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Livre Concorrência e Ação Afirmativa

Uma das críticas mais comuns à Ação Afirmativa é quanto a injustiça inerente a dar vantagens desproporcionais a um grupo em detrimento dos outros.

Mas será que as pessoas acham mesmo que o sistema é justo e meritocrático... e que as malvadas cotas estão chegando para destruir essa perfeita igualdade?!

Oras, o sistema não é meritocrático e não é justo. O objetivo das cotas é proporcionar uma vantagem adicional aos grupos que são consistentemente excluídos.

* * *

 Discriminação Racial nas Escolas Discriminação Racial: Como Combatê-la

Lyndon Johnson entrou para história como um dos responsáveis pelo fiasco do Vietnã, mas também foi um dos presidentes mais interessados em questões de justiça social - sem, por isso, como bom americano, negar os valores da competição, do capitalismo e do livre-mercado. Seu discurso na Howard University, uma universidade negra norte-americana, em 1965, foi um dos precursores do movimento da ação afirmativa.

Mais importante, além de denunciar os efeitos da escravidão nos EUA, ele propõe soluções concretas e ajudou a implementá-las. Caetana Diz Não: Histórias de Mulheres da Sociedade Escravista

Meu trecho preferido:

Freedom is not enough. You do not wipe away the scars of centuries by saying: Now you are free to go where you want, and do as you desire, and choose the leaders you please.

You do not take a person who, for years, has been hobbled by chains and liberate him, bring him up to the starting line of a race and then say, "you are free to compete with all the others," and still justly believe that you have been completely fair.

Thus it is not enough just to open the gates of opportunity. All our citizens must have the ability to walk through those gates. (...)

Much of the Negro community is buried under a blanket of history and circumstance. It is not a lasting solution to lift just one corner of that blanket. We must stand on all sides and we must raise the entire cover if we are to liberate our fellow citizens.

Leia o discurso completo ou ouça em formato real audio.

Invenção das RaçasHumanidade Sem Raças?Racismo LLL

* * *

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31.12.08


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Comentário de: João Ricardo da Silva · http://mercyzidane.blogspot.com

gostaria que voce fizesse um post comentando o célebre livro do Ali Kahmel.

PermalinkPermalink 31.12.08 @ 02:11



Comentário de: Leo · http://lmonasterio.blogspot.com

Alex,
O argumento do Lyndon Johnson (que já está no Stuart Mill) é a justificativa para ação afirmativa baseada em renda (ou história familiar idealmente) e não em cor. Afinal, as políticas seriam injustas se não compensassem todos que começaram atrás na corrida da vida.
Para justificar ação afirmativa com base em cor apenas, o argumento robusto é o de utiizar a política para quebrar a discriminação estatítisca contra os de cor preta. Essa discriminação é aquela que vem do julgamento de um indivíduo com base nas características médias da população.

PermalinkPermalink 31.12.08 @ 07:44



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr/

Alex,

Só mais um pouco desse assunto, antes de falarmos de coisas realmente sérias:

Eu concordo com o que provavelmente você concorda, e a maioria do seu público concorda, e que são declarações como as que se seguem, que eu, você e quase todos aqui e alhures assinam embaixo:

1) A elite brasileira sempre foi mesquinha em usar os recursos do Estado em favor dos pobres e sempre foi generosa na hora de usar esses recursos em favor dos ricos;
2) Sempre foi difícil a ascensão social de um pobre no capitalismo brasileiro, e sempre foi mais difícil ainda se esse pobre for negro, gay, ou mulher;
3) Mitos como a “democracia racial” (de uma leitura errada do Gilberto Freire), o “homem cordial” (leitura errada do Sérgio Buarque de Hollanda), etc., são falsos e foram usados para manter o Zé Povinho em seu lugar, perfeitamente controlável.

E para que eu vou discordar de qualquer uma dessas declarações?

São todas verdadeiras, e eu não luto contra a verdade. E é claro que se você ou seus leitores quiserem podem fazer outras, muitas. Todas também verdadeiras.

Agora, tudo muda se acrescentarem a cada uma dessas declarações a expressão: “e por isso é preciso politizar as relações entre os grupos étnicos, sexuais, de diferentes orientações sexuais, ou religiosos, etc.”. Nesse caso, elas já não têm o mesmo significado. Seja no sentido histórico, seja no sentido moral. E já não são verdades. Tornam-se mentiras.

Agora, assuntos sérios:

O personagem negro mais profundo e dramático da literatura brasileira, e provavelmente também mundial, é o Elias, o médico negro de “Anjo Negro”, de Nelson Rodrigues. Vocês viram, ou leram, a peça? O Elias é uma vítima do racismo hipócrita da nossa sociedade. Mas é também um psicopata perverso, que estupra a esposa (que é entregue a ele para ser castigada), mutila o irmão de criação, permite que a mulher mate os próprios filhos para que essa cumplicidade os una ainda mais... é um assassino e um maníaco sexual, que faz o mal principalmente a quem ele ama, não a seus inimigos. Traumatizado pelo racismo, ele enlouquece, e comete loucuras homicidas. Sua mulher é uma branca depravada, que sente por ele uma mistura de tesão e nojo, grande personagem do teatro rodrigueano. De certa forma, ela é tão vitima da sociedade por ser mulher quanto o marido por ser negro. São dois crápulas. São dois personagens profundos e belos. Por culpa do politicamente correto, não é mais possível personagens como Elias e sua esposa branca.

Quem, afinal, faria hoje uma peça com um negro que não seja como uma vítima do sistema, e apenas isso? E se uma mulher, vítima também por ser mulher, se unir a ele, será uma aliada fiel, a “amiga do mocinho”, mas nunca uma outra tarada psicopata. Personagens vazios, personagens de propaganda para uma cultura de propaganda, a causa se tornou mais importante que o drama humano... Lamentável.

Outro assunto mais sério é a relação entre Pelé e os negros brasileiros, segundo nossos “progressistas”. Pelé é criticado e muito por não ter feito nada pelos negros. Os negros nunca foram criticados por não terem feito nada pelo Pelé. Os negros não ajudaram o Pelé em nada. Por que Pelé deveria ajudar os negros em alguma coisa? A troco de que? Da mesma forma, um branco de sucesso raramente faz algo pelos brancos pobres. Mas é um caso diferente: não se cobra do branco de sucesso que faça algo pelos brancos pobres. Convencionou-se que um branco de sucesso não precisa fazer nada pelos brancos pobres, mas um negro de sucesso precisa fazer algo pelos negros pobres. Por que? Bem, o negro, parece, tem obrigação de agir como negro e a favor dos negros, mesmo quando enriquece. Um branco está dispensado disso. Hey, eu cansei de ver o Pelé ser criticado por não fazer nada por quem nunca fez nada para ele, os negros pobres. Nunca vi o Zico ser criticado por não fazer nada por quem nunca fez nada por ele, os brancos pobres. E o que isso prova?

Prova muita coisa, mas prova principalmente que as raças não são nem nunca serão consideradas iguais. Não são iguais para os conservadores, não são iguais para os progressistas. Fossem iguais para os progressistas, e Zico, que nunca fez nada pelos brancos pobres, seria criticado como Pelé, que nunca fez nada pelos negros pobres. Se Pelé é criticado e Zico não, é porque negros não são iguais a brancos. Nem para os conservadores, nem para os progressistas.

PermalinkPermalink 01.01.09 @ 03:39



Comentário de: George Pedrosa

Na semana de natal, dei de cara com três exemplos clássicos de racismo: quando fui alugar um jogo de videogame em uma locadora, um rapaz que estava jogando um jogo de futebol referiu-se a um atacante virtual negro como um "macaco". Outro dia, ouvi reclamações de pessoas que afirmavam que o local onde iriam passar o carnaval não era "selecionado" (eufemismo extremamente comum para dizer que o local tem muito negro). O mais chocante, no entanto, foi testemunhar, na noite de Natal e em frente a várias crianças, um parente próximo referindo-se ao pagodeiro Alexandre Pires como um negro nojento e fedorento - os outros que estavam presentes simplesmente riram diante de tal afirmação. Pior: o parente não é um daqueles velhos resmungões racistas, mas uma advogada jovem.

Racismo não é difícil de encontrar. Basta olhar ao seu redor.

PermalinkPermalink 02.01.09 @ 00:33



Comentário de: Bear

Pô, Alex, existe nome para esta mania besta de resolver uma injustiça com outras? mania de desentortar entortando para o outro lado?

Quem defende "atalhos" como cotas para universidades, por exemplo, sem pensar em corrigir as distorções de origem, deveriam ler com atenção o discurso do Lyndon Johnson: "So, unless we work to strengthen the family, to create conditions under which most parents will stay together--all the rest: schools, and playgrounds, and public assistance, and private concern, will never be enough to cut completely the circle of despair and deprivation."

Eu me dei ao trab.., digo, prazer de ler o discurso todo. Em momento nenhum ele defende privilégios desproporcionais mas, sim, igualdade e justiça.

PermalinkPermalink 04.01.09 @ 01:25



Comentário de: lucas

Deixa ver se eu entendi. Então o vestibular é injusto e racista e as cotas vem somente para dar uma melhorada nessa situação? Será que os ficais das provas de vestibular fazem uma rubrica diferente na prova dos negros? Será que as questões são elaboradas de forma que um "cérebro negro" (se existisse tal coisa) não é capaz de responder corretamente?

Qualquer pessoa minimamente inteligente, mesmo que apoie as cotas, deve admitir que o vestibular em si não é racista. Se há alguma discriminação, ela vem do acesso diferenciado das pessoas ao ensino fundamental e médio, aos cursos pré-vestibular etc. Ou talvez a uma discriminação por parte dos professores na escola.

No vestibular é impossível discriminar um negro simplesmente por ser negro. Quem corrige a prova não consegue saber nem o sexo, nem a cor, nem a idade e muito menos o nome.

Então, qual é a solução maravilhosa que se propõe? Será que é combater o mal onde ele ocorre? Será que é criar um programa para excluir o racismo de todas as escolas, garantindo a mesma qualidade de ensino a brancos e negros? Seria um projeto para aumentar a qualidade geral do ensino fundamental e médio, ou para qualificar melhor os professores? Não. A solução apresentada é introduzir uma classificação racial justamente no ÚNICO ELO DA CORRENTE QUE NÃO TINHA NENHUMA POSSIBILIDADE DE SER RACISTA.

Em outras palavras, em vez de resolver o problema onde ele existe, criam o problema onde ele nunca existiu e nem existiria se não fosse a dita "ação afirmativa".

Mesmo concordando que o racismo no Brasil é tão grave como dizem os líderes dos movimentos negros, as cotas nas universidades só poderiam ser piada. Mas Mas infelizmente é sério. Não consigo acreditar que seja simplesmente uma idéia ineficiente. É má fé mesmo.

Quem propõe cota para negros está mesmo é interessado em cotas para militantes e "intelectuais". E não tem nenhum escrupulo em segregar a sociedade, em destruir a igualdade nos poucos lugares em que ela ainda existe, para alcançar seus objetivos.

PermalinkPermalink 08.01.09 @ 10:30



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  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
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  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
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  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
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  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
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  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
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  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
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