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Casamento interracial e racismo, em resposta a esse comentário:

nos estados unidos, se voce é negro, voce pode ser famoso, rico, o que for: quando voce casar com a loira de olho azul de kennebunkport, Maine, NINGUÉM vai achar bonito. No Brasil, se voce é negro e pobre e é exatamente como o Ronaldo Fenomeno, voce é negro e pobre. Quando voce vira famoso e rico (exatamente como o Ronaldo), voce é OK. Se voce casa com a loira, a família dela acha lindo! Se alguem disser que isso é mentira, eu sou todo ouvidos pra explicação. Como não é, o brasil é um país classista, placist, acima de tudo. Agora, racismo e preconceito existe no mundo todo, sempre existiu, sempre vai existir. Nao existe lugar que é 100% racism/prejudice free. Mas usar isso como argumento é não querer ver o problema principal. No pais onde Pelé namorou a Xuxa (a mulher mais branca do brasil, e segundo o Chico Buarque, a única branca) e todo mundo achou bonito, digam: se pelé fosse pobre, o que voces achariam? Pois é...

Você acha que os muitos casamentos interraciais provam que o Brasil não é um país racista? Ou será exatamente o oposto?

 

20.11.08


Categorias: Raça

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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Marcio E. Goncalves

Eu vou falar que prova que eh menos racista que os EUA.

Vc vai falar que eh mais racista pois tais casamentos existem como forma de mobilidade social para fugir ao racismo.

Dai eu vou falar que tu deveria tirar o "libertario" do titulo do seu blog, pq vc nao esta mais pensando em termos individuais. :P

PermalinkPermalink 20.11.08 @ 04:10



Comentário de: Anna C. · http://mistral-gagnant.blogspot.com

Taí uma pergunta complicada...É como quando brasileira casa com gringo: ou todo mundo acha lindinho porque "exótico" ou condenável porque "está claro" que a moça é uma Maria-Passaporte - mesmo que a brasileira tenha uma situação financeira tão boa ou melhor que a do estrangeiro.

Troca "brasileira" e "gringo" por "preta" e "branco" e vê que baita encrenca que sai. Mesmo que sejam os dois do mesmo nível social - se é uma negra casando com um branco, ela quer se fingir de madame, quer se dar bem na vida; se é um negro casando com branca, ele quer "melhorar a raça" (eu já ouvi isso tantas vezes e ainda fico enfurecida).

Achar esses relacionamentos "lindos" porque "exóticos" é sinal de desconforto claro da pessoa que vê a cena - e que não quer de jeito nenhum admitir esse desconforto, porque sabe que é algo de origem racista e ser racista é errado. E aí começa aquela cantilena que você tem dissecado bem nos últimos tempos...!

(com o perdão pelo comentário com tamanho de tratado - o assunto me interessa!)

PermalinkPermalink 20.11.08 @ 08:01



Comentário de: stella cavalcanti · http://www.telinha.blogspot.com

esse comentário me lembrou uma frase do meu pai, quando eu era criança. "pelé não é preto, é rico".

eu lembro de ouvir e não entender. hoje, infelizmente... pois é.

PermalinkPermalink 20.11.08 @ 09:47



Comentário de: henrique

Isso só prova que o racismo no Brasil é diferente do existente nos EUA (diferente, não estou dizendo menor ou maior). Acho que com relação aos casamentos interraciais, o Brasil é mais tolerante que nos EUA (não a toa, o Brasil é basicamente um país mestiço, apesar dos que adoram dizer que os negros são metade da população do Brasil, incluindo no balaio todos os "Obamas" da vida).

PermalinkPermalink 20.11.08 @ 11:32



Comentário de: FlaviaQ

Cara, pra cada negro (a) que se casa com uma branca(o) tem uma branca(o) sem preconceito que se casa com um negro(a), não?

Eu falo isso pois nao acho que isso aconteça só quando o negro é rico pra pagar a mulher loira.

Mesmo em casos que o cara quisesse "melhorar" a raça, tem que ter alguém que não se importe em "piorar".

Mesmo que em alguns casos houvesse racismo de um dos lados, acho dificil achar que é só isso.

Nao concordo com a Anna C. que diz que exótico seja sempre sinonimo de desconforto. Eu, pessoalmente, vejo mais como excitante. Por exemplo, uma brasileira casando com um gringo, envolve toda uma expectativa de experiencias novas, que nao sao da origem dos dois.

Beijos

PermalinkPermalink 20.11.08 @ 11:36



Comentário de: Andre Kenji · http://www.andrekenji.com.br/weblog

Por experiência própria, casamento interraciais são mais comuns entre dois pobres que entre membros de classes sociais diferentes.

E quase todas minhas amigas negras reclamavam que as pessoas diziam "Mas ele é branco" quando apresentavam o marido...

PermalinkPermalink 20.11.08 @ 17:08



Comentário de: Israel Vilas Boas

"Você acha que os muitos casamentos interraciais provam que o Brasil não é um país racista? Ou será exatamente o oposto?"

Alex,
Por que seria exatamente o oposto? Então em um país hipotético, e sem racismo, não haveria nenhum interesse em casamentos interraciais?

As pessoas viveriam então em guetos, por vontade própria?

PermalinkPermalink 20.11.08 @ 17:42



Comentário de: Guilherme Gaspar

porque seria o oposto?
entendi não...
e não vale dizer que só escreveu isso pra gerar mais discussão.

PermalinkPermalink 20.11.08 @ 17:46



Comentário de: alex castro

a resposta so amanha. mas eh baseada em fatos e dados empiricos...

PermalinkPermalink 20.11.08 @ 17:55



Comentário de: Marcio E. Goncalves

"Por experiência própria, casamento interraciais são mais comuns entre dois pobres que entre membros de classes sociais diferentes."

De fato. Uma das maiores falacias em estudos sobre racismo no Brasil eh taxar a mesticagem existente no pais como resultado do estupro coletivo da elite aos dominados por seculos.

A mesticagem sempre foi mais predominante entre as classes mais baixas aqui.

Quanto aos casamentos "interaciais" (acho ridiculo terem importado esse termo dos EUA...) no Brasil, o unico que causa alguma surpresa eh de branco (especialmente se for loiro) com negro (nao pardo, nao mulato).

Todos os outros no Brasil sao considerados normais - o que mostra que o racismo aqui eh focalizado contra o negro, enquanto as outras racas se mesclaram com uma harmonia nao existente em outros lugares. Como disse, um avanco para as outras, mas perverso no caso do negro.

P.S. Minha primeira namorada seria era descendente de japones - os unicos que achavam estranho era a propria familia dela, em especial os membros mais antigos, como sua avo que nem fala portugues.




PermalinkPermalink 20.11.08 @ 18:01



Comentário de: Marcio E. Goncalves

" a resposta so amanha. mas eh baseada em fatos e dados empiricos..."

Quando vc fala coisas assim fico em duvidas se vc matou suas aulas de Teoria de Historia ou nao...rs

PermalinkPermalink 20.11.08 @ 18:06



Comentário de: Pablo Casado · http://bit-hunter.net/cafedamanhadoscampeoes

Dois links simbólicos hoje, Dia da Consciência Negra:

- "Zumbi Vive?"

http://www.aiegua.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=469&Itemid=1

- "Religiosos suspendem atividades e protestam no Dia da Consciência Negra"

http://www.tudonahora.com.br/noticia.php?noticia=29013

PermalinkPermalink 20.11.08 @ 18:26



Comentário de: regina

Racismo "nao" existe no Brasil enquanto os negros estejam invisiveis, limpando o chao, os banheiros, etc. A partir do momento que saiam dessa regra tacita e se tornem visiveis (atraves de casamento, ou qualquer outro fator), a coisa muda de figura. Alias, racismo nao existe para os brancos, porque para os negros existe diariamente.

PermalinkPermalink 23.11.08 @ 16:03



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  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
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  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
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  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
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  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
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  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
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