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O Ranking das Crenças

Professor de filosofia de escola de elite paulistana, ateu ma non troppo, contou que não pergunta mais aos alunos em que acreditam:

"Você nem imagina. Quase nenhum tem religião organizada, pelo menos isso, mas escuto cada coisa que fico deprimido. Acreditam no Deus Barbante, em árvores mágicas, em rituais celtas, em qualquer coisa!"

Ele pareceu não se dar conta que, ao ficar tão deprimido com as crenças esdrúxulas de seus alunos, estava de fato criando um ranking ilógico. Se pertencem às grandes religiões organizadas, judeus ou cristãos, é ruim, mas nem tanto. Se têm crenças individuais, ou "exóticas", ou não estabelecidas, então isso é tão esdrúxulo que ele fica deprimido.

Mas, para um verdadeiro ateu, já livre do ranço ideológico residual de uma criação monoteísta, qual é de fato a diferença entre uma coisa e outra? Por que acreditar em numerologia ou saci pererê é menos (ou mais) ridículo, menos (ou mais) válido que acreditar que Jesus ressuscitou ou que Moisés abriu o Mar Vermelho?

Quando converso com religiosos, a coisa que mais os ofende não é eu não acreditar em seus deuses, mas o fato de eu equacioná-los a gente que acredita em duende. Se acham tão superiores só porque têm vaticanos e cidades sagradas, mas Cristo nada mais é do que seu duendezinho particular.

 Futuro de uma Ilusão Deus , um Delírio
Nunca li Dawkins, que sempre me pareceu um ateu militante, algo que desprezo um pouco, mas Freud em O Futuro de uma Ilusão já falou tudo o que eu sempre quis dizer sobre religião.

 

09.01.09


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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: TiagoL

Alex

Acompanho a discussão sobre racismo a algum tempo, e devo dizer que você conseguiu mudar, e muito, minha visão sobre o assunto.
E agora, esse post foi sensacional, pois me vi na mesma posição hipócrita do professor "ateu ma non troppo".
Enfim, só tenho uma pergunta a fazer: onde posso assinar o rss de seu blog? Não sei se foi distração minha, mas encontrei apenas o rss dos comentários, mas não das postagens...

Abraço e parabéns pelo blog!

PermalinkPermalink 09.01.09 @ 00:31



Comentário de: TiagoL

Esqueça a pergunta, já consegui assinar!

PermalinkPermalink 09.01.09 @ 00:43



Comentário de: Sblargh · http://sblargh.blogspot.com

O que ofende é que cristo faz parte de uma história de vida, tradição, momentos de conforto, culpa, compasso moral, etc; enquanto duendes não.
E de fato, mesmo deixando a teologia e a metafísica de lado e assumindo uma postura plenamente atéia, não dá pra fingir que Jesus é comparável com um duende, é que nem dizer que "100% branco" e "100% negro" é a mesma coisa.
Em lógica pura ausente de história e sociologia até é, mas quem quão ilógico é tratar desses assuntos de modo meramente semântico?

PermalinkPermalink 09.01.09 @ 03:06



Comentário de: Marcio E. Goncalves

Um bom exemplo dessa dois pesos duas medidas foi oq ue ocorreu nos census da Australia e da Nova Zelandia. 70 mil pessoas na Australia e umas 50 mil na Nova Zelandia marcaram sua religiao como "Jedi".

O governo se recusou a usar o dado oficialmente.

Quer dizer que religioes baseadas em livros de ficacao pode, mas baseadas em filmes de ficacao nao?

PermalinkPermalink 09.01.09 @ 05:37



Comentário de: Ulisses Adirt · http://incautosdoontem.opsblog.org/

Que Clio abençoe você, querido. :-)

PermalinkPermalink 09.01.09 @ 06:38



Comentário de: Roberto · http://dealmeida.net/

"O que ofende é que cristo faz parte de uma história de vida, tradição, momentos de conforto, culpa, compasso moral, etc; enquanto duendes não."

Papai Noel também faz parte de uma história de vida, tradição, momentos de conforto -- e até mesmo culpa e compasso moral ("eu não me comportei este ano!"). E mesmo assim posso dizer que ele não existe.

Jesus é Papai Noel para adultos, só isso.

PermalinkPermalink 09.01.09 @ 07:51



Comentário de: mujimbo

a respeito do valor devido ao cristianismo nos dias de hoje, segue abaixo link para uma dessas imagens que valem por milhões de palavras... ótimo seu blog, assim como a indicação de Freud!!

http://erroneo.org/errotico/bettypage/images/Betty%20e%20il%20calvario%20ridotto_jpg.jpg

PermalinkPermalink 09.01.09 @ 08:18



Comentário de: Breno Kümmel

Cometer um erro que todo mundo comete pra mim é menos pior do que cometer um erro que só você comete.

Um cara que é católico desde nascença, que tem toda a família católica e estuda numa escola católica pra mim é mais aceitável continuar católico do que um cara que decide sozinho que fadinhas existem.

Claro, as duas coisas pra mim inexistem igualmente, mas a vida em sociedade pra mim torna (pelo convívio) uma coisa menos ridícula do que a outra.

PermalinkPermalink 09.01.09 @ 08:47



Comentário de: Sblargh · http://sblargh.blogspot.com

O Alex perguntou: "Qual a diferença?" e eu respondi "a tradição e os valores pessoais e morais envolvidos".
Isso não diz que Jesus existe mais que um duende que existe mais um Jedi. Só quer dizer que um faz parte de nossa tradição de um modo que o outro não faz, portanto, há diferença.
Assim como Jesus faz parte de nossa tradição de um modo que Papai Noel não faz, portanto, há diferença.

Não estou dizendo que essa diferença deve ser transferida para discussões éticas ou morais, estou respondendo a pergunta de quem fez o post, que é "qual a diferença?"

Se a história da civilização que você faz parte não é diferença o bastante, é outro assunto.

PermalinkPermalink 09.01.09 @ 08:56



Comentário de: Monthiel · http://monthiel.com


Eu também não acredito em deuses, e recentemente escrevi um post em meu blog sobre Fé. Convido a todos a conferir.

Abraços,
Monthiel

PermalinkPermalink 09.01.09 @ 09:22



Comentário de: Renato · http://discipulodarazao.com

Também não entendo por qual motivo possam considerar o cristianismo melhor, em posição melhor no 'ranking', do que uma crença em fadas madrinhas ou em unicórnios.

PermalinkPermalink 09.01.09 @ 09:27



Comentário de: JLM · http://www.jefferson.blog.br

nunca vi ninguém fazer guerras, matar milhões (vide cruzadas, inquisição, jihad, intifada), roubar 10% ou mais da renda mensal das classes mais baixas da sociedade, impor regras para a política e costumes de outros (vaticano, lobby e pressão em congressistas), etc etc e etc, em nome de duendes, fadinhas & cia.

talvez fosse menos prejudicial para a humanidade se todos adorassem duendes, sacis, jedis... a xuxa pode ser brega, mas não mata ninguém.

PermalinkPermalink 09.01.09 @ 09:31



Comentário de: Gustavo B.

O Sblargh já falou mais ou menos o que pensei.
Os ateus, inclusos os ma non troppo, aceitam que alguém acredite numa religião que é, queira ou não, a base do mundo em que vive, que quase todos acreditam, que tem valores louváveis, cujo livro base formou o pensamento e valores (inclusive dos cientistas) etc. Ou seja, há alguma lógica nisso, nem que no mínimo seja ir com a massa.
Outra coisa é acreditar em elefantes roxos que flutuam, aí já é maluco.
Aliás, muitas vezes a fé extrema é confundida com loucura.

PermalinkPermalink 09.01.09 @ 10:29



Comentário de: leo · http://lmonasterio.blogspot.com

Alex,
A tristeza do professor é justificável. No caso das religiões organizadas há toda uma estrutura pronta para tornar a criançada em pequenos crentes. Quando eles se mostram crédulos em qualquer coisa, só fica claro o quanto é fácil para qualquer lixo (mesmo sem catedrais e grandes intelectuais para fornecer suporte ) entrar em suas mentes. Essa fragilidade e pouco senso crítico da criançada é deprimente mesmo.
O pior são os adultos. Quando eu vejo um adulto inteligente e carola, eu entendo. Ele provavelmente foi criado em uma escola católica e desde pequeno foi doutrinado. O esquisito é depois de velho o sujeito passar a acreditar em astrologia ou homeopatia.

PermalinkPermalink 09.01.09 @ 11:28



Comentário de: Diogo

You hard-shelled materialists were all balanced on the very edge of belief - of belief in almost anything. (Chesterton)

PermalinkPermalink 09.01.09 @ 11:56



Comentário de: Te

Concordo com o JLM: pelo que eu conheço, esse povo que acredita em duendes, extraterrestres, astrologia e quejandos costuma ser pacifista, "cuca fresca" e não tenta impor suas crenças aos outros. São uns porra-loucas adoráveis.
Talvez a ofensa que os religiosos sentem em equacioná-los a esse povo venha do estilo de vida alternativo que alguns deles seguem e que tem hábitos que suas religiões proíbem, como a poligamia.

PermalinkPermalink 09.01.09 @ 13:52



Comentário de: rodrigot · http://deshnok.blogspot.com

Alex, dá uma olhada nesse vídeo.
http://tinyurl.com/5sm5pd

PermalinkPermalink 09.01.09 @ 15:03



Comentário de: Andre Carvalho

Isso me lembra, certa vez, discutindo (no melhor sentido da palavra) com um amigo cristão fundamentalista, daqueles criacionistas mesmo (como alguém pode fazer doutorado em exatas e ser cristão fundamentalista está além da minha compreensão, mas isso não vem ao caso), e este amigo citava como uma das fontes de sua fé os inúmeros milagres que ocorreram na igreja católica.

Eu: Mas milagre por milagre o Dr. Fritz faz todo dia, e ainda aparece na televisão.

Ele: Não, mas isso é diferente, ele é charlatão e blablabla.

Eu: E qual a diferença entre os milagres dele (televisionados) dos da igreja? Por que eu deveria levar um a sério e outro não?

Ele: Os da igreja tiveram inúmeras testemunhas.

Eu: Os dele também.

Ele: Tu tens que ver que isso que ele chama de milagre é pura enganação. Esses milagres foram fruto da manipulação de pessoas simples, que acreditam em qualquer coisa. Pura manipulação de mentes frágeis.

Eu: Entendi. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. I rest my case.

PermalinkPermalink 09.01.09 @ 15:44




Blasfemante!!! Darth Vader te excumungará em dois com sua espada-laser

PermalinkPermalink 09.01.09 @ 16:07



Comentário de: Pedro Fraga · http://growing-up.blogspot.com

Na verdade eu fico mais de cara com os católicos que escolhem os dogmas que querem seguir :D


PermalinkPermalink 09.01.09 @ 16:47



Comentário de: desestressa mano · http://diariodetento.blogspot.com/

o ateu geralmente provoca mais raiva que evangelico, eles ficam com ar superior, e conseguem ser na maioria das vezes tão chatos quanto crentes...


"SE EXISTE MESMO UM DEUS EU SOU O MAIS MISERAVEL DOS HOMENS"
FRIEDRICH NIETZSCHE
antes de morrer.

PermalinkPermalink 09.01.09 @ 17:32



Comentário de: Marcio E. Goncalves

"Na verdade eu fico mais de cara com os católicos que escolhem os dogmas que querem seguir :D"

Idem, nunca entendi essa zona de "catolico nao-praticante". Po, se o cara nao quer seguir os preceitos do Vaticano pq se diz Catolico?

Parece aquele povo que se diz vegetariano mas come peixe.





PermalinkPermalink 09.01.09 @ 18:12



Comentário de: Glauber K

"a diferença é a tradição e os valores pessoais e morais envolvidos".

O Que? Estão duvidando dos valores morais dos Duendes???!!!

Pois saibam que os duendes vivem em harmonia com a natureza e pregam o respeito entre os seres.

Essa é uma linha religiosa muito mais tradicional que o cristianismo. Os ensinamentos dos Duendes é muito antigo, remontam a Irlanda Céltica, época que cristãos nem existiam.

O Que? acha que Duende não existe?
Então prova!


PermalinkPermalink 14.01.09 @ 07:29



Comentário de: Rodrigo

O mundo está dividido em monoteísmo de um lado, politeísmo e ateísmo do outro. Com a diferença que os últimos sabem discutir e têm interesse em entender outras cosmogonias, e os primeiros não.

Sob o governo dos primeiros a paz mundial me parece bem mais distante que sob os últimos.

PermalinkPermalink 14.01.09 @ 12:14



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  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
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