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Viva a Vida à Vista (Dicas de Economia Doméstica de um Ex-Rico, 2 de 5)

Parte II: Viva a Vida à Vista

Só use dinheiro vivo ou cartão de débito - e olhe lá. Corte seus cartões de crédito. Jogue fora os talões de cheque. Desabilite o cheque especial da sua conta bancária. Nunca faça crediário ou financiamento.

* * *

- Cheque especial

Além de ter juros altíssimos, eles são psicologicamente traiçoeiros. Se você tem um limite de R$1.000 no cheque especial e já está em menos R$500, é difícil não pensar que você *ainda* tem mais R$500 pra gastar. Obviamente, todo mundo *sabe* que é o contrário, mas e daí? Assim como tendemos a fazer os trabalhos no final dos prazos, também tendemos, ainda mais se no vermelho, a empurrar o limite do cheque especial.

Recomendo você fazer do pagamento da sua dívida no cheque especial a sua prioridade. E, assim que chegar a zero, peça ao seu banco para colocar sua conta do que eu chamo de "zero absoluto" ou "zero means zero". Quando chegar a zero, zerou. Pronto. Sem cheque especial.

Aí você me pergunta: "mas e se eu tiver uma emergência?". Bem, se você tiver uma emergência e seu banco lhe daria uma limite de, digamos, R$1.000 no cheque especial, é porque seu banco também lhe daria um empréstimo de, no mínimo, esse mesmo valor. A vantagem, naturalmente, é que agora o processo é ativo e não automático (você tem que efetivamente correr atrás do empréstimo), os juros provavelmente serão menores que os do cheque especial e você nunca vai ter aquela impressão falsa (que o cheque especial passa) de que esse dinheiro é "seu".

Agora, se você me diz que todo mês tem uma emergência que te faz pegar dinheiro emprestado (e o cheque especial, obviamente, é isso), eu diria que você está em seríssimos lençóis e precisa mudar radicalmente seu estilo de vida. Pra ontem.

* * *

- Cheque

Rasgue o talão. Devolva. Peça uma conta sem talão de cheque. A não ser para compras parceladas e pré-datadas (duas coisas que você NUNCA pode fazer), para que serve cheque? Só pra você se perder, se confundir, pra ter dinheiro saindo da sua conta em dias que você não espera.

Eu fiquei no SPC por cinco anos, até dezembro de 2008, mesmo depois de completamente sanitizar minhas finanças, por causa de um cheque pré-datado de míseros R$50 que minha ex-mulher passou em 2003 e cujo credor eu nunca mais consegui encontrar.

* * *

- Parcelamento/crediário

Sério. Nunca. Nunca. Deixa eu repetir. Nunca. Se você não tem dinheiro pra comprar à vista, então é porque você não pode comprar.

Crediário é um jeito traiçoeiro de te convencer que você de fato pode pagar por coisas que você, de fato, não pode pagar - e mais caro, ainda por cima.

Quer comprar? Então faça um "crediário prévio" à moda antiga: vá economizando todo mês um pouquinho e então compre à vista. Melhor ainda, muitas lojas ainda dão enormes descontos para pagamentos à vista: às vezes, a diferença entre o desconto à vista e o ágio do crediário é mais da metade do preço do produto. E a internet ainda permite que você faça pesquisas de preços pelo país todo. Aproveite.

Naturalmente, se você não conseguir economizar pra comprar sua TV tela plana (porque sempre acaba usando o dinheiro para pagar sua conta de luz que está pra vencer), então, sinto muito, é porque você realmente não pode comprar uma TV tela plana, nem se fosse parcelado. Aliás, se tivesse comprado parcelado, estaria hoje ainda mais endividado do que antes. Esquece. Perdeu, preiboi, perdeu.

* * *

- Dívidas

Tira da cabeça essa idéia de que é normal viver endividado. Não é. Se você tem dívidas que pode pagar, deixe de gastar dinheiro em besteira e pague. Se você tem dívidas que não pode pagar, então sua vida financeira já está em colapso.

Para quem deve R$2 mil no cheque especial, é insano gastar até mesmo dois reais comprando o jornal do dia. Quem deve R$2 mil no cheque especial, NÃO TEM dois reais pra comprar o jornal do dia.

Para todos os fins práticos, você está se endividando, a juros escorchantes de 12% ao mês, pra comprar esse jornal. Vale mesmo a pena se endividar pra comprar um jornal? Ou pra almoçar? Ou pra ir ao cinema?

Encare o fato: enquanto existir essa dívida no cheque especial, você, realmente, de fato, pra todos os fins e efeitos, não tem dinheiro pra nada. Como não pode deixar de sobreviver, acaba até sendo obrigado a se endividar ainda mais pra pagar suas contas básicas. Todo o resto, entretanto, deve ser cortado sumariamente. Quem está pagando juros escorchantes do cheque especial é louco de gastar dinheiro em qualquer outra coisa que não seja pagar o raio da dívida.
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* * *

Dicas de Economia Doméstica de um Ex-Rico:
I - As Dicas Básicas
II - Viva a Vida à Vista
III - Não Pague por Nada que Possa Ter de Graça
IV - Não Pague por Nada que Possa Ter de Graça: Livros, CDs, DVDs
V - Reconsidere o seu Carro

Prisão Dinheiro:
I - Viver É Mais Barato do que Você Pensa
II - A Armadilha Consumista
III - Os Dilemas da Classe Média
IV - Caindo na Armadilha do Aumento do Padrão de Vida
V - Viver Fazendo Tanta Economia Já Não É uma Prisão?
VI - Não Existe Liberdade sem Independência Financeira

* * *

A série "Dicas de Economia Doméstica de um Ex-Rico" está sendo patrocinada pelo Grana Forte, um novo software brasileiro de organização e controle de finanças pessoais. Se tem interesse no assunto, recomendo uma visita ao site. Você pode fazer o download gratuito do software para controle financeiro e utilizar por um mês. Depois disso, uma licença de uso por tempo ilimitado sai por apenas R$39,00. Não, nunca usei o Grana Forte mas, de fato, saber o que você gasta é o primeiro e mais necessário passo pra colocar suas finanças em ordem.

Os criadores do Grana Forte são leitores do LLL e me encomendaram uma série de textos sobre o tema de economia doméstica e finanças pessoais para ajudar a divulgar o software. Naturalmente, eles não tiveram controle algum sobre o conteúdo dos posts. Na pior das hipóteses, são pessoas legais, que sabem usar a Internet pra alavancar seus produtos e ainda apoiam seus blogs preferidos. Então, vai lá e dê uma olhada no software, oras.logo_150w

Vale a pena lembrar: qualquer publicidade ou patrocínio no LLL será sempre escancaradamente caracterizado como tal. Vocês não fazem idéia de quantos posts e links pela blogosfera afora ("Olha esse vídeo legal que me mandaram!") são, na verdade, publicidade. Aqui, não.

 

08.03.09


Categorias: Economia

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Comentário de: Julia

So pra constar, adoro essa série. Nunca fui rica, mas em muitas coisas (e apesar do exemplo irremediavelmente endividado da familia) ajo como ex-rica. E a familia me elogia por isso.

PermalinkPermalink 09.03.09 @ 07:46



Comentário de: Daniela · http://historiasdemenina.wordpress.com

ótimo!

tô precisando aprender umas coisinhas...

PermalinkPermalink 09.03.09 @ 08:42



Comentário de: João Paulo Cursino · http://sratoz.blogspot.com

Uma estupidez das piores que há é dar dinheiro a banco. Eu trabalho, trabalho, trabalho, e, no fim, pego meu dinheiro e dou prum banco. "Tomaqui, é seu."

Djeinium.

PermalinkPermalink 09.03.09 @ 09:04



Comentário de: Karina

Oi Alex! Eu sigo exatamente as mesmas regras que você, embora não seja uma ex-rica. Só tenho uma exceção: o cartão de crédito. O cartão de crédito é ótimo para quem tem muito controle do próprio dinheiro, o que é meu caso. Eu pago tudo com ele apenas com a condição de que eu sempre tenha dinheiro suficiente na conta para pagar a fatura integral (que por sinal fica em débito automático). Isso porque sempre posso trocar por uns prêmios legais depois de um tempo o uso do cartão. Já troquei os pontos do cartão por uma tv de tela plana, por exemplo, assim, de mão beijada.

PermalinkPermalink 09.03.09 @ 12:28



Comentário de: Daniel Gárgula · http://mausoleudogargula.blogspot.com/

Esta série tem sido muito elucidativa para minha esposa e eu. Obrigado por compartilhar sua experiência!

Abraços!

PermalinkPermalink 09.03.09 @ 13:38



Comentário de: mauro tatini · http://mtatini.blogspot.com

pois é, acho que é por aí mesmo - tenho um casal de amigos que cada ano ganha mais dinheiro, e cada ano está com mais dívidas. Nem o programa do aquecedor eles usam, é na base do "aumenta bastante que eu estou com frio" quando chega em casa, e esquece - resultado: conta de gás no inverno, aqui em NYC, é mais de mil dólares por mes (isso mesmo, um absurdo). Jogam dinheiro fora, e se um perder o emprego (o que hoje em dia pode acontecer a qualquer momento), já foi. Enquanto isso, um baixista amigo meu que ganha 150 dólares por gig conseguiu juntar grana suficiente pra comprar um apartamento - claro, financiado, mas ele tinha o suficiente pra dar 50% de entrada, o que fez com que os juros fossem baixíssimos, e o pagamento bem abaixo do que ele pagava de aluguel. (Os tres são brasileiros como eu, morando em NYC).
Agora, tem outro lado isso: o famoso "other people's money". Saber ter dívida é importante pra quem quer fazer grana. Um Donald Trump (que ficou rico duas vezes - perdeu "tudo", depois conseguiu tudo de novo) fez a grana dele com empréstimos, jogando com dinheiro, sabendo como dever - e segundo ele, deve bem até hoje. Claro, poucos podem virar trump na vida - mas pra se ter uma casa, por exemplo, voce tem que encarar uma dívida, nao tem jeito. E pra conseguir juros decentes, voce tem que ter histórico de crédito: cartoes que voce usa e paga bem (nao tudo de uma vez, senão nem aparece no teu historico) e TEM que financiar um carro, e também pagar bem. Senão, a economia toda que voce fez dança na hora que o financiamento for aprovado - uso o mesmo exemplo dos dois acima: o casal tem casa financiada. Mas como estao sempre gastando mais do que tem, e pagando mal, o juros deles é de 7.5%. O Itaiguara, que sempre pagou cartao em dia, comprou carro com essa finalidade, conseguiu um financiamento de 5.25% de juros. Considerando que a casa do casal custou 890 mil dólares, e que eles devem por volta de 800 mil, a diferença dos juros pagaria o apartamento do Itaiguara à vista! Enfim, saber usar crédito é importante.

PermalinkPermalink 09.03.09 @ 16:16



Comentário de: gabiru · http://www.16tonelada.blogspot.com

faltou o linque para 'freud em 12 vezes' ...

[mas que ta no precinho, a isso está]

PermalinkPermalink 10.03.09 @ 00:47



Comentário de: Débora

Eu tenho um cartão de crédito, mas sempre pago em dia... é a primeira coisa que eu pago, depois do cheque especial, mas lendo aí o que vc escreveu vou economizar para pagar e cancelar o cheque especial, a divida nao é muito grande, com R$150,00 eu pago...mas sou estagiaria ainda e gasto muito com bobeiras, estou doida para ler a parte: "Não Pague por Nada que Possa Ter de Graça: Livros, CDs, DVDs" pois livros e principalmente dvds são a minha perdição!
Concordo com quem escreveu aí em cima que cartão de crédito é bom, mas tem que saber usar e NUNCA pagar o mínimo.

PermalinkPermalink 10.03.09 @ 08:15



Comentário de: Tainá

"Quem deve R$2 mil no cheque especial, NÃO TEM dois reais pra comprar o jornal do dia." Essa frase acabou comigo...

PermalinkPermalink 12.03.09 @ 15:48



Comentário de: Norrin Kurama

Muito boa essa série, Alex. Parabens

Gerson B (NÃo vou trocar o nick, sai pelo Interney).

PermalinkPermalink 19.03.09 @ 10:17



Comentário de: Mara

Acabou comigo também. ( quem deve 2 mil no cheque especial...) e eu que pensava que estava tudo sob contrôle!

PermalinkPermalink 30.03.09 @ 14:58



Comentário de: lúcia

Jurei que nunca mais usarei meu cartão de crédito. Quero reprogramar a vida e fugir das contas supérfluas. Relamenter, quem deve 2 mil em cheque especial não pode se dar ao luxo de comprar um jornal!!!

PermalinkPermalink 25.07.09 @ 00:58



Comentário de: Johny Blaze

Cancelei o cheque especial hoje.
Hoje!!!!
Nem sabia que era possível fazer isso, veja que besteira a minha...parecia natural ficar se endividando todo mes, sempre com um limite que eu poderia alcançar e sem perceber que estava me afundando.
Acho que é como drogas (sem exagero), o sujeito fica viciado. Espero que a abstinencia do consumo desenfreado não seja tão severa.

Valeu pelo texto, deu um estimulo necessario.

PermalinkPermalink 29.07.09 @ 19:18



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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
  • 42. Graham, Sandra Lauderdale. Proteção e Obediência. Criadas e seus Patrões no Rio de Janeiro, 1860-1910. [EUA, 1988] Jul.
  • 41. Maio, Marcos Chor. Raça, Ciência e Sociedade. [Brasil, 1996] Jun.
  • 40. Almeida, Luana Chnaiderman de. Entremeios e Entretempos. Aproximações ao Filme Shoah de Claude Lanzmann. [Brasil, 2006] Jun.
  • 39. Levi, Primo. É Isto Um Homem? [Itália, 1946] Jun.
  • 38. Sartre, Jean-Paul. A Questão Judaica. [França, 1946] Jun.29
  • 37. Costa, Angela Marques da e Lilia Moritz Schwarcz. 1890-1914. No Tempo das Certezas. [Brasil, 2000] Jun.
  • 36. Holanda, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. [Brasil, 1934] Jun.9
  • 35. Villa, Marco Antonio. Canudos. O Povo da Terra. [Brasil, 1995] Jun.7
  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
  • 33. Moura, Clóvis. Introdução ao Pensamento de Euclides da Cunha. [Brasil, 1964] Jun.6
  • 32. Lima, Luiz Costa. Terra Ignota: a Construção de Os Sertões. [Brasil, 1997] Jun.5
  • 31. Bernucci, Leopoldo M. A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de Euclides da Cunha. [Brasil, 1995] Jun.4
  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
  • 28. Guilherme, Paulo. Goleiros: Heróis e Anti-Heróis da Camisa 1. [Brasil, 2006] Mai.
  • 27. Krakauer, Jon. Na Natureza Selvagem: a Dramática História de um Jovem Aventureiro. [EUA, 1996] Mai.
  • 26. Cunha, Euclides da. Os Sertões. Campanha de Canudos. [Brasil, 1902] Mai.
  • 25. Wilder, Thornton. Bridge of San Luis Rey. [EUA, 1927] Mai.
  • 24. João de Patmos. Apocalipse. [Grécia, c.séc.I] Abr.
  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
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  • 19. Lisboa, Adriana. Rakushisha. [Brasil, 2007] Abr.
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  • 14. Guillory, John. Cultural Capital. The Problem of Literary Canon Formation. [EUA, 1993] Mar.7-10.
  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
  • 12. Butler, Octavia. Kindred. [Estados Unidos, 1979] Mar.7
  • 11. Ribeiro, João Ubaldo. Viva o Povo Brasileiro. [Brasil, 1984] Fev.
  • 10. Lispector, Clarice. Laços de Família. [Brasil, 1960] Fev.
  • 9. Veiga, José J. A Hora dos Ruminantes. [Brasil, 1966] Fev.
  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
  • 7. Pinto, Fernão Mendes. Peregrinações. [Portugal, séc.XVI] Fev.- (TulBib)
  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

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