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Os Dilemas da Classe Média (Prisão Dinheiro, 3 de 6)

 Promoção Submarino Não existe liberdade sem independência financeira.

* * *

Com o pobre não tem conversa: ele sabe que não tem dinheiro e pronto. Não tem, não gasta. E, por não ter crédito, também não se endivida.

Na classe média, as coisas são muito mais complicadas: pra começar, você recebe um salário cheio de zeros e fica *achando* que tem dinheiro. Além disso, seu emprego provavelmente requer que se vista ou tenha um nível cultural que seu salário não permite.

Meu amigo João Carlos, jornalista formado por universidade topo de linha, trabalha de redator em uma grande cadeia varejista e ganha R$1.500 líquidos por mês. Seus empregadores esperam que ele esteja sempre inteirado das últimas novidades culturais, que seja lido e viajado, que conheça os últimos livros e filmes, que fale inglês e espanhol e que ainda trabalhe todo dia de roupa social. Fazendo um cálculo rápido, ver três filmes no cinema, comprar um CD e um livro, e assinar um grande jornal já custam quase um décimo do salário mensal de João Carlos - e, a não ser que ele more numa caverna, duvido que esses R$1.500 cheguem até o fim do mês. Ou seja, se você computa os seus gastos pra manter o guarda-roupa e o nível cultural que seu emprego demanda, no final das contas João Carlos paga pra trabalhar. Promoção Submarino

Pensemos em um hipotético faxineiro da mesma cadeia de lojas. Ele ganha R$600 líquidos, mas trabalha de uniforme, ganha vale-transporte, traz seu próprio almoço, não precisa falar línguas ou assistir filmes, e tem somente o primeiro grau completo. De um modo economicamente bem real, esse faxineiro é muito melhor pago que João Carlos.

Existe também a típica rivalidade e jogo de aparências da classe média: se todas as famílias do seu prédio tiverem carro, "imagina o que vão pensar de nós se não tivermos!" Você é pego num cruel meio-termo: não é rico o suficiente para poder de fato pagar saúde e educação privadas, mas também já está num nível sócio-econômico no qual se sentiria humilhado de usar um hospital público. Imagina o que pensariam se seu filho for o único do prédio saindo pra pegar o ônibus com o uniforme da escola da rede municipal! Sua mulher pediria o divórcio e o juiz, que também é classe média e vai entender o vexame pelo qual ela passou, lhe daria ganho de causa.

Finalmente, talvez o mais cruel: os bancos, sabendo do inviável estilo de vida que lhe foi imposto, começam a te oferecer crédito facilitado e pré-aprovado, cheques especiais e cartões de crédito, e você, pobre desgraçado, que não pode ser o único da agência que não passa o verão em Ubatuba, que não pode ir visitar cliente com um paletó vagabundo da C&A, que precisa almoçar com seu chefe no restaurante caro que você não tem como pagar, acaba aceitando.

E pronto, está condenado.

* * *

 História Natural dos Ricos Suave é a Noite
À esquerda, um livrinho sensacional e divertidíssimo, uma verdadeira etnografia antropológica dos ricos enquanto tribo, seus hábitos e seus costumes. À direita, um dos melhores romances sobre o dinheiro e seu efeito na vida das pessoas.

* * *

Dicas de Economia Doméstica de um Ex-Rico:
I - As Dicas Básicas
II - Viva a Vida à Vista
III - Não Pague por Nada que Possa Ter de Graça
IV - Não Pague por Nada que Possa Ter de Graça: Livros, CDs, DVDs
V - Reconsidere o seu Carro

Prisão Dinheiro:
I - Viver É Mais Barato do que Você Pensa
II - A Armadilha Consumista
III - Os Dilemas da Classe Média
IV - Caindo na Armadilha do Aumento do Padrão de Vida
V - Viver Fazendo Tanta Economia Já Não É uma Prisão?
VI - Não Existe Liberdade sem Independência Financeira

 

27.03.09


Categorias: Comportamento, Economia

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Comentário de: cavalca · http://cavalca.wordpress.com

Parece que o texto ficou pela metade, mas muito bom mesmo assim.

PermalinkPermalink 27.03.09 @ 01:15



Comentário de: Alex Castro Email

hmm... pq pela metade? talvez por ser a parte 3 de 6?

PermalinkPermalink 27.03.09 @ 01:24



Comentário de: Alina · http://www.drunkendrunken.blogspot.com

Nooossaaa, é muito verdade!!!!!!
Meu namorado tem um cargo legal,ganha bem,mas tb nada que lee não mereça por suas 12 horas de trabalho,mas a galera da empresa dele é RICA, e toda semana tem gente fazendo aniversário, e da-lhe almoço de comemoração em restaurante caro do Morumbi!
Tem dias que ele me liga passando mal pq deixou 50 pilas num restaurante,sendo que muitas vezes deixa de ir no Burguer King comer um hamburguer de 7 reais!!!
Pq ele tem que ajudar a família...e tem vergonha de dizer que não,não tem dinheiro pra ir em restaurante caro toda semana.
Eu diria na hora que não tinha grana, na HORA!!!

Tb fico passando mal com o que os empregos mais medíocres exigem dos candidatos.
Estou tentando um pra ganhar na faixa de 600,00 e exigem faculdade,duas línguas,carteira de motorista,etc... eu penso...como assim??????
Só meu ingrêis,prática no computador e experiência profissional não contam mais.
É deprimente.

PermalinkPermalink 27.03.09 @ 01:43



Comentário de: Ana Paula

Alex, tá muito bacana essa série da prisão dinheiro e aquela outra que vc escreveu sobre finanças pessoais. Pow, tá muito bom mesmo, não canso de ler, adoro tuas sacadas, tuas dicas e tua visão de mundo. Se eu pudesse, mandaria vc escrever sobre isso diariamente!
Beijos

PermalinkPermalink 27.03.09 @ 01:54



Comentário de: Sheila

Da série essa prisao foi a melhor até agora.
A carapuca serviu pra mim em vários momentos.
As vezes falo pro meu marido que se queremos economizar temos que mudar nossos amigos, pois só nos convidam pra programas caros.
E as vezes fico sem graca pois todos nossos amigos aqui nos EUA compraram uma casa grandona e nós moramos em um apto de 1 quarto alugado. Mas quando penso que eles assumiram um morgage de 30 anos, acho que estamos fazendo a coisa certa tentando juntar dinheiro pra comprar uma casa sem se endividar e pagar juros.
Mas uma coisa me chamou atencao no post anterior. Vc nao acha que devemos ter uma reserva pra emergencia e pro futuro?
Vc acha que pensar no futuro é uma prisao?
Vc nao pensa em juntar dinheiro pra comprar uma casa e nao ter mais que pagar aluguel?

PermalinkPermalink 27.03.09 @ 11:16



Comentário de: cavalca · http://cavalca.wordpress.com

@alex

Pode ser, hehe. Mas esse teu texto tá mais com cara de crônica.

PermalinkPermalink 27.03.09 @ 12:29



Comentário de: Alex Castro Email

cavalca....

nao entendi.... "tá com cara de crônica" em oposição a quê, meu deus??? novela? conto? ensaio?

PermalinkPermalink 27.03.09 @ 12:37



Comentário de: Flavita · http://flavitavalsani.wordpress.com/

É isso aí. Pra fazer tudo que eu deveria fazer primeiro tinha que parar de trabalhar (atrapalha pacas o tempo que eu dedico a me educar) e segundo...precisava da conta bancária do hummm...Ronalducho. =P

PermalinkPermalink 27.03.09 @ 14:22



Comentário de: cavalca · http://cavalca.wordpress.com

@alex

Em todos os outros textos, você coloca mais comentários pessoais, dizendo porque discorda de tal situação, ou colocando soluções para a enrascada.

Calma, tche.

PermalinkPermalink 27.03.09 @ 16:33



Comentário de: Alex Castro Email

to calmo, oxente... to soh tentando entender de onde vieram essas suas distincoes de genero aih...

PermalinkPermalink 27.03.09 @ 16:44



Comentário de: Blog Mallmal · http://www.mallmal.blogspot.com

Eu achei excelente e não tenho nenhuma critica a fazer, o que é inédito!

Até linkei.

Só que assim, Alex, para quem teve a sorte de ter uma educação financeira, seja como você - na porrada - ou uma mais tradicional, maravilha! Isso é apenas o óbvio ululante.
Infelizmente a maior parte das pessoas deste país (e da maioria dos outros) vive sem pensar. Até mesmo os que tem mais de dois neurônios e mais de 15 anos de educação formal.
Por outro lado, se todos fossem capazes de abraçar essa visão, o Capitalismo ruiria, concorda?

Esse eu acho que é o ponto!

Viva a burrice e a inconsequência financeira (desde que seja alheia, claro!)!

PermalinkPermalink 27.03.09 @ 18:23



Comentário de: Blog Mallmal · http://www.mallmal.blogspot.com

Antes que algum boçal venha me dizer que eu disse que não ia criticar e critiquei...

Eu não tenho crítica alguma ao texto. Perfeito. Apenas dei continuidade às idéias nele contidas.

PermalinkPermalink 27.03.09 @ 18:25



Comentário de: Alex Castro Email

mallmal, sim... mas e daí?

PermalinkPermalink 27.03.09 @ 18:36



Comentário de: jean · http://novasvisoes.com.br/wp/?cat=17

Eu já resolvi:

Não vou casar, ter filhos, vou morar num aperdadinho e viver a vida com excessos extremos até cansar em matar aos 50 anos.

Classe média só complica.

PermalinkPermalink 27.03.09 @ 20:13



Comentário de: cris · http://quitanda2008.wordpress.com

aqui em casa o futuro economista já me explicou o que é tradeoff. e eu tô tentando incorporar [eu já trabalhei num cursinho de inglês metido a besta e lotado de peruas. toda semana era um tal de recolher dinheiro pra comprar presente pra não sei quem, aniversário de fulano e beltrano com festa em restaurante e coisa e tal. quem não desse dinheiro nem as caras nas festinhas ficava mal visto. hoje eu trabalho num colégio federal no subúrbio dp rio e num tem nada dessas frescuras. nunca pensei que eu fosse gostar tanto de trabalhar num lugar. aniversário lá tem bolo da tia da cantina. uma delícia. e di grátis.]

PermalinkPermalink 27.03.09 @ 21:31



Comentário de: Caveman

Os problemas são imaginários. Mas nem por isso menos importantes. As pessoas realmente sofrem e se pelam em cima de crenças esfarrapadas. Pra poder dar sustentação a esses argumentos de que tem que isso, tem que aquilo, por que meu cargo é tal, e minha faculdade foi qual, vagabundo ia ter que procurar as alternativas possíveis a esses gastos... E depois testar uma por uma pra ver se realmente era um beco sem saída ou não. Uma das saídas é ser assertivo e educado ao mesmo tempo e dizer não, obrigado. Não posso. Mas a melhor saída de todas, com certeza é a economia se aquecer e as oportunidades melhores irem aparecendo. Daí vagabundo começa a pular fora dessas canoas furadas aí...

PermalinkPermalink 29.03.09 @ 15:12



Comentário de: Blog Mallmal · http://www.mallmal.blogspot.com

Daí que das alternativas, o Capitalismo parece ser a menos injusta e a menos podre...

PermalinkPermalink 29.03.09 @ 23:00



Comentário de: Laura

Como siempre, un placer leer tus textos con ese toque de humor ácido que los hace tan buenos.
Y ni hablar de las recomendaciones para leer. Gracias Alex!


PermalinkPermalink 29.03.09 @ 23:35



Comentário de: Menina Eva · http://www.interney.net/blogs/cintaliga

A-do-rei. Nessa eu não caí. Mas não caí porque sou funcionária pública (ih, falei), e ninguém vai me demitir por usar sandália rasteira e blusa 100% algodão. Claro que é mais difícil se opor a isso quando você pode ser mandado embora ou preterido...

PermalinkPermalink 30.03.09 @ 09:43



Comentário de: Edilene

A classe média é de outro planeta

Acho interessante a maneira como a sociedade resolveu assumir o lugar do governo e resolver seus próprios problemas. Resolveu ainda, ridicularizar quem tentar buscar no goverso o cumprimento de suas obrigações, senão, vejamos:
Para que servem os impostos? Não é para que tenhamos saúde, educação, segurança, saneamento básico, etc,custeados pelo governo, que recebe os impostos e devolve traduzido em todas as coisas que mencionei. No entanto, se a gente ganha um pouco melhor que a maioria, nós pagamos plano de saúde particular, colocamos nossos filhos em escola particular, contratamos segurança, particular e isso parece normal, tão normal, que se um jovem de classe média, buscar junto ao governo, uma bolsa de estudo, é rechaçado e ridicularizado pela sociedade. A que isso está nos levando? Em pouco tempo,se é que já não está acontecendo,a classe média não poderá se utilizar de escolas públicas, postos de saúde, hospitais, delegacias, porque tudo isso é para os pobres, não é para a população que paga impostos.

PermalinkPermalink 04.08.09 @ 20:35



Comentário de: zoot

Arrumem um emprego público, trabalhem pouco e ganhem razoavelmente bem ou otimamente bem se voce estiver no lugar certo. O Brasil é uma grande repartição pública! Não é à toa que pagamos quase 40% de toda riqueza produzida no Brasil para o governo... ou desgoverno, como preferirem!!!! A verdade é qua a iniciativa privada tem que trabalhar dobrado e ser super eficiente para conseguir sobreviver. Já o governo é exatamento o oposto! Quem eu conheço no governo, hoje rí até de defunto. Fora as aposentadorias, totalmete diferenciadas do resto dos mortais. É só vantagem!!!!!!

PermalinkPermalink 08.08.09 @ 10:31



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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
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  • 36. Holanda, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. [Brasil, 1934] Jun.9
  • 35. Villa, Marco Antonio. Canudos. O Povo da Terra. [Brasil, 1995] Jun.7
  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
  • 33. Moura, Clóvis. Introdução ao Pensamento de Euclides da Cunha. [Brasil, 1964] Jun.6
  • 32. Lima, Luiz Costa. Terra Ignota: a Construção de Os Sertões. [Brasil, 1997] Jun.5
  • 31. Bernucci, Leopoldo M. A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de Euclides da Cunha. [Brasil, 1995] Jun.4
  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
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  • 27. Krakauer, Jon. Na Natureza Selvagem: a Dramática História de um Jovem Aventureiro. [EUA, 1996] Mai.
  • 26. Cunha, Euclides da. Os Sertões. Campanha de Canudos. [Brasil, 1902] Mai.
  • 25. Wilder, Thornton. Bridge of San Luis Rey. [EUA, 1927] Mai.
  • 24. João de Patmos. Apocalipse. [Grécia, c.séc.I] Abr.
  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
  • 22. Castelnau, Francis de. Entrevistas com Escravos Africanos na Bahia Oitocentista. [Brasil, séc.XIX] Abr.
  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
  • 20. Goethe, Johann Wolfgang Von. Faust. [Alemanha, 1832] Mai.
  • 19. Lisboa, Adriana. Rakushisha. [Brasil, 2007] Abr.
  • 18. Tezza, Cristovão. O Filho Eterno. [Brasil, 2007] Abr.
  • 17. Piñon, Nélida, A República dos Sonhos. [Brasil, 1984] Abr.
  • 16. Fanon, François. Black Skin, White Masks. [Martinica, 1952] Abr.
  • 15. Rheda, Regina. Pau de Arara Classe Turística. [Brasil, 1993] Abr.
  • 14. Guillory, John. Cultural Capital. The Problem of Literary Canon Formation. [EUA, 1993] Mar.7-10.
  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
  • 12. Butler, Octavia. Kindred. [Estados Unidos, 1979] Mar.7
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  • 10. Lispector, Clarice. Laços de Família. [Brasil, 1960] Fev.
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  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
  • 7. Pinto, Fernão Mendes. Peregrinações. [Portugal, séc.XVI] Fev.- (TulBib)
  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

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