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Oliver no Pet.Doc

Oliver is a TV Star / Oliver Estrela da TV

Parece que foi legal. Eu não vi. Se alguém souber como gravar e colocar na Internet, fiquem à vontade!

Reprise nesse sábado, 22/11, às 8h e às 19:30, e na segunda, 24/11, às 13:30. Programa Pet.Doc, no GNT.

 

20.11.08


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Comentário de: Piti

Oi Alex. Tô achando muito interessante o comentário dos leitores... a deseperadora negação do racismo. E gostei muito do seu comentário sobre a camisa 100% branco e 100% preto. Concordo plenamente com você. Queria saber o que você pensa sobre o sistema de cotas adotado pela UERJ, que beneficiou não somente alunos de escola pública, mas também o negros em geral, inclusive os que sempre estudaram em escola particular. Meu namorado na época, o único negro da minha turma em nossa período de vestibular, inteligente e estudante de uma excelente escola particular poderia optar por ser beneficiado pelas cotas. Mas por que? Simplesmente porque era negro? Crescemos juntos e tivemos o mesmo ensino. Ele por acaso era menos apto a ingressar na UERJ por ser negro e merecia facilidades? Isso pra mim é um tremendo racismo e fiquei triste por ele ter essa opção. Não lembro se ele utilizou ou não do benefício. Eu jamais me sujeitara a isso no lugar dele, mas só de existir essa opção, a possibilidade de ter facilidades unicamente por sua cor... acho vergonhoso. Ainda mais vinda de uma universidade como a UERJ. Logo em seguida estudei lá, com uma turma repleta de alunos beneficados pelas cotas, negros, mulatos, estudantes de escolas públicas e eu, a branca rica, fui discriminada. Todos eram simpáticos, conversávamos, mas ao mesmo tempo, fiquei isolada, ninguém queria almoçar comigo, ficar no pátio comigo, por mais que eu me esforçasse pra fazer amizades. Tive uma experiência única (e boa) em que eu era a discriminada. Pude sentir na pele o que eles vivem todos os dias, todo o tempo. A coisa se reverteu. Enfim, tenho uma irmã adotiva negra, converso muito com ela e estou adorando tudo isso. Um beijo e até, Piti.

PermalinkPermalink 20.11.08 @ 11:37



Comentário de: rodrigot

como ninguém se manifestou, vou tentar gravar. vc sabe... qd vc pede algo pra todos a chance de ninguém fazer é muito grande. sinta-se à vontade pra cobrar antes da última reprise.
abraço.

PermalinkPermalink 20.11.08 @ 12:02



Comentário de: Marcos

Definitivamente enxergar uma pessoa negra e pensar que é um bandido não é uma questão de racismo, no máximo de preconceito, e mesmo assim com muitas aspas. Me diga uma coisa, se você estiver em um beco escuro, a noite, sozinho e 3 homens grandes (independente da cor) se aproximarem de você, o que você faria? sairia correndo? chamaria ajuda, a polícia? ou não seria preconceituoso e esperaria calmamente enquanto eles se aproximam para verificar porque estão te abordando? O nosso cérebro não é tão racional assim, ele faz correlações automáticas baseadas em nossa experiência de vida, correlações essas que até hoje, depois de mais de 1 milhão de anos de homem na terra, ainda podem nos ajudar a nos livrar de boas enrascadas. Mas não é só por uma questão de segurança. Vejamos outro exemplo. Se você está em 1 rua que tem dois restaurantes: 1 com uma entrada novinha em folha, bem pintada, decorada com muito bom gosto e outro com uma entrada toda suja, pixada, cheia de buracos. Qual você entraria? Não se preocupe sei que você não é uma pessoa racista e preconceituosa e entraria no segundo! ou Não? Existe uma diferença fundamental entre associações automáticas como pobre=negro e racismo. Racismo é um conceito, é uma avaliação das pessoas que nada tem a ver com experiência de vida mas com valores passados de geração a geração que consideram um pessoa de uma outra raça (pode ser um árabe, um japonês) não precisa ser um negro, pior só pelo fato de ter nascido daquela forma. Essa pessoa continuaria com a mesma opinião sobre o Pelé, antes ou depois de saber quem ele é ou o que ele fez, afinal o que importa é que ele é negro e ponto final. Eu como todas as pessoas faço a associação negro=pobre normalmente. Entretanto, quando fui para Angola (tenho família lá;) depois de uma semana não fazia mais associação alguma. Quando voltei e até hoje sabe qual a primeira coisa que eu penso quando eu vejo uma pessoa negra, ANGOLA. Deixei de ser racista? claro que não, tive apenas uma experiência de vida que mudou meu padrão mental, pelo menos por um tempo. Talvez depois de algum tempo aqui no Brasil exposto a todos os estímulos no dia-a-dia que reforçam a associação negro=pobre volte.

PermalinkPermalink 25.11.08 @ 16:23



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  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
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  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
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  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
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