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"Onde É a sua Casa?" - Coluna Inédita na Tribuna da Imprensa

Tribuna da ImprensaOnde É a sua Casa?

E então perguntei: nenhum de vocês realmente lê algum jornal de suas cidades natais? Não tem interesse pelas notícias de casa? Don't you want to know what's happening back home?

E um dos alunos, postura bem blasé, encostado na cadeira, pernas cruzadas, joelho pra cima, tascou essa, certeira: "Home is here now." ("Casa agora é aqui.")

Quem adorar e quem odiar, por favor, escreva pro pessoal da Tribuna e digam o que acharam.

 especial Obama

 

07.11.08


Categorias: Comportamento

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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: JLM · http://www.jefferson.blog.br

Na minha cidade tem concurso de Miss Tomate...

:P

PermalinkPermalink 07.11.08 @ 08:39



Comentário de: Fernando Henrique · http://www.cinemacontagioso.blogspot.com

Estou vasculhando os arquivos do LLL. Desde 2003. É uma forma de nostalgia nesta sexta-feira. Uma forma de relembrar minha vida naquela época onde tudo era diferente. Me dei conta que nesses 5 anos nunca perdi um post, mas não li todas as crônicas da Tribuna. Vou tentar uma forma de visualizá-las em separado. Abraços

PermalinkPermalink 07.11.08 @ 09:15



Comentário de: igor

Sem querer ser desrespeitoso nem nada, mas... te pagam para escrever aquilo?

PermalinkPermalink 07.11.08 @ 13:43



Comentário de: Anna C. · http://mistral-gagnant.blogspot.com

Acho que entendo seus alunos, Alex. Embora meu exemplo seja um tanto mais radical: eu nasci em São Paulo e moro na Grã-Bretanha. Quando leio algo sobre SP, eu não sei mais relacionar com o meu dia-a-dia (como costumo explicar aos parentes, me falta uma padaria ou uma fila de ponto de ônibus para discutir o assunto, formar opinião etc).

Não é que eu não me importe - eu quis saber sobre as eleições, quero saber como está o Corinthians. Mas para isso eu não preciso ler jornal, eu pergunto para meus parentes por email. Então para que ler o jornal?

PermalinkPermalink 07.11.08 @ 14:50



Comentário de: Fábio S. · http://www.hipermail.com/blog

Minha casa é nos EUA mas minha terra é o Rio. Leio o Globo todo dia.

PermalinkPermalink 07.11.08 @ 18:02



Comentário de: Marcus · http://marcuspessoa.net

Fiquei lendo a imprensa local de Belém (que é péssima) quando eu mesmo estava trabalhando num jornal diário novo aqui, e fazia parte do meu trabalho me manter informado sobre os assuntos da cidade.

Mas, no geral, coisas importantes ou interessantes demoram pra acontecer, e eu não acho que vale a pena perder tempo lendo todo dia pra se informar. Os amigos acabam me repassando alguma coisa mais relevante.

PermalinkPermalink 07.11.08 @ 18:27



Comentário de: Camburizinho · http://exploradordeitadonarede.blogspot.com

"Tio" Alex, sendo nômade, eu diria que sua perplexidade é "coisa de carioca".

Não sei se é bairrismo meu (sou paulista originalmente, candango de adoção), mas, de todos meus amigos em Brasília ou no exterior, os cariocas geralmente são os mais ufanistas e saudosos da cidade natal, mesmo os que partiram de lá na mais tenra infância fazem questão de se afirmar cariocas, forçar o sotaque, etc. Talvez seja por ser uma cidade do caralho (e é;), mas acho isso meio provinciano, para ser sincero.

Mas acho que podemos chegar a um meio termo: "home is where the heart is"; você escolhe seu lar, que pode até ser sua cidade natal, mas não necessariamente.

Abs,

F

PermalinkPermalink 07.11.08 @ 21:29



Comentário de: Alex Castro Email

camburizinho,

essa é uma coisa que já reparei tb. a gente cresce numa cidade onde todo mundo (quer dizer, menos o Marcos VP) ama a cidade e a gente espera, quase que inconscientemente, que os curitibanos tb vao amar curitiba do mesmo jeito, e os londrino a londres, e etc etc, e eu acabo, nas minhas andanças pelo mundo, descobrindo que tem poucas cidades que geram os amores que o Rio gera - ironicamente, uma delas é essa aqui, Nova Orleans...

a explicação que vc deu eu tb já ouvi, que o carioca sente mais falta do rio pq o rio é foda, mas evito esse tipo de explicação ufanista, senão me chamam de carioca besta... ;)

PermalinkPermalink 07.11.08 @ 21:47



Comentário de: leo · http://lmonasterio.blogspot.com

Fora do RJ desde 1993, sei qeu lah nao eh mais a minha casa. O Rio de hoje nao eh mais o que eu cresci. Meus avós morreram, os amigos saíram, os bares fecharam.

Além disso, desde 1999, morei (+de 3 meses) em 8 cidades em três estados brasileiros e três países diferentes (não me pergunte o número de endereços).

Minha casa não existe. (E não há nenhum problema nisto).

PermalinkPermalink 08.11.08 @ 06:58



Comentário de: Angelo Dahora · http://angelomonteiro.blogspot.com

Como vai você, meu caro? Destilar toda a sua demência já te deixou rico?

PermalinkPermalink 08.11.08 @ 15:09



Comentário de: Marcio E. Goncalves

O jeito carinhoso dos curitibanos de amar curitiba eh explicar para todos os outros brasileiros que falam "Nossa, sua cidade eh maravilhosa! Primeiro Mundo!" que ela nao eh nao, que o povo eh fechado, gurias sao distantes o sistema de onibus eh uma merda, etc...rs

Curitibano "true metal" mete o pau na cidade, mesmo tendo certeza que ela eh a melhor do Brasil (e pior que eh mesmo em varios sentidos, mas nao para eu viver la - mas ai tb sao motivos individuais) e que nosso sotaque eh o unico correto no Brasil (LeitE quentE...rs).

Mas eu acho que seus alunos estao corretissimos. Eu sigo aquela frase do Metallica do Black ALbum: "Where I lay my head is home"

P.S. Obvio que o Rio eh uma cidade foda. Guerra Civil, bala perdida, etc...Bem foda...rs

PermalinkPermalink 08.11.08 @ 16:55



Comentário de: Henrique Cartaxo · http://poetamorto.blogspot.com

Não achei link pra mandar e-mail no artigo, dr. Usability.

Eu lembro que no primeiro dia que cheguei aqui na Unicamp me perguntaram onde eu morava, respondi de pronto: "Moro aqui do lado.", "Não, onde vc mora na Bahia?", "Não moro mais lá."

Mas nunca vou chamar esse chão aqui de minha cidade.

Até acompanhei de perto as eleições de Salvador, mas normalmente estou bem alheio, até de campinas, até de qualquer coisa...

PermalinkPermalink 09.11.08 @ 12:49



Comentário de: BARROCO CIBERNETICO · http://BARROCOCIBERNETICO

BARROCO CIBERNETICO - MARCELO - GUSTAVO - JORNALISMO - MASSA - ESTETICA -


A literatura foi o canal de expressão do homem desde que ele aprendeu que escrevendo é possível sair das páginas e viver para sempre. O homem foi colonizador, barroco, árcade, romântico, e expressou o estado de sua alma de forma tal que, hoje, vemos perfeitamente as escolas literárias demarcadas por períodos e características.
Mas, e agora? – sempre pensei. O que resta a nós, indivíduos fragmentados, superficiais? A cultura em que vivemos já não suporta uma unidade de pensamento. Já nem mais é digna de ser chamada “cultura”, isso é só um apelido a nossa fugacidade extrema. Sabemos um pouco sobre tudo. Muito pouco sobre tudo. Repassamos essas poucas informações em grande escala. E pronto. Continuamos na alienação de nosso saber e na fragmentação de nossas relações.
Hoje, entretanto, comecei a pensar diferente. Entrei em uma livraria, percorri inúmeros títulos contemporâneos e não pude chegar à outra conclusão que não esta (o que, de certa forma, deixou-me feliz): o homem atual é barroco. Um “barroco cibernético”.
Um barroco cibernético absurdamente incomodado com sua vida cheia de máquinas, trabalho e concreto. Ele contesta igualmente aos outros, aqueles a quem sempre admirei. É dividido igual.
É dividido entre a frieza da cobrança incessante por sua funcionalidade, e o calor dos sentimentos, cada vez mais longe. É dividido entre o automóvel potente que ele mesmo criou e a paz da vida com a natureza, onde deseja passar as férias.
É dividido entre a humanidade, seu bem, e a tecnologia, seu mal. E vai se trocando entre antíteses e rebuscamentos para encontrar seu equilíbrio.
O homem de hoje carrega multidões atrás de seus “códigos”, que trazem a magia e o mistério que sua desilusão já não lhe permite ter. Leva outros milhões que seguem avidamente seus “queijos” e seus “segredos”, soluções para sua angústia interminável e promessas para que finalmente consigam a felicidade através do sucesso.
Mas que sucesso, que felicidade? Não, o barroco cibernético já não o sabe. Está perdido entre a escuridão da modernidade e a claridade de um mundo distante que nem imagina como é.

PermalinkPermalink 11.11.08 @ 11:41



Comentário de: Quasilá Gustavo César Grupo de Teatro Peça Teatral Comédia · http://www.quasila.blogspot.com

Quasilá apresenta “Comédia Popular”

Ant1 de 1ZoomProxO grupo Quasilá inicia temporada com comédia, no Fisk - Foto: Divulgação



Novo acordo ortográfico, crise financeira mundial, planos de saúde e conflitos amorosos são algumas das esquetes que fazem parte da "Comédia Popular: uma crítica 'quasilá'". O espetáculo será apresentado amanhã, às 20h, no anfiteatro da escola Fisk.

Com direção de Gustavo César, a comédia realça a dimensão semântica na representação da realidade, partindo de um ponto de vista dramático. Tem como base pesquisas temas contemporâneos e o teatro como meio de comunicação de massa.

De caráter irônico e crítico, os atores identificados como palhaços, atuam em cena usando o teatro como mídia. O que segundo o diretor torna tudo uma “grande palhaçada”.

A idéia da obra, baseada nos estudos do livro "Comunicação e Teatro", da autora Linda Bulik, é de mostrar a opinião popular por meio da comédia nas proporções de quem diz o quê, para quem, em que circunstâncias e com que efeitos.

O elenco é composto por: Diego Sparapane, sonoplasta e assistente de direção, Érick Lucas, Guilherme Pimentel, Guilherme Netto, Mayah Sueto, coordenação de Mayara Franco. A montagem, conta ainda, com a participação especial de João Carlos Rossi (off).

O grupo "Quasilá" está vinculado ao Programa Escola da Família na Escola Estadual "Maria Cecília Ferraz de Freitas" e nasceu em junho de 2008. Em 2008 participou de festivais e agora faz sua primeira apresentação em 2009. Após a apresentação desta sexta-feira, a peça será levada a Bastos e no sábado, dia 25, ao Colégio Cristo Rei em Marília.

Os ingressos custam R$ 2. Mais informações no blog www.quasila.blogspot.com ou pelo telefone (14) 9101-7843

PermalinkPermalink 29.04.09 @ 22:22



Comentário de: nadia · http://www.google

A literatura foi o canal de expressão do homem desde que ele aprendeu que escrevendo é possível sair das páginas e viver para sempre. O homem foi colonizador, barroco, árcade, romântico, e expressou o estado de sua alma de forma tal que, hoje, vemos perfeitamente as escolas literárias demarcadas por períodos e características.

PermalinkPermalink 19.11.09 @ 09:00



Comentário de: nadia · http://www.google

puta q pario

PermalinkPermalink 19.11.09 @ 09:01



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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
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  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
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