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Não sei o que eu faria sem o Sérgio: "Ó quem cuida da segurança eletrônica do governo"

Mas, entrando de leve na conversa séria que vem sendo travada entre Rafa, Idelber, Pedro e o próprio Sérgio, eu pergunto: por que as informações mais importantes e interessantes do Sérgio eu leio em seu blog e não em sua sisuda coluna no Valor?

Eu até pagaria pra ter acesso ao site de um jornal, ou aos blogs dos colunistas fodões, sempre atualizados, e em cima do lance, mas jamais pagaria pra ter um pedaço de papel petrificado no tempo depositado na minha porta. Se o mundo fizesse algum sentido, as pessoas assinariam o site do jornal e receberiam de brinde (quase inútil, puramente de efeito simbólico) aquele trambolho desatualizado, anacrônico e obsoleto, e que ainda por cima suja as pontas dos dedos.

 Imprensa e Poder

 

26.03.09


Categorias: Política


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Comentários:


Comentário de: Karina

Como assim, Alex? E ó que utilizaríamos como banheiro para os cachorrinhos? Por esse motivo, jornal ainda é essencial para mim. Claro que eu nao os compro, geralmnete usurpo jornais velhos de algum amigo assinante.

PermalinkPermalink 26.03.09 @ 11:37



Comentário de: dos sonhos · http://docedeclinio.blogspot.com

Mas e o feeling cara, e o feeling?
Eu prefiro essa coisas antiga que mantêm tudo junto e dá pra ler no meio de um apagão (com o auxílio de uma vela ou lanterna).

PermalinkPermalink 26.03.09 @ 13:52



Comentário de: Te

Mas daqui a algum tempo isso vai acontecer. E o papel jornal vai ser vendido avulso pra servir de banheiro pro cachorro, forrar a gaiola do passarinho, embrulhar peixe, etc. Mas e o texto sensacional de hoje que amanhã vai para essas finalidades menos nobres, pra onde vai com a internet? Vai ser perder no cibervácuo?

PermalinkPermalink 26.03.09 @ 14:42



Comentário de: SLeo · http://verbeatblogs.org/sergioleo

O problema, querido Alex, é que para publicar uma coisa dessas no jornal eu teria de apurar, telefonar para os envolvidos, checar cada informação, e me preparar para a rebordosa se tivessea algo errado. Nesse post, eu vi um troço interessante, apurei de leve outro mais saboroso, e compartilhei com os leitores, que, no melhor estilo wiki, vão comentar, acrescentar, corrigir, retrucar; um deles lá já disse que a empresa de que falei não tem essa importância toda não, só vende radares mais sofisticados. Eu ainda acho que não é bem assim. Mas a intenção daquele post não é fazer jornalismo, é repassar aos amigos um incidente muito intrigante, que eu lamento não ter sido mais explorado pelos jornais...

E deixa de sofismar, porque duvido que leia minha coluna nem sempre tão sisuda no jornal; ela trata de assuntos como Bolívia, Argentina, Mercosul, troços que você odeia. ((-; Não vem me tentando para fazer humor onde ganho meu pão, porque tenho de continuar garantindo a cerveja das crianças.

No dia em que v. viositar Brasília e for devdiamente recepcionado lá em casa (depois de mandar minha filha e mulher cobrir os pés com botas de plástico, bem entendido), verá a pilha de jornais que acunmulo, toda semana, para ler com mais calma e vagar. A pilha é substituída regularmente, quando ameaça abrigar colônias de ácaros, outros aracn´pideos e insetos. Ah, nada substitui o contato físico com a coisa real.


PermalinkPermalink 26.03.09 @ 18:25



Comentário de: Alexandre Pinheiro · http://www.alexandrepinheiro.blogspot.com

ah vai ...
e no banheiro a gente lê o que daí?

PermalinkPermalink 27.03.09 @ 18:07



Comentário de: André Egg · http://paginadecultura.blogspot.com

Eu acho que uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa. Ou seja, jornal é jornal, e blog é blog. Leio uns e outros. Mas acho que tá difícil de encontrar jornal brasileiro merecendo o trabalho de ser lido (talvez o Valor, mas que concentra a maioria das matérias em assuntos irrelevantes de economia, finanças e empresas).

De forma que leio muito mais em blogs. Mas ainda vejo um papel muito importante para revistas como a Carta Capital ou a Forum, ou a Le Monde Diplomatique Brasil.

Agora, a Veja, nas poucas vezes em que a vejo, considero um fiel testemunho da perda de massa encefálica de certa burguesia brasileira.

PermalinkPermalink 29.03.09 @ 09:17



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