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A Revolução Haitiana

 The Black Jacobins

O Haiti foi a segunda nação do hemisfério ocidental a se tornar independente.

A Revolução Haitiana não ser parte do currículo obrigatório de História é um absurdo. Ela foi um dos acontecimentos mais decisivos e marcantes da história mundial. Sem conhecer a Revolução Haitiana, não dá pra entender NADA sobre a História das Américas no século XIX.Jacobinos Negros, Os

Aliás, não dá pra entender nem mesmo a Revolução Francesa e as fraturas internas do projeto liberal-iluminista. Tudo o que se tentou e (mais importante) se deixou de tentar politicamente nas Américas foi em função da Revolução Haitiana. Em cada discussão, em cada conversa, em cada debate no Plenário, depois de muito hesitar, alguém sempre mencionava o grande bicho-papão: "Mas... e o Haiti?"

Sem ler a literatura da época, fica difícil de quantificar o quanto a simples existência da revolução haitiana mudou tudo no curso da história política e econômica das Américas. Durante as guerras de independência latino-americanas, e durante os posteriores debates abolicionistas, o Haiti era o grande bicho-papão. Como fazer a independência sem haitizar o país? Como dar liberdade aos negros de modo que não saíssem queimando tudo e degolando os brancos? Na dúvida, melhor ser conservador, fazer a coisa aos poucos. É bom não facilitar com essa negrada bárbara.

Viriato: o Filho RebeldeToussaint de L'Ouverture, chefe da revolução, foi um daqueles grandes líderes que só aparecem de séculos em séculos. Derrotou exércitos da Inglaterra, Espanha e França - algumas vezes lutando juntos contra ele. Unificou e libertou seu país. Foi inteligente, sensato, conciliador, decisivo. E, como tantos grandes homens (penso em Viriato, outro grande líder esquecido), foi morto à traição, pois não conseguiam derrotá-lo no campo de batalha.

Infelizmente, depois de sua morte, as coisas saíram do controle, houve massacres indiscriminados e destruição extensiva de propriedades - justamente os engenhos de açúcar que, por um lado, simbolizavam a escravidão mas, por outro, representavam a riqueza do Haiti. O país mergulhou no caos e na pobreza, e continua lá duzentos anos depois.

Um líder do porte de Toussaint não merecia o Haiti de hoje.

* * *

O melhor livro sobre o tema, disparado, ainda é Os Jacobinos Negros, de C. L. R. James. A edição brasileira, pela Boitempo em 2000, está esgotada. Abaixo, a versão original que pode ser comprada pelo Submarino.

 The Black Jacobins

 

05.01.09


Categorias: Livros, Raça

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Comentário de: Monthiel · http://monthiel.com

É sempre bom conhecer história. Seja ela do Brasil ou não. Também acho que a revolução Haitiana deveria estar na grade curricular. Mas enfim.

Abraços,
Monthiel

PermalinkPermalink 05.01.09 @ 08:33



Comentário de: Te

É mesmo uma pena que só os militantes de esquerda contem da revolução haitiana e do Toussaint Louverture. Fui saber disso tarde, através daquela "fofoca" histórica de que mataram os escravos-soldados que voltaram da Guerra do Paraguai por que temiam coisa parecida com o que aconteceu no Haiti.
Você leu "O reino deste mundo" do Alejo Carpentier que teve essa revolução como enredo? O que achou?
Está em fase de pré-produção um filme sobre o Toussaint, projeto do Danny Glover.
http://jefersonde.blogspot.com/2008/07/danny-glover-e-toussaint-louverture.html
Tomara que ele consiga concluir o filme, já que tantos quiseram e não puderam levara a história às telas.

PermalinkPermalink 05.01.09 @ 14:07



Comentário de: Silas

O fracasso de um bando de selvagens em se auto-governar é tão importante... E o Haiti FAZ parte do currículo de História e aliás já respondi sobre o Haiti no vestibular. Agora, que os selvagens não tenham conseguido se desenvolver depois que mataram as únicas pessoas capazes do país não faz parte do terreno da História, faz parte do terreno da lógica. Como o Camboja também não melhorou muito quando matou as pessoas que usavam óculos e sabial ler. Quem diria?

PermalinkPermalink 05.01.09 @ 16:25



Comentário de: Eugênio Bruno

Recomendo o filme Queimada, com Marlon Brando. Perfeita analogia sobre a revolução no Haiti.

PermalinkPermalink 05.01.09 @ 21:25



Comentário de: Marcio E. Goncalves

O texto estaria impecavel se nao fosse por essa parte maluca:

"A Revolução Haitiana não ser parte do currículo obrigatório de História é um absurdo."

Curriculo obrigatorio de quem e de onde? Me espanta um formado em Historia nao saber que o MEC tem linhas gerais sobre o curriculo de Historia e nao "curriculo obrigatorio" ala ditadura militar e fica a cargo do professores colocar a Revolucao Haitiana no meio.

O que, por sinal, eh feito faz um bom tempo, eu diria umas duas decadas. Eu tive aula sobre isso no segundo grau (por volta de 95).

Isso me lembro textos recorrentes na internet onde se bradam contra a "Historia Oficial" como se existisse tal coisa no Brasil...
(se bem que brigar com coisas inexistentes eh fetiche da Esquerda. Vide o "neolibralismo")

E Te, nao sao so militantes de esquerda que lembram da mesma: eu, libertario-capitalista-selvagem, trabalhei com o assunto em aulas que dei no segundo grau sobre Revolucao Americana, Revolucao Francesa e Processo de Independencia Brasileiro (nesse ultimo caso, nao falar da Revolucao Haitiana passa do absurdo e ignorancia)

PermalinkPermalink 06.01.09 @ 04:47



Comentário de: Yoshi

Marcio E. Goncalves

"Isso me lembro textos recorrentes na internet onde se bradam contra a "Historia Oficial" como se existisse tal coisa no Brasil...
(se bem que brigar com coisas inexistentes eh fetiche da Esquerda. Vide o "neolibralismo")"

Me espanta é um "professor" de história como você cogitar a idéia de que não existe uma "história oficial"....
E mais... neoliberalismo tb não existe? É só uma fantasia de militantes de esquerda???

convenhamos... vc tava brincando né?

Só me tira uma dúvida... onde vc de graduou em História?(Se é que se graduou..)
Pra eu não recomendar pros meus alunos...

PermalinkPermalink 08.10.09 @ 10:08



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  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
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  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
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  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
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  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
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