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Coisas que Só a Marina W Faz por Você

Blowg, de Marina W.:

Conheço uma garota que encontrou o namorado agarrado com outra na night. Ela foi tomar satisfações e ele negou, mesmo com todas as evidências.

- Mas eu estou vendo!

Ele: - E você vai acreditar no que você está vendo ou em mim?

Hahaha.

Bônus especial por não ter usado a palavra "balada", top 5 dos piores paulistanismos de todos os tempos, ao lado de "mina", "xaveco", "da hora" e "véio". (Meu paulistanismo preferido: "causar".)

Caderno de Cinema de Marina W.

 

21.12.08


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Comentário de: Kitagawa

E eu que achava que esses termos eram praticamente universais...
"Demorô" é paulistanismo?

PermalinkPermalink 21.12.08 @ 01:35



Comentário de: Marcio E. Goncalves

Balada eh paulistanismo?
Eu uso isso desde o inicio da adolescencia (inicio dos anos 90) em Curitiba.

PermalinkPermalink 21.12.08 @ 01:52



Comentário de: aline · http://ateaquitudobem.blogspot.com

Meodeos, nunca vou poder falar com vc ao vivo. Falo todos esses paulistanismos (embora já tenha visto de gente de outras regiões usarem isso), sem pudor, e ainda insiro um "tipo" no turno conversacional. Sinistro isso cara, diz ae. :)

PermalinkPermalink 21.12.08 @ 02:31



Comentário de: Ivan

Balada nunca foi paulistanismo. Ridículo é essa história de "night".

PermalinkPermalink 21.12.08 @ 02:32



Comentário de: Loo

quem quer começar a lista de carioquismos?

PermalinkPermalink 21.12.08 @ 06:56



Comentário de: desestressa mano · http://diariodetento.blogspot.com/

Aqui na favela se fala assim:

truta
vixi
tiozao
fita loka
vida loka
meninsquencia
.....

essas parada toda ai mano e mais....

PermalinkPermalink 21.12.08 @ 09:22



Comentário de: Marcio E. Goncalves

Para mim o maior paulistanismo eh o "da hora".

Acho hilario amigos paulistas tirarem sarro dos curitibanos pelo fato de falarmos "massa" (segundo eles, giria "velha") enquanto eles falam "da hora", para nos, giria velhissima...

PermalinkPermalink 21.12.08 @ 09:46



Comentário de: mauro tatini · http://mtatini.blogspot.com

e o "carro de carioca"? sempre, desde de pequeno, se usou em SP o termo "carro de carioca" quando dois caras sentam na frente, e as meninas atrás - a gente falava "qué isso, tá achando que isto é carro de carioca?"... aparentemente, carioca acha a mesma coisa - já ouvi recentemente no rio "homem na frente e mulher no banco de trás? tá pensando que isto é carro de paulista?" - vai entender... só não sei desde quando no rio se usa isso - posso garantir que em SP isso acontece por pelo menos 40 anos...

PermalinkPermalink 21.12.08 @ 11:15



Comentário de: mauro tatini · http://mtatini.blogspot.com

... mas fala sério: causar é mesmo o teu paulistanismo favorito? Engraçado isso... causar veio dos travecos que ficam na rua - junto com mona e coisas do tipo. Interessante ser teu favorito... things that make you go hmmmm....

PermalinkPermalink 21.12.08 @ 11:22



Comentário de: Ariane

Paulistanismo é o 'meu'. Praticamente começo (eu e meus irmãos, meu marido, amigos, etc) todas as frases com 'meu'. Até escrevendo, muitas vezes começo com 'meu, você não sabe...' Minha filhinha de 3 anos já está falndo assim 'meu, que fome!'
'Orra meu!' também é muito comum. Quando estive no Rio há trocentos anos, esse 'meu' rendeu muito sarro que tiraram com a minha cara.

PermalinkPermalink 21.12.08 @ 12:55



Comentário de: lucila · http://www.uhbaby.blogspot.com

ela não usou pq é carioca, confere? =)

PermalinkPermalink 21.12.08 @ 13:31



Comentário de: Pedro Fraga · http://growing-up.blogspot.com

Olha que carro de paulista eu canso de ver acontecer em SP mesmo ...

Nessa discussão, eu não gosto do uso incorreto da palavra lanche para substituir sanduíche. Tenho úlceras nervosas quando escuto rs


PermalinkPermalink 21.12.08 @ 13:33



Comentário de: mauro tatini · http://mtatini.blogspot.com

o itaiguara (baixista amigo meu, carioca que mora aqui em NYC desde 93, mesmo tempo que eu) diz que sabe falar como paulista. É só começar a frase assim: "iiiintãooo..."

PermalinkPermalink 21.12.08 @ 14:16



Comentário de: Te

Isso que o cara falou parece esses doidos que dizem que o Holocausto não aconteceu ou que o Obama é queniano. Permanecem irredutíveis mesmo diante de todas as provas.
E o "Orra meu", ficou de fora por que não é dos piores? Eu acho engraçado pela diferença. Igual a fala do povo do interior do estado que torce o r e te chama de bem.
Carioquismos: chamar de filho(a), de nem (abreviatura de neném?).

PermalinkPermalink 21.12.08 @ 14:18



Comentário de: mauro tatini · http://mtatini.blogspot.com

... ah, e eu tinha uma amiga carioca aqui em NY que ouviu um baiano fazer a piada (no palco, durante um show) do "eshqueci o ishqueiro na ishquina da ishcola" - e não entendeu. Eu disse "o que voce não entendeu?" - enfim, depois de voltas, a gente descobriu que ela achava que "isqueiro" era escrito com "x" - "ixqueiro". Quando falei como era, ela se revoltou, e falou que nunca mais falava como carioca, "tudo errado"... Tive que break character e dizer que no fundo, no fundo, esse jeito de falar vem dos portugueses, o velho "ora poish" nos lembra disso - mas ela nao se convenceu...

PermalinkPermalink 21.12.08 @ 14:20



Comentário de: Alessandra

Eu queria entender em quê "na balada" é pior que "na night". Eu uso a primeira porque estou acostumada, mas as duas são igualmente ridículas. Não, minto. Na night consegue ser um pouco pior.

PermalinkPermalink 21.12.08 @ 15:52



Comentário de: Kitagawa

"Na night", na boa, não dá pra usar,
me soa muito mané. Quanto a "balada", já
não dá pra deixar de usar, não há mais
termo que substitua com a mesma precisão.

PermalinkPermalink 21.12.08 @ 16:17



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PermalinkPermalink 21.12.08 @ 19:07



Comentário de: M.D.

Não chega a ser novidade...
O rapaz deve ter assistido a Duck Soup (1933), dos irmãos Marx.

http://www.youtube.com/watch?v=1rorkfEu_-w

Está em 01min30s.

PermalinkPermalink 21.12.08 @ 19:51



Comentário de: Henrique Cartaxo · http://polegaropositor.blogspot.com

Meu preferido é o "Se pá"

Ele expressa uma tendência.

PermalinkPermalink 21.12.08 @ 23:47



Comentário de: Filipe

Apesar de n gostar de baladas, o termo ainda eh muito melhor do q night...night??? night eh simplesmente noite em ingles..balada n pode ser pior q night!!

PermalinkPermalink 23.12.08 @ 12:09



Comentário de: Marilena · http://sergioemarilena.blogspot,com

Night é muito pior que balada.

Mas um paulistanismo que detesto é facul. Acho horrivel!!!!

PermalinkPermalink 23.12.08 @ 14:50




meu, eu adoro balada, adoro xaveco, e adoro mina.
já "da hora" e "véio" nunca usei, não é tão disseminado... é papo de mano.

PermalinkPermalink 24.12.08 @ 12:05



Comentário de: Biajoni · http://www.verbeat.org/blogs/biajoni

pô, nada mais ANOS 80 que NIGHT.
:>P

PermalinkPermalink 25.12.08 @ 13:07



Comentário de: Emanuel Campos · http://www.emc-db.zip.net

Gosto é gosto, é pessoal e intrasferível, mas realmente não entendo qual o detrimento da palavra balada mediante uma palavra night? O extrangeirismo é mais estravagante, ou esta é mais uma das suas pegadinhas socio/sarcastica/irônicas, que às vezes eu entendo, outras caio feito pato (quero crer que, possivelmente, esta é uma ocasião digna da segunda chance).

No mais, relendo seu blog desde novembro para cá (fazia tempo que eu não acessava), sinto que este ano tenha sido ruim para tí, sou autônomo também e estes dois últimos meses levaram minhas parcas economias feitas ao longo do ano, partilho da tua dor, mas fico orgulhoso de dizer que admiro seu trabalho e o recomendo (o blog, não sua aulas na faculdade estadunidense) para todos meus amigos, bem como a compra do seus livro (eu tenho dois, o fantástico RRR e o LLL), infelizmente, a maior parte dos meus amigos só leriam um livro se estivessem preso com ele numa sala branca sem móveis e sem ninguém lá para ver, comprar o livro e esperar ele chegar pela internet ou correio então, seria demais para eles). Seja como for, nutro a esperança que estarei vendo o momento da sua grande descoberta pelo mundo literário, até lá estarei aqui, lendo e ajudando-o como posso, depois disso, poderei dizer a todos que eu lia blog daquele famoso desde antes da fama... Boas festas e não desanima, você é genial, faz prosas magnéticas, com linguagem acessível, falando com o leitor (no blog e nos romances). Parabéns.

PermalinkPermalink 27.12.08 @ 20:40



Comentário de: marina w. · http://www.marinaw.com.br

*smack*

balada = SP
night = Rio

cada cidade com seu charme.

PermalinkPermalink 11.01.09 @ 00:17



Comentário de: C · http://www.ittw.wordpress.com

O post é bom, mas não é nem de perto original:
essa é uma cena do filme "Chicago"

PermalinkPermalink 20.01.09 @ 11:13



Comentário de: Meu

Carioca gosta de se aparecer, por isso usam termos mais "frescos".
A maioria dos paulistas não ligam muito para isso.
Em resumo, a diferença é essa. Por isso surge os termos apresentados.

PermalinkPermalink 08.08.09 @ 13:19



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  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
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  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
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  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
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  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
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  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
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  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
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  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
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  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
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  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
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