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Perplexidades da Pornografia

Confesso que nunca entendi a graça de assistir esportes. Existe algo mais chato, mais frustrante do que ver outra pessoa fazer o que você gostaria de estar fazendo? E o que vale pra esportes vale em triplicata para pornografia. Caramba, assistir o US Open ainda pode até ser tangencialmente interessante, se os jogadores forem bons, mas qual pode ser a graça de ver gente transando? De assistir outro homem comendo a mulher por quem você está de pau duro?

Nunca consegui assistir mais de cinco minutos de pornografia (ou de esportes) sem ficar cronicamente entendiado. Agora, entretanto, talvez pela influência da vida acadêmica, talvez somente pela idade, minha atitude está mudando.

Ao invés de me entediar, meu cérebro levanta vôo. Começo a construir toda uma teoria sobre a cultura de massas contemporânea, sobre o que os filmes e sites revelam das expectativas das pessoas que os produzem, sobre os pequenos tiques físicos que são tão prevalentes que têm que ser fruto de uma direção proposital, sobre a enorme distância entre o sexo de verdade e o sexo na pornografia.

Por exemplo, quem foi que disse que mulher fazendo biquinho é sexy? Será que as mulheres acham isso? Será que os homens acham isso? Será que os produtores de pornografia acham que as pessoas acham isso?

As obcecadas menções ao tamanho do pau refletem uma preferência das mulheres ou uma neura primordial dos homens?

Quando uma dominadora humilha um homem forçando-o a se vestir e se comportar como mulher ela não está implicitamente afirmando que ser mulher é algo intrinsecamente humilhante? Considerando que essa é uma fantasia masculina, escrita para satisfação da lascívia masculina, o que isso nos diz sobre a desvalorização da condição da mulher, mesmo em filmes que celebram uma pretensa "supremacia feminina"? Alguém já viu algum dominador forçando uma submissa a vestir terno e gravata, furar parede ou trocar pneu?

Será que a tradicional esporrada na cara é mesmo uma preferência feminina ou apenas mais uma demonstração de poder masculino?

Por fim, mais do que tudo, eu fico pensando: quem são essas pessoas? Elas acham graça nas besteiras que estão falando? O que pensam disso tudo? (Tenho muitas amigas prostitutas mas agora me dei conta que nunca conheci nenhum ator ou atriz pornô. Hmm, está na hora de fazer novas amizades...)

Talvez seja apenas a velhice chegando – mas agora pelo menos eu me divirto assistindo pornografia.

Enquanto isso, vou rascunhando meu próximo artigo acadêmico: "Projeções do Imaginário Falocêntrico sobre a Alteridade Feminina em 'Elas Gostam É de Cavalos'". Será que consigo publicar?

 Sexo, Pornografia, Personalidade Café Filosófico: Pornografia

 

22.12.08


Categorias: Sexo

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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Caio Costa · http://blogcitario.hitechlive.com.br

Pô, nunca tinha pensado nessas questões. Mt gente vai começar a assistir essas produções de um modo diferente depois de ler esse texto.

PermalinkPermalink 22.12.08 @ 00:13



Comentário de: Igor Vilella

Há muito tempo acompanho o trabalho que você desenvolve, tanto no outro blog como neste, acompanhei este trabalho todos estes anos como mudo, somente escutando, sendo assim, é cabível então a pergunta: por que estou me manifestando agora? Esse comentário é para ser um elogio ao referido trabalho, sobretudo o que tange aos seus artigos escritos sobre literatura e aos estudos acadêmicos. Merece especial menção o posto de destaque que têm sido dado à figura de Gilberto Freyre que é com certeza um dos intelectuais brasileiros mais importantes de todos os tempos e a sua magnum opus que é a obra mais influente escrita em solo brasileiro no século XX mas que ainda assim nem sempre tem o seu seu quinhão de prestígio. Freyre é somente um exemplo dos temas por você abordados que careciam de ser explorados num estilo conciso e dotado de extrema fluidez que mesmo tratando de assuntos complexos foge de jargões desnecessários. Quanto a sua literatura tive ainda pouca oportunidade de explorá-la li unicamente o conto "a porta" e não vou julgar um escritor por um único conto visto que isso seria uma covardia sem tamanho, na verdade li também as prisões mas creio que você não as considera literatura, mas sim um processo de descoberta dos motivos que norteiam o mundo assim como o são também os artigos classificados como de "Comportamento". Por fim gostaria de expressar também que o mote do blog me é de sobremaneira aprazível, eu também tentei por um tempo viver uma vida hedonista e tolerante, algo não deu certo no caminho, mas desejo boa sorte para
você.

È mais ou menos isso o que eu tinha para falar -meu talento como escritor nunca foi lá muita
coisa-espero que você continue trazendo bons textos sobre bons assuntos para a internet que as vezes necessita de conteúdo

PermalinkPermalink 22.12.08 @ 01:50



Comentário de: Bruno · http://lembrancaeterna.wordpress.com

Você é um cara extremamente peculiar, meu amigo...

PermalinkPermalink 22.12.08 @ 04:40



Comentário de: Bruno Barros · http://www.nacascadoovo.com.br

Em primeiro lugar, gosto muito do seu blog. Sempre acompanho seus textos, gosto e concordo com um relevante punhado deles.

Sua visão a respeito da pornografia, no entanto, me soou bastante redutora. Tratar de um sexo real oposto ao um sexo pornográfico é enxergar em preto e branco. Afinal, o que é esse sexo real? Quanto desse sexo é fruto do imaginário? Será que é legítimo pensar numa verdade do sexo?

Eu, particularmente, sinto-me inclinado a refletir sob a luz de Lacan ou, melhor, de Foucault quando o assunto é sexualidade. Não podemos cair no erro de reduzir pornografia a mercado pornográfico. Pornografia é poesia, corpo é suporte.

Grande abraço,
Bruno

PermalinkPermalink 22.12.08 @ 05:45



Comentário de: Monthiel · http://monthiel.com


Concordo e muito com tudo que o texto diz.. Tanto esporte quanto filme pornô é um tédio de assistir. Porém, às vezes, se faz necessário, e não estou falando de esporte.

Abraços,
Monthiel, agora .com

PermalinkPermalink 22.12.08 @ 06:53



Comentário de: Roberto · http://dealmeida.net/

Sobre jogos: entendo menos ainda gente que joga futebol no videogame. Ou jogo de carro. Pra mim o legal do videogame é permitir você viver uma realidade alternativa -- se eu quiser jogar bola eu vou pra rua, se eu quiser dirigir pego meu carro.

Sobre pornografia: assista Orgazmo (http://en.wikipedia.org/wiki/Orgazmo).

PermalinkPermalink 22.12.08 @ 07:46



Comentário de: Henrique · http://copy-paste.blogspot.com

Foi para o copy-paste. Obrigado.
(e seu rss subiu no telhado)

PermalinkPermalink 22.12.08 @ 09:28



Comentário de: mauro tatini · http://mtatini.blogspot.com

... então voce também não assiste filme? Porque é como ficar vendo a vida dos outros. Claro, tem sempre o argumento que um filme de ação, por exemplo, é algo que voce não pode fazer na vida real - coisas do tipo "pular de um prédio a outro". Mas tenho certeza que voce também não consegue enterrar uma bola de basquete passando por 5 figuras de mais de 2 metros cada, então dá na mesma. Quanto a sexo, o velho cliché de que o maior orgão sexual que voce tem é o seu cérebro é bem verdade: cada um assiste um porno flick de formas diferentes - um pega idéias, outro usa como fantasia pra quando estiver com alguem, um outro só se diverte... Não tem necessidade de over-analize tudo não...

PermalinkPermalink 22.12.08 @ 12:17



Comentário de: Breno Kümmel

Esporte na TV é uma forma de narrativa. Você acompanha um personagem (time, ou atleta) em vários jogos (episódios de um seriado) para ver se ele ganha (final feliz) ou perde (final triste). As jogadas boas são momentos memoráveis (como uma frase bem bolada que surge no meio de um diálogo) e os colegas torcedores são pessoas que acompanham a história com você e estão dispostos a discutir o que viram (assim como se discute o que se lê num livro ou vê num filme com outros leitores/espectadores)

Não que eu curta esporte(assistir ou praticar), mas pelo menos até aí eu consegui entender.

PermalinkPermalink 22.12.08 @ 12:53



Comentário de: Daniela · http://historiasdemenina.wordpress.com

Tem uma comunidade no Orkut chamada Antipornografia. Usam aquelas palavras que ninguém suporta exceto - talvez - "esquerdistas raivosos" e "feministas-mal-amadas-e-de-sovaco-cabeludo", como patriarcado, feminismo e misoginia.

Na prática, eles nao falam nada diferente do que você falou aí.


PermalinkPermalink 22.12.08 @ 13:34



Comentário de: Bruno Barros · http://www.nacascadoovo.com.br

Sobra a comunidade que a Daniela citou: pra mim, tudo o que traz o prefixo "anti" no seu nome começa errado. É polarizar o impolarizável. As coisas não são tão simples.

Mauro Tatini trouxe o clichê: o cérebro é o maior órgão sexual que temos. Não hesito em concordar. Sexo é mais imaginário e menos suporte. Não fazemos sexo com pessoas, fazemos sexo com imagens de pessoas. Daí os pênis de silicone e as bonecas infláveis, daí a pornografia, daí as fantasias da escrava intergaláctica Leia Organa.

PermalinkPermalink 22.12.08 @ 14:58



Comentário de: Kitagawa

Ora, o Alex já confessou que tem tara por vilãs. Já postou imagens aqui de super vilãs de quadrinhos que, suponho, o estimulam. Afinal, não é um sujeito tão peculiar quanto possa parecer nesse post.

PermalinkPermalink 22.12.08 @ 16:01



Comentário de: Carlos Napolitano

Está ruim a audiência? Racismo, aborto...já tratou da pena de morte?

PermalinkPermalink 22.12.08 @ 18:48



Comentário de: Kaka

Eu também pouco assisti a filmes pornôs na vida,por isso só sei a resposta pra uma dessas perguntas: o tamanho do pinto não é só "neura primoridial"; não tem nada mais frustrante que um pinto pequeno.

PermalinkPermalink 23.12.08 @ 01:37



Comentário de: Alex Castro Email

dani, a diferença enorme e obvia é que nao sou anti pornografia, obviamente... vejo algumas coisas estranhas, mas vejo estranhices em tudo... nao quer dizer q eu seja contra pornografia ou que ache q seja algo negativo...

PermalinkPermalink 23.12.08 @ 19:29



Comentário de: Samara

Só tenho a declarar que esporrada na cara pode serr e ser extremamente interessante para uma mulher, no contexto certo.

PermalinkPermalink 24.12.08 @ 12:15



Comentário de: ana p.

Eu MÉ;DIO entendo o filme pornô como estímulo, tipo... entre uma transa e outra, assistir com alguém, um ou dois minutos para depois começar tudo de novo. É até compreensível. Mas... Chegar em casa do trabalho, jogar a bolsa no sofá, dar aquela espreguiçada e dizer "aaaaahhhhh, hoje eu vou assistir Brasileirinhas, versão 380473!"

Isso não entra na minha cabeça.

Esporte eu entendo mais, é essa necessidade das pessoas de ter um assunto mesmo quando não há assunto nenhum, e tals, sei lá. Mas filme pornô... tem gente que tem coleção de filme pornô. Existe crítica de filme pornô.

Estranho mesmo deve ser pra atriz ou pro ator, tipo, você tá lá metendo, mas tem um ângulo certo pra meter, num pode colocar a perna de determinada forma, pq senão atrapalha a gravação... imagina você estar lá, prontinho pra gozar e o diretor grita "corta, vamos fazer de novo".

Pensa num emprego estressante!

PermalinkPermalink 25.12.08 @ 19:26



Comentário de: Cybelle Kostetzer

Uma coisa que me chateia em filme pornô é que sempre há pelo menos uma cena de sexo entre duas mulheres, mas nunca entre dois homens...Se quiser assistir algo do gênero, tem que se apelar para um filme gay...

Comentei isso em uma comunidade do orkut e ouvi coisas engraçadas...rs. Um cara me chamou de doente e outro disse que se houvesse ao menos uma cena de sexo entre homens, era evidente de que se tratava de uma fita gay o que me fez confirmar o "machismo" intrínseco dos fimes pornôs...rsrs

PermalinkPermalink 25.12.08 @ 19:34



Comentário de: Bruno Barros · http://www.nacascadoovo.com.br

Cybelle Kostetzer, isso é um triste reflexo da pornografia vista somente através da lente do mercado pornográfico. Mas há sim produções independentes "alternativa" a esse mercado.

PermalinkPermalink 25.12.08 @ 21:47



Comentário de: Xandy · http://ww.tocadodrigao.blogspot.com

Sinceramente... Como alguém pode criticar filmes pornôs?
Quão bom é ver uma linda loira gemendo de prazer rebolando suas formas e nos olhando com uma cara de safada.

Eu não entendo.

PermalinkPermalink 28.12.08 @ 23:01



Comentário de: Cláudio

Alguém por favor explique resumidamente ou crie um texto de 30 linhas explicando como alguém consegue se excitar com um filme pornô.

Todo filme pornô é igual: começa no chupa-chupa, vai pra vagina, pro ânus e por fim, o gozo explícito. Que tédio!
E o corpo das atrizes são iguais também. Raquíticas e siliconadas.

PermalinkPermalink 30.10.09 @ 13:32



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  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
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  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
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  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
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  • 25. Wilder, Thornton. Bridge of San Luis Rey. [EUA, 1927] Mai.
  • 24. João de Patmos. Apocalipse. [Grécia, c.séc.I] Abr.
  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
  • 22. Castelnau, Francis de. Entrevistas com Escravos Africanos na Bahia Oitocentista. [Brasil, séc.XIX] Abr.
  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
  • 20. Goethe, Johann Wolfgang Von. Faust. [Alemanha, 1832] Mai.
  • 19. Lisboa, Adriana. Rakushisha. [Brasil, 2007] Abr.
  • 18. Tezza, Cristovão. O Filho Eterno. [Brasil, 2007] Abr.
  • 17. Piñon, Nélida, A República dos Sonhos. [Brasil, 1984] Abr.
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  • 15. Rheda, Regina. Pau de Arara Classe Turística. [Brasil, 1993] Abr.
  • 14. Guillory, John. Cultural Capital. The Problem of Literary Canon Formation. [EUA, 1993] Mar.7-10.
  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
  • 12. Butler, Octavia. Kindred. [Estados Unidos, 1979] Mar.7
  • 11. Ribeiro, João Ubaldo. Viva o Povo Brasileiro. [Brasil, 1984] Fev.
  • 10. Lispector, Clarice. Laços de Família. [Brasil, 1960] Fev.
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  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
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  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

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