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Primeiro Vieram Buscar...

Primeiro, vieram buscar os homens brancos ocidentais machistas falocêntricos,
mas até achei bom e celebrei em nome de todas as mulheres pretas, faveladas, lésbicas, manetas, terceiro-mundistas.

Então, vieram buscar quem não reciclava e lavava carro com mangueira,
mas não reclamei pois até passava aguinha nas garrafas da coleta seletiva e só comia ovos de galinhas livres e felizes.

Depois, vieram buscar os fumantes e os gordos,
mas eu não disse nada porque eles fediam, suavam muito e já iam morrer mesmo.

Então, vieram buscar quem não usava expressões como "portador de necessidades especiais" e "afro-brasileiro",
e eu não protestei, porque eu já falava "cadeirante" e tudo.

Quando finalmente me levaram,
meus amigos se vestiram de branco e fizeram uma passeata de mãos dadas pela Praia de Ipanema,
mas não adiantou nada.

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12.11.08


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Comentário de: marambaia

que que e isso?
um arroubo liberal nesse coracao sovietico-recem-convertido?

uma hora te pegam, mas ficam tranquilo que vai um grupinho primeiro...

PermalinkPermalink 12.11.08 @ 05:17



Comentário de: ana p.

E não é por considerar você um nada, longe disso, mas quando se vestirem de branco e forem fazer a passeata... eu mesma não estarei lá. Capaz de eu já ter sido levada há tempos, já na segunda ou terceira leva.

¬¬

[mais provável mesmo a terceira leva]

PermalinkPermalink 12.11.08 @ 07:42




meus neurônios provavelmente ainda estao dormindo a essa hora

PermalinkPermalink 12.11.08 @ 08:06



Comentário de: JLM · http://www.jefferson.blog.br

Lembrou-me o No Caminho, com Maiakóvski (que não consta na Wikipédia como mais uma das controvérsias):

Na primeira noite, eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Ate que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.

(Eduardo Alves da Costa, 1968)

PermalinkPermalink 12.11.08 @ 09:05



Comentário de: Thiago

Pois é, que chato. A pombinha da paz voando não adinata nada, e ainda pode ser acertada por uma bala de AR15 perdida.

Aliás, filosofei outro dia que 'african american'/'afro-brasileiro' é tão segregador (ou até pior) quanto qualquer outra expressão.

Oras, um "African-American" é MEIO americano. MEIO. NUNCA vai ser "100% American White Trash and Proud To Be!"

Afro-brasileiro?? Só se for os meus colegas angolanos de faculdade.

Está se diminuindo o fato (dos "Afro-brasileiros") de que são PRIMEIRAMENTE Brasileiros.

Apesar das outras expressões também terem seus pontos segregadores, quem segrega no fim são as pessoas. "loiro", "alto", "canhoto" tem o mesmo caráter qualitativo de "preto", quem segrega é o preconceito e o uso pejorativo.

Agora, colocar a segregação no próprio nome e ainda chamar isso de PC é foda...

PermalinkPermalink 12.11.08 @ 09:28



Comentário de: FlaviaQ

O pior de tudo é que eu ainda rio da sua piada!

Um beijo

PermalinkPermalink 12.11.08 @ 10:26



Comentário de: Norrin Kurama

HUHUHHUAHUAHUAHUAHUAH!!!

PermalinkPermalink 12.11.08 @ 11:34



Comentário de: caio

Jefferson, lembrei desse poema também.

mas na minha lembrança, o último verso era um pouco diferente. Dizia "...e por que não dissemos nada, já não podemos dizer nada".

PermalinkPermalink 12.11.08 @ 12:07



Comentário de: Alex Castro Email

o poema original estah linkado na primeira linha. o poema citado pelo JLM é uma parodia, como o meu...

PermalinkPermalink 12.11.08 @ 12:09



Comentário de: rodrigot

haha, genial

PermalinkPermalink 12.11.08 @ 13:07



Comentário de: Ulisses Adirt · http://incautosdoontem.opensadorselvagem.org/

Só lembrei do original qdo vi o link... Eu sabia q tinha visto isso em algum lugar... Acho q o sono de ontem não me deixou lembrar...

PermalinkPermalink 12.11.08 @ 13:17



Comentário de: Jean Scharlau · http://jeanscharlau.blogspot.com

Muito bom. Tem também o
No caminho com Maiakóvski

"[...]

Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem;
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.

[...]"
http://www.revista.agulha.nom.br/autoria1.html

PermalinkPermalink 12.11.08 @ 13:22



Comentário de: Jean Scharlau · http://jeanscharlau.blogspot.com

Ah, já tinhas comentado. Não considero, também, o trecho do No caminho com Maiakóvski uma paródia (uma inspiração é melhor) e são interessantes as informações do Soares Feitosa sobre o assunto no Agulha http://www.revista.agulha.nom.br/autoria1.html

PermalinkPermalink 12.11.08 @ 13:37



Comentário de: alex castro

Jean e Jefferson,

literariamente falando, eh uma parodia sim. vcs eh que estao entendendo parodia somente no sentido negativo...

citando um "estranho sem credibilidade" (copyright Scott Adams), aqui estah:

http://en.wikipedia.org/wiki/Parody

"A parody (pronounced [ˈpɛɹədiː] US, [ˈpaɹədiː] UK), in contemporary usage, is a work created to mock, comment on, or poke fun at an original work, its subject, or author, or some other target, by means of humorous, satiric or ironic imitation. As the literary theorist Linda Hutcheon (2000: 7) puts it, "parody … is imitation with a critical difference, not always at the expense of the parodied text." Another critic, Simon Dentith (2000: 9), defines parody as "any cultural practice which provides a relatively polemical allusive imitation of another cultural production or practice."

ou seja, os poemas citados, inclusive o meu, sao parodias do poema original, que, vamos lembrar, eh tradicionalmente atribuido ao Niemöller, mas hah duvidas quanto a sua autoria...

PermalinkPermalink 12.11.08 @ 16:31



Comentário de: Leonardo · http://manfreedo.blogspot.com

Feito os ditos do Rei Salomão dizia: "O que foi é o que há de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer; nada há, pois, novo debaixo do Sol"

Passa vários anos, eras, séculos, e nos deparamos com palavras persuasivas, cheia de "boa intenção", que na verdade nos priva a liberdade.

O texto original é o que se segue:

Primeiro, os nazistas vieram buscar os comunistas, mas, como eu não era comunista, eu me calei. Depois, vieram buscar os judeus, mas, como eu não era judeu, eu não protestei. Então, vieram buscar os sindicalistas, mas, como eu não era sindicalista, eu me calei. Então, eles vieram buscar os católicos e, como eu era protestante, eu me calei. Então, quando vieram me buscar... Já não restava ninguém para protestar.
Martin Niemoller

PermalinkPermalink 12.11.08 @ 17:44



Comentário de: Permafrost · http://tripaforra.blogspot.com

Primeiro pediram uma pizza de quatro queijos
e eu não pedi nada
porque não como pizza de quatro queijos.

Depois pediram uma cerveja
e eu não pedi nada
porque não bebo cerveja.

Depois pediram uma pizza de pepperoni
e novamente não pedi nada
porque não gosto de pepperoni.

Por último pediram a conta
e eu não paguei nada,
eu nem conhecia aquele pessoal da mesa ao lado.

PermalinkPermalink 12.11.08 @ 17:59



Comentário de: Permafrost · http://tripaforra.blogspot.com

Primeiro pediram um Big Mac
e eu não comi nada
porque não gosto de Big Mac.

Depois pediram uma Coca-Cola
e eu não bebi sequer uma gota
porque não bebo Coca-Cola nem de graça.

Depois pediram uma sobremesa doce
e eu que detesto doces
nada comi.

Aí trouxeram a conta
e claro, quem pagou fui eu.
Meus filhos sou eu que sustento.

PermalinkPermalink 12.11.08 @ 18:03



Comentário de: caio

Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão
Porque os outros têm medo mas tu não
Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão
Porque os outros se calam mas tu não

Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo
Porque os outros são hábeis mas tu não

Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos
Porque os outros calculam mas tu não.



Sophia de Mello Breyner Andresen

PermalinkPermalink 12.11.08 @ 18:16



Comentário de: Alex Castro Email

leonardo,

a versao original do poema já está linkada no proprio texto...

PermalinkPermalink 12.11.08 @ 18:23



Comentário de: Fernanda Figueiredo · http://fifolina.blogspot.com/

Alex,

você viu essa reportagem do O Globo Online "Mulher morre durante ritual de iniciação da Ku Klux Klan"?

Segue o link: http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2008/11/12/mulher_morre_durante_ritual_de_iniciacao_da_ku_klux_klan-586367766.asp

PermalinkPermalink 12.11.08 @ 19:50



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  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
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  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
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  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
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