Cães

Oliver

Ontem, caí no meu próprio truque: vi um filme no qual 99% da humanidade é exterminada e só me debulhei em lágrimas quando morreu o cachorro.

Agarrei o Oliver e não quis mais soltar, o bicho não entendeu nada. Antes, nessa mesma manhã, eu tinha passado duas horas lentamente tosando-o sob o sol.

Saco. Por que esses autores pregos têm sempre que matar o raio do cachorro? Queria ver um filme sobre amizade canina em que o pobre bicho chegue vivo ao final!

* * *

Quando vim morar nos Estados Unidos, muita gente achou loucura eu trazer meu cachorro. Já eu, além da óbvia obrigação de não deixar o bicho pra trás, achava loucura justamente ir morar fora sem meu cachorro. Sozinho, numa terra estranha, sem amigos, sem parentes: posso imaginar poucas outras situações onde ter um cão amoroso seja a diferença entre a sanidade feliz e a depressão mais insana.

Foi só quando recuperei o Oliver, depois de nossa separação de duas semanas durante o Katrina, que me dei conta que, há duas semanas, eu não abraçava ninguém, não experimentava calor humano (não tem calor mais humano que o canino), não dormia abraçado com um corpo quente, nem mesmo, provavelmente, tinha encostado em outra pessoa. Não é à toa que já ouvi um americano solteirão confessar que faz as unhas e os pés somente para que alguém *encoste* nele uma vez por semana. Aquela primeira noite com meu cãozinho, que eu já tinha dado como perdido tantas vezes, foi a maior confirmação possível da importância de ter um cachorro.

Poucos dias depois, acordei num domingo de madrugada com o Oliver passando mal. Eu estava longe de casa, longe do Rio, longe de Nova Orleans, sem internet nem celular, morando de favor no porão de alguém, acompanhado somente de uma sacola com dois livros e poucas roupas, sem saber se jamais voltaria para Nova Orleans, para minha casa, minhas roupas, meus livros, meu programa de Doutorado, minha bolsa, qualquer coisa. A situação mais precária da minha vida. E, no meio de tudo isso, meu cachorro me acorda passando mal.

O que fazer? Eu ainda não conhecia nenhum veterinário por ali e muito menos 24 horas. Mesmo se conhecesse, a consulta provavelmente seria uma fortuna, muito mais cara do que durante o horário comercial, e eu não tinha dinheiro quase nenhum, nem cartão de crédito pra poder rolar a dívida, e nem mesmo sabia se minha universidade continuaria pagando minha bolsa. O que fazer? Acordar a gentil família que estava me hospedando, usar a internet deles pra tentar encontrar um veterinário 24 horas nas imediações e pegar um táxi até lá? Ou será que eles me levariam? E se fosse muito caro? Os preços do Bay Area são assassinos. O que fazer? E se gastasse essa grana todo e não fosse nada demais? E pior, e se fosse alguma coisa séria? E se eu não tivesse dinheiro pra pagar o resto do tratamento?

Durante o Katrina, eu tinha tomado a primeira decisão de vida ou morte da minha vida - sem nem me dar conta. Sempre fui mal acostumado: decidia uma coisa e, se não desse certo, desdecidia. Mas durante o Katrina, sem carro, sem grana, sem amigos, sem informações adequadas, aceitei o conselho da Universidade, evacuei com eles sem levar o Oliver ("não vai ser nada, estaremos de volta em três dias!") e, por causa disso, passei os piores dias da minha vida e quase perdi meu cachorro. Sua própria presença ali, tossindo e vomitando na minha cama, era a definição de canis ex machina.

E, agora, o que fazer? Não seria essa outra daquelas decisões de vida ou morte? Será que agora vai ser sempre assim? E se eu largasse tudo, aporrinhasse todo mundo, levasse ele pro veterinário e acabasse gastando 200 dólares que eu não tinha e que iriam me fazer muita falta naquela conjuntura precária? E se ele tivesse algo sério de verdade, um veneno lhe corroendo as entranhas, e eu esperasse até segunda de manhã só para algum veterinário me dizer que era tarde, deveria tê-lo trazido antes, quer se despedir agora antes de eu colocá-lo pra dormir? E agora, o que fazer? Que decisão tomar?

Desabei. Abracei meu cachorro doente e chorei, chorei muito, chorei a noite inteira, chorei e implorei pra ele lutar, pra ele melhorar, pra ele não me abandonar, pra ele não me deixar sozinho naquela terra, e jurei nunca mais me separar dele. E, entre as lágrimas, continuei observando-o cientificamente, com todo um elaborado sistema de sinais para saber qual seria o ponto onde eu pararia tudo para levá-lo ao veterinário: se vomitar mais uma vez, se der mais três tossidas, se não se empolgar com a bolinha, etc.

Por fim, não era nada. Só uma indisposição. Ele botou tudo pra fora e melhorou. Dormimos nos braços um do outro, seu pêlo todo ensopado de lágrimas. No dia seguinte, ele acordou bom, e eu também, já curado do meu desespero de pai zeloso. Por isso que não quero ter filhos, cruzes.

Sempre esquecer as coisas ruins é uma de minhas maiores qualidades. Eu tinha esquecido completamente desse episódio. Só lembrei dele ao chorar agora durante o filme. E também me dei conta de que jamais tinha contado isso pra ninguém. Ficou parecendo um post da Camila, a blogueira menos dramática que conheço, mas vá lá. Todo mundo tem direito de dar uma camilada ocasional.

* * *

O episódio sobre o Oliver no programa Pet.Doc deve ir ao ar na terça, 11 de novembro, as 21:30hs, no GNT.

* * *

Não ter cachorro é o pior tipo de solidão.

* * *

Para ler: as aventuras do Oliver e eu durante o Katrina.

Para ver: fotos do bicho, só para fãs e loucos por animais.

 Eu Sou a Lenda  Marley e Eu

 

10.11.08


Categorias: Animais


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Comentários:


Comentário de: Karina

Eu também chorei aos soluços na hora em que o cachorro morre no filme. Coisa que não fiz quando o herói se despede da mulher e da filha, ou quando elas morrem. Que coisa, só agora que você comentou que eu pensei nisso... e realmente, não posso imaginar a minha vida sem a Clementine. Tem dias em que a melhor conversa do dia que eu tenho é com ela. É muito freqüente que a melhor parte do meu dia seja o passeio que eu dou com ela à noite. Sou fã do Oliver e não perderei o programa.

PermalinkPermalink 10.11.08 @ 08:30



Comentário de: Veridiana Serpa · http://www.30ealguns.com.br

Quando casei veio junto a Elektra e o filho dela o Thor, infelizmente ela morreu em 2006 com 16 anos de idade, mas sempre foi uma alegria tê-la conosco e agora temos apenas o filho, mas é uma dádiva, os cãezinhos realmente nos amam incondicionalmente ... uma ótima semana

PermalinkPermalink 10.11.08 @ 08:37



Comentário de: Silvia · http://prasemprepitchula.blogspot.com

Seu bobo. Me fez chorar logo cedo na segunda feira! Não sei se chorei por você, por mim, pelo Oliver ou pela Pitchula. Mas eu sei exatamente o que você sentiu nessa noite com o Oliver. Eu sei. E posso dizer que já senti igualzinho, só que no caso dela era mais sério. Uma crise renal aguda.

PermalinkPermalink 10.11.08 @ 08:54



Comentário de: Deborah · http://arealidadeelouca.blogspot.com

Nem me fale de cachorro... Eu continuo freqüentando a casa do meu ex-namorado (que inclusive já foi morar com a atual namorada, e eu também estou namorando outra pessoa), porque minhas duas cadelas moram lá. Não tenho outro lugar para colocá-las, e não conseguiria jamais pensar em dá-las para alguém. A grana que eu gasto, o trabalho que tenho, o stress emocional de ficar freqüentando um lugar cheio de lembranças de 6 anos de namoro, tudo se acaba quando elas chegam perto de mim, se enroscam, e lambem a minha cara.

Tenho certeza de que o Oliver vale cada lágrima, e todo o esforço que você fez por ele.

PermalinkPermalink 10.11.08 @ 10:23



Comentário de: Cyntiab

Alex,

Eu sou mãe de um bebê cardiopata. Ele fez 4 cirurgias, todas complicadíssimas. Teve que ser traqueostomizado depois da 2a, e ficou internado em CTI infantil por 8 meses. Hoje ele está ótimo, felizmente. Quem o vê tão sapeca nem imagina o nosso desespero.

Pois bem, eu tb era dona de 3 gatos quando nosso bebê nasceu. Eu planejei durante toda a gravidez a chegada do bebê em casa, rodeada pelos gatos. Não aconteceu. Os gatos tiveram que ir embora. Não era possível a convivência deles com um bebê traqueostomizado e usando sonda nasogástrica.

Nunca chorei tão desesperadamente como no dia que tive de levá-los pra morar com amigos (todos donos de gatos). Quando eu voltava do hospital, lá estavam meus gatos, sem pena de mim, sem olhares de dó. Quando eu me enroscava na cama e chorava a saudade do meu filho, meus gatos me rodeavam, sem cobranças, sem culpas. Era apenas o calor confiável deles, sem nenhuma espécie de desespero humano envolvido.

Muitas pessoas me consolaram naqueles dias, mas só meus gatos continuaram a ser os mesmos comigo.

Hoje eu posso visitá-los, mas nem gosto de ir, pq morro de ciúmes deles com seus novos donos. Meu filhote é uma alegria só, mas eu ainda morro de saudades dos meus gatinhos.

PermalinkPermalink 10.11.08 @ 10:47



Comentário de: Victor Barone · http://escrevinhamentos.blogspot.com/

"não tem calor mais humano que o canino"

Concordo com você Alex. Tenho o mesmo sentimento. Aliás, sempre me compadeço mais dos animais do que dos seres humanos. Os cães desenvolveram uma tal relação conosco que parecem estar sempre dispostos a fazer qualquer coisa por um afago, por um carinho, mesmo quando a recíproca não é verdadeira.

Tenho dois cães e já ouvi inúmeras vezes – de gente que se julga muito humana – que eu exagero nos cuidados e no carinho, que gasto muito com veterinário etc, etc. É gente que não consegue desenvolver um sentimento de parceria e amizade com um animal, o que, por si só, desperta em mim desconfiança. É que não consigo compreender como uma pessoa consegue bloquear os sentimentos para com o sofrimento de um animal ou para suas demonstrações de afeto.

Penso que quem maltrata um animal é capaz de qualquer coisa contra um ser humano.

PermalinkPermalink 10.11.08 @ 10:58



Comentário de: Patrícia Carvoeiro · http://www.carvoeiro.com.br

Chorei aqui, Alex, aliás, como chorei com outros posts falando daqueles dias do Oliver na sua casa, durante o Katrina.
Eu não me imagino vivendo sem cachorro. E nem sem gato (adoro os dois).
Chorei não só por causa dos meus cachorros e das vezes em que pensei que pudesse perdê-los (meu pastor alemão Edge uma vez foi intoxicado com gasolina), mas também lembrando de todos os cachorros que já tive na vida.
E eu choro demais quando lembro dos gatos que já perdi doentes também. São momentos delicados demais, eu evito ao máximo olhar certas fotos.
E sem dúvida que vou ver o programa, eu sou super fã do Oliver. =)

PS: eu quase sempre chorava quando via Benji na infância, eu abomino ver filme onde um animal morre. Já cheguei a sair do cinema uma vez, porque sabia que ia pagar mico e chorar o resto do filme.

PermalinkPermalink 10.11.08 @ 11:13



Comentário de: Bel · http://www.soullivre.com

Nossa... Amo animais e também chorei muito ao ver o filme. Ter animais não é só cuidar de um cachorro, gato ou qualquer outro que seja, é alimentar a amizade, cuidar de si próprio, pois os animais (esses que não falam) também amam...até mais que os racionais.


PermalinkPermalink 10.11.08 @ 11:34



Comentário de: Beth Vieira

A boba aqui também chorou que só... Lembrei quando eu morava sozinha em Petrópolis, estressada e fadigada do trabalho de segunda à sábado, só um cachorro de rua, que eu chamava de Amarelo, sentava ao meu lado nas escadas aos domingos, enquanto eu, solitária, tomava café. E era só companhia mesmo, pois ele nunca queria nada de comer... Putz, que texto!



PermalinkPermalink 10.11.08 @ 11:38



Comentário de: Marília · http://maroma.wordpress.com/

Me emocionou ler isso aqui, viu?
Também sou doida pela minha cachorra e pude imaginar sua aflição.

Quanto ao A Lenda, também chorei só quando o cachorro morreu.

Pra mim não há nada mais humano do que um cachorro.

Continue cuidando bem do seu! Abraço pra vc e pra ele! ;)

PermalinkPermalink 10.11.08 @ 12:30



Comentário de: Ana Maria · http://www.aninkmarink.blogger.com.br

Que post mais lindo! Chorei ao ver o filme, chorei lendo o seu texto. Tive dois cachorrinhos: Igor e Vitória, ambos vira-latas. Ter cachorro é muito, muito legal.

PermalinkPermalink 10.11.08 @ 16:00



Comentário de: Pedro

Adorei o "Não tem calor mais humano que o canino" ;)

PermalinkPermalink 10.11.08 @ 17:22



Comentário de: dra · http://drambrosini.blogspot.com

"Todo mundo tem direito de dar uma camilada ocasional"

hahahahahaaha!!

PermalinkPermalink 10.11.08 @ 17:41



Comentário de: Karina

Ah, outra coisa, esse programa Pet.doc vale nem que seja pela trilha sonora que vai adornando os episódios. É sempre bem legal.

PermalinkPermalink 10.11.08 @ 18:22



Comentário de: Rachel · http://riogringa.typepad.com

I miss my dog (who lives in NY) more than I miss some of my friends. True story. I can completely relate.

PermalinkPermalink 10.11.08 @ 18:57



Comentário de: stella cavalcanti · http://www.telinha.blogspot.com

Eu li o livro e vi o filme; no livro a história do cachorro é tão bem escrita. quando desconfiei que as coisas iam acabar mal, eu fiquei profundamente triste. o fim do livro não me abalou em nada; mas a morte do cachorro me estragou o dia.

PermalinkPermalink 10.11.08 @ 20:02



Comentário de: Norrin Kurama

Lindo ele (o Oliver).
Que olhar!

Agora é que não verei esse filme.

PermalinkPermalink 10.11.08 @ 22:36



Comentário de: Luciana Schmoeler

:)

Também entendo perfeitamente. Já passamos uns apuros com os nossos 3 cachorros. Da última vez, o Gugu e o Théo brigaram, e o Gugu, que já tem 12 anos, saiu com o olho sangrando. Vi as gotas caindo pelo chão... fiquei desesperada, correndo de um lado para outro, com a mão trêmula tentando ligar para o veterinário. Ainda bem que foi superficial.

É justamente nessas horas que corremos o risco, ou nos assustamos demais, que valorizamos o que temos todo dia.


(mamãe leu e adorou seu post!)

PermalinkPermalink 11.11.08 @ 00:48



Comentário de: cris · http://quitanda2008.wordpress.com

alex, meu amigo querido, vou ser óbvia e repetitiva: teu texto também me emocionou. acho que ele é capaz de emocionar até mesmo aqueles que vivem dizendo que odeiam bicho. eu me compadeço muito mais de animais do que de seres humanos; no teu lugar acho que choraria muito também ao ver meu cãozinho doente. outra coisa: assino embaixo do comentário do victor barone. bjs

PermalinkPermalink 11.11.08 @ 07:07



Comentário de: Mariana · http://vutcha.blogspot.com

Afe! Como vc conseguiu se afastar dele?
Eu me segurei pra não chorar nessa parte do filme vai... confesso.
Sou como vc, esse fds vi um cachorro abandonado, e tentei comprar uma comidinha pra ele. Se fosse uma criança, nã osei se teria o mesmo sentimento. Duro, mas é a real...

PermalinkPermalink 11.11.08 @ 09:53



Comentário de: Natalia Guimarães

Eu sou uma imbecil?
Eu chorei lendo essa parte.

E, agora, o que fazer? Não seria essa outra daquelas decisões de vida ou morte? Será que agora vai ser sempre assim? E se eu largasse tudo, aporrinhasse todo mundo, levasse ele pro veterinário e acabasse gastando 200 dólares que eu não tinha e que iriam me fazer muita falta naquela conjuntura precária? E se ele tivesse algo sério de verdade, um veneno lhe corroendo as entranhas, e eu esperasse até segunda de manhã só para algum veterinário me dizer que era tarde, deveria tê-lo trazido antes, quer se despedir agora antes de eu colocá-lo pra dormir? E agora, o que fazer? Que decisão tomar?

Desabei. Abracei meu cachorro doente e chorei, chorei muito, chorei a noite inteira, chorei e implorei pra ele lutar, pra ele melhorar, pra ele não me abandonar, pra ele não me deixar sozinho naquela terra, e jurei nunca mais me separar dele. E, entre as lágrimas, continuei observando-o cientificamente, com todo um elaborado sistema de sinais para saber qual seria o ponto onde eu pararia tudo para levá-lo ao veterinário: se vomitar mais uma vez, se der mais três tossidas, se não se empolgar com a bolinha, etc.

Que lindo, Alex, sério mesmo.
Eu tenho o direito de ter opinioes sobre meus blogueiros favoritos so pelo que leio nos blogs deles?
Eu mudei um pouco da opiniao que tinha sobre vc lendo esse post.

Beijinho pro Oliver.

PermalinkPermalink 11.11.08 @ 14:10




opa, é hoje, vou assistir! (desde que vc falou que o oliver ia aparecer nesse programa eu o acompanho pra ver se ele aparece...)
ri muito com a "camilada ocasional" - ela ama mesmo um drama e um horror! hahaha

PermalinkPermalink 11.11.08 @ 17:54




Eu nao gosto de pets. Até quis muito qdo era criança mas minha irma era alérgica entao..proibido!

Hoje em dia nao tenho paciência, até penso que deveria querer ter, deveria gostar de bicho, mas sei lá...acho que bicho é igual criança. Com o desagradável inconveniente de que nao cresce nunca.

Hoje eu moro só e sempre que penso em ter bicho logo me lembro que ao final de um longo dia de trabalho, qdo eu chegar em casa ainda serei eu a única pessoa presente pra me desfazer dos excrementos do bicho e dar carinho pra ele.

Acho que é melhor pra ELE (o bicho) que eu nao resolva tê-lo...rss

Mas acho que o mundo é um lugar melhor pq existe quem goste de animais.

PermalinkPermalink 11.11.08 @ 21:39



Comentário de: Fernanda Figueiredo · http://fifolina.blogspot.com/

Puxa, assisti o Pet.doc hj (11/11/08) crente que ia ver o Oliver e nada :( Tristão!

PermalinkPermalink 11.11.08 @ 22:06



Comentário de: Izabella · http://www.izabellaoc.blogspot.com

Muito fofo seu post, não tenho cachorro, mas tenho 8 gatos rsrsrsrsrrs
E gosto de quem gosta de animais.
Beijos no
Oliver

PermalinkPermalink 13.11.08 @ 20:11



Comentário de: Ch · http://www.supercachorro.com/

Extremamente sentimental esse teu post. Mas concordo, a parte mais triste é quando o cachorro morre mesmo. Isso, por si só, já é extremamente triste.

PermalinkPermalink 29.11.08 @ 13:56



Comentário de: Etheline

Adorei. Quero poder ler seus posts todos os dias. Precisa ser convidado ?

PermalinkPermalink 29.11.08 @ 15:57



Comentário de: Josie

Nossa eu chorei lendo o seu texto, eu estou indo de mudança para os Estados Unidos e estou enfrentando muitos problemas em levar o meu cachorro comigo. Eu estava pesquisando sobre isso, quando encontrei o seu texto..muito lindo..eu naoquero deixar o meu cachorro pra trás = ( eu quero ele comigo..mas tudo pareci tão impossivel... =/

PermalinkPermalink 04.12.08 @ 15:53



Comentário de: Fernanda

Estou passando pelo meu segundo luto canino.Minha querida Lina não resistiu a cirurgia para retirada de um tumor na mama. Agora deve estar brincando e correndo feliz, livre da doença que a levou ontem. Só quem passa pela experiência de ter um cão sabe o que é possível aprender com eles sobre a amizade.Concordo plenamente com vc: Não tem calor mais humano que o canino.

PermalinkPermalink 20.08.11 @ 20:47



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