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Viver Fazendo Tanta Economia Já Não É uma Prisão? (Prisão Dinheiro, 5 de 6)

 promoção submarinoAmanda começou a ganhar bem depois de passar muito tempo pobrinha. Naturalmente, bateu a demanda reprimida. Precisava de um novo sofá pra sala, consertar o carro e refazer a fiação do banheiro - e agora podia pagar!

Até aí, tudo bem. O importante é não cair na armadilha do "aumento do padrão de vida".

Se ela antes passava o mês com mil reais, hoje continua podendo. Se está ganhando quatro, não precisa aumentar o padrão de consumo para quatro: pode continuar gastando mil e economizar três.

Ok, eu aconselhei, compre tudo o que tem que comprar, todas aquelas coisas urgentes e adiadas. Consertar o carro, comprar o sofá e refazer a fiação do banheiro não sai por mais de cinco, oito mil reais. Pois bem, são dois meses do novo salário para satisfazer suas demandas mais reprimidas. Você merece. Hmmm, realmente, dá até pra aumentar seus gastos mensais. Ao invés de viver com mil, pode tentar viver com mil e quinhentos, talvez com uma margem de erro até dois mil, mas parando por aí. Conseguir economizar metade do seu salário líquido é um excelente negócio.

Mas Amanda, depois de anos de pobreza, sente que tanta austeridade não é justa e resolve usar meus próprios termos contra mim:

"Pôxa, Alex, vou ter que continuar vivendo nessa *prisão*, nessa vida monástica, nessa pobreza absoluta sem poder consumir nada? Logo agora que *tenho* a renda pra comprar e sou livre pra consumir? Não posso ser livre? Tenho que continuar presa? Não é você que fala tanto em liberdade?!"

Essas palavras me gelam o sangue, porque é justamente assim que o sistema nos rouba a alma. E eu explico:

Se ganhar quatro mil reais por mês e consumir quatro mil reais por mês, você não vai ser livre. Pelo contrário, se tornará prisioneira do seu emprego, pois precisará dele pra manter esse novo padrão de consumo. Seu trabalho logo vai tomar conta de todos os aspectos de sua vida e te dominar completamente. Por mais que goste dele, em breve se tornará uma trabalhadora chata e medíocre: não terá nem mais coragem de tomar uma atitude diferente, ter uma nova idéia, criticar o chefe. Afinal, se for despedida, como continuaria morando nesse novo apartamento, dirigindo esse novo carro, comendo nesses restaurantes chiques? Se ganhar quatro mil reais por mês e consumir quatro mil reais por mês, você terá dado sua alma, de bandeja, ao mercado de trabalho e nunca mais a verá de novo.

Se continuar vivendo com os mesmos mil reais mensais que gastava antes, vai poder economizar três mil reais por mês. Sua vida vai continuar tão boa ou tão ruim quanto sempre foi (ao menos, você sabe que era sustentável) com um benefício: vai estar construindo um lastro. Ao final de um ano, terá R$36 mil economizados. Com esse dinheiro, sabe que vive por 36 meses, sem precisar trabalhar nem mudar nada no seu estilo de vida.

A segurança que terá é o exato oposto do medo sufocante de quem ganha quatro e gasta quatro. Agora, não é você que precisa do emprego, é o emprego que precisa de você. Se quiser, pode parar de trabalhar e procurar outra colocação. Se quiser, pode tentar abrir um negócio. Se quiser, pode ficar três anos sem fazer nada e, depois disso, estará exatamente onde está hoje, sem perder nada e tendo ganho três anos de ócio.

Não precisará ter medo do chefe, medo de arriscar, medo de perder o emprego. Pelo contrário, vai poder amar seu trabalho e se dedicar a ele de maneira mais saudável, sem precisar lhe hipotecar a alma ou colocá-lo no centro da sua vida. Não ter medo de perder o emprego vai te ter tornar uma profissional melhor, mais criativa, mais eficiente, mais original - especialmente se comparada aos seus colegas bundões e apavorados - e, provavelmente, diminuirá as suas chances de acabar realmente perdendo o emprego.

Mais importante, vai viver livre do medo, e não sentir medo já é uma recompensa por si só.

* * *

 História Natural dos Ricos Suave é a Noite
À esquerda, um livrinho sensacional e divertidíssimo, uma verdadeira etnografia antropológica dos ricos enquanto tribo, seus hábitos e seus costumes. À direita, um dos melhores romances sobre o dinheiro e seu efeito na vida das pessoas.

* * *

Dicas de Economia Doméstica de um Ex-Rico:
I - As Dicas Básicas
II - Viva a Vida à Vista
III - Não Pague por Nada que Possa Ter de Graça
IV - Não Pague por Nada que Possa Ter de Graça: Livros, CDs, DVDs
V - Reconsidere o seu Carro

Prisão Dinheiro:
I - Viver É Mais Barato do que Você Pensa
II - A Armadilha Consumista
III - Os Dilemas da Classe Média
IV - Caindo na Armadilha do Aumento do Padrão de Vida
V - Viver Fazendo Tanta Economia Já Não É uma Prisão?
VI - Não Existe Liberdade sem Independência Financeira

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02.04.09


Categorias: Comportamento, Economia

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Comentário de: Rivka

O problema é que quanto mais insuportável é o emprego, maior o desejo de consumir como forma de válvula de escape ou mesmo para justificar o emprego para si próprio. É bem mais fácil seguir essas dicas quando se faz o que gosta. Mas isso eu só vim aprender depois de passar pelos dois...

PermalinkPermalink 02.04.09 @ 00:13



Comentário de: Alina · http://www.drunkendrunken.blogspot.com

Eu só consegui economizar quando trabalhava em casa. Era prazeiroso e eu não estava na rua direto,querendo comer,vendo roupas que eu gostaria de ter, etc... quando trabalhei fora,o emprego era uma merda,tortura psicológica total,e eu gastava mais do q ganhava; comia mais do q deveria (e não consegui ter o corpinho d sereia q eu tinha antes até hj,mesmo não estando mais lá!) e virei uma puta consumista.
Aiaii...
Sem contar que caí na armadilha do parcelamento!!!

PermalinkPermalink 02.04.09 @ 03:15



Comentário de: Sheila

O problema é que depois de comprar o sofa, consertar o carro e refazer a fiacao, a gente já tem outra coisa "urgente" em mente.
A gente sempre está querendo comprar alguma coisa, sempre tem algo que estamos precisando, isso nunca tem fim.
Minha dica é demorar o maximo de tempo pra satisfazer uma necessidade, pesquisar em varias lojas, adiar o maximo possível, pq sei que quando comprar no dia seguinte já vou estar pensando nas cortinas e no tapete pra combinar com o sofa novo.

PermalinkPermalink 02.04.09 @ 11:18



Comentário de: Gigi

Alex, esse seu texto parece que foi feito para livr4o de auto-ajuda...

PermalinkPermalink 02.04.09 @ 12:03



Comentário de: Alex Castro Email

gigi, isso é bom ou é ruim?

PermalinkPermalink 02.04.09 @ 12:34



Comentário de: Arthur

Eu acho engraçado quem acha economia uma prisão...

Logico que economia é uma prisão, se você tem dinheiro sobrando pra acender charuto com nota de 100

Mas se não é o caso, a prisão é ter que ficar pagando um bando de coisas inuteis, as vezes com dinheiro que não é seu, simplesmente por impulso, ou por que todo mundo tem, pra manter status.....

PermalinkPermalink 02.04.09 @ 12:36



Comentário de: Jasão · http://jasoncarreiro.wordpress.com

tem gente que não lê e ainda comenta

PermalinkPermalink 02.04.09 @ 13:25



Comentário de: Flávia Stefani · http://www.namoradoimaginario.com

<3

PermalinkPermalink 02.04.09 @ 14:35



Comentário de: leo · http://lmonasterio.blogspot.com

Alex,
Vale adaptar o texto para uma prisao do meio academico. Funciona tal como a corrida por status eocnomico. Vc nao fica satisfeito com as publicacoes que jah tem, mas passa o dia correndo para publicar mais em periodicos com qualis mais alto. Se eu estou por fora de um assunto da area, me sinto um m%&@a. (Acabei de ter uma bolsa produtividade do cnpq. sabe qual eh o meu maior medo agora? Perde-la daqui a tres anos.) Eu estou livre da prisao dinheiro, mas caih direitinho na prisao academica.

PermalinkPermalink 02.04.09 @ 17:49



Comentário de: Flavita · http://flavitavalsani.wordpress.com/

Touché!

PermalinkPermalink 02.04.09 @ 22:45



Comentário de: João Ricardo · http://mercyzidane.blogspot.com

Ah, alex, vai tomar no cú

PermalinkPermalink 02.04.09 @ 22:52



Comentário de: Kitagawa

Faço um contraponto: todo ser humano tem o direito de abusar de vez em quando, dar um foda-se, gastar sem pensar no amanhã, viver o presente em grande intensidade. Só não pode se viciar nisso, tem que ser de vez em quando. Tenho um amigo que vivia com aluguel atrasado, fazendo bicos pra comer, mas eis que ganhou uma causa trabalhista e recebeu uma indenização de 15 paus. O cara gastou tudo num mês só, e nem foi com bens duráveis, foi com whisky, balada, pó, puta. Deve ter sido um barato mesmo, mas PQP, não precisava exagerar. Mas também não dá pra viver o tempo inteiro fazendo contas pra decidir se pega mais uma cerveja ou pede sobremesa. Enche a cara logo, enche o bucho e vai dormir satisfeito. Acho que até mendigo tem o direito de pegar os trocados pra beber pinga.

PermalinkPermalink 03.04.09 @ 01:55



Comentário de: Norrin Kurama

Concordo com o post. É uma forma inteligente de encarar o assunto. E economizar tambem é importante porque existem os imprevistos.

PermalinkPermalink 03.04.09 @ 10:00



Comentário de: João Ricardo · http://mercyzidane.blogspot.com

ahahahahahahha, zoeira do comentário ein, foi só pra provocar e quebrar o gelo!

PermalinkPermalink 03.04.09 @ 17:08



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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
  • 42. Graham, Sandra Lauderdale. Proteção e Obediência. Criadas e seus Patrões no Rio de Janeiro, 1860-1910. [EUA, 1988] Jul.
  • 41. Maio, Marcos Chor. Raça, Ciência e Sociedade. [Brasil, 1996] Jun.
  • 40. Almeida, Luana Chnaiderman de. Entremeios e Entretempos. Aproximações ao Filme Shoah de Claude Lanzmann. [Brasil, 2006] Jun.
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  • 36. Holanda, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. [Brasil, 1934] Jun.9
  • 35. Villa, Marco Antonio. Canudos. O Povo da Terra. [Brasil, 1995] Jun.7
  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
  • 33. Moura, Clóvis. Introdução ao Pensamento de Euclides da Cunha. [Brasil, 1964] Jun.6
  • 32. Lima, Luiz Costa. Terra Ignota: a Construção de Os Sertões. [Brasil, 1997] Jun.5
  • 31. Bernucci, Leopoldo M. A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de Euclides da Cunha. [Brasil, 1995] Jun.4
  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
  • 28. Guilherme, Paulo. Goleiros: Heróis e Anti-Heróis da Camisa 1. [Brasil, 2006] Mai.
  • 27. Krakauer, Jon. Na Natureza Selvagem: a Dramática História de um Jovem Aventureiro. [EUA, 1996] Mai.
  • 26. Cunha, Euclides da. Os Sertões. Campanha de Canudos. [Brasil, 1902] Mai.
  • 25. Wilder, Thornton. Bridge of San Luis Rey. [EUA, 1927] Mai.
  • 24. João de Patmos. Apocalipse. [Grécia, c.séc.I] Abr.
  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
  • 22. Castelnau, Francis de. Entrevistas com Escravos Africanos na Bahia Oitocentista. [Brasil, séc.XIX] Abr.
  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
  • 20. Goethe, Johann Wolfgang Von. Faust. [Alemanha, 1832] Mai.
  • 19. Lisboa, Adriana. Rakushisha. [Brasil, 2007] Abr.
  • 18. Tezza, Cristovão. O Filho Eterno. [Brasil, 2007] Abr.
  • 17. Piñon, Nélida, A República dos Sonhos. [Brasil, 1984] Abr.
  • 16. Fanon, François. Black Skin, White Masks. [Martinica, 1952] Abr.
  • 15. Rheda, Regina. Pau de Arara Classe Turística. [Brasil, 1993] Abr.
  • 14. Guillory, John. Cultural Capital. The Problem of Literary Canon Formation. [EUA, 1993] Mar.7-10.
  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
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  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
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