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Turismo Sexual ou As Cariocas São Máquinas de Sexo

 Dialética do Turismo SexualSaiu hoje no jornal O Dia:

O livro Rio For Parties (Rio Para Festeiros) reúne informações sobre o estilo das garotas cariocas, dividindo-as em quatro tipos, entre eles o das “popozudas”. Segundo o guia elas são “máquinas de sexo" com uma "grande bunda”. (...) "Não importa se este tipo de música faz seus ouvidos sangrarem. As mulheres que ouvem são 90% popozudas, o que significa: vale o sacrifício", diz um trecho. Os outros tipos de mulheres são: "Britney Spears", "hippie/raver" e "Balzac". As "hippie/raver" seriam divertidas, fáceis de se aproximar, conversar mas difíceis de beijar. A "balzac" seria a mulher que quer se divertir e também beijar. As "Britney Spears" seriam por sua vez as filhinhas de papai, que se vestem como a cantora, mas não deixam ninguém cantá-las.

O guia também fala dos Dez Mandamentos para quem vem ao Rio. Entre eles: nunca sair da Zona Sul; e jamais discutior com policiais, porque eles são instruídos a agir, ao invés de discutir quem está certo. (...) A pedido da Embratur, a Advocacia Geral da União acionou a Justiça Federal do Rio para tirar o guia de circulação, já que ele "viola a dignidade humana e expõe o povo brasileiro".

(O texto continua abaixo da imagem.) Doce Veneno do Escorpião: o Diário de uma Garota de Programa

* * *

Já escrevi bastante sobre esse assunto (defendendo que o turismo sexual é tão válido quanto qualquer outra forma de turismo) nos três posts abaixo:

A Questão do Turismo Sexual


A Questão da Prostituição


A Questão das Prostitutas Brasileiras no Exterior

* * *

Alugo o Meu Corpo
Excelente livro da minha amiga Paula Lee, prostituta brasileira em Portugal.

 

10.01.09


Categorias: Turismo, Sexo

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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

Legal é qdo o artigo diz "expõe o povo brasileiro"... Se entregou.

PermalinkPermalink 10.01.09 @ 00:14



Comentário de: Marcio E. Goncalves

Engracado que eu acho que a maior parte dos estrangeiros deve se decepcionar quando chegam ao Brasil - minha experiencia diz que em termos de sexo propriamente dito, as Europeias sao bem mais liberais que brasileiras.

Porem eh mil vezes mais facil ficar com uma brasileira, dai acho que vem a confusao na cabeca deles.

(Claro que ha excecoes - Curitibanas sao mais dificeis e antipaticas do que Nova Yorkinas...)

Tambem eh um dos unicos lugares do mundo onde vc beija e abraca mulheres que acabou de conhecer, entao eles devem imaginar que, logicamente, deve ser o lugar mais facil do mundo para fazer sexo.

Dai chegam no Brasil e descobrem que o pessoal nao aceita nem topless.

Se eu fosse ele pedia meu dinheiro de volta.

PermalinkPermalink 10.01.09 @ 08:38



Comentário de: Monthiel · http://www.monthiel.com

"...expõe o povo brasileiro..." e o que tem de errado em se falar a verdade? Avisa quem amigo é...rsrs.

Agora falando sério, quanto difamação. Não sei se realmente são assim, mas mesmo que fosse, transmitir essa imagem para os turistas é algo, no mínimo, escandaloso.

Abraços e convido a todos a conhecer meu blog.

Att,
Monthiel

PermalinkPermalink 10.01.09 @ 15:10



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr/

O mesmo direito que os gringos têm de viajar para o Brasil para comer as brasileiras, a classe média tem de contratar empregadas para que seus rebentos se iniciem sexualmente em casa.

A única crítica a fazer é que descabaçar o filho do patrão deveria ser previsto no contrato da empregadinha.

PermalinkPermalink 10.01.09 @ 16:51



Comentário de: João Ricardo · http://mercyzidane.blogspot.com

conversando com um amigo meu descolado sobre o tema, disse-lhe que prostitutas são uma espécie de versão avançada de massagistas, ao propiciar prazer via o corpo. daí ele disse que a sexualidade é uma coisa demasiadamente intimista pra ser negociada por cinquentão. daí eu meio que concordei, meio que fiquei pensativo.

PermalinkPermalink 10.01.09 @ 21:40



Comentário de: Diego Cabral da Camara

Se o Turismo sexual é válido ou não isto é outra história.

Mas este livro é na verdade uma tremenda propaganda enganosa!
Estes gringos que acreditam nisto são muito bestas mesmo hahahahahaahahaha

Se eu fosse um deles e fosse ao Rio de Janeiro, eu processava!

PermalinkPermalink 11.01.09 @ 17:27



Comentário de: João Ricardo · http://mercyzidane.blogspot.com

ae castro, morro de curiosidade de um post seusobre israel x palestina

PermalinkPermalink 11.01.09 @ 21:28



Comentário de: João Ricardo · http://mercyzidane.blogspot.com

morrer de curiosidade foi um exagero, apenas a tenho

PermalinkPermalink 11.01.09 @ 21:35




pfff
qto moralismo se ofender com isso

PermalinkPermalink 12.01.09 @ 09:42



Comentário de: sofia

Acho uma poucavergonha mas também a culpa é da mulheres que estão cada dia mais discaradas esem pudor como próprio corpo.

PermalinkPermalink 12.01.09 @ 13:47



Comentário de: Gi

O Jorge Nobre que sacou tudo. É a lei da oferta e da demanda. Simples.

PermalinkPermalink 12.01.09 @ 21:20




ahahahahahahahah
ó esse comentário da sofia! até ganhou do jorge nobre.

PermalinkPermalink 12.01.09 @ 23:58



Comentário de: julia

Alex, eu concordo com você, com uma grande ressalva: é muito dificil encontrar um estrangeiro - tanto no Brasil quanto là no pais deles - que distinga entre uma brasileira prostituta e uma não-prostituta. De maneira geral, "brasileira" e "prostituta" são sinônimos. Experiência propria, muitas vezes repetida e comprovada.
é muito, muito dificil "ser menina", ter nascido no Brasil e tentar se fazer respeitar (não no sentido moralista, mas no profissional e acadêmico) no exterior. Eu jà ouvi, por exemplo, que so tiro boas notas porque sou brasileira e gostosa.

PermalinkPermalink 14.01.09 @ 10:45



Comentário de: Cabra Safado

E tudo que tá no guia não é verdade, nao?

PermalinkPermalink 05.02.09 @ 18:21



Comentário de: Bilds

O que eu penso sobre mim, interessa somente para mim e não tem importância relevante para os outros; o que os outros pensam sobre mim, isto sim tem relevância para que seja criado um perfil sobre mim (ou de um povo).
O que vocês acham que o mundo pensa sobre o brasileiro?
O mundo inteiro conhece o Brasil pela TV, onde é mostrado diariamente os absurdos que acontecem no governo, na política em geral e no mercado (riem de nós, pois, ações como estas são ERRADAS lá fora e quem faz isso é punido de verdade). Em conversas com amigos que moram no Japão, há alguns anos atrás, quando um brasileiro entrava em um supermercado, era comunicado nos auto-falantes internos, que havia um brasileiro no recinto e que era para tomar cuidado com bolsas e carteiras.
O mundo inteiro conhece o Brasil pela TV, onde é mostrado diariamente as belezas naturais do Brasil; bundas saradas em closes, que por pouco não mostram o interior do corpo humano. O mundo inteiro sabe que a apresentadora infantil de maior sucesso de todos os tempos é um símbolo sexual que vendeu seu corpo com fotos íntimas e filmes pornôs, sendo que em um deles, seduzia uma criança (e é quem realmente educa as crianças de hoje e de várias gerações atrás, a tv).
O mundo inteiro conhece o Carnaval (festa da carne) do Brasil, o mundo inteiro conhece o Funk (dança do acasalamento) do Brasil; o que será que pensam sobre isso?
Em conversas com amigos estrangeiros, citam que nossa imagem lá, é de um povo atrasado e selvagem, como índios (percebe-se esta visão no filme TURISTAS); que vivemos pelados (a grande maioria das imagens que vai para o exterior é do Rio de Janeiro) e que somos vistos como objetos sexuais de mercado.
Infelizmente o que diz o guia é exatamente o produto que temos aqui, pena que virou arquétipo do brasileiro em geral.

Bilds,
Puta, Índio e Ladrão.

PermalinkPermalink 24.07.09 @ 02:46



Comentário de: Táia

Nada de errado em turismo sexual, se as prostitutas não fossem, em sua maioria, meninas obrigadas a fazer isso por um cafetão filho da puta que as mata se resolverem sair do ramo. Quanta ingenuidade pensar que turismo sexual é só um turista a fim de transar com uma garota de programa em um país "exótico". Se fosse isso, cada um tem o direito de fazer o que quiser. Acontece que as condições de vida dessas prostitutas """agenciadas""" é um lixo. E concordo com a Julia, gringo chega no Brasil achando q toda mulher é puta. Todas as minhas amigas concordam com isso, e por isso a maioria se recusa a ficar com estrangeiros. É fácil entender pq pra vocês o guia não tem nada demais: o homem brasileiro nunca foi nem nunca será sinônimo de homem sexy. Esse título é dos italianos, espanhóis, franceses, etc. Mas a mulher brasileira é considerada a melhor do mundo, e por isso acham que podem nos tratar como objeto. Excelente tirar esse livreto pseudo-informativo de circulação.

PermalinkPermalink 16.09.09 @ 13:20



Comentário de: Táia

PS: Para comprovar que esse livro é extremamente preconceituoso, sou do Rio mas não me encaixo em nenhuma das categorias citadas e conheço trocentas mulheres bonitas e interessantes que tb não são popozudas, britneys spears, hippies/ravers nem balzacas.

PermalinkPermalink 16.09.09 @ 13:23



Comentário de: Draupadi · http://didascaliae.blogspot.com

nossa, aqui eu já penso de forma frontalmente diferente.
posso explicar depois? rs

PermalinkPermalink 21.10.09 @ 23:13



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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
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  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
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  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
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  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
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  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
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  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
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  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
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