioso, nervoso, estressado.... outros reclamam q sou muito laid back, relaxado, inconsequente, nao ligo pra nada...

Camila says:

haha

Alex Castro says:
quem sera q eu sou?

Camila says:
haha x 2.

Alex Castro says:
nao eh engracado isso?

Camila says:
Muito. Mas sabe. Acho que a maioria das pessoas interessantes têm esse lado Walt Whitman, "I am many" (ou seja, têm váááários lados)

(O texto continua abaixo da imagem.)
Song of Myself - Canção de Mim Mesmo
Talvez o livro mais importante da minha vida. Não existe obra mais incrível, perfeita, eletrificadora.

Alex Castro says:
eu fico pensando q devo ser a pessoa q leva esse doutorado menos a serio de todos os meus colegas.... e acho engracado q eles devem pensar q, sei la, eu vivo pra isso, me enterro em casa e nao saio com eles pq vivo em funcao do doutorado, nao paro de pensar nisso, de estudar, etc etc

Camila says:
Será que é isso que as pessoas pensam de você? Eu também não sei. Mas uma coisa eu sei. Que você é a pessoa mais contraditória que eu conheço, não há a menor dúvida.

Alex Castro says:
gracas a deus! (disse o ateu)

Camila says:
Aí não é à toa que as pessoas tenham idéias contraditórias de você. :) Mas voltando ao Carlos. Não te acho obsessed. Mas te acho super anti-zen. Te acho agitado, pilhado, que nem o Oliver. :)

Alex Castro says:
eu nao tenho essa ideia de achar que as pessoas sao "um", q elas tem uma essencia, e q sao uma coisa soh... acho que nos existimos no contato com o outro e de fato somos pessoas diferentes de acordo com quem estamos e todas essas pessoas sao o verdadeiro alex, a verdadeira camila, etc... ou melhor, nao existe a verdadeira camila, pois a camila no consultorio com seu paciente e a camila em alfa ouvindo jazz sao todas as verdadeiras camilas, apesar de se comportarem, falarem, terem body languages completamente diferentes.... entao, eu sei que eu sou todos os alex q todas as pessoas veem, e isso eh normal, e eh lindo... soh acho engracado serem alexes tao diferentes

Camila says:
Que lindo isso que você escreveu. Escreve um post sobre isso. Vai ser um daqueles posts em que vou concordar com tudo!! :)

Alex Castro says:
e vc tem um ideia completamente errada de zen. zen é a coisa mais obsessiva (na verdade, essa é a palavra q eu usaria) do mundo, eh o oposto de calma, reflexao, passividade... eh uma filosofia de atividade, de desordem, de caos, de destruicao, de obssessao.... na verdade, eu nao sou obcecado o suficiente pra ser zen

(O texto continua abaixo da imagem.)
 Espírito do Zen
Excelente introdução ao Zen para ocidentais.

Camila says:
Sabe que eu tinha um paciente que entrava na maior crise justamente com essas coisas - que ele não conhecia "a verdadeira Camila", porque afinal eu não era namorada dele... Mas, ao mesmo tempo, ele sentia que a Camila-analista que ele conhecia lhe fazia um bem danado... Isso era assunto de todas as sessões...

Alex Castro says:

sim, as pessoas criam umas separacaoes q sao bizarras... como o dualismo corpo/alma... essas besteiras

Camila says:
É claro, né Alex... Você acha mesmo que já estudei zen na vida? Claro que tenho a idéia tosca e do senso comum... Lembre-se sempre de que não sou uma pessoa culta como você...

Alex Castro says:
hahahhaha! um dia eu te explico o que eh zen, pq eu gosto, e pq eu considero seriamente a possibilidade de me internar num monasterio zen e passar um ano lah, ou quem sabe, a vida toda

Camila says:
nnnnnnnnnnnãããããõoooooooo!!! Aí quem vai fazer macarrão comigo??????????

Alex Castro says:
pô, eu ia amarradao...deixa eu te mostrar um post antigo.

A Imagem que as Pessoas Passam

Leitora no MSN: Você escreveu assim "Meus leitores, por outro lado, parecem me ver como um sátiro amoral e insaciável, cuja vida é uma eterna suruba." Bem, insaciável, com certeza.

Eu: E por que você pensa que sou insaciável?

Ela: Porque parece. Pela tara dos pés e talz. Você encara isso como uma paixão. Sei lá, é a imagem que você passa.

Eu: Então empatou, porque as pessoas também me passam a imagem de serem caretas, travadas e chatas.

Camila says:
kkkkkkkkkkkkk. Tá vendo como você é contraditório! Olha que bonito. Como são verdades parciais. Você tem sim essa idéia, obviamente, de que as pessoas em geral são caretas, chatas... Mas com essa idéia convive outra, desenvolvida em vários posts... De que as pessoas são intrinsicamente interessantes, que você é curioso para ouvir suas histórias, de que é aberto para o mundo e para os outros...

Alex Castro says:
hahahhaaha! mas as duas coisas sao verdade!

Camila says:
Claro!!! A mais absoluta verdade...

Alex Castro says:
a pessoas sao caretas chatas e travadas, mas tb tem historias interessantes pra contar e, quem sabe, podem ser salvas de si mesmas

Camila says:
Isso dava um bom update no facebook (tipo minuto de sabedoria)

* * *

Blog da Camila: Recordar Repetir e Elaborar

 

15.06.09


Categorias: Comportamento, Sexo

Trackback:

http://www.interney.net/blogs/htsrv/trackback.php/28662

Posts similares:
Motivos para Amar minha Família
Enquanto isso, no meu MSN...
Don’t worry baby

(Os comentários abaixo exprimem a opinião dos visitantes, o autor do blog não se responsabiliza por quaisquer consequências e/ou danos que eles venham a provocar.)

Atalho pra o formulário

Comentários, Trackbacks:


Comentário de: dra · http://drambrosini.blogspot.com

hj mesmo eu tava falando sobre esse assunto com a minha namorada...
a minha teoria era a de q a gente não deve perder tempo ou energia nos preocupando com a imagem q as pessoas fazem da gente, pq é realmente impossível adivinhar qual é essa imagem de antemão.
cada pessoa provavelmente tem uma opinião diferente a nosso respeito, e nós estamos condenados a não saber quase nada sobre como os outros nos vêem.
mas vc tem um ponto interessante aí... não apenas cada pessoa faz uma imagem muito particular a nosso respeito, como tb nós próprios talvez ajamos de um jeito diferente com cada "outro", sem ao menos se dar conta disso!
mas a conclusão é a mesma: não adianta nada querer controlar as nossas ações para *agradar* os outros. primeiro, pq não sabemos como fazer isso, simplesmente, e segundo pq é impossível saber de antemão qual será a reação desencadeada pelo nosso agir...
acho q é por aí.
abs,

PermalinkPermalink 15.06.09 @ 00:39



Comentário de: Ju Dacoregio

Identificação total com seu post. Parece bem clichê dizer "sou muitos!", mas às vezes não tem definição melhor. É legal ver um cara que parece tão seguro, que não liga pra opinião dos outros (aparentemente, claro)também se render a essa definição nada definitiva de "sou um, mas sou vários".

PermalinkPermalink 15.06.09 @ 00:48



Comentário de: Lucas

Eu sou uma daquelas pessoas que vivem se perguntando o que os outros pensam de mim, se os outros me acham a pior pessoa do mundo, se os outros me acham burro, se um daqueles neuróticos que dizem que metade do mundo devia morrer ia me colocar na lista, enfim. Eu não vou mudar o que eu estou fazendo pela opinião do vizinho, mas eu fico dissecando a opinião do vizinho sob todos os ângulos.

Normalmente as pessoas dizem que sou alguém "que não é de se enturmar muito", daí eu perguntava se me achavam tímido, apático ou qualquer outra coisa que denotasse silêncio e diziam que não e que também não acham legal esse "negócio de rótulos". Isso já me causou crises existenciais inexplicáveis, ficava me perguntando o que queriam dizer com isso, ficava me perguntando pq eu era assim, o que fazia eu ser assim, e depois ficava profundamente decepcionado; pq depois de uma definição tão simplista as minhas dúvidas pareciam não ser compreendidas.

Hoje quase todo mundo preza enormemente pela liberdade de opinião, aquela história de deixar que cada um pense e faça o que achar melhor desde que não prejudique o sistema. Acho que se fosse o contrário disso, que todo mundo fosse tremendamente "cara de pau" e "metesse o bedelho" em tudo eu ia me sentir melhor.

PermalinkPermalink 15.06.09 @ 01:00



Comentário de: Paulo Junior

Voce diz que acha que"as pessoas sao caretas chatas e travadas" mas mesmo assim procura conhecê-las e ouvir suas histórias.

Pensando assim você se dá a chance de se surpreender a cada pessoa que conhece. Criando uma visão geral "chata e careta" de todo o resto do mundo deixa muita margem para que elas te surpreendam com suas histórias.

Pode-se dizer que você tem um prazer nisso.

Parabens pelos textos.
Abrs.

PermalinkPermalink 15.06.09 @ 01:20



Comentário de: Rosa

No começo achei legal o texto, mas muito grande. Preguiçinha de ler tudo. Saudações contraditórias.

PermalinkPermalink 15.06.09 @ 06:24



Comentário de: Francisco

"Alex Castro says:
a pessoas sao caretas chatas e travadas, mas tb tem historias interessantes pra contar e, quem sabe, podem ser salvas de si mesmas"

Isso é a síntese da psicoterapia. =)

PermalinkPermalink 15.06.09 @ 08:06



Comentário de: Ricardo Cabral · http://agora.opsblog.org/

Essas conversas ao vivo são ainda melhores!
(Já estou com saudade de vcs dois)

PermalinkPermalink 15.06.09 @ 12:08



Comentário de: FlaviaQ

Cara, hoje de manhã, no banho eu estava pensando que a partir de uma certa distância, cada olho tem a sua perspectiva independente. Na verdade, isso é uma coisa que me chamou a atenção ainda criancinha e eu até hoje adoro fechar cada olho de uma vez e ficar alinhando as paradas visualmente - doente, eu sei.
Mas se levarmos isso em consideração (não o fato de eu ser doente), cada pessoa, tem pelo menos três pontos de vista diferentes sobre a mesma coisa: O do olho esquerdo, o do direito e a visão geral formada pela união dos dois.
Beijos

PermalinkPermalink 15.06.09 @ 14:49



Comentário de: Paula · http://www.paulaberbert.com

Morri de saudade pra sempre de conversar com você.

PermalinkPermalink 16.06.09 @ 03:16



Deixe seu comentário:

Seu endereço de email não será exibido nesse site.
Sua URL será exibida.

Post anterior: Onde Perdemos Tudo

Próximo post: Alex em Sampa

 promoção submarino

 Obras Completas Sigmund Freud: Edição Standard - 24 volumesObras completas de Freud, de R$960, por R$399

Um blog sobre rebeldia, contemplação e sacanagem, regado a muita literatura e humor. Nosso assunto são as várias prisões que acorrentam o homem, como ambição, verdade e medo. Dê sua opinião!


Quer comprar no Submarino? Entre por aqui e eu ganho 8%

Meus Livros à Venda:

  • Radical Rebelde Revolucionário
  • Onde Perdemos Tudo, por Alex Castro

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Livros Recomendados

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
  • 42. Graham, Sandra Lauderdale. Proteção e Obediência. Criadas e seus Patrões no Rio de Janeiro, 1860-1910. [EUA, 1988] Jul.
  • 41. Maio, Marcos Chor. Raça, Ciência e Sociedade. [Brasil, 1996] Jun.
  • 40. Almeida, Luana Chnaiderman de. Entremeios e Entretempos. Aproximações ao Filme Shoah de Claude Lanzmann. [Brasil, 2006] Jun.
  • 39. Levi, Primo. É Isto Um Homem? [Itália, 1946] Jun.
  • 38. Sartre, Jean-Paul. A Questão Judaica. [França, 1946] Jun.29
  • 37. Costa, Angela Marques da e Lilia Moritz Schwarcz. 1890-1914. No Tempo das Certezas. [Brasil, 2000] Jun.
  • 36. Holanda, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. [Brasil, 1934] Jun.9
  • 35. Villa, Marco Antonio. Canudos. O Povo da Terra. [Brasil, 1995] Jun.7
  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
  • 33. Moura, Clóvis. Introdução ao Pensamento de Euclides da Cunha. [Brasil, 1964] Jun.6
  • 32. Lima, Luiz Costa. Terra Ignota: a Construção de Os Sertões. [Brasil, 1997] Jun.5
  • 31. Bernucci, Leopoldo M. A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de Euclides da Cunha. [Brasil, 1995] Jun.4
  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
  • 28. Guilherme, Paulo. Goleiros: Heróis e Anti-Heróis da Camisa 1. [Brasil, 2006] Mai.
  • 27. Krakauer, Jon. Na Natureza Selvagem: a Dramática História de um Jovem Aventureiro. [EUA, 1996] Mai.
  • 26. Cunha, Euclides da. Os Sertões. Campanha de Canudos. [Brasil, 1902] Mai.
  • 25. Wilder, Thornton. Bridge of San Luis Rey. [EUA, 1927] Mai.
  • 24. João de Patmos. Apocalipse. [Grécia, c.séc.I] Abr.
  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
  • 22. Castelnau, Francis de. Entrevistas com Escravos Africanos na Bahia Oitocentista. [Brasil, séc.XIX] Abr.
  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
  • 20. Goethe, Johann Wolfgang Von. Faust. [Alemanha, 1832] Mai.
  • 19. Lisboa, Adriana. Rakushisha. [Brasil, 2007] Abr.
  • 18. Tezza, Cristovão. O Filho Eterno. [Brasil, 2007] Abr.
  • 17. Piñon, Nélida, A República dos Sonhos. [Brasil, 1984] Abr.
  • 16. Fanon, François. Black Skin, White Masks. [Martinica, 1952] Abr.
  • 15. Rheda, Regina. Pau de Arara Classe Turística. [Brasil, 1993] Abr.
  • 14. Guillory, John. Cultural Capital. The Problem of Literary Canon Formation. [EUA, 1993] Mar.7-10.
  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
  • 12. Butler, Octavia. Kindred. [Estados Unidos, 1979] Mar.7
  • 11. Ribeiro, João Ubaldo. Viva o Povo Brasileiro. [Brasil, 1984] Fev.
  • 10. Lispector, Clarice. Laços de Família. [Brasil, 1960] Fev.
  • 9. Veiga, José J. A Hora dos Ruminantes. [Brasil, 1966] Fev.
  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
  • 7. Pinto, Fernão Mendes. Peregrinações. [Portugal, séc.XVI] Fev.- (TulBib)
  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

8129 Panola St, New Orleans, LA, 70118, msn, tel, email

Ao me enviar email ou comentar no LLL, você está automaticamente permitindo que eu publique sua mensagem no blog, inclusive com seu nome e endereço. Pense bem.

Busca


[ La Brute - Jogo Online em Flash Grátis ]