Quer comprar no Submarino? Entre por aqui e eu ganho 8%.

Caetana Diz Não

 Caetana Diz Não: Histórias de Mulheres da Sociedade Escravista

Um dos meus livros preferidos sobre a escravidão no Brasil. Sem teorias nem tabelas, argumentos ou academês. Só a história real de duas mulheres na sociedade escravista. Trechos de uma resenha de Livio Sansone:

É uma maravilhosa micro-história sobre dominação e negociação entre escravos e senhores na zona cafeeira de São Paulo. Caetana Diz Não é um livro instigante, bem escrito e maravilhosamente documentado. ...

Com sua preocupação pelos detalhes cotidianos da vida, pela afeição e pela raiva, por pequenos gestos de candura e de desafio, de conflito e negociação, pelo dar e tomar entre um senhor e escravos, e entre sua família e uma escrava, e por Caetana e sua família, o livro mostra como história e antropologia deveriam, e podem, conversar uma com a outra.

O argumento-chave (p. 4) é que, mesmo numa sociedade com uma divisão de poder radicalmente assimétrica, mais escolhas do que poderíamos imaginar existiam em todos os lados. A escrava Caetana insiste em não se casar, apesar das pressões oriundas do plantel de escravos e de seu pai. Seu status de solteira é sua maneira de lidar com a vida na fazenda. Em sua longa e infeliz luta para levar uma vida de solteira e “respeitável”, ela em última análise ganha o apoio de seu senhor e de suas poderosas conexões. Em uma reviravolta brasileira, ela mobiliza o patronato contra o patriarcado. Resta a questão de saber se isto foi possível devido a uma atitude singular ou extremamente racional por parte do dono da fazenda.

De acordo com Sandra Graham e outras pesquisas recentes, especialmente as de Robert Slenes, “os brasileiros de modo geral encontraram na família uma forma útil de ordenar a sociedade, incluindo seus próprios escravos” (p. 32). Casamentos escravos, entretanto, não eram sempre respeitados, e não era incomum que famílias fossem forçadas a se dividir. A mágoa devia ser indizível. Talvez tenha sido isso o que Caetana quisesse evitar. Ela combateu o patriarcalismo do senhor assim como o dos negros. O livro detalha de que forma o poder era desempenhado reiteradamente em um contexto onde, “Na ausência de uma ideologia explícita construída sobre a raça, que os senhores brasileiros nunca se sentiram compelidos a elaborar, os donos de escravos justificavam seu poder através de uma conduta que o costume gradualmente estabelecera como apropriada” (p. 53). ...

O livro mostra o quão complexa e segmentada era a escravidão brasileira. Escravos manumissos com freqüência se mantinham na órbita do antigo senhor – gostasse ele ou não. Manumissão era uma coisa; cidadania real era uma questão completamente diferente. A marca registrada da verdadeira liberdade estava na capacidade de não desempenhar funções servis. Se o senhor estivesse realmente em débito para com um de seus escravos, além de declará-lo livre, lhe daria um par de escravos. Uma outra marca registrada da escravidão brasileira era uma combinação peculiar de abuso físico violento e intimidade (p. 149), associada a uma alternância entre limites draconianos para a liberdade pessoal e “favores” prestados diretamente pelo senhor a um escravo específico. Não apenas o Brasil não era a terra do esclarecimento, como também não era a terra das regras claras e universais. ...

Caetana Diz Não põe duas famílias sob o foco – a do mestre e a da escrava, a do dono e a da posse – detalhando os vários níveis em que elas se interconectavam. Graham vai além do arquétipo do escravo e do senhor e mostra pessoas, com caráter próprio. Para os historiadores modernos, a questão já não é se a escravidão brasileira – ou cubana, ou colombiana – era mais ou menos monstruosa que a dos Estados Unidos ou a do Caribe britânico. Mais interessante é a forma pela qual a escravidão logrou funcionar, muitas vezes contra todas as expectativas. De que maneiras as relações sociais se desenvolveram no contexto da escravidão? E como essas relações afetam hoje a sociedade brasileira e a desigualdade persistente que ainda existe na região?

Este livro oferece uma série de sugestões interessantes aos pesquisadores das relações raciais no Brasil contemporâneo: como o status e o comportamento, mais do que as regras, mantiveram as coisas em ordem; como uma hierarquia racial pode existir sem uma ideologia racial explícita; como os pobres investem na manipulação de conexões pessoais e insistem em saídas individuais para a opressão, em vez de investir em respostas coletivas.

No maravilhoso epílogo, Graham indica as maneiras pelas quais um sistema estruturado sobre graus de escravidão também podia implicar graus de liberdade."

 Caetana Diz Não: Histórias de Mulheres da Sociedade Escravista

* * *

Racismo LLLVeja todos os posts sobre Raça do LLL e acompanhe a conversa, assinando o RSS dos comentários. Para divulgar toda a série, use esse link ou o botão ao lado.

 

02.12.08


Categorias: Raça

Trackback:

http://www.interney.net/blogs/htsrv/trackback.php/27637

Posts similares:
Típicos Personagens Negros da Literatura Brasileira
A Rasura da Escravidão na Literatura Brasileira
Vergonha da Escravidão (Histórias de um País Escravocrata)

(Os comentários abaixo exprimem a opinião dos visitantes, o autor do blog não se responsabiliza por quaisquer consequências e/ou danos que eles venham a provocar.)

Atalho pra o formulário

Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Monthiel · http://monthiel.blogspot.com

Parece ser um livro maravilhosamente bom. Obrigado pela dica. Esse já entrou em minha lista para 2009.


Abraços e sucesso!
Monthiel

PermalinkPermalink 02.12.08 @ 09:27



Comentário de: Márcio

Como é estar se tornando um Paulo Francis, e só falar mal do brazil a partir do lugar mais opressor da terra?

PermalinkPermalink 02.12.08 @ 12:45



Comentário de: Márcio

Por que odeias os contabilistas?

PermalinkPermalink 02.12.08 @ 12:46



Comentário de: Márcio

Por que nós outros temos ressentimento dos Eua e não de outros países ricos?

PermalinkPermalink 02.12.08 @ 12:47



Comentário de: isabel

a situação das domésticas não é só no brasil. na ásia as condições são semelhantes. Nas Filipinas há vários estudos sobre os órfãos resultantes da maior diáspora daqueles país, e talvez a maior diáspora feminina da atualidade. Outro dia, ao voltar de Bali, embarquei em um vôo da Garuda Airlines com 50 moças contratadas para serem empregadas domésticas na China (o meu vôo parava em Singapura antes de seguir rumo para Shanghai). Nestes países asiáticos, empregada doméstica é considerada sub-raça mesmo (junto com os peões de obra) e têm categoria especial perante a lei trabalhista. Muitas vezes ouve-se casos de empregadas que se jogam dos apartamentos, ou de patrões que trancam as empregadas dentro do seu "quartinho" para não fugirem.

Os apartamentos em singapura todos têm, como no Brasil, uma "senzala" ou "quartinho de empregada", que como no Brasil é lei de construção (pasmem!). Um total resquício dos tempos coloniais, o que Gilberto Freyre aponta muito bem em Casa Grande & Senzala. A "senzala" é localizada sempre atrás da cozinha, na área de serviço, tal qual na casa antiga colonial. Isso para mim é uma reflexão concreta sobre o 'status quo' das sociedades pós-coloniais nos espaços de convivência. Na Europa, sim, havia trabalho doméstico até mais ou menos a 2a. guerra mundial...depois, nas construções modernas, foi abolido o espaço de habitação para os criados. Vê-se na Paris de 1870 de Haussmann as "chambres de bonne" nos últimos andares dos edifícios, mas nos prédios modernos, muito dificil encontrar.

Para quem tem curiosidade de saber mais sobre esse fenômeno das domésticas na Ásia, leia-se Indonésia e Filipinas principalmente, aqui vão alguns links:

http://www.awid.org/eng/Issues-and-Analysis/Library/Migrant-Domestic-Workers-in-Singapore

HUman Rights Watch
http://www.hrw.org/en/news/2006/07/20/singapore-new-contract-shortchanges-domestic-workers

E o manual do governo de singapura para domésticas e empregadores...

http://www.mom.gov.sg/publish/momportal/en/communities/work_pass/foreign_domestic_workers/publications.html

PermalinkPermalink 02.12.08 @ 16:19



Deixe seu comentário:

Seu endereço de email não será exibido nesse site.
Sua URL será exibida.

Post anterior: Domésticas em São Paulo Hoje

Próximo post: Tribuna da Imprensa Pára de Circular Hoje

 promoção submarino

 Obras Completas Sigmund Freud: Edição Standard - 24 volumesObras completas de Freud, de R$960, por R$399

Um blog sobre rebeldia, contemplação e sacanagem, regado a muita literatura e humor. Nosso assunto são as várias prisões que acorrentam o homem, como ambição, verdade e medo. Dê sua opinião!


Quer comprar no Submarino? Entre por aqui e eu ganho 8%

Meus Livros à Venda:

  • Radical Rebelde Revolucionário
  • Onde Perdemos Tudo, por Alex Castro

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Livros Recomendados

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
  • 42. Graham, Sandra Lauderdale. Proteção e Obediência. Criadas e seus Patrões no Rio de Janeiro, 1860-1910. [EUA, 1988] Jul.
  • 41. Maio, Marcos Chor. Raça, Ciência e Sociedade. [Brasil, 1996] Jun.
  • 40. Almeida, Luana Chnaiderman de. Entremeios e Entretempos. Aproximações ao Filme Shoah de Claude Lanzmann. [Brasil, 2006] Jun.
  • 39. Levi, Primo. É Isto Um Homem? [Itália, 1946] Jun.
  • 38. Sartre, Jean-Paul. A Questão Judaica. [França, 1946] Jun.29
  • 37. Costa, Angela Marques da e Lilia Moritz Schwarcz. 1890-1914. No Tempo das Certezas. [Brasil, 2000] Jun.
  • 36. Holanda, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. [Brasil, 1934] Jun.9
  • 35. Villa, Marco Antonio. Canudos. O Povo da Terra. [Brasil, 1995] Jun.7
  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
  • 33. Moura, Clóvis. Introdução ao Pensamento de Euclides da Cunha. [Brasil, 1964] Jun.6
  • 32. Lima, Luiz Costa. Terra Ignota: a Construção de Os Sertões. [Brasil, 1997] Jun.5
  • 31. Bernucci, Leopoldo M. A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de Euclides da Cunha. [Brasil, 1995] Jun.4
  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
  • 28. Guilherme, Paulo. Goleiros: Heróis e Anti-Heróis da Camisa 1. [Brasil, 2006] Mai.
  • 27. Krakauer, Jon. Na Natureza Selvagem: a Dramática História de um Jovem Aventureiro. [EUA, 1996] Mai.
  • 26. Cunha, Euclides da. Os Sertões. Campanha de Canudos. [Brasil, 1902] Mai.
  • 25. Wilder, Thornton. Bridge of San Luis Rey. [EUA, 1927] Mai.
  • 24. João de Patmos. Apocalipse. [Grécia, c.séc.I] Abr.
  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
  • 22. Castelnau, Francis de. Entrevistas com Escravos Africanos na Bahia Oitocentista. [Brasil, séc.XIX] Abr.
  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
  • 20. Goethe, Johann Wolfgang Von. Faust. [Alemanha, 1832] Mai.
  • 19. Lisboa, Adriana. Rakushisha. [Brasil, 2007] Abr.
  • 18. Tezza, Cristovão. O Filho Eterno. [Brasil, 2007] Abr.
  • 17. Piñon, Nélida, A República dos Sonhos. [Brasil, 1984] Abr.
  • 16. Fanon, François. Black Skin, White Masks. [Martinica, 1952] Abr.
  • 15. Rheda, Regina. Pau de Arara Classe Turística. [Brasil, 1993] Abr.
  • 14. Guillory, John. Cultural Capital. The Problem of Literary Canon Formation. [EUA, 1993] Mar.7-10.
  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
  • 12. Butler, Octavia. Kindred. [Estados Unidos, 1979] Mar.7
  • 11. Ribeiro, João Ubaldo. Viva o Povo Brasileiro. [Brasil, 1984] Fev.
  • 10. Lispector, Clarice. Laços de Família. [Brasil, 1960] Fev.
  • 9. Veiga, José J. A Hora dos Ruminantes. [Brasil, 1966] Fev.
  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
  • 7. Pinto, Fernão Mendes. Peregrinações. [Portugal, séc.XVI] Fev.- (TulBib)
  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

8129 Panola St, New Orleans, LA, 70118, msn, tel, email

Ao me enviar email ou comentar no LLL, você está automaticamente permitindo que eu publique sua mensagem no blog, inclusive com seu nome e endereço. Pense bem.

Busca


[ La Brute - Jogo Online em Flash Grátis ]