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Mas Eu Nunca Me Beneficiei do Racismo!

Racismo / I've Never Benefitted from Racism!!

 

18.12.08


Categorias: Raça

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Comentário de: mauro tatini · http://mtatini.blogspot.com

... é por causa desses exageros que não dá pra te levar a sério. Fica sempre parecendo que voce se esforça pra manipular as coisas, pra que o teu ponto de vista prevaleça. Uma pena isso - ao invés de ajudar a causa, acaba atrapalhando. Vou imprimir o cartoon e mostrar pra todo mundo que mora nos trailer parks around here - todos bem brancos, com olhos bem azuis, "super privilegiados" - pra que eles achem graça de como sempre se beneficiaram do racismo também...

Fala a verdade - voce esperava a derrota de Obama - afinal, AÍ sim, voce poderia usar como PROVA de que o que voce diz é o que rola. Chato isso, né? Malditos americanos, quem eles pensam que são, pra estragar teus planos assim?

PermalinkPermalink 18.12.08 @ 03:19



Comentário de: Gabriel Figueiredo

Mauro,

eu vejo a tira como uma alegoria e pra mim parece bem eficiente nesse papel.

Eu penso que todas as pessoas de pele branca que vivem em uma sociedade racista, se beneficiam do racismo. E isso ocorre mesmo sem que estes sejam racistas.

Por exemplo: Imaginemos um jovem branco que está na fila de uma boate e o segurança na porta é racista. Em um dado momento, um jovem negro - 37 posições à frente do nosso jovem braco na fila - chega à porta e é barrado pelo segurança. Yeees! Nosso jovem branco acaba de ganhar um lugar na fila, por uma atitude racista, mesmo sem ser racista.

Vale lembrar também, que em grande parte das seleções de emprego no Brasil, para citar mais um exemplo, candidatos negros já estão desclassificados antes mesmo de qualquer teste. Logo os candidatos brancos, mesmo os não-racistas, estão tirando vantagem do racismo.

Se pensarmos um pouco vamos chegar a dezenas de exemplos. Por eu afirmo: sim, Mauro, nós brancos nos beneficiamos do racismo mesmo quando não somos racistas.

PermalinkPermalink 18.12.08 @ 10:36



Comentário de: Thiago

É, pregação forte, logo dá pra ser pastor da igreja universal

PermalinkPermalink 18.12.08 @ 15:05



Comentário de: mauro tatini · http://mtatini.blogspot.com

gabriel...

... isso é tão fora do que eu falei, e do "se beneficiar com o racismo", que fica dificil argumentar. Voce jura que a primeira coisa que te vem a cabeça é uma fila de boate? Não existe nada mais aleatório do que a seleção de um cara que fica na boate, escolhendo quem entra e quem não entra. O gordinho com cara de nerd vai ser barrado muito antes que o cara com estilo (e cor de pele) do Carlinhos Brown. A escolha de uma boate é "justificada" pelo "não cabe todo mundo, eu escolho quem entra pra ficar bonito lá dentro" argument. Só entra gente bonita, e gente interessante - pros olhos do cara. Eu conheço um monte de branco (e uma pá de mulheres) que seriam barradas. Heck, eu provavelmente seria barrado - se bem que o meu cabelo comprido, goatee e brinco provavelmente me colocaria pra dentro, mas enfim...

Mais uma vez, a dúvida não é essa. Ninguém está negando o racismo existir no brasil. Existe no mundo inteiro. Mas tem coisas mais pesadas que existem pra serem dealt with antes disso. Voce acha que se o candidato ao emprego for um gordo/gorda, ou uma mulher beeeeeeeem feia, que desde que eles sejam brancos, eles conseguem a vaga? Pois é.

Outra coisa: quando algo acontece "contra voce" em uma situação "inversa" (note as aspas) aí conta como "desconto" da "dívida" que o branco tem para com o negro? Eu já fui xingado several times (several!) por morar em bairro negro aqui nos estados unidos (east orange, NJ) - me jogaram uma garrafa de soda once num "drive by", e num outro "drive by", gritaram "get your white ass out of our neighborhood!!!" - e keep in mind que eu nem sou branco pro padrao americano - só sou branco no brasil. Voce acha que eu deveria reclamar com TODOS os outros negros pelo que ELES fizeram comigo?

Acho interessante que quando uma pessoa escreve "eu sou negao e nao me importo que nao tenha negros no comercial da escola", isso não conta: ele TEM que se importar. O que ele sente não vale.

Uma vez eu conversei sobre isso com um amigo meu, músico famoso no Brasil, da gleba dos "artistas reunidos". Ele sempre namorou mulher-modelo, sempre. Ele já posou de modelo, fazia show pela camisaria nacional (ou coisa do tipo, nao lembro o nome), sempre se vestiu muito bem, cara estiloso, bonito pra cacete. Isso já faz uns 20 anos, ou seja, late 80's. Ele namorava uma loira de olho azul, daquelas que são loiras mesmo, uma outra modelo, bem novinha. Um dia a familia dela pediu pra ele nao ligar mais - que ela tava deixando a carreira dela pra tras, e piorando as notas no colegio, e que eles queriam que ela focasse nisso antes de namorar (qualquer pessoa). Ela tinha 14, ele tinha 19. Eu virei e disse "marcelo, voce acha que é porque voce é negro?" - ele me olhou com espanto - ficou mudo por uns bons 20 segundos (vasculhando os momentos na cabeça) e disse "imagina, que absurdo! claro que não!! tenho certeza que nao..." e fomos comer pizza.
Era por ele ser negro? pode ser. Era pra ele se importar? Não. Como disse o Alex, "quem sabe da ofensa é o ofendido". Mas aqui, o proprio alex nao aplica a propria maxima - pois não interessa. Se um negro não se acha vitima de racismo, ele tem que ser "retardado", afinal ele TEM QUE SE SENTIR VITIMA DO RACISMO. Juro que não entendo isso.

PermalinkPermalink 19.12.08 @ 09:40



Comentário de: João Paulo Rodrigues

Vim aqui de volta (apesar de discordar, gosto da série sobre as cotas) trazido pelo Idelber. Sinceramente, fiquei meio decepcionado. Apesar de ter um ponto certo, ou seja, de que sim há racismo no Brasil, forte se se quiser, achei o post meio desanimador como argumentação: melhor racismo aberto do que encoberto (que o digam as vítimas do Holocausto ou do Jim Brown), "A mentalidade racista está instalada (e muito confortável, obrigado) desde que se escravizou o primeiro índio" (não havia racismo em 1530), "Negar raça já é intrinsecamente racista" (um contra-senso, pois assim o sujeito que não discrimina um negro na hora de uma entrevista de emprego, porque não vê ou não dá bola para a raça do mesmo, será um racista igual ao que o discrimina), mesmo se o sujeito não se vê como membro de uma raça de uma raça ele é (o que contraria noções básicas das relações identitárias, além de uma concepção levemente autoritária), "Não existe neutralidade possível: negar raça já é uma afirmação política que te coloca em um dos lados bem definidos de uma briga antiga" (o que contraria o que se verifica em locais como EUA, África do Sul, Europa, sem contar que raça e racismo não são a mesma coisa, apesar de binômios inseparáveis)" (o que é fartamente comprovado pelos EUA, África do Sul, Europa, obviamente), "raça dominante" no Brasil (que o digam os miseráveis catarinenses desalojados que se beneficiam sobremaneira de seu domínio racial).
Logo, logo, quando tivermos a modernidade americana, aí poderemos olhar para trás e ver o quão atrasados éramos com nosso racismo encoberto.

PermalinkPermalink 23.12.08 @ 06:48



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  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
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  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
  • 42. Graham, Sandra Lauderdale. Proteção e Obediência. Criadas e seus Patrões no Rio de Janeiro, 1860-1910. [EUA, 1988] Jul.
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  • 36. Holanda, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. [Brasil, 1934] Jun.9
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  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
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