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Um Pouco Sobre Esse Blog

Últimos comentários sobre as discussões que rolaram aqui e aqui: muitos leitores aparentemente não entendem que minha vida particular e minhas escolhas individuais não estão abertas para discussão.

as perguntas mais pertinentes e instigantes feitas no outro tópico foram do mauro tatini e vc simplesmente nao respondeu. a série é muito boa, estou aprendendo muito com ela, mas vamos combinar que tudo que o mauro falou faz um puta sentido.

Quando falo da minha vida, é sempre como mote para tentar fazer uma conexão com algum ponto maior, sobre racismo, dinheiro, liberdade individual. Minhas respostas, se eu responder, serão sempre sobre essas temas mais amplos - e nunca querendo te convencer, ó leitor que não paga as minhas contas, de que eu não sou um vagabundo, ou algo assim.

Acho que você mandou mal no post, mas não pq seja má pessoa ou qualquer coisa assim, você é humano e manda mal de vez em quando, assim como eu e todos os demais que aqui escrevem te respondendo. Bola para frente.

Reparem: não estou desqualificando, censurando, não-aceitando, desprezando suas opiniões. Os comentários são livres. Vocês podem falar o que quiserem. Podem me achar lindo, pomposo, genial, insuportável. Só não esperem que eu responda. Tenho 35, sou adulto e me sustento: não me rebaixaria a justificar minhas escolhas de vida para estranhos em uma caixa de comentários de blog.

Qual é o propósito do seu blog, ou do seu post? 1) Atualizar os seus amigos sobre a sua vida? Se for isso, não vejo problema no seu "meu dia..." 2) Transmitir alguma mensagem de sabedoria? Não vi mensagem aí... Dado que está público, aceite as consequencias.

Alguns leitores agiram como se eu tivesse criticado (ou não-aceitado) os comentários iniciais a esse post. Não desqualifiquei nem critiquei: somente registrei minha surpresa com eles e perguntei o que os outros leitores acharam.

Eu concordo com tudo o que o Mauro disse. Nao foi um post tao despretensioso assim, no final das contas. E acho sim que vc estava se exibindo um pouco: enquanto vc se mata de trabalhar e nem tem tempo de viver, eu posso viver assim... É uma coisa em vc que eu acho graça: vc nunca se exibe, nunca se preocupa, nunca é arrogante, nunca faz nada dessas coisas tao humanas

Depois, também me chamaram de sonso: como se eu pudesse humanamente prever como cada maluco pela internet afora vai reagir a cada coisa que escrevo. Até entendo: toda pessoa acha que a sua reação à qualquer coisa é óbvia, automática e padrão. Então, se meu texto a faz rir, deve ser porque escrevi o texto para fazê-la rir... E, se digo que não, sou sonso! Eu me divirto muito com esse blog.

a impressão é de que há alguma coisa faltando no seu projeto de vida. Acredito que isso vai ficar mais claro quando você acumular mais alguns anos ou décadas de vida. Quando você compreender de verdade a finitude da vida e começar a se perguntar "que porra estou fazendo nesse mundo". Essa compreensão, por mais livros que você leia, só chegará com o tempo. Vai chegar o dia em que ler Bacante no parque não será suficiente. Você vai querer coisas maiores (e é claro que não estou falando de carros de luxo e restaurantes chiques). Mas não esquenta; para alguém com vinte e poucos anos (suponho que essa seja sua idade), você está indo muito bem, e vai ter as respostas certas para quando seu futuro lhe impor novas e inesperadas perguntas.

Também não faltou o impagável comentador que acha que, no fim, quando chegarem na idade certa e estiverem maduros, todos vão concordar com ele. Quem pensa diferente, não é por ser um adulto responsável com suas próprias idéias, mas porque está somente passando por uma fase, besteira! Ainda não chegamos lá, mas inevitavelmente todos chegaremos. Concordar com ele é só questão de tempo... (Minha resposta padrão a esse tipo de comentário.)

Esse blog tá em decadência...das belas prisoes, ao diário pessoal do alex.

Sim, vocês podem escrever o que quiserem nos comentários. Sim, eu posso responder os comentários que eu quiser. Mas, no fim das contas, se eu descrever um dia comum na minha vida é uma coisa que te incomoda tanto, se acha que eu falar minha própria vida no meu próprio blog é mandar mal, se ainda não percebeu que o LLL é e sempre foi meu diarinho pessoal, bem, talvez esse blog não seja realmente pra você.

Chega né Alex? Você vai quebrar toda sua reputação assim. Perdeu um leitor de feeds. :*

Por fim, também vão aparecer os malas dizendo que estou me explicando, que esse post quer dizer que não sou cool como digo ("ninguém pode sinceramente não ligar pra minha opinião!"), que fico me roendo de raiva/ódio/tristeza a cada comentário, blá blá. Se você é leitor antigo, tudo vai soar redundante ou repetitivo. Entretanto, o blog recebe muitos novos leitores todo dia, vindos do iG, do Yahoo e, agora do Twitter, e acho importante reiterar algumas informações básicas.

pira18042008

Para quem vai e para quem fica e para quem acabou de chegar, e para curiosos de modo geral, recomendo a atualização dos Termos de Uso do LLL, com respostas para todas as suas perguntas.

* * *

A discussão gerada por esse post continua nos posts abaixo:

- Um Dia na Minha Vida
- Dinheiro, Trabalho e Tempo Livre
- Sua Vida É Sua Escolha
- Um Pouco Sobre Esse Blog

 

04.04.09


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Comentário de: nadia · http://www.ultimotrago.blogspot.com

Desculpe, mas meu comentário não será exatamente sobre seu post, que é muito bom, mas sobre um comentário que trouxe, simplesmente absurso e burro.

"a impressão é de que há alguma coisa faltando no seu projeto de vida."

É estranho ele reconhecer que você talvez tenha algum projeto de vida, que para ele deve ser vulgar!! Mas eu queria muito saber o que exatamente estaria faltando no projeto de vida de alguém que ainda namora por telefone e que lê um livro às 16h da tarde... Na minha oca opinião, o que falta no seu projeto de vida é excluir aquela 1h de aula... mas isso geraria muitos problemas entre você e seus leitores.

"Acredito que isso vai ficar mais claro quando você acumular mais alguns anos ou décadas de vida."

Quantas décadas são necessárias para que as pessoas que lêem saibam que estão perdendo tempo? Nenhuma. Quem lê sabe que está perdendo tempo e não há nada mais saudável do que mandar o tempo à puta que pariu. Morrer sem experiências profissionais seria coisa para mártir.

"Quando você compreender de verdade a finitude da vida e começar a se perguntar 'que porra estou fazendo nesse mundo'. Essa compreensão, por mais livros que você leia, só chegará com o tempo."

Mas se a vida é finita, que diferença faz o que estamos fazendo dela? E não é justamente por ser finita que nós temos o dever de fazer menos. Esse deve ser um daqueles caras que cujo lema de vida é plantar árvore, ter filho e escrever um livro, em vez de comer frutas, transar e ler um livro.


"Vai chegar o dia em que ler Bacante no parque não será suficiente."

Ufa! Finalmente ele tem razão. Isso jamais será suficiente. É preciso ler Édipo Rei, Memórias do Subsolo, Manuel Bandeira e muito Machado de Assis. E ainda assim não será suficiente.


"Você vai querer coisas maiores (e é claro que não estou falando de carros de luxo e restaurantes chiques)."

O que para ele são coisas maiores se não são materiais? Alex, o que de maior você quer para sua vida? Se não fazer nada e ter carros não são as coisas maiores na visão dele, do que raio esse rapazola estava falando?

"Mas não esquenta; para alguém com vinte e poucos anos (suponho que essa seja sua idade), você está indo muito bem, e vai ter as respostas certas para quando seu futuro lhe impor novas e inesperadas perguntas."

Essa é genial. O cara é um asno sagaz. E conselheiro.
Por partes: primeiro ele diz para você não se preocupar, porque um dia isso tem cura - e eu torço para que não tenha. Em seguida, ele pressupõe sua idade numa tentativa de apontar s-u-t-i-l-m-e-n-t-e sua imaturidade. Típico de velhinho.
E, para o grand finale, ele diz que está no caminho certo - dó de pai - e fala das perguntas que surgirão no seu futuro. Genial!!

O que eu me pergunto é: quando esse cara lê, se é que lê, surgem questionamentos? Ele já se perguntou sobre sua liberdade? Ele sabe que veio ao mundo para porra nenhuma? As únicas perguntas que o futuro dessa coisa lhes reserva é se ele terá dinheiro para colocar bancos de couro no carro, para pagar o implante de silicone da sua dileta e para animalizar seus filhos da mesma forma como ele o foi.

E o nosso erro é dar muita trela para coisas desse tipo. Eu deveria estar dormindo.


PermalinkPermalink 06.04.09 @ 01:29



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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
  • 42. Graham, Sandra Lauderdale. Proteção e Obediência. Criadas e seus Patrões no Rio de Janeiro, 1860-1910. [EUA, 1988] Jul.
  • 41. Maio, Marcos Chor. Raça, Ciência e Sociedade. [Brasil, 1996] Jun.
  • 40. Almeida, Luana Chnaiderman de. Entremeios e Entretempos. Aproximações ao Filme Shoah de Claude Lanzmann. [Brasil, 2006] Jun.
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  • 38. Sartre, Jean-Paul. A Questão Judaica. [França, 1946] Jun.29
  • 37. Costa, Angela Marques da e Lilia Moritz Schwarcz. 1890-1914. No Tempo das Certezas. [Brasil, 2000] Jun.
  • 36. Holanda, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. [Brasil, 1934] Jun.9
  • 35. Villa, Marco Antonio. Canudos. O Povo da Terra. [Brasil, 1995] Jun.7
  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
  • 33. Moura, Clóvis. Introdução ao Pensamento de Euclides da Cunha. [Brasil, 1964] Jun.6
  • 32. Lima, Luiz Costa. Terra Ignota: a Construção de Os Sertões. [Brasil, 1997] Jun.5
  • 31. Bernucci, Leopoldo M. A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de Euclides da Cunha. [Brasil, 1995] Jun.4
  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
  • 28. Guilherme, Paulo. Goleiros: Heróis e Anti-Heróis da Camisa 1. [Brasil, 2006] Mai.
  • 27. Krakauer, Jon. Na Natureza Selvagem: a Dramática História de um Jovem Aventureiro. [EUA, 1996] Mai.
  • 26. Cunha, Euclides da. Os Sertões. Campanha de Canudos. [Brasil, 1902] Mai.
  • 25. Wilder, Thornton. Bridge of San Luis Rey. [EUA, 1927] Mai.
  • 24. João de Patmos. Apocalipse. [Grécia, c.séc.I] Abr.
  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
  • 22. Castelnau, Francis de. Entrevistas com Escravos Africanos na Bahia Oitocentista. [Brasil, séc.XIX] Abr.
  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
  • 20. Goethe, Johann Wolfgang Von. Faust. [Alemanha, 1832] Mai.
  • 19. Lisboa, Adriana. Rakushisha. [Brasil, 2007] Abr.
  • 18. Tezza, Cristovão. O Filho Eterno. [Brasil, 2007] Abr.
  • 17. Piñon, Nélida, A República dos Sonhos. [Brasil, 1984] Abr.
  • 16. Fanon, François. Black Skin, White Masks. [Martinica, 1952] Abr.
  • 15. Rheda, Regina. Pau de Arara Classe Turística. [Brasil, 1993] Abr.
  • 14. Guillory, John. Cultural Capital. The Problem of Literary Canon Formation. [EUA, 1993] Mar.7-10.
  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
  • 12. Butler, Octavia. Kindred. [Estados Unidos, 1979] Mar.7
  • 11. Ribeiro, João Ubaldo. Viva o Povo Brasileiro. [Brasil, 1984] Fev.
  • 10. Lispector, Clarice. Laços de Família. [Brasil, 1960] Fev.
  • 9. Veiga, José J. A Hora dos Ruminantes. [Brasil, 1966] Fev.
  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
  • 7. Pinto, Fernão Mendes. Peregrinações. [Portugal, séc.XVI] Fev.- (TulBib)
  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

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