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Racismo Reverso

Invenção das RaçasBrancos são 95% dos médicos, 98% dos diretores de empresa, blá blá, mas tudo bem, o mundo é assim mesmo, paciência.

Sempre que os negros tentam inverter o placar de 100 X 0 para 100 X 1, tipo criar uma lei que reserve 20% das vagas universitárias para negros, a maioria privilegiada fica histérica: injustiça!, revanchismo!, racismo inverso!

O termo racismo inverso surgiu no mundo do jazz americano, quando músicos, fãs e críticos brancos começaram a se sentir injustamente excluídos. Começaram até a dizer que, no mundo do jazz, vigorava a lei do Crow Jim (ou seja, o oposto da lei segregacionista Jim Crow).  Saindo da Sarjeta: a Autobiografia de Charles Mingus

Finalmente, em 1964, o músico Charles Mingus afirmou:

"Bem, até que comecemos a linchar brancos, nenhuma outra expressão terá o mesmo significado que Jim Crow. Até que sejamos os donos da Bethlehem Steel e da RCA Victor e da Columbia Records, e de várias outras indústrias, o termo Crow Jim não terá sentido." (fonte)

Não Somos RacistasRacismo LLL

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17.12.08


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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Iara Alencar · http://iara-alencar.blogspot.com

Mais um cadinho e você quase me convencia.

PermalinkPermalink 17.12.08 @ 00:15



Comentário de: Breno Kümmel

O que mesmo assim não justifica a discriminação contra jazzistas brancos na época.

Crow Jim não é tão ruim contra Jim Crow, portanto não existe?

Sou a favor das cotas, mas acho que esse negócio de "reverse racism" não existir é exagero.

PermalinkPermalink 17.12.08 @ 00:43



Comentário de: Marcio E. Goncalves

Pior de tudo eh que a declaracao do Charles Mingus acaba com todo o raciocinio do Alex sobre o assunto e ele nao se deu conta disso...


PermalinkPermalink 17.12.08 @ 03:48



Comentário de: Monthiel · http://monthiel.com

Não sou a favor da Cota para Negros. Assim como os brancos, os negros devem conseguir entrar por méritos, não por cotas...

Abraços,
Monthiel, agora .com

PermalinkPermalink 17.12.08 @ 09:44



Comentário de: Piti

Enviei um e-mail sobre o sistema de cotas que não foi respondido, então imagino que tenha tocado neste assunto por minha causa. concordo plenamente com as suas opiniões anteriores, alex, inclusive sobre a negação do racismo por parte dos brancos. agora, dizer que o sistema de cotas não é racista? Um sistema que coloca o negro como incapaz de entrar na universidade como todos os outros alunos não pode ser chamado de outra coisa. é como se os negros precisassem de uma ajudinha para entrar na universidade. não estou falando de alunos de escolas públicas, estou falando de negros, que simplesmente pela cor da pele tem facilidades para entrar na universidade. Isso é uma tremenda ofensa aos negros.

PermalinkPermalink 17.12.08 @ 09:51



Comentário de: Thiago

blah blah blah wiskas sache...

Alex tá precisando ganhar mais uns trocados do blog, por isso a enxurrada de posts

E desculpa, se sentirem excluídos por causa do Jazz é coisa de WASP racista idiota. White men can't jump.

Ou um músico branco não pode tocar jazz tão bem quanto um negro??

PermalinkPermalink 17.12.08 @ 10:05



Comentário de: Bruno Pinheiro · http://miudorecruzado.blogspot.com

hehehe...Sensacional essa declaração do Mingus!

PermalinkPermalink 17.12.08 @ 10:37



Comentário de: Alex Castro Email

marcio, me explica... Eu juro q nao entendi seu raciocinio....

PermalinkPermalink 17.12.08 @ 14:44



Comentário de: Ana Carolina · http://caldeiradabyana.blogspot.com

Acho que o sistema de cotas é o mínimo que a sociedade de hoje pode fazer pelos negros! Não é uma questão de cor de pele e sim uma questão histórica. É só olhar na historia para ver a resposta, quantos anos ficaram a margem da sociedade por serem considerados sim, inferiores, e depois de abolida a escravidão, muito tempo se passou para que fossem considerados 'gente'. Será apenas coincidencia que 95% dos médicos sejam brancos?

PermalinkPermalink 17.12.08 @ 18:15



Comentário de: Marcio E. Goncalves

Obvio que vc nao entendeu, vc resolveu so ler a parte da declaracao dele que reforca a sua tese e ignorou o resto que detona 90% dos posts que vc escreveu sobre racismo.

Hilario.

Mas meio triste ver que a ambiente academico esta acabando com sua capacidade de interpretacao...


PermalinkPermalink 17.12.08 @ 19:27



Comentário de: Hugo Leon · http://www,fidelidadealta.com

Ae Alexandre, esse seu primeiro bannerzinho ai da lateral tá dizendo frete grátis sem limite de valor, mas no sub diz que é só acima de 50 conto. Olha a propaganda enganosa ai hein.hehe

PermalinkPermalink 17.12.08 @ 22:37



Comentário de: Tânia

Então o que pode ser feito minha gente? Alguém dá uma idéia ai ó!! Fiquei muito confusa, será que isso tem solução?!

PermalinkPermalink 18.12.08 @ 01:49



Comentário de: Homero

A solução é escola pública de qualidade. Todas as pessoas ricas, ou pobres; negras, brancas , amarelas, vermelhas, verdes ou de qualquer cor serão julgadas pela firmeza de seu caráter e não pela cor da sua pele. Direitos autorais reservados a Martin Luther King Jr.

PermalinkPermalink 18.12.08 @ 03:35



Comentário de: Gi Vasconcelos · http://tesourinhodamadrugada.blogspot.com

Não concordo com as cotas para negros na universidade, principalmente por achar que essa medida também é bastante racista, subjugando os negros como sem capacidade de entrar na universidade por seus próprios méritos. Moro em cidade do interior, e a cinco anos meu irmão se formou em Engenharia Civil. No dia da sua colação de grau, tinha uma mulher, que estava recebendo altas homenagens da universidade, por ser Negra, Mulher , e ser a primeira (e unica) a terminar o doutorado de Física da UFCG. E as cotas ainda não existiam. Fiz vestibular esse ano, e , enquanto a minha média de corte era 700 e alguma coisa, a das cotas era 590, 600... algo por aí. Injusto não?
Também acho que o Sistema de Cotas não resolve o problema, é apenas uma medida maquiladora, que engana dizendo que os negros, pobres estão na universidade porque a escola publica melhorou. O que qualquer um sabe que não é verdade. A solução seria melhorar a escola pública, como disse muito bem o Homero, citando Luther King. Com boas escolas públicas, todos iriam para as escolas públicas, sem importar raça, classe social, nada. Mas isso esbarraria em outro problema, o dos donos de escolas particulares que enricam, principalmente devido as falhas do Sistema Publico de Educação...

PermalinkPermalink 18.12.08 @ 13:17



Comentário de: Pedro · http://e-triviale.blogspot.com

Então, o problema é comigo, porque que eu sou branco, mas não faço parte da maioria favorecida, muito menos da minoria favorecida, e nem sequer possuo um saxofone.

PermalinkPermalink 18.12.08 @ 15:02



Comentário de: Pedro · http://e-triviale.blogspot.com

Então, o problema é comigo que sou branco, mas não faço parte da maioria favorecida, muito menos da minoria favorecida, e nem sequer possuo um saxofone.

PermalinkPermalink 18.12.08 @ 15:03



Comentário de: Carlo

O pior é que o Márcio está certo. Tudo bem que você adora esse fetiche do "ser livre e não se preocupar com a coerência...", mas não precisa puxar o próprio tapete com a frase racista do Charles Mingus ainda no mesmo post. Deixa para ser 'livre' uns 3 ou 4 posts adiante. No mais, abraço.

PermalinkPermalink 20.12.08 @ 02:18



Comentário de: Bruno Ribeiro · http://www.botequimdobruno.blogspot.com

Cotas para negros na universidade não significam que negros são incapazes de entrar por méritos próprios. É uma tentativa de reparar, ainda que parcialmente, o crime histórico do racismo, do abandono, da perseguição e da favelização da população negra pós-escravatura. As cotas visam equilibrar a participação de negros e brancos na disputa pelas melhores vagas de emprego, nos cargos mais altos, na divisão das riquezas, portanto. Se os brancos se beneficiaram durante mais de 500 anos, por que caralhos os negros não podem ter algum privilégio para entrar e se formar numa universidade? Sou totalmente a favor das cotas para negros, por questão de justiça histórica!

PermalinkPermalink 28.12.08 @ 10:24



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  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
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