Quer comprar no Submarino? Entre por aqui e eu ganho 8%.

Termos de Uso do Blog Liberal Libertário Libertino (atualizado 4/4/09)

Comentários recentes me fizeram ver que é uma boa hora de atualizar os Termos de Uso do LLL. Leiam com atenção:

Sobre o LLL

O LLL não é um blog rosadinho, fofinho, politicamente correto. O LLL não se envolve em blogagens coletivas, caga pro Dia da Terra, não é nem um pouco vegano. O LLL não tem musiquinhas, selinhos, fotinhas de bichinhos e bebezinhos. O LLL não é um lugar seguro, um blog onde você possa entrar tranquilo e ficar confortável. O LLL está sempre tentando mexer com a sua cabeça, destruir suas certezas, te mostrar outras possibilidades. O LLL faz pouco da esquerda, faz pouco da direita, faz pouco de si mesmo e faz pouco de você também, se vier falar besteiras nos comentários. O LLL não se leva a sério e não te leva a sério. O LLL deixa você falar o que quiser, mas só pra te dar corda pra se enforcar. No LLL, você fala, mas por sua conta e risco. No LLL, não vale chorar e falar que eu não avisei. No LLL, você pode sair de joelho ralado e nariz sangrando.

Muita gente considera esse ambiente estimulante. Outros, desagradável. O fundamental é que ninguém é obrigado a ler e, menos ainda, comentar e se expor. Depois não reclamem.

Emails e Comentários

Ao comentar no LLL, ou ao enviar email para mim, você está automaticamente abdicando da presunção de privacidade inerente à correspondência privada e permitindo que eu faça o que desejar com sua mensagem, inclusive postá-la no blog para ridicularizá-la. Ignorância não é desculpa: eu rotineiramente publico emails que recebo. Essa minha prática não é segredo para ninguém.

Fique avisado: eu não me envolvo em debates. Estou aqui para expor meu projeto pessoal de vida - não para convencê-lo de nada e, muito menos, para ser convencido por você. Sinta-se livre, entretanto, para tentar me irritar e me provocar para o debate: isso me diverte horrores e sempre acaba gerando emails e comentários engraçados para eu ridicularizar publicamente - ver parágrafo acima.

Para mais informações sobre a nossa Política de Debates, confira Quando Um Não Quer, Dois Não Debatem

Fato vs Ficção

Esse é um blog de ficção, sobre a viagem de auto-descobrimento de um narrador completamente ficcional. Toda e qualquer história que você leia aqui foi inventada por mim e não tem qualquer relação com a realidade. Quanto mais verdadeiras parecerem, mais mentirosas serão. A verdade raramente é verossímil.

Eu nunca vivi um casamento aberto. Não tenho um cachorro chamado Oliver. Meu nome verdadeiro é Olavo, sou negro, magro e trabalho em um escritório de contabilidade em Barueri. Mantenho esse blog no pouco tempo vago que tenho, entre cuidar de uma esposa doente, criar dois filhos pequenos e dar aulas de tênis no clube local.

Ou não.

A verdade é uma prisão. Não é verdade que todas as histórias desse blog são apócrifas. Na verdade, quase todas são reais, mas nenhuma é 100% real.

Um estatístico me ensinou que os números, devidamente torturados, revelam qualquer coisa. Sempre que os fatos não batiam com minha mensagem, eles foram devidamente torturados e distorcidos, até aprenderem quem é que manda por aqui.

Na prática, esse é um blog de histórias reais ficcionalizadas. Ou, quem sabe, de histórias ficcionais transformadas em filosofia. Contos? Crônicas? Auto-biografia? Prefiro chamar de ficção.

Não acreditem em nada do que lerem. Todos os fatos são meros acessórios. Concentrem-se na mensagem.

Direitos do Blogueiro & Direitos do Leitor de Blogs

O blogueiro tem direito a fazer o que bem quiser no seu blog, inclusive: não escrever mais nele, deletá-lo, apagar comentários, caçoar dos leitores, dar em cima das leitoras, não postar imagens, postar só imagens, etc.

O poder do blogueiro sobre o seu blog é total.

Os leitores de blog devem lembrar que ler e comentar em um blog é um privilégio que pode ser cassado a qualquer instante.

Ninguém tem "direito" de ler um blog ou de comentar nele.

* * *

O leitor de blogs tem direito a fazer o que bem quiser da sua navegação na internet, inclusive: ler ou ignorar blogs, fazer críticas por email, comentário ou post em outros blogs, até mesmo criar um outro blog pra falar mal do seu blogueiro desafeto.

O poder do leitor de blog sobre sua própria navegação é total.

Os blogueiros devem lembrar que ninguém é obrigado a ler blogs, que seus leitores podem sumir em um piscar de olhos e que ter leitores é um privilégio que se conquista a duras penas.

Ninguém tem "direito" de ser lido e comentado.

* * *

Esses direitos e privilégios são de facto. Não foram concedidos por ninguém, não estão abertos a discussão e nem podem ser modificados ou revogados.

O blogueiro que não apaga comentários faz isso porque quer e pode deixar de querer a qualquer momento. O leitor que ama um blog e lê todo dia pode encher o saco e parar de ler a qualquer momento. E não tem nada que ninguém possa fazer a respeito.

O leitor que acha que tem algum direito divino de comentar em blogs vai ter seus comentários apagados até cansar e desistir.

O blogueiro que acha que tem algum direito divino de ser lido e comentado vai ficar choramingando sozinho em seu blog aquele seu último post genial que ninguém viu até cansar e desistir.

O nome disso é liberdade. Façam bom uso e divirtam-se.

Words! Words! Words!

Declaração de Princípios Alex Castro

Eu não debato e, com certeza, se debatesse, não debateria a sério. O debate presume uma intenção de convencer o outro que eu não tenho. Escrevo para expor minha opinião para quem quiser ouvir. Os apartes que eventualmente faço nos comentários são não para debater, ou seja, para convencer alguém, mas para responder a perguntas dos leitores e clarificar pontos obscuros. Se entendermos debate como uma troca de idéias motivada para convencer o outro, eu posso garantir que em nenhum momento debati com ninguém. A vida é muito curta.

O debate também presume que o debatedor leva a si mesmo e sua própria opinião bastante a sério e, em alguma medida, os outros debatedores e suas opiniões também. Pois eu não me levo a sério. Eu não levo minhas opiniões a sério. Eu não levo nenhum de vocês a sério. Eu não levo as opiniões de vocês a sério. Eu não levo esse blog a sério. Eu não levo o fenômeno blogs a sério. Eu não levo a vida a sério. Não há nada mais ridículo do que alguém falando passionalmente sobre um tema que leva a sério. Qualquer um fica chato, não tem jeito. Viver requer um mínimo de leveza, ou de cinismo, o que se puder arranjar. Se eu não me levo a sério, por que vocês iriam levar? Sinceramente, não dá pra levar a sério uma pessoa que me leve a sério. A vida é muito curta.

Não, eu não desprezo as opiniões dos outros, assim, de modo geral, mas desprezo sim muitas opiniões específicas. Concordo com aquela máxima do Millor: "às vezes, você está discutindo com um idiota... e ele também!" Certas opiniões inaceitáveis não se respondem, pois o diálogo lhes confere uma legitimidade que não merecem ter. Quando me dizem que preto é tudo burro, que mulher não sabe dirigir, que homem tem sempre que pagar a conta, que os judeus querem dominar o mundo, que sexo fora do casamento é pecado, eu não respondo. Tenho profundo desprezo por essas e outras opiniões que seria tedioso listar. Não merecem resposta. A vida é muito curta.

Acho engraçado um bando de gente que não conheço vindo me cobrar isso ou aquilo, como se eu tivesse alguma obrigação para com elas, qualquer obrigaçãozinha mínima que seja. Escrevo para todos: qualquer um pode me ler e qualquer um pode comentar, e vocês podem conversar entre si nos comentários livremente, mas eu só converso com quem eu quero. Escolho meus amigos e meus interlocutores com cuidado. Não tenho obrigação alguma de dar papo aos malucos que escrevem barbaridades nos comentários no LLL. Ninguém tem direito de ter suas perguntas ou desafios ou provocações respondidos por mim. Se você acha que sou arrogante e prepotente por não explicar calmamente ao meu amigo de direita que favelado não é inseto pra ser dedetizado, então paciência. A vida é muito curta.

Por fim, a última grande crítica dos meus leitores: se eu continuar assim, não vou mais ser lido. As pessoas não vão me levar a sério. Os leitores vão sumir. Ficarei falando sozinho. Finis Alex Castroe! O horror, o horror!

Pois bem então. Leiam com cuidado as minhas próximas afirmativas contundentes, pois elas podem ser mal-interpretadas:

Se você acha que preto é pobre, pobre é bandido, logo, a polícia perseguir negros não é racismo, então eu não quero papo com você. Eu não quero ser lido por você. Eu não tenho diálogo com você. Eu não saberia nem por onde começar a te convencer de qualquer coisa. Eu te cumprimentaria na festa por educação e olhe lá. Se quem compartilha dessa sua opinião achar que eu sou um arrogante e prepotente sem trato com as pessoas, ótimo. Vão embora. Saiam balançando a cabeça e fazendo tsc tsc. Não tem problema. Ainda é um país livre. Vocês têm o direito de falar e de pensar o que quiserem de mim. Mas longe. Xô. A vida é muito curta.

Os humanos, enquanto manada, são lamentáveis, mas individualmente alguns prestam. A melhor maneira de desentocá-los é se expor. Vale a pena afastar mil bois para atrair uma única leoa.

Eu me exponho porque esse é o melhor jeito de conhecer quem está à minha volta. As pessoas mais incríveis, abertas, lindas, sensuais da minha vida eu conheci através desse blog. Ao me expor, eu descubro quem vai bailar comigo. Ao me expor, eu sinalizo para aquelas pessoas encostadas na parede por falta de opção que, sim, elas têm companhia: podem vir dançar comigo!

Não tenho medo de rejeição. Ser rejeitado pelas pessoas pequenas só faz bem. Os pequenos se afastarem de mim por conta própria me poupa o trabalho de espantá-los a pauladas. Troco alegremente a rejeição dos pequenos pela aceitação dos grandes.

Publicidade no LLL

Qualquer publicidade, propaganda ou conteúdo pago será sempre indicado como tal. Quando o post é fruto de presente/divulgação/cabine de imprensa/etc, isso é sempre claramente explicitado e não é garantia de elogio.

Se eu fizesse "parcerias não-monetárias de conteúdo", meus textos estariam em metade dos sites da internet. Não entro em "projetos de mídia viral" e nem "troco links": eu só me vendo por dinheiro mesmo, e sempre aviso.

As capas de livros nos posts são apenas ilustrações/sugestões de livros do mesmo assunto, para leitores que queiram saber mais. Gostaria de só linkar livros que eu li, mas a grande maioria dos livros que eu recomendaria ou nunca foi publicada no Brasil ou está fora de catálogo. Via de regra, quando eu tenho algo específico a dizer sobre algum livro, eu o menciono no texto do post ou, então, em uma notinha logo abaixo da capa. Minhas recomendações principais estão na coluna da direita. Esses são alguns dos meus livros favoritos de todos os tempos e eu os recomendo sem reservas.

 promoção submarino

Fonte da Receita do Blog

Esse blog se mantém basicamente das comissões do Submarino, da venda direta dos meus livros e do rachuncho que me cabe da receita publicitária do Interney Blogs como um todo. Dá uns R$600 por mês. É merreca (graças a deus não vivo disso!) mas me possibilitou alugar um apartamento no Rio o ano todo, melhorando absurdamente minha qualidade de vida. Eu agradeço a vocês leitores todos os dias por isso. Aliás, obrigado. De novo.

pira18042008

Satisfação Garantida LLL ou Seu Dinheiro de Volta

Caso você leia aqui qualquer coisa que lhe desagrade, basta passar no caixa com seu comprovante de compra e devolvemos todo o dinheiro que você pagou para ler o LLL. Na hora. Em dobro. Sem burocracia! La garantya soy yo!

Como Contribuir

Sou estudante e vivo de uma bolsa de estudos que obviamente não é milionária. Larguei a vida corporativa para poder escrever mais e melhor.

Naturalmente, você não tem nada a ver com isso, mas caso os meus textos tenham lhe tocado, caso eu tenha conseguido fazê-lo ver o mundo com outros olhos, caso o meu trabalho tenha adicionado valor à sua vida, peço que faça uma pequena contribuição, do tamanho do seu apreço.

A maior fonte de renda desse blog (e grande responsável por ele não ter sido detonado em vários momentos de frustração e falta de saco) é a parceria com o Submarino. Se quiser contribuir, basta entrar no Submarino pelos links aqui do blog e comprar alguma coisa para você - eu ganho uma comissão de 8%.

Ao fazer isso, você estará simbolizando que o meu trabalho significa sim algo na vida dos meus leitores. Não poderia haver melhor incentivo para um autor batalhador.

Muito obrigado.

 Promoção Submarino  Promoção Submarino

 

04.04.09


Categorias: Blogosfera, Egotrip

Trackback:

http://www.interney.net/blogs/htsrv/trackback.php/22530

Posts similares:
Declaração de Princípios de Alex Castro
Direitos do Blogueiro & Direitos do Leitor de Blogs
Publicidade no LLL

(Os comentários abaixo exprimem a opinião dos visitantes, o autor do blog não se responsabiliza por quaisquer consequências e/ou danos que eles venham a provocar.)

Atalho pra o formulário

Comentários, Trackbacks:


Comentário de: aline de castro

Cara, vc até escreve umas coisinhas legais, mas é muito metido a besta.
Vc é revolucionário porra nenhuma, vc é um bobo que se acha, pior que tem uns otários que acreditam em vc.
Se liga!!

PermalinkPermalink 27.08.08 @ 15:22



Comentário de: Iara Alencar · http://iara-alencar.blogspot.com

Isso é um teste, pra saber se leremos até o fim, como eu detesto textos grandes, eu li ate a parte dos direitos e princípios do alex.
O restante ficará pra outro dia.
:)

PermalinkPermalink 27.08.08 @ 16:39



Comentário de: marcus · http://grandeabobora.com/

A parte onde tu afirma que nao debate e' sensacional.

PermalinkPermalink 27.08.08 @ 18:59



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

Mentira da grossa, hem? Tu não é de Barueri. Tu é de Tupã, q eu te conheço. Já faz hora q tou te sacando.

:•;)

PermalinkPermalink 27.08.08 @ 22:46



Comentário de: Agostinho

Meu nome verdadeiro é Olavo

Ah! Sempre soube que Alex Castro era só o alter-ego do Olavo de Carvalho!

(e vice-versa! =p)

PermalinkPermalink 27.08.08 @ 23:42



Comentário de: Hugo · http://aiengineer.blogspot.com

Para quem le o blog desde 2004, 2008 mostra que realmente o blog era pra ja ter sido detonado, nao fosse a comissao do submarino - posts requentados se tornaram maioria ou e' impressao?

PermalinkPermalink 27.08.08 @ 23:58



Comentário de: Flávia Stefani · http://www.namoradoimaginario.com

E ele ainda brinca que gosto mais do ASS. Foda.


:)

PermalinkPermalink 28.08.08 @ 02:07



Comentário de: Bruno Macedo da Silva

Da últiam vez que conversamos você disse, e eu reconheço que passei do limite, deveria ter dito unicamente que não gostei.
Mas nesse vou criticar e farei o máximo possível para ser bem educado. Como uma mulher ai de cima eu não tive paciência suficiente para ler essa sua demonstração de infantilidade e de umbigocentrismo. Você escreve maravilhosamente bem (estou falando a verdade) gosto de recomendar seus textos, especialmente os do blog anterior a todos que gostam de uma boa leitura, mas esse texto que você publicou aqui mostra que você se importa muito mais do que você pensa com a opinião de cada um dos seus leitores... :)
Você as vezes ridiculariza os seus leitores, mas muitas vezes você é quem passa por rídiculo :)

Adoro seus textos :D
Continue escrevendo.

PermalinkPermalink 28.08.08 @ 09:06



Comentário de: Polyanna · http://www.mintchura.com

Texto muito longo. cansei. Cheguei até onde a Iara foi também.

Você está brincando, né? Não está falando sério não, né?

PermalinkPermalink 28.08.08 @ 10:40



Comentário de: Alex Castro Email

estou achando muito bom os comentarios a esse texto... por exemplo, o texto diz:

"Pois eu não me levo a sério. Eu não levo minhas opiniões a sério. Eu não levo nenhum de vocês a sério. Eu não levo as opiniões de vocês a sério. Eu não levo esse blog a sério. Eu não levo o fenômeno blogs a sério. Eu não levo a vida a sério. Não há nada mais ridículo do que alguém falando passionalmente sobre um tema que leva a sério. Qualquer um fica chato, não tem jeito. Viver requer um mínimo de leveza, ou de cinismo, o que se puder arranjar. Se eu não me levo a sério, por que vocês iriam levar? Sinceramente, não dá pra levar a sério uma pessoa que me leve a sério. A vida é muito curta."

E a leitora me vem e pergunta:

"Você está brincando, né? Não está falando sério não, né?"

Ou entao esse aqui:

"[vc] é muito metido a besta. Vc é revolucionário porra nenhuma, vc é um bobo que se acha, pior que tem uns otários que acreditam em vc."

e isso pq eu disse que eu nao ME levo a serio, mas acho que as pessoas nao perdoam é não serem levadas a serio....

PermalinkPermalink 28.08.08 @ 10:46



Comentário de: gustavo

ô alex, vc fala q não gosta de debater, mas essa réplica desdenhosa aqui nos comentários é o q?

sen não for debate, é primo dele.

PermalinkPermalink 28.08.08 @ 16:27



Comentário de: Paga-Pau do Alex

gustavo: o nome disso é esculacho, querido.

PermalinkPermalink 28.08.08 @ 21:24



Comentário de: Luzia

Nossa, todo esse drama era pra pedir uns trocados?

Acho mais digno fazer como o mendigo de Nova York, fornecer sua conta bancária e fazer mendicância online. Mais digno, menos hipócrita.

Ninguém pediu pra você se tornar autor/escritor/blogueiro/prostituto de idéias/whatever. Não constranja as pessoas que vêm aqui. Caridade maior que ler essa porcaria você não merece.

PermalinkPermalink 29.08.08 @ 17:02



Comentário de: Malkhut

Cara, isso é um ataque de pelanca... Qual é o próximo passo? Trocar de sexo??? Ah... já sei, vai aproveitar que o SUS tá pagandu! hehehehe

PermalinkPermalink 31.08.08 @ 22:21



Comentário de: bruno ( )

cara, eu tinha ficado com a impressão de que o primeiro comentário não era sério.

mas ah, enfim. ótimo texto, cara. me fez rir caixas d'água. tá recomendado lá no meu google reader.

PermalinkPermalink 01.09.08 @ 10:57



Comentário de: JLM · http://www.jefferson.blog.br

kkk, se o Alex é um narrador fictício, só faltou vc explicar de onde tira as fotos daquele gordinho com olhar farol meia-luz q de vez em qdo aparecem aqui?

kkk, boa.

1 abraço.

PermalinkPermalink 05.09.08 @ 00:08



Comentário de: Silvia · http://prasemprepitchula.blogspot.com

Esse post deveria se chamar "Liberdade".
O blog é seu, vc tem a liberdade de escrever o que quiser, o leitor, leia se quiser. O leitor tem a liberdade de comentar e vc a liberdade de responder, e responder o que quiser também. Ou ainda nem publicar. Simples!

Me faz lembrar uma frase: quem fala o que quer ouve(ou lê;) o que não quer...

Espero que esteja tudo bem na sua casa e principalmente com o Oliver, "tadim" dele.

Bjsss

PermalinkPermalink 07.09.08 @ 19:13



Trackback de: A Grande Abobora

Eu não debato
Eu não debato mais. Desisti disso. Eu NUNCA faria que a Ana fez no post dela sobre o Obama e ficaria respondendo aos idiotas que lá comentam. Debater pressupõe querer convencer o outro do meu ponto de vista. Eu já não tenho esta pretensão, muito ...

PermalinkPermalink 29.10.08 @ 09:10



Comentário de: Carolina

Alex, os comentários do blog estão ficando melhores que os posts...rs...DEMAIS!

PermalinkPermalink 05.04.09 @ 18:24



Comentário de: Alex Castro Email

carol, os comentarios do blog SEMPRE foram melhores que os posts!

PermalinkPermalink 05.04.09 @ 18:29



Comentário de: Manu · http://www.empregobrasil.net

Hahaha! boa essa! :-) mas enfim... acho justo os comentários dos comentários... achei o texto grande também mas cheguei até o fim... e espero poder colaborar a juntar mais de R$ 600 / mês com esse blog aqui... beijos! Manu.

PermalinkPermalink 07.04.09 @ 13:47



Comentário de: Lauren · http://acordeiquesonhava.blogspot.com

Agostinho, sempre desconfiei que o Olavo de Carvalho fosse psicótico.

PermalinkPermalink 07.10.09 @ 16:00



Deixe seu comentário:

Seu endereço de email não será exibido nesse site.
Sua URL será exibida.

Post anterior: Dinheiro, Trabalho e Tempo Livre (Adendo da Prisão Dinheiro)

Próximo post: Um Pouco Sobre Esse Blog

 promoção submarino

Mulher de Um Homem Só

 Obras Completas Sigmund Freud: Edição Standard - 24 volumesObras completas de Freud, de R$960, por R$399

Um blog sobre rebeldia, contemplação e sacanagem, regado a muita literatura e humor. Nosso assunto são as várias prisões que acorrentam o homem, como ambição, verdade e medo. Dê sua opinião!


Quer comprar no Submarino? Entre por aqui e eu ganho 8%

Meus Livros à Venda:

  • Radical Rebelde Revolucionário
  • Onde Perdemos Tudo, por Alex Castro

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Livros Recomendados

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
  • 42. Graham, Sandra Lauderdale. Proteção e Obediência. Criadas e seus Patrões no Rio de Janeiro, 1860-1910. [EUA, 1988] Jul.
  • 41. Maio, Marcos Chor. Raça, Ciência e Sociedade. [Brasil, 1996] Jun.
  • 40. Almeida, Luana Chnaiderman de. Entremeios e Entretempos. Aproximações ao Filme Shoah de Claude Lanzmann. [Brasil, 2006] Jun.
  • 39. Levi, Primo. É Isto Um Homem? [Itália, 1946] Jun.
  • 38. Sartre, Jean-Paul. A Questão Judaica. [França, 1946] Jun.29
  • 37. Costa, Angela Marques da e Lilia Moritz Schwarcz. 1890-1914. No Tempo das Certezas. [Brasil, 2000] Jun.
  • 36. Holanda, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. [Brasil, 1934] Jun.9
  • 35. Villa, Marco Antonio. Canudos. O Povo da Terra. [Brasil, 1995] Jun.7
  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
  • 33. Moura, Clóvis. Introdução ao Pensamento de Euclides da Cunha. [Brasil, 1964] Jun.6
  • 32. Lima, Luiz Costa. Terra Ignota: a Construção de Os Sertões. [Brasil, 1997] Jun.5
  • 31. Bernucci, Leopoldo M. A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de Euclides da Cunha. [Brasil, 1995] Jun.4
  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
  • 28. Guilherme, Paulo. Goleiros: Heróis e Anti-Heróis da Camisa 1. [Brasil, 2006] Mai.
  • 27. Krakauer, Jon. Na Natureza Selvagem: a Dramática História de um Jovem Aventureiro. [EUA, 1996] Mai.
  • 26. Cunha, Euclides da. Os Sertões. Campanha de Canudos. [Brasil, 1902] Mai.
  • 25. Wilder, Thornton. Bridge of San Luis Rey. [EUA, 1927] Mai.
  • 24. João de Patmos. Apocalipse. [Grécia, c.séc.I] Abr.
  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
  • 22. Castelnau, Francis de. Entrevistas com Escravos Africanos na Bahia Oitocentista. [Brasil, séc.XIX] Abr.
  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
  • 20. Goethe, Johann Wolfgang Von. Faust. [Alemanha, 1832] Mai.
  • 19. Lisboa, Adriana. Rakushisha. [Brasil, 2007] Abr.
  • 18. Tezza, Cristovão. O Filho Eterno. [Brasil, 2007] Abr.
  • 17. Piñon, Nélida, A República dos Sonhos. [Brasil, 1984] Abr.
  • 16. Fanon, François. Black Skin, White Masks. [Martinica, 1952] Abr.
  • 15. Rheda, Regina. Pau de Arara Classe Turística. [Brasil, 1993] Abr.
  • 14. Guillory, John. Cultural Capital. The Problem of Literary Canon Formation. [EUA, 1993] Mar.7-10.
  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
  • 12. Butler, Octavia. Kindred. [Estados Unidos, 1979] Mar.7
  • 11. Ribeiro, João Ubaldo. Viva o Povo Brasileiro. [Brasil, 1984] Fev.
  • 10. Lispector, Clarice. Laços de Família. [Brasil, 1960] Fev.
  • 9. Veiga, José J. A Hora dos Ruminantes. [Brasil, 1966] Fev.
  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
  • 7. Pinto, Fernão Mendes. Peregrinações. [Portugal, séc.XVI] Fev.- (TulBib)
  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

8129 Panola St, New Orleans, LA, 70118, msn, tel, email

Ao me enviar email ou comentar no LLL, você está automaticamente permitindo que eu publique sua mensagem no blog, inclusive com seu nome e endereço. Pense bem.

Busca


[ La Brute - Jogo Online em Flash Grátis ]