Quer comprar no Submarino? Entre por aqui e eu ganho 8%.

Qual É a Idade Certa para Abandonar seu Filho?

Antigamente, no Brasil, tinhamos a Roda dos Enjeitados.

Era um lugar onde qualquer pessoa poderia abandonar recém-nascidos, sabendo que seriam tratados e criados pelo estado. O anonimato era total: havia literalmente uma roda, metade dentro e metade fora do prédio. Você chegava, depositava seu bebê na roda, girava, alguém pegava o bebê lá dentro e pronto. Nunca viam nem mesmo sua cara. O objetivo da lei, naturalmente, era desestimular o aborto, mas havia um benefício adicional.

Não sei como era isso no Brasil, mas em Cuba e em boa parte da América Hispânica, a lei tinha como princípio sempre errar em prol da liberdade, então presumia-se automaticamente, na falta de evidências de origem escrava, que o bebê fosse livre e assim ele era criado. Portanto, para muitos escravos e patrões, era um verdadeiro jogo de pique-pega: se o escravo conseguisse fugir com seu bebê e depositá-lo na roda, ele seria criado como um cidadão livre. Desnecessário acrescentar que, nesses países, as escravas grávidas eram triplamente vigiadas.

* * *

A maioria dos estados americanos, pelo mesmo motivo de dissuadir o aborto, tem políticas parecidas, que permitem o abandono legal de bebês indesejados. A diferença é que hoje, claro, não há anonimato: as pessoas tem que assinar uma série de documentos e perdem direitos legais sobre as crianças.

Entretanto, o estado do Nebraska, quando passou uma lei semelhante, esqueceu de colocar um limite de idade e, agora, das 17 crianças abandonadas desde julho, 13 eram adolescentes: muitos deles drogados, indisciplinados, deficientes.

Já posso quase imaginar a cena, aquele pai todo fudidaço, cheirando a bebida, arrastando a filha de 17 anos, barrigão de grávida, e dizendo: chega, essa vadia dá pra todo mundo, rouba meu carro, não me obedece, não quero mais! Pode ficar!

* * *

E agora, a pergunta do dia:

Obviamente, a intenção da lei não era essa e os deputados do Nebraska já estão se mobilizando para mudar seu texto, mas... talvez eles tenham atirado no que viram e acertado o que não viram.

Se um pai não quer, por qualquer motivo, criar seu filho menor de idade, não será melhor (pensando no interesse da criança) que ele seja criado pelo Estado ou por outra família?

O que VOCÊ acha?

Enquanto isso, leia também "O Aborto Retroativo". Esse negócio de ficar contando as semanas é coisa de reacionário direitista. O LLL é tão, mas tão pró-escolha que defende o direito total e irrestrito ao aborto até os 12 anos de idade! Morram de inveja, seus liberais de araque!

 Defeito de Cor, Um  Escravos, Os

 Ser Escravo no Brasil  Abolicionismo

 

18.10.08


Categorias: Comportamento, Saúde, Raça

Trackback:

http://www.interney.net/blogs/htsrv/trackback.php/25433

Posts similares:
Cidadãos do mundo
Ainda sobre "Lúcia", de Castro Alves
Conversando sobre "Lúcia", de Castro Alves

(Os comentários abaixo exprimem a opinião dos visitantes, o autor do blog não se responsabiliza por quaisquer consequências e/ou danos que eles venham a provocar.)

Atalho pra o formulário

Comentários, Trackbacks:


Comentário de: fe

Eu diria até os 3 anos, pq depois disso a criança jah entende as coisas, e o que ela faz é culpa sua, se vc nao soube educar direito e teu filho virou um qdolescente revoltadinho, se vira aih, cada um com seus problemas!

aaaaaaaaaaaaaaah, brincadeira né...

mas eu sempre penso nos casos do tipo, a mulher engravidou e nao tem condiçoes, mas o homem diz quz vai ajudar e tal, ela tem o filho e o cara realmente tah presente, e paga tudo. Mas qdo a criança faz sei lah, 2 anos, o cara some. A mae nao tem condiçoes, mas é mae, se apegou, num larga a criança mais... Nunca tem soluçao essas coisas.

PermalinkPermalink 16.10.08 @ 20:13



Comentário de: Marília · http://maroma.wordpress.com/

Abandonar um filho é terrível! Mas já que há pessoas que fazem isso, melhor que o Estado ou outra família cuide/eduque, do que ficar largado nas ruas...

PermalinkPermalink 16.10.08 @ 23:12



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

Boa pergunta.

Não sei a resposta, mas tou meio desconfiado q tem alguma coisa a ver com a diferença entre metrô e táxi. No metrô, vc paga ao entrar e só vai por onde tem linha; no táxi, vc vai onde quiser, só paga no fim e paga muito mais caro.

Se alguém entender o q isso tem a ver com a pergunta, me diga q eu agradeço.

PermalinkPermalink 16.10.08 @ 23:57



Comentário de: Allan · http://cartadaitalia.blogspot.com

Alex,
Na Itália ainda existe a roda dos enjeitados. Existe, ainda, a possibilidade de parir no hospital de forma anônima e abdicar do direito materno, deixando a criança no próprio hospital, que contatará o serviço social. Caso se trate de uma imigrante clandestina, o parto também pode ser feito no hospital (muitas preferem parir escondidas para evitar serem expulsas). Neste caso, a mãe ganha um visto permanente e o bebê, a cidadania.

Em casos de maus tratos ou riscos à saúde física ou mental, o estado pode tomar o filho dos pais. Os próprios pais podem entregar o filho para adoção ou para ser mantido pelo estado ou por outra família. É muito comum por aqui os filhos em "affidamento" (em confiança), mantidos e educados por outras famílias.

Pessoalmente acho que é melhor crescer em um ambiente frio que correr o risco de tornar-se um psicopata ou um desajustado social. Sem limite de idade.

PermalinkPermalink 17.10.08 @ 02:09



Comentário de: Bruno Macedo da Silva

"O LLL é tão, mas tão pró-escolha que defende o direito total e irrestrito ao aborto até os 12 anos de idade! Morram de inveja, seus liberais de araque!"

Só vc pra fazer rir em uma manhã de sexta-feira chuvosa :)

Respondendo ao tópico: bom não sei o que penso sobre isso, esse é um dos casos que prefiro não ter opinião definida, só escutar e ler, nada mais. :D
É meio ignorante, mas pelo menos é alguma coisa, não chega a ser indiferença, mas tbm não chega a ser ativista...

PermalinkPermalink 17.10.08 @ 09:57



Comentário de: Mallu Cunha · http://mallucunha.blogspot.com/

Eu concordo que é melhor uma criança ser criada pelo estado ou por outra familia do que estar jogado na rua, largado mesmo. Eu estou passando por um problema que envolve diretamente esse dilema, não quero e não tenho condições de ter filhos agora, mas meu utero é problemático, eu quero mais é tirar o utero e no futuro adotar uma criança, porém os médicos e as leis não permitem que eu sendo jovem, e sem filhos, retire um utero problemático mesmo que esteja com todos os problemas possíveis de saúde por conta disso... só ligam as trompas ou retiram um utero problemático quando uma mulher jovem tem mais de 3 filhos e ás vezes nem isso.
Agora sou obrigada a ter filhos para poder retirar meu utero e ter uma vida mais saudável.
Ridículo.

PermalinkPermalink 17.10.08 @ 13:11



Comentário de: Arthur

Eu acho que o Estado não pode obrigar ninguem a criar filhos que não quer...

Com um filho, o estado manda de brinde varios deveres, eu acredito que é bem melhor ao invez de te obrigar a fazer tudo isso, que o estado assuma a responsabilidade sobre todas as crianças que os pais não quizerem cuidar.

E se a maioridade para o estado é de 18 anos, até essa idade filhos deveriam poder ser entregues aos cuidados do estado....


Mas claro, isso num mundo ideal, onde o estado teria condições de cuidar bem das crianças...


No mundo real isso involve muito mais coisas, inclusive muitos assuntos sobre os quais eu sou ignorante....

Mas, ja que você pediu minha opinião, eu acho que o estado não tem condições de cuidar direito de todas as crianças que viriam, então que deixe para os particulares cuidarem mesmo. Acho que só deveriam aceitar crianças até 3 anos. Pelos menos por aqui, no Brasil

PermalinkPermalink 18.10.08 @ 07:12



Comentário de: Neide


Se isso é tão importante, q tal deixar
cd um decidir por si,maturidade vem c/
o tempo.

PermalinkPermalink 19.10.08 @ 13:35



Comentário de: Nina

Acho que é uma covardia
Só não sei com quem...

PermalinkPermalink 19.10.08 @ 14:28



Comentário de: Helvécio

Concordo com o aborto até os cinco anos.

Depois "aborta-se" o pai e/ou a mãe.

PermalinkPermalink 19.10.08 @ 15:05



Comentário de: Vampira Dea · http://deaeomundo.blogspot.com

É preciso antes de tudo educar o povo pra ter responsabilidade e não procriar como coelhos, não tendo remédio que quem esteja interessado e habilitado cuide, cá pra nós conheço casos de filhos que abortaram os pais e foi bem merecido.

PermalinkPermalink 19.10.08 @ 17:47



Comentário de: Te

Pra mim não tem idade certa pra abandonar um filho. Mas também existem muitas formas de abandono: tem pais que não cuidam bem dos filhos mas mantém eles junto por egoísmo. Se alguém fala de deixar com outro que possa cuidar melhor fala "Não, ele tem pai e mãe!".

Seria bom mesmo que esses menores fossem acolhidos pelo Estado ou por uma família. Se fosse um estado com política de bem-estar social, como o Allan descreve a Itália acima (enquanto o Berlusconi deixar), não teria problema. Mas nos EUA ainda vigora a política do estado mínimo. Quando criaram a lei pensaram em doces bebês que logo seriam acolhidos por casais. Ninguém imaginou que fossem aparecer adolescentes com características que repelem casais que querem adotar crianças e por isso o Estado vai ter que cuidar deles até a maioridade.

PermalinkPermalink 19.10.08 @ 18:10



Comentário de: Jéssica Lara

O problema é que as instituições do estado que cuidam das crianças abandonadonadas não tem estrutura nem para as crianças pequenas quanto mais para os mais velhos,
e como acontece nas cadeias e reformatorios da vida, acabam piorando a cabeça de quem entrou lá fabricando revoltados que são chutados após completarem 18 anos (pois as chances de serem adotados são praticamente nulas) para tornarem-se os criminosos que nós vemos diariamente na tv.

PermalinkPermalink 19.10.08 @ 18:19



Comentário de: Alessandra

Alguém que tem filhos sem ter os meios mínimos para criá-los - ou seja, mantê-los pelo menos vestidos, alimentados e na escola - já está cometendo abuso contra a criança antes mesmo que ela nasça.

PermalinkPermalink 19.10.08 @ 22:53



Comentário de: carol

acho que é melhor dar o filho pra outro criar do que maltratá-lo em casa. Não acho que o Estado deva proibir o abandono de crianças, nem mesmo o aborto, se o Estado precisa intervir, que seja criando condições para que os pais possam ter e criar seus filhos de maneira decente.

PermalinkPermalink 20.10.08 @ 14:02



Comentário de: Maria E. da Rosa

Filho é para sempre, independente de sua idade ou condição. Não dá para agir como fosse um boneco que num determinado momento pode ser descartado. Amor ecompreensão independente de de idade sempre fazem um bem enorme a qualquer um.

PermalinkPermalink 20.10.08 @ 17:14



Comentário de: neusa

NÃO EXISTE IDADE CERTA PARA ABANDONAR O FILHO, FILHO E PARA SEMPRE, NÃO DEVE SER ABANDONADO.

FILHO É A COISA MAIS LINDA, FRUTO DO AMOR DIVINO E O AMOR ENTRE DUAS PESSOAS.

EMBORA EXISTE FILHOS CONCEBIDOS POR UMA OCASIÃO NÃO PROPRIA, MAS MESMO ASSIM OS PAIS, OU MÃE DEVE EDUCA-LO DA MELHOR FORMA POSSIVEL E AMPARA-LO ATÉ SER ENCAMINHADO PARA A VIDA SOZINHO COM A CONCIENCIA DO ALICERSE QUE É A FAMILIA, POIS NÃO PEDIU PARA VIR AO MUNDO.

FILHO NÃO PODE SER ABANDONADO E SIM CUIDADO, AMPARADO, ENCAMINHADO, AMADO PARA TODA A VIDA.

OS ENSINAMENTO DA PALAVRA DE DEUS E O MELHOR CAMINHO PARA UMA EDUCAÇÃO SAUDÁVEL.

NEUSA FIGUEIREDO

PermalinkPermalink 17.11.08 @ 11:05



Comentário de: saude.psicologiananet · http://saude.psicologiananet.com.br

A necessidade e a dependência são fatores que nos fazem humanos e humanitarios
Dessa forma, estar vinculado a alguém é algo que preenche nossas carências e permite darmos continuidade a nossa essência humana
Desvincular, abandonar, ficar solitário não deveria fazer parte da nossa existência sadia

PermalinkPermalink 15.02.09 @ 13:41



Comentário de: magiazen · http://www.magiazen.com.br

Naão abandone!!
Ame!!
Sinta e deixe ser sentido pelo outro e se entregue para a vida como ela quer se entregar pra voce!!
Seja Zen

PermalinkPermalink 15.02.09 @ 13:55



Comentário de: psicologiananet · http://www.psicologiananet.com.br

A psicologia e as diversas teorias do desenvolvimento humano mostra a importância do vinculo materno nos primeiros 5 anos de vida e a influência das nossas primeiras relações no desenvolvimento da nossa personaliade

PermalinkPermalink 15.02.09 @ 13:58



Deixe seu comentário:

Seu endereço de email não será exibido nesse site.
Sua URL será exibida.

Post anterior: Pedindo Desculpas à Empregada

Próximo post: Já que a Imprensa Brasileira Não Dá....

 promoção submarino

 Obras Completas Sigmund Freud: Edição Standard - 24 volumesObras completas de Freud, de R$960, por R$399

Um blog sobre rebeldia, contemplação e sacanagem, regado a muita literatura e humor. Nosso assunto são as várias prisões que acorrentam o homem, como ambição, verdade e medo. Dê sua opinião!


Quer comprar no Submarino? Entre por aqui e eu ganho 8%

Meus Livros à Venda:

  • Radical Rebelde Revolucionário
  • Onde Perdemos Tudo, por Alex Castro

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Livros Recomendados

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
  • 42. Graham, Sandra Lauderdale. Proteção e Obediência. Criadas e seus Patrões no Rio de Janeiro, 1860-1910. [EUA, 1988] Jul.
  • 41. Maio, Marcos Chor. Raça, Ciência e Sociedade. [Brasil, 1996] Jun.
  • 40. Almeida, Luana Chnaiderman de. Entremeios e Entretempos. Aproximações ao Filme Shoah de Claude Lanzmann. [Brasil, 2006] Jun.
  • 39. Levi, Primo. É Isto Um Homem? [Itália, 1946] Jun.
  • 38. Sartre, Jean-Paul. A Questão Judaica. [França, 1946] Jun.29
  • 37. Costa, Angela Marques da e Lilia Moritz Schwarcz. 1890-1914. No Tempo das Certezas. [Brasil, 2000] Jun.
  • 36. Holanda, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. [Brasil, 1934] Jun.9
  • 35. Villa, Marco Antonio. Canudos. O Povo da Terra. [Brasil, 1995] Jun.7
  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
  • 33. Moura, Clóvis. Introdução ao Pensamento de Euclides da Cunha. [Brasil, 1964] Jun.6
  • 32. Lima, Luiz Costa. Terra Ignota: a Construção de Os Sertões. [Brasil, 1997] Jun.5
  • 31. Bernucci, Leopoldo M. A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de Euclides da Cunha. [Brasil, 1995] Jun.4
  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
  • 28. Guilherme, Paulo. Goleiros: Heróis e Anti-Heróis da Camisa 1. [Brasil, 2006] Mai.
  • 27. Krakauer, Jon. Na Natureza Selvagem: a Dramática História de um Jovem Aventureiro. [EUA, 1996] Mai.
  • 26. Cunha, Euclides da. Os Sertões. Campanha de Canudos. [Brasil, 1902] Mai.
  • 25. Wilder, Thornton. Bridge of San Luis Rey. [EUA, 1927] Mai.
  • 24. João de Patmos. Apocalipse. [Grécia, c.séc.I] Abr.
  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
  • 22. Castelnau, Francis de. Entrevistas com Escravos Africanos na Bahia Oitocentista. [Brasil, séc.XIX] Abr.
  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
  • 20. Goethe, Johann Wolfgang Von. Faust. [Alemanha, 1832] Mai.
  • 19. Lisboa, Adriana. Rakushisha. [Brasil, 2007] Abr.
  • 18. Tezza, Cristovão. O Filho Eterno. [Brasil, 2007] Abr.
  • 17. Piñon, Nélida, A República dos Sonhos. [Brasil, 1984] Abr.
  • 16. Fanon, François. Black Skin, White Masks. [Martinica, 1952] Abr.
  • 15. Rheda, Regina. Pau de Arara Classe Turística. [Brasil, 1993] Abr.
  • 14. Guillory, John. Cultural Capital. The Problem of Literary Canon Formation. [EUA, 1993] Mar.7-10.
  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
  • 12. Butler, Octavia. Kindred. [Estados Unidos, 1979] Mar.7
  • 11. Ribeiro, João Ubaldo. Viva o Povo Brasileiro. [Brasil, 1984] Fev.
  • 10. Lispector, Clarice. Laços de Família. [Brasil, 1960] Fev.
  • 9. Veiga, José J. A Hora dos Ruminantes. [Brasil, 1966] Fev.
  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
  • 7. Pinto, Fernão Mendes. Peregrinações. [Portugal, séc.XVI] Fev.- (TulBib)
  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

8129 Panola St, New Orleans, LA, 70118, msn, tel, email

Ao me enviar email ou comentar no LLL, você está automaticamente permitindo que eu publique sua mensagem no blog, inclusive com seu nome e endereço. Pense bem.

Busca


[ La Brute - Jogo Online em Flash Grátis ]