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Sua Vida É Sua Escolha

A última discussão, rolando aqui e aqui, é interessante pois une dois grandes temas desse blog. Um comentário da Cinthia resumiu bem:

O que eu entendi da resposta do Lucas (o que talvez nem ele mesmo tenha entendido) é que você pôde escolher trabalhar menos, ganhar mesmo e ainda assim se sustentar. Se você trabalhasse mais, teria um padrão de vida melhor, mas você não fez essa opção para poder ler As Bacantes, num gramado, pegando sol, às quatro da tarde. A questão é que muitas pessoas não podem fazer o mesmo porque simplesmente não se sustentariam ganhando menos do que já ganham. O que boa parte dos empregos no Brasil paga para um trabalho de 8 horas diárias já é o mínimo que uma pessoa precisa para sobreviver. Trabalhando menos e ganhando menos, ela não sobrevive. Nesse sentido, não é uma questão de escolha. É claro que isso não desmerece em nada a sua escolha, Alex. Mas é a SUA escolha. Outras pessoas não a fazem porque não querem. Outras porque não podem. E acho que era isso que estava implícito no comentário do Lucas. Ou não?

 Fronteiras Cruzadas: Etnicidade, Gênero e Redes Sociais  Pluralismo Étnico e Multiculturalismo: Racismos e Anti-Racismos Brasil

Muitos amigos olham meu estilo de vida como se ele fosse mágico, impossível ou inalcançável. Como se eu fosse tão mais feliz que eles, coitados, que têm que trabalhar 15h por dia em empregos chatérrimos pra pagar suas dívidas e se sustentar, blá blá blá.

Realmente, quem nasce mulher, preta, pobre e favelada tem muito poucas escolhas na vida - o que prova, aliás, que o Brasil NÃO é uma enorme e justa meritocracia.

(Essa é a mensagem de todos os posts sobre racismo e empregadas domésticas: tentar convencer meus leitores classe-média de que muitos brasileiros não tiveram os mesmos privilégios que eles têm - e aí me acusam de ser um esquerdinha!)

Mas, para quem teve a sorte de nascer acima de um certo nível socioeconômico e cultural (no Brasil, leia-se "classe média"), a vida tem mais escolhas do que imaginam. A prisão onde vivem é antes de tudo mental: não vêem que existem outros caminhos que não sejam a velha armadilha "mais trabalho e mais consumo".

(Essa é a mensagem de todos os posts sobre liberdade individual e dinheiro: tentar convencer meus leitores classe-média de que eles têm mais liberdade de ação individual do que imaginam - e aí me acusam de ser liberal e direitista!)

Se você está lendo e comentando em um blog, ao invés de pegando três conduções pra ir lavar o chão de alguém, então provavelmente também tem a opção de trabalhar um pouco menos, ganhar um pouco menos, e ter mais tempo livre, aproveitar um pouco mais a vida. Se não faz isso, é porque escolheu assim.

Eu respeito sua opção. O mundo precisa de gente que sacrifique sua vida em holocausto no altar da produtividade e do salário. Só não venha choramingar no meu ouvido como se não tivesse tido escolha alguma, como se tivesse sido obrigado à essa vida desesperadora, ó coitadinho de você!

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Update

Escreveu o Leonardo Monastério, amigo, blogueiro, professor de Economia da UFABC:

Eu acho que o que vc diz estah batendo em um dos pontos que a pesquisa empirica sobre economia da felicidade diz: a partir de um certo nivel de renda, dinheiro não traz felicidade. O que traz felicidade sao amigos, bom ambiente de trabalho, tempo livre e pouco tempo de commuting. (Filhos, a proposito, nao trazem felicidade)). Ou seja sao nossas escolhas que determinam a nossa realizacao.

Ah, bens materias sao a pior forma de gastar dinheiro. Rapidinho vc esquece que a tua casa eh imensa e que seu carro eh potente.. Melhor gastar em experiencias: viagens, concertos, pular de bungee jumping e afins.

Enfim, viver nao eh para amadores.

* * *

Leia os textos que geraram o bafafá:

- Um Dia na Minha Vida
- Dinheiro, Trabalho e Tempo Livre
- Sua Vida É Sua Escolha
- Um Pouco Sobre Esse Blog
- Termos de Uso do LLL

 Trópico de Câncer  Trópico de Capricórnio
Os dois livros básicos de Henry Miller. Essenciais. Lindos. Não sei o que teria sido de minha vida sem eles.

 

04.04.09


Categorias: Comportamento

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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Gigi

Alex, fui lá ler os comentários, não todos, obviamente. Um que particularmente não entendi foi o do Mauro, que disse que por vc ter usufruido de sua condição de privilegiado e que por ainda usufruir de serviços prestados o qualificam como incoerentecom relação ao discurso anti-racismo? Hein?
Só levando na brincadeira mesmo. Beijo,

PermalinkPermalink 04.04.09 @ 12:06



Comentário de: JAO

"As Bacantes" parece ser interessante. O que você
achou do livro? Recomenda?

PermalinkPermalink 04.04.09 @ 13:44



Comentário de: Lucas

Escuta, mas quem leu pelos comentários achando que estou dizendo que nunca tive escolhas foi implícito demais. O que eu acho é que quando a gente entra numa discussão sobre um assunto que pode ser amplo, tem que discutir no sentido amplo.

PermalinkPermalink 04.04.09 @ 14:16



Comentário de: André HP · http://www.formigueirocomunista.com

Tempestuoso você Alex.

PermalinkPermalink 04.04.09 @ 15:01



Comentário de: leo · http://lmonasterio.blogspot.com

Alex,
Eu acho que o que vc diz estah batendo em um dos pontos que a pesquisa empirica sobre economia da felicidade diz: a partir de um certo nivel de renda, dinheiro não traz felicidade. O que traz felicidade sao amigos, bom ambiente de trabalho, tempo livre e pouco tempo de commuting. (Filhos, a proposito, nao trazem felicidade)). Ou seja sao nossas escolhas que determinam a nossa realizacao.
Ah, bens materias sao a pior forma de gastar dinheiro. Rapidinho vc esquece que a tua casa eh imensa e que seu carro eh potente.. Melhor gastar em experiencias: viagens, concertos, pular de bungee jumping e afins.
Enfim, viver nao eh para amadores.

PermalinkPermalink 04.04.09 @ 15:57



Comentário de: Alex Castro Email

Leo,

é por isso, entre outras coisas, q eu adoro a economia.

PermalinkPermalink 04.04.09 @ 16:05



Comentário de: mauro tatini · http://mtatini.blogspot.com

gigi wrote: "Um que particularmente não entendi foi o do Mauro..."
gigi, se voce ler direito voce entende. O "mudar de tom" tem a ver com os posts sobre as domésticas, sobre as quotas (onde Alex fala: "nem todo mundo tem essa capacidade" nos comentários, sobre quem era pobre e estudou pra entrar na faculdade) e mais um monte de coisa - não vou gastar espaço aqui com isso, está tudo nos arquivos. Não acho que usufruir da condição de privilegiado é bom, nem ruim. É o que é. Eu estudei no Dante Alighieri, um dos melhores colégios do Brasil, graças à bolsa de estudo - meus pais, funcionários públicos, não poderiam pagar. Conheço (quase que) literalmente o mundo inteiro por causa do meu trabalho com música. E atualmente faz 2 anos que não recebo um paycheck - e ainda assim, consegui comprar, à vista, a minha casa em NY, e vivo bem. Não posso falar mal de privilegiados. Estava falando sobre os extremos - trabalhar demais, ou de menos. Minha mãe faleceu o ano passado, depois de passar quase 3 anos entrando e saindo do hospital; se ela não fosse aposentada, e não tivesse direito a hospital do servidor público (terrível, mas disponivel, nonetheless) eu não teria como pagar a conta, se ela tivesse escolhido "viver uma vida monástica, do dia a dia, sem a prisão do trabalho escravo". E se eu resolvesse pregar que é possível fazer isso, eu deixaria claro que não é pro fraco de estomago: que um dia vai chegar onde não ter aposentadoria, dinheiro guardado, casa própria, ou coisa(s) do tipo se torna o presente, e não o futuro; e que (a parte que voce talvez nao tenha entendido) insinuar que todos podemos ser felizes vivendo uma vida de pouco trabalho só funciona se POUCOS escolherem esse caminho - porque eu preciso do cara que trabalha duro pra ter minha broadband funcionando, do mecanico que estudou e trabalha duro pra consertar/manter meu carro, (ou, no caso do alex, do mecanico E do motorista do taxi), etc, etc, etc. Enfim, não precisava escrever isto aqui, se voce ler os arquivos do blog do alex voce entende (caso nao venha acompanhando por pelo menos um ano). É isso.

PermalinkPermalink 04.04.09 @ 17:51



Comentário de: Felipe Barros · http://cafecompao.acholegal.com

@leo escreveu: "bens materias sao a pior forma de gastar dinheiro. Rapidinho vc esquece que a tua casa eh imensa e que seu carro eh potente.. Melhor gastar em experiencias: viagens, concertos, pular de bungee jumping e afins"

cara... essa frase me fez compreender ainda melhor o filme e o livro Clube da Luta! é basicamente sobre isso a história. sensacional!

PermalinkPermalink 05.04.09 @ 00:04



Comentário de: julio · http://umamentecheia.blogspot.com/

carta a alex de castro

lendo o seu blog nesta semana que se passou. fez eu ter algumas conclusoes sobre minha vida:
*eu sou preso mas sou feliz.
*quero todas essas bugigangas por que durante toda historia, nao minha, mais de toda minha familia e a primeira vez que tenho que tenho acesso a elas
*tenho que fazer o dobro de hora extra, mais estudar ate de madrugada, ter no maximo 5 horas de sono por dia, ler seu blog entre as aulas da faculdade(estacio volta a liberar esse site)pra quando chegar em casa ter acesso a luxos de um novo burgues que mal tem de errado nisso.
*ser negro faz agente se esforça dobrado
entre outras coisas que nao consigo escrever agora pois e o unico tempo que tenho pra escrever

PermalinkPermalink 05.04.09 @ 00:09



Comentário de: Alex Castro Email

Julio

"*tenho que fazer o dobro de hora extra, mais estudar ate de madrugada, ter no maximo 5 horas de sono por dia, ler seu blog entre as aulas da faculdade(estacio volta a liberar esse site)pra quando chegar em casa ter acesso a luxos de um novo burgues que mal tem de errado nisso."

eu vou presumir que a última frase é uma pergunta e vou responder: mal nenhum. nunca falei q havia. se vc é feliz assim, beleza. o que importa é ser feliz.

PermalinkPermalink 05.04.09 @ 00:17



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

Walden à parte, a felicidade é uma rede de serviços. Crise é qdo aumenta desproporcionalmente o percentual de pessoas como o Alex e eu, q vivemos confortavelmente nos interstícios da sociedade.

Ô Alex, não dá as dicas não; se vc spill the beans, essa crise não vai acabar nunca. Bota esse pessoar pa trabaiá pa nói.

PermalinkPermalink 05.04.09 @ 01:12



Comentário de: Gigi

Mauro, vc há de concordar comigo que não dá pra ir ler 1 ano de arquivos de blog para poder entender o contexto de um comentário, correto? E acho até que foi por isso que vc resolveu responder ao meu comentário, correto? Veja bem, a opção é de cada um de trabalhar duro ou não, salvo aqueles que não têm opção, certo? Acho que nisso estamos realtivamente de acordo. Agora, o que eu não entendi é porque usufruiur de serviços minimiza a possibilidade de crítica a como as pessoas tratam os prestadores de serviço (empregadas) ou a questão racial no Brasil. Porque se vc paga por um serviço, e o serviço não explora ninguém, o que está errado? Onde está a incoerência? Só isso, em todo caso, valeu por ter reagido aomeu comentário,

PermalinkPermalink 05.04.09 @ 08:47



Comentário de: Alexandra · http://guerson.wordpress.com

" Eu acho que o que vc diz estah batendo em um dos pontos que a pesquisa empirica sobre economia da felicidade diz: a partir de um certo nivel de renda, dinheiro não traz felicidade. O que traz felicidade sao amigos, bom ambiente de trabalho, tempo livre e pouco tempo de commuting. (Filhos, a proposito, nao trazem felicidade)). Ou seja sao nossas escolhas que determinam a nossa realizacao.Ah, bens materias sao a pior forma de gastar dinheiro. Rapidinho vc esquece que a tua casa eh imensa e que seu carro eh potente.. Melhor gastar em experiencias: viagens, concertos, pular de bungee jumping e afins.

Enfim, viver nao eh para amadores. "

Onde eu assino? Essa é a minha filosofia de vida... Depois de amargar 8 anos numa faculdade de Direito que eu odiava, eu finalmente entendi que não dá pra ser feliz fazendo aquilo que não gosta. Por isso eu agora só estudo/trabalho com aquilo que gosto sem me preocupar muito com o lado financeiro. E tive sorte de me casar com um homem que viveu sua vida inteira de acordo com essa filosofia e construiu uma carreira baseado nela. Nunca consumiu mais do que precisava, nunca teve medo de dizer pro chefe que a idéia dele era estúpida e não ia dar certo, sempre evitou stress e se divertiu no emprego, e hoje ele tem 60 anos, trabalhou na mesma empresa por 37 anos, se aposentou há 5 anos, e é a pessoa mais de bem consigo mesma que eu conheço. Hoje ele divide seu tempo entre os amigos, a cerâmica, a música (faz aulas de violão desde que se aposentou) e simplesmente aproveita a vida. Eu sou uma mera estudante de doutorado como vc, não tenho muito dinheiro, aliás, já não tenho mais bolsa mas sou super feliz exatamente pelos motivos apresentados pelo seu amigo economista.

PermalinkPermalink 05.04.09 @ 15:00



Comentário de: Alex · http://twitter.com/alexotan

Eu estou preso. Não tenho coragem de fugir. Mas estou tendo coragem para tentar ser "expulso". Estou sabotando uma vida que para os outros é espetacular mas para mim é um catalisador de doença e de velhice precoce. E, para piorar, sou bom no que faço e me pagam muito bem para fazer. Sinto que estou morrendo em vida. Pois de vida quase não tenho nada. Anota aí xará: dia 26/9 parto para uma viagem pela Europa, de 40 dias. Quando voltar, é provável que seja demitido. Tomara. Volto aqui para contar.

PermalinkPermalink 19.04.09 @ 16:39



Comentário de: Alex Castro Email

mas vc acabou de casar com uma loira gostosa e já vai fugir pra europa pra ser despedido? explica isso aí!

PermalinkPermalink 19.04.09 @ 17:18



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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
  • 42. Graham, Sandra Lauderdale. Proteção e Obediência. Criadas e seus Patrões no Rio de Janeiro, 1860-1910. [EUA, 1988] Jul.
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  • 36. Holanda, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. [Brasil, 1934] Jun.9
  • 35. Villa, Marco Antonio. Canudos. O Povo da Terra. [Brasil, 1995] Jun.7
  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
  • 33. Moura, Clóvis. Introdução ao Pensamento de Euclides da Cunha. [Brasil, 1964] Jun.6
  • 32. Lima, Luiz Costa. Terra Ignota: a Construção de Os Sertões. [Brasil, 1997] Jun.5
  • 31. Bernucci, Leopoldo M. A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de Euclides da Cunha. [Brasil, 1995] Jun.4
  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
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  • 27. Krakauer, Jon. Na Natureza Selvagem: a Dramática História de um Jovem Aventureiro. [EUA, 1996] Mai.
  • 26. Cunha, Euclides da. Os Sertões. Campanha de Canudos. [Brasil, 1902] Mai.
  • 25. Wilder, Thornton. Bridge of San Luis Rey. [EUA, 1927] Mai.
  • 24. João de Patmos. Apocalipse. [Grécia, c.séc.I] Abr.
  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
  • 22. Castelnau, Francis de. Entrevistas com Escravos Africanos na Bahia Oitocentista. [Brasil, séc.XIX] Abr.
  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
  • 20. Goethe, Johann Wolfgang Von. Faust. [Alemanha, 1832] Mai.
  • 19. Lisboa, Adriana. Rakushisha. [Brasil, 2007] Abr.
  • 18. Tezza, Cristovão. O Filho Eterno. [Brasil, 2007] Abr.
  • 17. Piñon, Nélida, A República dos Sonhos. [Brasil, 1984] Abr.
  • 16. Fanon, François. Black Skin, White Masks. [Martinica, 1952] Abr.
  • 15. Rheda, Regina. Pau de Arara Classe Turística. [Brasil, 1993] Abr.
  • 14. Guillory, John. Cultural Capital. The Problem of Literary Canon Formation. [EUA, 1993] Mar.7-10.
  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
  • 12. Butler, Octavia. Kindred. [Estados Unidos, 1979] Mar.7
  • 11. Ribeiro, João Ubaldo. Viva o Povo Brasileiro. [Brasil, 1984] Fev.
  • 10. Lispector, Clarice. Laços de Família. [Brasil, 1960] Fev.
  • 9. Veiga, José J. A Hora dos Ruminantes. [Brasil, 1966] Fev.
  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
  • 7. Pinto, Fernão Mendes. Peregrinações. [Portugal, séc.XVI] Fev.- (TulBib)
  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

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